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Dados divulgados World Gold Council, conselho formado pelas maiores mineradoras do mundo, apresentam que cerca de 160 mil toneladas do metal já foram descobertas desde a Pré-história. Ainda segundo este conselho, já havia indícios da mineração - prática de extração do ouro – desde 5000 a. C, sendo ele o segundo metal conhecido pelo homem depois do Cobre.


Ao mesmo tempo que estima-se que a mineração tenha sido iniciada por volta desse período, em um cemitério da Bulgária, arqueólogos encontraram as primeiras jóias de ouro da humanidade datada de 5000 a. C. São cerca de três mil braceletes, colares e brincos. O ouro também foi encontrado em objetos do dia a dia, como pratos, vasos e canecas. O metal provavelmente era extraído a céu aberto em escavação de galerias. Esse é um importante conhecimento para você adquirir caso tenha interesse em comprar ou vender ouro ou joias. 


Como se pode perceber as informações sobre a data de descoberta ainda são incertas.Mas que se sabe é que o metal foi encontrado séculos antes de Cristo e que, desde o início da sua exploração, já teve seu valor e beleza enaltecidos. 

Há informações de que, no início, o ouro era encontrado por cima da terra, bastando apenas peneirar a água para identificá-lo. Com o passar do tempo e com a valorização do metal, encontrá-lo dessa forma foi ficando cada vez mais difícil, exigindo técnicas de extração cada vez mais sofisticadas.


No século 2 a.C. os romanos desenvolveram a mineração hidráulica, usando canais de água para ajudar no transporte e separação dos metais. O Império Romano já usava moedas, criadas pelos reis no século 6 a. C.

Já no século 13 a. C., a história indica que o reino de Mali na África era o que possuía mais ouro e há relatos de que, em uma peregrinação até Meca, o imperador distribuiu duas toneladas de moedas de ouro ao povo.

Três séculos depois foi a vez de o continente americano viver a descoberta do ouro por exploradores espanhóis. Eles extraíram toneladas do metal dourado nas civilizações inca e asteca e as enviaram para a Espanha concentrando mais riqueza e poder na Europa.

No Brasil, os primeiros registros começaram logo após a fundação de São Vicente, em 1532. A grande descoberta, no entanto, aconteceu no sertão de Taubaté, em 1697, quando o então governador do Rio de Janeiro anunciou o achado de ouro da melhor qualidade.

A produção foi tão grande que existiam navios especiais para levá-lo até Portugal. O ouro brasileiro estava na superfície da terra, perto de rios e morros, sendo possível achá-los apenas com a peneira.


Não estamos onde achávamos que estávamos. Um novo mapa da Via Láctea, feito por pesquisadores japoneses, descobriu que a Terra está cerca de dois mil anos-luz mais perto do buraco negro supermassivo no centro da galáxia do que se acreditava. E não é só isso: viajamos pelo universo numa velocidade 7 km/s maior do que a registrada inicialmente.

A pesquisa, publicada na revista da Sociedade Astronômica do Japão, é resultado de 15 anos de observações do projeto Vera (VLBI Exploration of Radio Astrometry, ou Exploração de Rádio Astrometria com VLBI, que aliás significa Interferometria de Linha de Base Muito Longa). Usando radiotelescópios espalhados por todo o arquipélago japonês, o projeto atingiu a mesma resolução que um telescópio de 2.300 km de diâmetro teria.

Graças à técnica, a precisão da medição alcançada, em 10 microssegundos de arco, é nítida o suficiente para – em teoria – observar uma moeda de um centavo na superfície da Lua. Esse poder foi utilizado para modelar a Via Láctea como se estivéssemos de fora da galáxia, e assim compreender sua estrutura geral e a posição da Terra nela.

 Imagem: NAOJ/Divuulgação

Mapa de posição e velocidade da Via Láctea. As setas mostram os dados de posição e velocidade dos 224 objetos usados para modelar a galáxia. As linhas pretas mostram as posições dos braços espirais da Galáxia. As cores indicam grupos de objetos pertencentes ao mesmo braço.

Com base no primeiro catálogo de Astrometria Vera contendo dados de 99 objetos, e observações recentes feitas por outros grupos, os astrônomos construíram um mapa de posição e velocidade da Via Láctea. O modelo sugere que Sagittarius A*, o buraco negro supermassivo do centro da galáxia, está localizado a 25.800 anos-luz da Terra. Isso é mais próximo do que o valor oficial de 27.700 anos-luz adotado pela União Astronômica Internacional em 1985.

O componente de velocidade do mapa ainda indica que a Terra está viajando a 227 km/s enquanto orbita ao redor do centro galáctico. Isso é mais rápido do que o valor oficial de 220 km/s. Os pesquisadores agora esperam observar mais objetos, particularmente aqueles próximos ao buraco negro supermassivo central, para melhor caracterizar a estrutura e o movimento da Via Láctea.

Um pesquisador coleta uma amostra de micróbio do "Retrato de um homem em giz vermelho", de Da Vinci. (Pinar et al., Frontiers, 2020)

Os desenhos de Da Vinci são famosos por serem elaborados com várias nuances e ideias tecnológicas avançadas. Mas uma nova pesquisa revelou outro nível de complexidade para as obras de arte de Leonardo Da Vinci: um mundo oculto de minúsculas formas de vida.

Pesquisadores relataram que as descobertas podem ajudar a construir um “catálogo” do microbioma para obras de arte. Cada uma das peças tinha uma coleção única de micróbios que poderiam ser identificados mais tarde, por meio de um estudo de sua biologia microscópica.

De modo importante, os microbiomas dos desenhos de Da Vinci tinham elementos-chave em comum suficientes para ajudar a identificar falsificações com base nas diferenças entre cada microbioma. Ou mesmo desenhos autênticos que foram armazenados em diferentes condições ao longo dos séculos.
Microbioma nos desenhos de Da Vinci

Além desses dados, os pesquisadores também mostraram que os desenhos de Da Vinci tinham um microbioma bem diferente do esperado, com várias bactérias e DNA humano. Provavelmente, por causa de séculos de manipulação pelos restauradores de arte e outras pessoas.

Desenhos estudados. Imagens: (Pinar et al., Frontiers, 2020)

Aliás, o papel dos restauradores é considerado mais importante, porque estiveram presentes os micróbios conhecidos por fazerem o papel de degradar com o tempo esses desenhos.

Portanto, o estudo é um exercício de prova de conceito, demonstrando futuramente como os microbiomas podem revelar histórias inesperadas de certas obras de arte e ajudar a detectar falsificações. Com isso, os pesquisadores examinaram o material biológico microscópico, vivo e morto, em sete dos desenhos emblemáticos do mestre.

Surpreendentemente, encontraram uma diversidade de bactérias, fungos e DNA humano.

A história que os materiais biológicos contam
A maior parte desse material coletado possivelmente pousou nos desenhos de Da Vinci bem depois de sua morte, 501 anos atrás. Então, o DNA (ou a boa concentração dele, pelo menos) vem de outras pessoas que manipularam os desenhos ao longo dos séculos.

Mas os novos materiais biológicos têm histórias para contar. A maior surpresa, relatada pelos pesquisadores, foi a alta concentração de bactérias nas obras de arte, especialmente comparando aos fungos.

A descoberta foi considerada excepcional, porque estudos anteriores mostraram fungos com a tendência de dominar microbiomas nos objetos de papel como esses desenhos. Entretanto, nesse caso, uma quantidade alta de bactérias de humanos e insetos (provavelmente, moscas que depositaram suas fezes) estavam presentes.

Excrementos de insetos. (Pinar et al., Frontiers, 2020)

“Ao todo, insetos, restauradores e a localização geográfica parecem ter deixado um traço invisível aos olhos nos desenhos”, disseram os pesquisadores em comunicado. Só é difícil dizer se alguns desses contaminantes são originários da época em que Leonardo Da Vinci estava os esboçando.

Realmente, a maior parte do DNA veio de pessoas que restauraram a obra a partir do século 15. Porém, a equipe ainda não analisou o material genético de forma detalhada para ver de quem especificamente pode ter vindo.

Concluindo, os pesquisadores usaram uma nova ferramenta chamada Nanopore, método de sequenciamento genético que decompõe e analisa rapidamente o material genético para estudar detalhadamente os diferentes materiais biológicos.

Estudo publicado na revista Frontiers in Microbiology .



O prato refletor foi danificado na queda do primeiro cabo (Imagem: Reprodução/University of Central Florida)

O Observatório de Arecibo, que durante muito tempo foi o maior radiotelescópio do mundo, terá sua antena parabólica desativada. Após o rompimento de dois cabos de sustentação, os engenheiros concluíram que um eventual reparo seria muito arriscado para os funcionários e para os equipamentos que ainda podem ser resgatados. Isso coloca um fim a quase 60 anos de história de um dos observatórios espaciais mais importantes do mundo.

Localizado no município de Arecibo, em Porto Rico, o radiotelescópio foi construído no início da década de 1960 e entrou para a história dez anos depois, ao ser usado para enviar uma mensagem a civilizações alienígenas, em 1974. Em agosto de 2020, um dos cabos secundários escorregou do soquete e caiu sobre o prato refletor, deixando uma parte da estrutura em pedaços.

Após o incidente, múltiplas equipes trabalharam para avaliar os danos e as possibilidades de um reparo, um processo longo para garantir que não haveria nenhum risco para as equipes envolvidas no conserto. Contudo, no início de novembro, um segundo cabo se rompeu, deixando o equipamento suspenso ainda mais instável. Uma zona de segurança foi criada para proteger o prato, restringindo o acesso, e equipes independentes de engenheiros foram acionadas para analisar o problema.

Esses cabos sustentam uma plataforma de 900 toneladas que fica suspensa sobre a parabólica e permite que os cientistas direcionem o observatório para um trecho específico do céu. Ali, há antenas, transmissores de radar e muito mais, portanto, pode-se dizer que a plataforma suspensa é o coração científico do observatório.

Drones sobrevoaram a estrutura para avaliar os danos nos cabos restantes (Imagem: Reprodução/NAIC/Arecibo Observatory/NSF)

Após considerar três relatórios das equipes de engenharia, a National Science Foundation (NSF), dona da instalação, decidiu que o observatório não está estável o suficiente. "Nosso objetivo é encontrar uma maneira de preservar o telescópio sem colocar a segurança de ninguém em risco", disse Sean Jones, da NSF. "No entanto, após receber e revisar as avaliações de engenharia, não encontramos nenhum caminho a seguir que nos permitiria fazê-lo com segurança”, concluiu.

Drones e câmeras foram usados ​​para monitorar a estrutura e avaliar as condições dos cabos que restaram, e descobriram que alguns também estão danificados. De acordo com as análises de engenharia, se mais um cabo na Torre 4 romper, a plataforma desabará no prato refletor e provavelmente fará com que as torres também caiam. Ralph Gaume, diretor da Divisão de Ciências Astronômicas da NSF, disse que “mesmo tentativas de estabilização ou teste de cabos podem resultar na aceleração da falha catastrófica”.

Agora, a tarefa é elaborar um plano para desativar o telescópio de maneira controlada e segura, sem causar um desabamento da estrutura. A agência contratou engenheiros para desenvolver esse plano, o que levará algumas semanas. Os funcionários não disseram qual estratégia deve ser utilizada, mas mencionaram o potencial uso de helicópteros ou explosivos.

Uma perda para a ciência
Início da construção do Arecibo (Imagem: Reprodução/NAIC/Arecibo Observatory/NSF)

Foi graças a um erro de cálculo na fase de design que o Arecibo se tornou tão icônico e importante. Ele foi projetado inicialmente para estudar a ionosfera terrestre, mas o erro nos cálculos fez com que seu prato fosse construído cerca de 10 vezes maior do que o necessário para essa pesquisa. Assim, ganhou uma parabólica de 305 metros de diâmetro, a maior do mundo até 2016, quando a China completou seu Telescópio Esférico de Abertura de Quinhentos metros (FAST).

Isso lhe permitiu fazer muito mais do que o planejado. Entre as principais áreas de pesquisa exploradas pelos pesquisadores no Arecibo estão as galáxias e os pulsares — cada uma com direito com um terço do tempo de observação do telescópio; o último terço é reservado aos estudos da ionosfera. É um dos principais instrumentos para procurar por novos pulsares, porque o tamanho permite buscas mais sensíveis.

Apesar de sua importância nessas áreas, ele ficou mais conhecido pela mídia como “telescópio que busca por extraterrestres”, em parte graças à famosa transmissão de sinal que ficou conhecida como “Mensagem de Arecibo”. Ela foi enviada em 16 de novembro 1974 ao espaço com informações sobre o planeta Terra e a civilização humana.

O envio foi realizado pelo projeto SETI com o uso do radiotelescópio porto-riquenho e direcionado para o Grande Aglomerado Globular de Hércules, localizado a aproximadamente 25.000 anos-luz de distância, e que possui cerca de 300.000 estrelas. Os 1679 impulsos de código binário levaram três minutos para serem transmitidos na frequência de 2380 MHz.

(Imagem: Reprodução/NAIC/Arecibo Observatory/NSF)

Seu radar planetário ainda era considerado uma raridade, sendo a maior instalação do mundo que poderia lançar um feixe em objetos próximos à Terra ou até em alguns dos planetas vizinhos. Com isso, os cientistas podem esperar o eco do feixe ser devolvido e analisá-lo. No caso dos asteroides, esse eco fornece informações para determinar se os objetos apresentam algum risco de colisão com a Terra.

A NSF agora trabalhará com os cientistas que planejavam usar o radiotelescópio em suas próximas pesquisas para realocar os projetos, direcionando-os a outras instalações, por exemplo — algumas delas ali mesmo, em Arecibo, caso seja possível desativar o telescópio de forma controlada, sem danificar o restante dos ativos do observatório, como o centro de visitantes e instrumentos de ciência atmosférica.

No entanto, essa instalação era única, principalmente para os que estudam os asteroides próximos à Terra. “Parte da ciência de Arecibo será transferida; parte não", disse Gaume.

Fonte: Space.com

Reconstrução artística de uma caça a vicunhas em Wilamaya Patjxa. (Imagem: © Matthew Verdolivo (UC Davis IET Academic Technology Services))

Pesquisadores descobriram o túmulo de uma caçadora de 9000 anos de idade no Peru. Ademais, o sítio de escavação também contava com mais cinco esqueletos de outros caçadores. Contudo, junto à mulher, estavam enterrados itens usados para a caça de grandes animais, o que indica que ela pode ter tido um papel muito importante para a tribo.

No ano de 2018, arqueólogo Randall Haas e sua equipe encontraram os túmulos e, a princípio, pensaram que havia apenas homens enterrados ali. Contudo, analises de proteínas específicas dos dentes dos caçadores mostraram que o membro mais importante (julgando pelo número de ferramentas de caça) era na verdade uma mulher.

Esse resultado pode abalar tudo o que se pensa hoje sobre as sociedades pré-históricas de seres humanos. Nesse sentido, a maioria dos estudos até o momento indica que a função dos homens nas tribos era a caça, enquanto as mulheres faziam a coleta de comida e cuidavam das crianças.

Contudo, após uma análise detalhada de 429 ossadas encontradas nos últimos anos nas Américas, a equipe de Haas percebeu que dos 27 esqueletos que tinham gêneros identificáveis, 11 eram femininos e 16 masculinos. Assim, a Science Advances publicou o estudo de Haas que indica que entre 30% e 50% dos caçadores pré-históricos poderiam ser mulheres.

A estrutura das tribos de caçadores-coletores
Até a publicação desse artigo, acreditava-se que a caça era uma atividade quase exclusivamente masculina nas tribos de H. sapiens. Assim, as mulheres seriam responsáveis por cuidar das crianças e coletar materiais para o grupo. Todavia, essa pode ser uma interpretação errada dessas sociedades. Inúmeros estudos foram feitos com essas comunidades, mas pouco se questionava sobre o papel das mulheres de fato na tribo.

(Imagem de janeb13 por Pixabay)

Os resultados encontrados no Peru, por outro lado, podem mostrar que a visão dos pesquisadores (e também da sociedade moderna) sobre essas tribos pode ter sido influenciada por uma interpretação rígida dos gêneros no grupo.

A função da caçadora de 9000 anos
Faz todo sentido, além do mais, que houvesse tantas caçadoras quanto caçadores. Isso porque a tribo precisaria do máximo de indivíduos possível para caçar animais grandes. Aliás, essas tribos do peru caçavam animais como as vicuñas, os ancestrais selvagens das alpacas. Inclusive, diversos ossos desses bichos estavam com a caçadora no sítio estudado por Haas. Portanto, a caça deveria ser território comum a homens e mulheres, provavelmente restrita apenas pela idade.

As vicuñas – imagem acima – eram as principais presas das tribos pré-históricas do Peru. (Imagem de falco por Pixabay)

Vale lembrar, ainda, que a expectativa de vida de uma caçadora de 9000 anos atrás não passava dos 30 anos de idade. Acredita-se que a caçadora encontrada nas escavações tinha entre 17 e 19 anos quando morreu.

De forma geral, quando esqueletos são encontrados com equipamentos de caça, na maioria dos casos eles são identificados como do gênero masculino. Contudo, quando pesquisas encontram uma mulher com os mesmos objetos, a interpretação sempre esbarra em outras possibilidades.

De fato, são necessários mais estudos para realmente definir a estrutura das sociedades de caçadores coletores das Américas. Contudo, quando cientistas encontrarem esse tipo de evidência, eles devem consideram ambas as possibilidades igualmente: a de um caçador ou de uma caçadora.

O estudo está disponível na Science Advances.
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Créditos da imagem: Raphaël Thibodeau

O “Moving Dunes” é uma obra de arte ilusória instalada em uma rua de Montreal, Canadá

Em Star Wars, Obi-Wan Kenobi disse uma vez: "Seus olhos podem enganar você, não confie neles." E parece que nada representa isso tão bem quanto a obra “Moving Dunes” criada pelo escritório de arquitetura canadense NÓS.

Créditos da imagem: Raphaël Thibodeau

As dunas dobram a perspectiva do observador de tal forma que formam um caminho enganoso que imita os padrões que você veria na areia de um deserto. As enormes esferas cromadas aumentam o efeito ilusório e o resultado é absolutamente alucinante.

Créditos da imagem: Alex Lesage

De acordo com o NÓS, a obra de arte é “uma miragem experiencial no coração do centro de Montreal que entrelaça o real e o virtual”. Foi criado como parte da exposição de 2008 no Museu de Belas Artes de Montreal, intitulada “Da África às Américas: Picasso cara a cara, passado e presente”. Inspirando-se nos pintores cubistas, a obra de arte ilusória foi instalada na Avenue de Musée como parte da chamada anual de artistas.

A perspectiva do observador mudade tal forma que a rua Avenue de Musée parece estar se movendo
Créditos da imagem: Raphaël Thibodeau

Créditos da imagem: Raphaël Thibodeau

Créditos da imagem: Raphaël Thibodeau

O mural foi inspirado no cubismo e criado pelo escritório de arquitetura canadense NÓS
Créditos da imagem: Olivier Bousquet

Créditos da imagem: Charles Laurence Proulx

Créditos da imagem: Raphaël Thibodeau

À medida que o visualizador se move, as formas da areia são invertidas e o solo ganha vida
Créditos da imagem: Eloa Defly

Créditos da imagem: Eloa Defly

Mais informações: N-O-S.ca

Imagem: Maxar/ASU/P. Rubin/NASA/JPL-Caltech

16 Psyche, asteroide de ferro, níquel, ouro e platina do sistema solar


Um estudo publicado nesta semana por cientistas da Southwest Research Institute (SwRI), dos Estados Unidos, na revista The Planetary Science Journal traz novos detalhes sobre o 16 Psyche, um asteroide gigantesco feito de ferro, níquel, platina e ouro que valeria muito dinheiro na Terra. A novidade é que ele está "enferrujando".


Descoberto em 1852, este é um dos maiores asteroides já catalogados no Sistema Solar. Em 2017, o telescópio Hubble, da Nasa, descobriu que o objeto é feito de vários metais preciosos. Com mais de 200 quilômetros de diâmetro e massa correspondente a 1% de todo o cinturão de asteroides, estima-se que o material do 16 Psyche seja equivalente a mais de US$ 10 quintilhões.


O valor representa mais de 10 mil vezes o valor do PIB (produto interno bruto) do mundo inteiro em 2019 —que, segundo o Banco Mundial, foi de US$ 87 trilhões. Mas não há planos para minerar o gigante espacial. Por isso esse número é apenas curioso e não realmente prático.

Tracy Becker, cientista planetária do SwRI e autora do novo estudo sobre o estranho asteroide dourado, observou o gigante em dois pontos específicos de sua rotação, de olho em comprimentos de onda ultravioleta (UV) na sua superfície.

"Fomos capazes de identificar pela primeira vez em qualquer asteroide o que pensamos serem bandas de absorção ultravioleta de óxido de ferro", disse ela no comunicado do instituto. "Esta é uma indicação de que está acontecendo um processo de oxidação no asteroide, o que pode ser resultado dos ventos solares atingindo a sua superfície."

Em outras palavras, as ondas ultravioletas detectadas no gigante de ferro mostram que há um processo de oxidação ocorrendo na sua superfície. Resumindo: assim como acontece com os metais da Terra, o 16 Psyche está "enferrujando". Mas nem por isso ele perdeu o interesse de astrônomos.

A agência espacial norte-americana Nasa prepara uma missão para enviar uma sonda até o asteroide para estudá-lo mais de perto. A empresa SpaceX, de Elon Musk, venceu a concorrência de US$ 117 milhões para tocar o projeto.

Por ser feito de metais preciosos, assim como o núcleo da Terra e de outros planetas rochosos, cientistas acreditam que o 16 Psyche um dia fez parte do interior de um planeta muito maior.

"A Terra possui um núcleo metálico, um manto e uma crosta. É possível que quando o Psyche era um protoplaneta em formação, ele foi atingido por outro objeto em nosso sistema solar e perdeu seu manto e crosta", explica Becker.

Atualmente, o plano da Nasa e da SpaceX é lançar a sonda em 2022 com expectativa de que ela chegue lá em 2026, já contando com uma ajudinha do campo gravitacional do planeta Marte para receber um último empurrão no meio do caminho.

A esperança é de que uma olhada de perto no 16 Psyche nos traga mais informações sobre o núcleo da Terra e de outros planetas, já que é muito mais fácil enviar uma sonda até os cantos frios do Sistema Solar do que ao centro quente do nosso planeta.

"O que torna Psyche e os outros asteroides tão interessantes é que eles são considerados os tijolos do Sistema Solar", disse Becker. "Entender o que realmente constitui um planeta e possivelmente ver o interior de um planeta é fascinante. Assim que chegarmos ao Psyche, vamos realmente entender se é esse o caso."

Fonte: Uol

Organização Miss México 
Miss Querétaro, Valeria Ruíz

Algumas coisas nunca saem de moda. Como roupas tradicionais. Apenas alguns dias atrás, Miss México postou fotos de seus concorrentes de 2020 exibindo versões feitas por designers de roupas tradicionais do país e elas rapidamente se tornaram virais.

Senhorita Guanajuato, Georgina Villanueva
Mas não são apenas os modelos e os figurinos que tornam essas imagens tão impressionantes. Os fotógrafos também fizeram um excelente trabalho capturando as mulheres. Ao levá-las para fora em vez de para um estúdio, eles realmente aumentaram a ligação entre a terra e a cultura que ela gerou.


Miss Estado De México, Perla Franco

Senhorita Nayarit, Bênção Chukwu

No total, havia 32 competidoras competindo para avançar para a próxima rodada. As pessoas escolheram 6 (Miss Sonora, Miss Michoacan, Miss Guanajuato, Miss Estado de México, Miss Quintana Roo, Miss Guerrero) através de curtidas em suas fotos nas redes sociais e 6 foram escolhidas pelos juízes (Miss Colima, Miss Sinaloa, Miss Coahuila , Srta. Campeche, Srta. Nayarit, Srta. Oaxaca).

Miss Sinaloa, Elizabeth Vidaña

A Grande Final do Miss México será realizada em 31 de outubro.

Dona Guerrero, Isabel Ruíz

Miss Jalisco, Mariana Macias

Miss Campeche, Jennifer Álvarez

Senhorita Cidade Do México, Jéssica Farjat

Senhorita Aguascalientes, Ximena Hita

Senhorita Chihuahua, Isela Serrano

Srta. Oaxaca, Sabrina Góngora

Senhorita Durango, Carolina Thomas

Srta. Colima, Daniela Ramírez

Miss Nuevo León, Evelyn Álvarez

Miss Quintana Roo, Regina González 

Miss Michoacán, Karolina Vidales

Miss Tamaulipas, Naila Navarro

Miss Chiapas, Rocío Carrillo

Senhorita Sonora, Ayram Ortíz

Senhorita Puebla, Valerie Bartsch

Srta. Coahuila, Georgina Vargas

Miss Baja California Sur, Diana Ramírez

Miss Veracruz, Andrea Munguía

Senhorita Yucatán, Ana Paulina Rivero

Srta. Morelos, María Fernanda Hütterer

Dona Hidalgo, Jaqueline Gómez

Senhorita Zacatecas, Karina Román

Senhorita Tlaxcala, Fedra Alpés

Miss Baja California, Daniela Pedroza

Srta. Tabasco, Gildy Reyes

Senhorita San Luis Potosí, Daniela Sánchez Acosta

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