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Imagem: Teomancimit/Wikimedia Commons/Reprodução

O Göbekli Tepe, na Turquia, é considerado o templo mais antigo do mundo. Ele data de 9.600 a.C., o que remonta ao início do período Neolítico. Pesquisadores estudam o local desde a década de 1990, mas só agora perceberam um detalhe que pode reescrever a história dos primórdios da civilização humana.

Por muito tempo, arqueólogos acreditaram que o Göbekli Tepe era apenas um templo solitário em meio a rotas de comunidades nômades que viveram há quase 12 mil anos. Novas evidências divugadas em uma reportagem do jornal El País sugerem que o santuário é na verdade o núcleo de uma série de assentamentos sedentários com estruturas sociais estratificadas.

Ou seja, as pessoas não estavam apenas passando pelo local, mas viviam fixamente ao redor dele. Os cientistas chegaram a esta conclusão após identificar dezenas de sítios arqueológicos em áreas próximas que datam mais ou menos da mesma época em que Göbekli Tepe foi ocupada.

Os assentamentos possuem tamanhos diferentes, o que parece indicar uma hierarquia entre eles. No entanto, todos possuíam artefatos semelhantes, sugerindo que as pessoas que viviam ali habitavam um mesmo universo.

Não foram encontrados na região indícios de domesticação de plantas ou animais, apenas milhares de ossos de animais selvagens. Tais evidências indicam que os moradores dos assentamentos eram caçadores-coletores.

Ao mesmo tempo, não eram nômades. Na época, a temperatura do globo começava a aumentar, o que parece ter contribuído para o aumento de plantas e animais selvagens na região. A fertilidade do local parece ter atraído diferentes povos, que montaram ali suas “vilas”.

É comum pensar que o sedentarismo se originou da falta de alimentos, fazendo com que os humanos passassem a cultivar em suas terras. Neste caso, o que aconteceu foi o contrário: os habitantes dos assentamentos não precisavam se deslocar para arranjar comida, já que ela estava sendo oferecida em grande quantidade perto de suas habitações.

Em entrevista ao El País, o professor de arqueologia Necmi Karul explicou: “a sedentarização veio da abundância e não da escassez”.

Até o final do século 20, a agricultura e a pecuária foram apontadas como a principal causa para o fim do nomadismo. Essa transição ficaria conhecida como Revolução Neolítica, que marcaria o início da civilização humana. Estudos e achados recentes, como os assentamentos na Turquia, podem contribuir na remodelação dessa história.

Via: gizmodo

As estatuetas históricas foram examinadas e só tiveram o valor estimado após ser arrematada com um lance alto em leilão

Fotografia das esfinges encontradas em jardim - Divulgação / Mander Auctioneers

Buscando se livrar de itens pessoais, uma família residente do condado de Suffolk, na Inglaterra, entrou em contato com uma casa de leilões local para analisar se algum item da residência era interessante para aquisição.

Entre os objetos, duas estatuetas que decoravam o quintal da residência chamaram atenção da instituição, recebendo a informação de que se tratavam de peças de jardim do século 19 esculpidos em pedra.

Dessa maneira, a Mander Auctioneers, empresa responsável pela coleta, fixou o preço do lote em 300 a 500 libras esterlinas (entre R$ 2,255 a R$ 3,759) como lance inicial.

Porém, outras casas de leilões na Inglaterra notificaram a empresa para avaliar a peça com mais atenção dado os traços externos. Assim que examinada por especialistas, a empresa notou que tratavam-se de esculturas egípcias milenares.

Fotografia das esfinges encontradas em jardim / Crédito: Divulgação / Mander Auctioneers

A família, que havia comprado a peça 15 anos antes por algumas centenas de libras, não apenas se surpreenderam positivamente com a descoberta, como ficarão com a maior parte das 195 mil libras esterlinas (cerca de R$ 1,4 milhão em cotação atual) do arremate final das peças, como informa a ITV.

O comprador do lote não teve o nome revelado, mas sabe-se que é representante de uma entidade internacional. Ambas as esfinges possuem pouco mais de 1 metro se comprimento e possuem partes remendadas com concreto pelos últimos donos.

O Google frequentemente confunde os locais para evitar a divulgação de sua estrutura. Google Maps

Para a maioria das pessoas, o Google Maps é uma ferramenta útil para ir do ponto A ao ponto B.

Mas, para um pequeno grupo de curiosos, é uma fonte de mistérios.

Se você olhar bem, poderá encontrar imagens estranhas que parecem ocultar algo além da realidade. Ou podem ser apenas sinais de que o Google Maps não está funcionando corretamente.

Seja qual for a verdade, o debate que ele provoca costuma ser divertido e estimulante.

Isso é exatamente o que aconteceu quando um usuário do Reddit encontrou um buraco negro no meio do oceano enquanto usava o Google Maps.

"Que porra é essa", escreveu kokoblocks no subreddit do Google Maps. "Isso não se parece em nada com uma ilha."

As primeiras sugestões diziam que a ilha poderia ser uma base militar secreta.

"Parece censurado por algum motivo", disse KorvisKhan.

"Meu primeiro pensamento foi que a imagem foi censurada", respondeu Jazzlike_Log_709. "Não faria sentido que uma formação natural fosse negra assim em um atol / ilha tão rasa e pequena."

O Google frequentemente obscurece lugares "sensíveis", como bases militares ou pátios de prisões, relatou a Live Science. Isso é feito para evitar a divulgação de informações sobre sua localização e estrutura.

Muitas teorias em torno da mancha negra se concentraram em tentar explicar a escuridão da imagem.

"Pode ser talvez um vulcão subterrâneo que é o que causa a escuridão, assumindo que não seja um buraco. Muito provavelmente rocha ígnea", disse The_Professor64.

Alguns usuários aproveitaram a oportunidade para zombar da postagem, sugerindo que poderia ser a ilha do programa de TV "Lost". Um usuário concluiu: "Obviamente, entrada da Terra Oca. Duh," referindo-se à teoria da Terra Oca, que sugere que a Terra é completamente oca.

Essas pessoas podem ficar desapontadas ao descobrir que este lugar misterioso no Google Maps é a Ilha Vostok. E Encontra-se a nordeste da Nova Zelândia e pertence à República de Kiribati, uma nação insular no Pacífico Central que inclui 33 atóis de coral e ilhas.

A escuridão da imagem também pode ser eliminada.

"O que você vê como preto é na verdade um verde muito escuro, é uma floresta muito densa composta de árvores Pisonia", escreveu o redditor SatisfactionAny20.

Mas se você estava esperando por evidências de outra dimensão ou a descoberta de uma conspiração, não desanime.

Existem muitas outras imagens estranhas para serem encontradas no Google Maps, e quase sempre há um intenso debate sobre elas.

A Bela de Xiaohe, uma múmia de 3.800 anos encontrada no deserto de Taklamakan (China).WENYING LI, INSTITUTO DE ARQUEOLOGÍA Y ANTIGÜEDADES CULTURALES DE XINJIANG

Análise genética descarta que as pessoas mumificadas com coloridos vestidos no deserto de Taklamakan, na China, foram imigrantes indo-europeus

O historiador norte-americano Victor Mair costuma contar que, quando viu pela primeira vez as múmias da cultura Xiaohe, em 1988, pensou que se tratava de um engodo aos turistas. Os cadáveres, encontrados no que hoje é o deserto de Taklamakan, no oeste da China, tinham 4.000 anos, mas estavam espantosamente bem conservados, com roupas de cores intensas e sofisticados adornos. Quase pareciam pessoas vivas. “O mais surpreendente é que praticamente todos são caucasianos. De onde vieram e como terminaram no coração da Ásia?”, se perguntou Mair à época. O historiador propôs uma teoria: aquela colorida civilização da Idade do Bronze não poderia surgir naquele rincão inóspito. Seus primeiros membros deveriam ser imigrantes de línguas indo-europeias, chegados a cavalo de lugares remotos da Eurásia. Uma equipe científica internacional afirma agora que resolveu o enigma: os surpreendentes membros da cultura Xiaohe, dizem, não vieram de montanhas longínquas: era uma população autóctone, sem grandes misturas há mais de 9.000 anos.

A bacia do rio Tarim está na Região Autônoma Uigur de Xinjiang, um trecho da Rota da Seda que se encaixa no tópico da encruzilhada de culturas. Lá apareceram nas últimas décadas centenas de pessoas mumificadas de maneira natural, graças ao clima árido e frio, e frequentemente enterradas em misteriosos ataúdes de madeira em formato de barco. A antropóloga Christina Warinner descreve um dos traços mais fascinantes das múmias do Tarim: sua suposta aparência ocidental. “Eram pessoas altas, com o cabelo castanho, às vezes claro, e alguns homens tinham grandes barbas”, diz a pesquisadora, da Universidade Harvard (EUA). Alguns indivíduos chegaram a ser enterrados com máscaras de longos narizes. Uma das múmias mais conhecidas, a chamada Bela de Xiaohe, usava uma vistosa vestimenta de feltro e lã de ovelha, além de um majestoso chapéu branco.

Vista aérea do cemitério de Xiaohe, no deserto de Taklamakan (China).WENYING LI, INSTITUTO DE ARQUEOLOGÍA Y ANTIGÜEDADES CULTURALES DE XINJIANG

A origem dessas múmias sempre foi controversa, com três grandes hipóteses discutidas. Uma delas afirma que a sofisticada cultura Xiaohe vem de pastores imigrantes do sul da Sibéria, por sua vez conectados aos yamnaya, os nômades que abandonaram as estepes e cujos descendentes acabaram substituindo quase todos os humanos da Península Ibérica há 4.500 anos. As outras duas teorias defendem que eram agricultores vindos das montanhas da Ásia central e dos oásis do atual Afeganistão.

A equipe de Christina Warinner acha que nenhuma das três hipóteses é correta. Os cientistas analisaram agora o DNA de 13 múmias do Tarim e seus resultados sugerem que era uma população autóctone, sem grandes misturas há mais de 9.000 anos. Apesar desse marcado isolamento genético, entretanto, o grupo era “culturalmente cosmopolita”. Seus membros cultivavam trigo, cevada e painço, três plantas domesticadas no Oriente Médio e no norte da China. Também faziam queijo utilizando uma fermentação semelhante à do kefir, uma técnica aprendida, talvez, com os descendentes dos pastores da Sibéria. E enterravam seus mortos com ramos de efedra, uma planta considerada medicinal nos oásis da Ásia Central.

“Ficamos surpresos com o chamativo contraste entre seu isolamento genético e suas conexões culturais”, admite Warinner. “Não está claro como e por que mantiveram um isolamento genético tão rígido, mas sua abertura à adoção de novas tecnologias é o que provavelmente fez com que fossem bem-sucedidos na colonização dos oásis do deserto da bacia do Tarim”, acrescenta a antropóloga, que lidera a pesquisa com seus colegas da China, Alemanha e Coreia do Sul.

Escavação de uma tumba no cemitério de Xiaohe, no deserto de Taklamakan (China).
WENYING LI, INSTITUTO DE ARQUEOLOGÍA Y ANTIGÜEDADES CULTURALES DE XINJIANG

O estudo, publicado na quarta-feira na revista Nature, balança as exóticas hipóteses defendidas há décadas. O historiador Victor Mair, professor de chinês na Universidade da Pensilvânia (EUA) e um dos maiores especialistas nessas múmias, se recusa a comentar a nova pesquisa. “Acho que é basicamente defeituosa”, se limitou a afirmar ao EL PAÍS.

Mair publicou há duas décadas um livro de referência, As Múmias do Tarim. O coautor do volume, o arqueólogo James Mallory, acredita que o novo estudo é “extremamente interessante e valioso, ainda que seus resultados não sejam tão surpreendentes”. Mallory, da Universidade da Rainha de Belfast (Irlanda do Norte), opina que a análise genética ignora uma quarta hipótese “cronologicamente mais provável”: que os Okunevo —outra das culturas das estepes euroasiáticas durante a Idade do Bronze— foram os ancestrais das pessoas mumificadas na bacia do Tarim.

O próprio Mallory já estudou em 2015 os paralelismos entre estas duas sociedades, perdidas no tempo há 4.000 anos. “Se tivessem comparado o DNA com o dos Okunevo, seria um estudo muito mais sólido”, argumenta o especialista. A arqueóloga Paula Doumani Dupuy, da Universidade Nazarbayev (Cazaquistão), opina de modo diferente em um artigo paralelo na revista Nature. Em seu entendimento, a nova análise já “respondeu à pergunta das origens genéticas da cultura Xiaohe”.

A busca das raízes das múmias foi problemática desde o começo. Muitos uigures —a minoria muçulmana de língua e etnia turcomana que hoje vive na região— querem a independência da China e imediatamente tomaram para si as singulares múmias do Tarim, cuja antiguidade de 4.000 anos supostamente daria a eles prioridade sobre a etnia han, a majoritária do país, que chegou dois milênios depois. Na verdade, como argumentou há cinco anos o próprio Victor Mair, os uigures chegaram à bacia do Tarim um milênio depois dos han. O historiador também afirmou que os membros da cultura Xiaohe foram “um povo pacífico e igualitário”, quase sem armas e grandes diferenças de status em suas tumbas. O que parece claro é que suas coloridas múmias não têm nada a contribuir às guerras do século XXI.

Via: El pais


O fotógrafo em uma das tribos que conheceu no interior do Sudão do SulImagem: Arquivo pessoal

O fotógrafo alemão Michael Runkel (@michaelrunkelphoto), de 52 anos, é uma das pessoas mais viajadas do mundo.

Com trabalhos realizados para veículos como a "National Geographic Traveller" e "The New York Times", ele já esteve em todos os países do globo e se especializou em explorar lugares remotos e perigosos como a costa da Somália, o interior do Afeganistão e as profundezas do Iraque.

Aventuras na África
Porém, poucos destinos foram tão difíceis para Michael desbravar como o Sudão do Sul, que conquistou sua independência do Sudão em 2011 e é considerado a nação mais nova do planeta com amplo reconhecimento da comunidade internacional.

O alemão passou 12 dias no país africano neste ano, com o objetivo de fotografar diferentes tribos locais — e, nesta jornada, enfrentou um território abalado por contínuas guerras, com parca infraestrutura e cenários propícios para grandes perrengues.

Michael com os membros da escolta armada que o acompanhou em regiões do Sudão do SulImagem: Arquivo pessoal

E a experiência de viagem começou logo após o desembarque no aeroporto que serve a cidade de Juba, capital do Sudão do Sul.

"O terminal do aeroporto ainda é muito pequeno e quase não tem ar-condicionado. No dia em que cheguei, a temperatura estava em 42 graus. Além do teste negativo para covid-19 obrigatório, os oficiais de segurança são obsessivos com equipamentos de fotografia. Eles reviraram minhas malas e olharam cada uma das minhas câmeras", explica.

"Antes da viagem, eu já sabia que não seria possível levar um drone, pois este tipo de equipamento é totalmente proibido por lá. Eu poderia ser preso se achassem um drone na minha bagagem"

Aeroporto de Juba, a capital do Sudão do SulImagem: Getty Images

Esta atmosfera de paranoia existe no país muito por causa da guerra civil que assolou o Sudão do Sul após sua independência — um conflito armado alimentado por disputas de poder entre líderes políticos do recém-nascido Estado soberano. Lá, estrangeiros com câmeras podem ser vistos como potenciais espiões a serviço de algum grupo político local ou inimigo estrangeiro.

E as preocupações não paravam por aí: no Sudão do Sul, o alemão esteve frequentemente acompanhado por escolta armada, visto que o país ainda é um lugar sob tensão bélica.
Da capital para o interior

Com mais de meio milhão de habitantes, a cidade de Juba é um local sem muitos atrativos. "É um dos poucos lugares do Sudão do Sul com real estrutura urbana e vias pavimentadas", diz ele.

"Mas não é recomendado tirar fotos de nada, pois você pode ter problemas com a polícia"

Soldado fazendo a guarda: preocupação com segurança é um dos desafios nas viagens pelo paísImagem: Getty Images/iStockphoto

Os grandes objetivos do alemão, entretanto, estavam fora da cidade grande: em remotas áreas tribais que, além do aspecto cultural, oferecem maior facilidade para colocar as câmeras para funcionar.

Após uma noite em um hotel na capital, ele voltou ao aeroporto para voar rumo à região de Equatória Oriental, para entrar em contato com tribos que vivem nesta zona do Sudão do Sul.

Mas, neste deslocamento, aconteceu mais uma situação curiosa.

"Cheguei ao aeroporto e, com outros passageiros, peguei uma van que cruzou uma pista com aviões de ajuda humanitária para nos levar até perto da nossa aeronave. O nosso avião era muito pequeno e começou a ser carregado sem nenhum tipo de verificação de peso. Ninguém via quantos quilos de malas e cargas estavam sendo colocados lá dentro. E, depois do embarque, havia três passageiros sentados em assentos de duas pessoas. A regra era não ter regra", conta.

Michael sobreviveu ao voo e, ao desembarcar no seu destino, teve que encarar deslocamentos terrestres desafiadores, frequentemente protegido por escolta armada.

"Quando você sai de Juba para ir ao interior, vê que nada ainda está funcionando", conta ele, dizendo que algumas das principais estradas do país são apenas vias de terra cheias de buracos e trechos alagados, onde rebanhos em movimento costumam dividir espaço com caminhões atolados.

"Ao viajar por estas estradas, fiquei impressionado ao ver que o Sudão do Sul ainda é um território sem plantações, apesar de ser banhado por rio. Parece que, lá, nada é cultivado para alimentar as pessoas", diz.

"E, de fato, muitos dos alimentos consumidos no país são importados de nações vizinhas, como Uganda e Etiópia. É uma situação insana"

Cenário captado por Michael no interior do Sudão do SulImagem: Arquivo pessoal

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 60% da população do país sofre atualmente de insegurança alimentar.
Encontro com as tribos

O esforço de Michael para transitar no Sudão do Sul o levou até diversas comunidades tribais que existem por lá.

Dormindo em acampamentos durante a viagem pelo interior do país, ele visitou povos de costumes únicos, como os Mundari, os Lotuko e os Toposa, em experiências realmente autênticas.

Selfie com umas das tribos que Michael visitou no Sudão do SulImagem: Arquivo pessoal

Muitos deles têm vidas muito parecidas com o que ocorria há centenas de anos. São culturas, de certa maneira, intocadas e de costumes extremamente interessantes. A única diferença é que alguns deles hoje carregam Kalashnikovs"

"Os Mundari, por exemplo, têm crenças animistas e vivem lado a lado com seus bovinos, que são seu sustento", explica. "Já os Toposa, quando jovens, fazem cortes em padrões simétricos em seu corpo, incluindo o rosto". As cicatrizes que surgem daí fazem parte da identidade visual deste povo.

Em muitas comunidades não há dinheiro: o comércio é feito por escamboImagem: Arquivo pessoal

E muitas destas comunidades sequer usam dinheiro. "Eles sobrevivem com a troca de comida e animais", conta, ressaltando também a dificuldade da vida nestes locais.

"São pessoas muito pobres, que têm que enfrentar uma realidade muito dura. E isso apesar de o Sudão do Sul ter petróleo. Mas o dinheiro não chega até as comunidades"

Michael visitou a região para conhecer as tribos e fazer imagens para meios internacionaisImagem: Arquivo pessoal

Michael não se viu no meio de nenhum conflito armado durante sua jornada pelo Sudão do Sul, mas acha difícil que o governo do mais novo país do mundo consiga criar um senso de identidade nacional entre toda sua população.

"O Sudão do Sul está fragmentado em sociedades tribais, que ainda entram em conflitos armados umas com as outras. Lá, não há identidade nacional, mas identidades tribais".

Via: Uol
Para ver as fotos que Michael tirou no Sudão do Sul e em suas incontáveis viagens pelo mundo, acesse: www.michaelrunkel.com

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Muito provavelmente você já viveu a situação de tentar fechar a porta do banheiro para desfrutar de um momento de privacidade, mas, justo nesta hora o seu gato tentar entrar junto. Ou quem sabe, tenha observado, ao retornar à casa depois de um longo dia de trabalho, rastros de seu felino nesse cômodo. Com certeza você sabe que seu bichano te ama e gosta de sua companhia, mas será realmente este o motivo dele te seguir? Se você quer descobrir porque o seu gato te segue quando vai ao banheiro, o site Perito Animal lhe convida a continuar lendo essa matéria com todos os detalhes sobre o assunto.

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Meu gato me segue no banheiro: causas mais comuns
Os gatos podem acompanhar seus tutores quando vão ao banheiro por motivos diversos: por que sentem calor, por que querem tomar água, por que estão entediados ou simplesmente por que querem aproveitar a sua companhia ou divertir-se com novos “brinquedos”.

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Se você passa muito tempo fora de casa, provavelmente seu gatinho quer desfrutar cada momento de sua presença em casa. Então poderá não apenas lhe seguir ao banheiro, mas também vai querer dormir junto a você e até, em cima de você. Além de que, sempre irá pedir carinho quando você chegar em casa. É um sinal claro de que lhe ama e de que desfruta da sua companhia.

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Se faz muito calor, seu gato pode entrar no banheiro em busca do azulejo frio para se refrescar, deitar e descansar tranquilamente. Geralmente o banheiro é o ambiente mais fresco da casa, já que costuma ficar em uma região de menor incidência de raios solares. Vale a pena lembrar que, sobretudo durante o verão, devemos estar atentos para evitar os golpes de calor.

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Seu gato também pode te seguir ao banheiro para tomar água fresca. Mesmo que deixemos água em seu bebedouro, é provável que fique quente facilmente, principalmente nos dias de mais calor. Para evitar que isso ocorra, podemos dispor de uma fonte de água para gatos, que são encontradas em lojas especializadas em animais de estimação (pet shop).

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Um banheiro, muitas aventuras
Se você já reservou alguns instantes para observar como o seu gato se entretém durante horas e horas com uma simples sacola de plástico ou caixa de papelão, seguramente compreende que sua imaginação e energia podem transformar objetos simples e do cotidiano da casa em um autêntico parque de diversões. Da mesma forma, as instalações de nosso banheiro, que para a gente parece muito comum, para eles podem oferecer a possibilidade de verdadeiras aventuras. Os móveis, produtos, acessórios e objetos do banheiro são totalmente novos para os sentidos de nossos gatos e naturalmente despertam uma grande curiosidade, inerente à natureza felina.

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O rolo de papel higiênico se transforma em um brinquedo com movimentos desafiantes. As toalhas são verdadeiras tentações para arranhar, brincar ou simplesmente jogar ao chão para transformar-se em uma cama confortável. Os armários são excelentes esconderijos e as estantes ótimas para escalar e proporcionar uma visão privilegiada desde a altura. E tudo isso sem mencionar que o bidê, o vaso sanitário, a pia, a banheira e até os ganchos para as toalhas, forma um autêntico circuito de obstáculos que nosso gato aproveita para praticar seus majestosos saltos e acrobacias aéreas. Dessa forma, é possível que seu gato lhe acompanhe no banheiro não apenas para desfrutar de sua companhia, mas também para passar um período de entretenimento com seus “brinquedos novos”. Caso este seja o verdadeiro motivo, provavelmente lhe surpreenderá em mais de uma oportunidade entrando sem você no banheiro, cada vez que deixe a porta aberta.

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Você está dando a devida atenção à estimulação do seu gato?
Quando estão entediados, os gatos podem nos seguir para todos os lados simplesmente para se entreter, chamar nossa atenção ou nos convidar a brincar com eles. Também pode acontecer de entrarem no banheiro para encontrar objetos (que para eles são brinquedos) que estimulem seu corpo e mente. Nesses casos, tal comportamento é um alerta de que nosso gato precisa de mais estímulo. Para isso, podemos enriquecer o seu ambiente com brinquedos, acessórios e complementos que os permita exercitarem-se e manterem-se entretidos também quando não estamos em casa. Você pode encontrar muitas opções nas lojas especializadas ou optar por fazer você mesmo brinquedos reciclados e arranhadores caseiros, que resultam muito simples, econômicos e divertidos.


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Lembre-se de que a falta de estimulação (ou estimulação deficiente) está entre as prováveis causas do aumento da agressividade nos gatos. Um felino que se diverte, brinca, gasta energia e se cansa diariamente, tem menor probabilidade de desenvolver comportamentos associados ao estresse e ao tédio. Se você observar qualquer sintoma de estresse ou tédio, ou perceber mudanças no comportamento de seu bichano, não tenha dúvidas em consultar imediatamente a um veterinário de sua confiança. Diante de uma conduta pouco usual, é indispensável descartar possíveis causas patológicas.

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Cuidado com os produtos de limpeza e cosméticos no banheiro
Não estranhe se deixar a porta de seu banheiro aberta e depois se deparar com vários rastros de diversão felina ali dentro. Seu gato se sentirá naturalmente atraído por aromas, texturas e formas diferentes que se encontram nos banheiros e em outros cômodos da casa. Não obstante devemos ter muito cuidado com os produtos que deixamos a seu alcance. Lembre-se que a maioria dos produtos de limpeza possuem substâncias que provocam irritação ou são tóxicas para nossos animais de estimação. E os cosméticos e artigos de higiene pessoal como xampu, sabonete ou cremes, não estão aptos ao consumo.

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Para garantir a segurança de nossos bichanos durante nossa ausência, o ideal é deixar a porta do banheiro bem fechada. Também é indispensável conservar fora do alcance de crianças e animais os produtos de limpeza, cosméticos, venenos, inseticidas, assim como todos os artigos que não estão aptos para a ingestão ou ara o contato com a pele, olhos e mucosas.

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Te incomoda que seu gato te siga até o banheiro?
Mesmo amando profundamente nossos bichanos, é muito incomodo não dispor de total privacidade em momentos como a ida ao banheiro. Por isso, se não te agrada que seu gato te siga ao banheiro e prefere ficar sozinho nesse momento de intimidade, poderá ensiná-lo que este ambiente não é apto para ele.

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Tenha em mente que os gatos são animais muito inteligente e bem orientados podem ser facilmente treinados para se adequarem às condutas da vida eu seu lar. Com paciência, dedicação e reforço positivo, é possível adestrar um felino e evitar comportamentos que ponham em risco sua própria saúde. Nesse caso concreto, como já mencionado, é fundamental proporcionar o ambiente diverso e equipado nos espaços em que os amimais podem frequentar na casa, e não dar atenção ao bichado quando o siga ao banheiro. Além disso há de checar se realmente não se trata de um problema de estresse ou estimulação deficiente.

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          A artista autodidata Nathanna Érica tem um talento peculiar para o desenho e a arte, atualmente residindo na cidade de São Paulo/Brasil, A talentosa artista já conquistou milhares de fãs em suas redes sociais com lindas ilustrações ao estilo contos de fadas e fantasia, Nathanna tem seu estilo próprio principalmente por fazer boa parte de suas artes em papel com recortes.


           Nathanna sempre gostou muito de desenhar, seu amor pelo desenho vem de muito pequena,
mas apenas a um tempo atrás ela começou a considerar arte como uma carreira a ser seguida, e não apenas um hobby. Ela largou toda a sua carreira no Direito em 2015, e desde então tem trabalhado como artista.


           As suas principais inspirações do passado, na maior parte de sua infância como muitas outras crianças de sua geração, foi definida pelos primeiros filmes de animação e a magia da era do Renascimento da Disney, a artista cresceu com um amor intenso por tudo relacionado a contos de fadas e fantasia. A sua arte também é frequentemente influenciada pelo estilo das ilustrações Mid-Century Modern, e filmes e séries clássicas, principalmente dos anos 50 e 60, algumas das suas coisas favoritas na vida.


           Em seu trabalho a artista tanto usa as técnicas de forma digital, como também a forma tradicional, sendo que seu material favorito para a construção de suas artes feitas com recortes é papel e guache. Quando Nathanna começou a trabalhar com papel, descobriu que com esse meio - que rapidamente se tornou o seu favorito -, ela percebeu que poderia desenvolver ainda mais sua arte em termos de texturas, movimento e cor. Para a artista, esses três elementos são essenciais para cada peça que cria.

                                                                theartofnathannaerica

            A artista trabalha com a Disney desde 2019. Seu primeiro trabalho foi com a The Walt Disney Company Brazil, a mesma foi responsável por criar as artes para a campanha Cinderella 70 Years, em comemoração aos 70 anos de lançamento do filme, em 1950. Mais recentemente, suas artes fizeram parte do livro "Contos sobre Coragem e Gentileza", que reúne 14 histórias inéditas sobre cada uma das 12 princesas e as 2 rainhas da Disney, parte da campanha "Ultimate Princess Celebration". Atualmente, a artista é ilustradora freelancer na Disney Publishing Worldwide, ela esta trabalhando em mais um projeto a ser divulgado em breve, Nathanna conta ao Mundo MS que sobre esse projeto ainda não pode nos dar muitos detalhes!, mas a julgar por seus trabalhos anteriores, já temos uma ideia de que vem coisa boa por aí.

                                                                             theartofnathannaerica

             A ilustradora estudou Animação Digital e Clássica na Faculdade Melies durante 1 ano, tendo muita aptidão para o mundo da arte e ilustração, Nathanna foi autodidata com relação à maior parte do seu conhecimento sobre desenho e arte.


Ao perguntarmos quais os seus projetos futuros, a artista nos revela.
"Eu sempre tenho muitos projetos em mente, mas primeiro quero finalizar todos os trabalhos que estão em andamento para poder voltar a focar no meu portifólio e futuramente conseguir um trabalho como artista de desenvolvimento visual em um estúdio de animação no exterior. Dedinhos cruzados!"


Por ter nascido em um país tão tropical igual o Brasil, as ilustrações de Nathanna transbordam muita cor e vida, a artista nos enche de orgulho e nos sentimos representados pelo seu grande talento digno de artista dos estúdios Disney.

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