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© ESA/ATG medialab BepiColombo vai demorar sete anos para chegar a Mercúrio

Trata-se de uma missão espacial tão ambiciosa que 85% de sua tecnologia é inédita. 

O objetivo é chegar a Mercúrio, o planeta menos estudado do Sistema Solar. Segundo a Agência Espacial Europeia, entrar na atmosfera do planeta é como entrar em um forno de temperaturas extremas – elas vão de -173 ºC a 426 ºC.

Na tarde do último sábado, foi lançada a missão BepiColombo, cujo nome homenageia Guiseppe "Bepi" Colombo (1920-1984), o matemático, engenheiro e físico italiano que dedicou grande parte de sua vida ao estudo de Mercúrio. Colombo trabalhou com a NASA (a agência espacial americana) em uma missão anterior ao planeta.

A missão BepiColombo é um projeto das agências espaciais da Europa e do Japão com cooperação da Rússia e dos Estados Unidos. É a terceira enviada a Mercúrio.

"Ir até Mercúrio é muito complicado; é preciso mais energia do que para ir até Plutão", afirma Mauro Casalo, chefe de desenvolvimento do setor científico da missão.

© ESA Missão fará manobras ao redor de Venus para chegar a Mercúrio na velocidade correta

Será necessária uma complexa manobra de freios e sobrevoos a vários planetas para chegar à órbita de Mercúrio.

Estudar o planeta a partir da Terra é muito difícil. "As observações a partir da Terra são quase impossíveis, porque Mercúrio está tão próximo do Sol que a estrela o oculta totalmente", explica Casale.

A tecnologia que não existia
Mais de 80 empresas de 12 países desenvolveram a tecnologia de ponta necessária para a missão.

"Não existia a tecnologia para sobreviver às condições extremas de Mercúrio, especialmente para as temperaturas", explica Santa Martínez, coordenadora de processamento científico da BepiColombo.

E não são apenas as temperaturas que são extremas. "A radiação solar no planeta tem dez vezes a intensidade da radiação solar que temos na Terra", diz Martínez. "As radiações infravermelha e ultravioleta também são muito elevadas e há ventos solares que podem chegar a 400 km por segundo."

© ESA Camadas de isolamento térmido são aplicadas à mão

A nova tecnologia inclui os painéis solares dos três componentes da missão, dos satélites e orbitadores e um módulo de transferência que usa propulsão elétrica para impulsioná-los.

"O painel solar do orbitador europeu tem uma mistura de célular solares e refletores para que não esquente tanto", afirma Martínez.

A pintura da antena também é especial, com o objetivo de conservar o calor branco para uma máxima reflexividade, e há condutores especiais que dissipam o calor.

"Outra coisa que foi desenvolvida especialmente para a missão é uma manta de isolamento com muitas camadas, que em inglês se chama multilayered insulatio. Todas as partes do satélite são recobertas com esse tipo de material para haver isolamento térmico", afirma a cientista.

Nove sobrevoos
A viagem a Mercúrio demoraria seis meses se fosse feita sem escalas, mas a BepiColombo fará uma série de manobras e vai demorar 7 anos para chegar ao planeta.

"Se fizéssemos um voo direto, chegaríamos tão rápido que não seríamos capazes de colocar os satélites em órbita ao redor do planeta", afirma Sara de la Fuente, coordenadora de planejamento científico e de operações da BepiColombo.

"Primeiro, teremos uma órbita muito semelhante à da Terra, teremos que reduzi-la e desacelerar o satélite também, até chegar a uma velocidade de quase zero em relação ao planeta", explica.

© ESA Missão tem três componentes: o módulo de transferência (esq.) usa propulsão elétrica para impulsionar os satélites e orbitadores (dir.)

As primeiras missões não chegaram tão perto quanto a BepiColombo deve chegar.

A Mariner 10 passou por Mercúrio, mas não chegou a orbitá-lo.

A Messenger foi lançada em 2004, chegou ao planeta em 2011 e o orbitou até 2015, quando, então, acabou seu combustível. O satélite ficou a uma distância de 15 mil km de Mercúrio.

Já a BepiColombo deve conseguir explorar outras regiões do planeta a uma distância bem mais próxima: de 1,5 mil km.

Para poder colocar os satélites em órbita, a missão vai precisar fazer manobras de sobrevoo usando as gravidades dos planetas. Serão nove sobrevoos: um da Terra, dois de Vênus e seis de Mercúrio.

© ESA Missão recebeu nome do cientista italiano Giuseppe Colombo

Assim que estiver em órbita, o satélite vai se dedicar principalmente a estudar o entorno de Mercúrio e seu campo magnético.

Já o satélite europeu vai se dedicar a estudar mais o planeta em si mesmo, a superfície e sua morfologia.

Para Sara de la Fuente, essa é uma oportunidade "única porque vamos poder obter o que chamamos de medições de dois pontos, com ambos os satélites a diferentes distâncias".

Mistérios
Mercúrio é um dos planetas menos conhecidos do Sistema Solar. Os pesquisadores esperam que a BepiColombo ajude a decifrar alguns dos muitos mistérios em torno do planeta.

"É um planeta muito peculiar. Como está muito perto do Sol, tem características que os outros planetas do Sistema Sola não têm", diz Casale.

© NASA Assim como a Terra, Mercúrio tem um campo magnético, mas bem mais fraco

"Ele tem, por exemplo, um campo magnético, como a Terra, que não existem Marte ou em Vênus. Isso significa que a estrutura interna do planeta tem características que se pensava não serem compatíveis com a proximidade com o Sol, porque precisa de um componente líquido que não achávamos que existia", afirma a cientista.

O campo magnético de Mercúrio é muito pequeno, só 1% do da Terra, e é deslocado em relação ao centro do planeta, algo que não acontece no nosso planeta, segundo Casale.

A missão Messenger detectou a presença de gelo nos polos de Mercúrio. Uma das tarefas de BepiColombo será confirmar esses depósitos e determinar sua quantidade e composição, além de descobrir se eles vêm de cometas ou se têm outra natureza.

Encolhido
"Há muitas outras características de Mercúrio que são muito especiais. É um planeta que encolheu, que perdeu parte do seu tamanho ao esfriar", afirma Casale. "Pense em um planeta em sua forma inicial como uma bola de fogo que pouco a pouco esfriou e perdeu parte de seu volume. É algo que ainda não entendemos bem."

"Também detectamos uma quantidade de material volátil que parece ser incompatível com a proximidade de Mercúrio ao Sol. Isso parece indicar que o planeta se formou em um lugar muito mais longe do Sol e depois se movimentou de forma misteriosa ao local onde está atualmente. Tudo isso deve ser pesquisado."

O estudo de Mercúrio é também a chave para entender a evolução do Sistema Solar e de seus planetas, incluindo a Terra.

"E podemos extrapolar esse conhecimento para o que passa nos planetas fora do Sistema Solar, já que há muitos que estão a uma distância de seu sol muito parecida com a de Mercúrio e o Sol", afirma Casale.

"O fato de que Mercúrio ter um campo magnético é fundamental para procurar por planetas onde possa haver vida como a conhecemos, porque esse campo magnético é o único mecanismo que nos protege do vento solar."

A missão tem um custo estimado de cerca de 1,65 bilhões de euros (R$ 7 bilhões) e vai ser concluída com a colisão dos módulos em Mercúrio em 2027 ou 2028.

Por: 
Via: MSN

Foi um pequeno passo para um homem; um salto gigante para a humanidade. Em 20 de julho de 1969, Neil Armstrong colocou seu pé esquerdo na Lua e criou a primeira pegada humana lá. Mas uma nova teoria da conspiração surgiu, sugerindo que ele nem usava as botas, necessário para dar esse passo.

Para apoiar a afirmação, essas mentes distorcidas estão comparando uma foto do traje espacial Apollo 11 de Neil Armstrong (tirada em 2015 pelo astrônomo Phil Plait no Museu Nacional do Ar e do Espaço do Smithsonian) com uma foto da própria missão.

Enquanto Armstrong e os outros membros da equipe usavam o terno Apollo / Skylab A7L na foto acima, eles tinham mais equipamento. Ou seja, overshoes com solas triladas. E para constar, a pegada na outra fotografia não é da Armstrong. Segundo a NASA, pertence a Buzz Aldrin.

As galochas proporcionavam proteção extra contra rasgos, rasgos e poeira nos trajes espaciais básicos. Eles deixaram pegadas distintas que podem ser vistas em inúmeras outras imagens da missão. E se você ainda é cético, vá até a Lua para ver mais de perto. A Nasa disse que “as primeiras pegadas na Lua estarão lá por um milhão de anos. Não há vento para apaga-las.

A próxima pergunta que precisamos abordar é por que as galochas não estão no museu, como o resto dos equipamentos de Armstrong. A tripulação da Apollo 11 deixou para trás cerca de 100 itens na Lua como uma medida de economia de peso. A lista inclui não apenas lentes de TV e fluidos corporais, mas também os "Calços das botas".

Mas antes de você conferir as imagens abaixo para saber mais sobre esse suposto calço, lembre-se que Neil Armstrong afirmou que a maior realização da missão não foi dar os passos, mas sim aterrissar no módulo lunar: “Os pilotos não gostam de andar: pilotos gostam de voar”. disse. "Os pilotos geralmente se orgulham de um bom pouso, não de sair do veículo".

A partir de recentemente, uma nova teoria da conspiração de pouso na Lua vem surgindo na internet

Mas algumas pessoas não ficaram convencidas e decidiram verificar os fatos

Eles descobriram que Armstrong e os outros membros da equipe usavam o terno Apollo / Skylab A7L na foto acima

Mas eles tinham mais equipamento. Ou seja, sapatos com solas triladas
Créditos da imagem: foto da NASA

E para constar, a pegada na outra fotografia não é da Armstrong, pertence a Buzz Aldrin

As galochas forneceram proteção extra contra rasgos, rasgos e poeira para os trajes espaciais básicos
Créditos da imagem: o0Tektite0o

Este raio-X foi tirado como uma verificação de última hora para ver se havia algum objeto estranho que pudesse comprometer a integridade do traje espacial durante a missão.

As botas deixaram pegadas distintas que podem ser vistas em inúmeras outras imagens da missão

E se você ainda é cético, vá até a Lua para ver mais de perto

“As primeiras pegadas na Lua estarão lá por um milhão de anos. Não há vento para apaga-los ”
Créditos da imagem: NASA / Edwin E. Aldrin, Jr.

Mas por que as galochas não estão no museu como o resto do equipamento de Armstrong?

A tripulação deixou para trás cerca de 100 itens na Lua como uma medida de economia de peso. A lista inclui não apenas lentes de TV e fluidos corporais, mas também os infames sapatos.

© Thanan/Getty Images
Jardins da Baía, Singapura
Esse ponto turístico é famoso devido aos seus "Supertree Grove" (foto). Essas "supertrees" são, na verdade, jardins verticais que abrigam mais de 162.900 variedades de plantas, tais como, bromélias, orquídeas, samambaias e trepadeiras de flores verticais. À noite, essas árvores são iluminadas com várias luzes, oferecendo aos visitantes uma impressionante diversidade de cores. 

Com os seus arranha-céus e edifícios históricos, a Ásia possui diversos destinos fascinantes que ficam iluminados ao anoitecer, oferecendo aos visitantes experiências incríveis e que aprimoram a vida noturna das cidades. Veja a seguir esses pontos turísticos: 

© Mint Images/Getty Images
Dubai, Emirados Árabes Unidos
Dubai possui um dos pontos turísticos mais deslumbrantes da Ásia. Para ter uma noite inesquecível nessa cidade basta sair para jantar ou dançar. Além disso, quando anoitecer, espie por uma das janelas dos arranha-céus, incluindo o mais alto do mundo, Burj Khalifa, para observar a bela vista panorâmica que a cidade oferece. 

© Photos by Tai GinDa/Getty Images
Jiufen, Taiwan
Sob forte influência japonesa, Jiufen possui uma mistura de história e cultura dentro do seu labirinto de ruas e becos. À noite, faça um passeio pelas ruas coloridas da cidade, que têm restaurantes acessíveis, mercados e museus que contam a história do lugar. 

© Nora Carol Photography/Getty Images
Kuala Lumpur, Malásia
Kuala Lumpur possui a reputação de ser uma das cidades noturnas mais vibrantes da Ásia, com inúmeros templos adornados, torres iluminadas, bares no terraço, hotéis, baladas e restaurantes. 
(Foto) O templo de Thean Hou. 

© Yongyuan Dai/Getty Images
Xangai, China
Essa cidade possui uma quantidade enorme de arranha-céus, destacando-se a Torre de Xangai - a maior da China e a segunda maior do mundo. Ao anoitecer, as áreas centrais da cidade ganham diversos tons de cores que deslumbram os visitantes. 

© SeanPavonePhoto/Getty Images
Qinghai, China
Essas ruas históricas possuem antigas estruturas e estabelecimentos culturais, tais como, casas de chá, joalherias e restaurantes. Todas as lojas são enfeitadas com luzes deslumbrantes. 

© Romeo Gacad/AFP/Getty Images
Banguecoque, Tailândia
Nessa cidade cosmopolita, os visitantes, à noite, exploram pontos turísticos tradicionais, tais como, templos históricos, mercados escondidos e diversas opções de restaurantes. 
(Foto) Um barco turístico noturno passeia no templo Wat Arun. 

© segawa7/Shutterstock
Tóquio, Japão
Com a fama de a cidade que nunca dorme, Tóquio fica no topo da lista de destinos noturnos que você precisa visitar. Além da variedade de luzes que encantam os turistas, há também várias opções divertidas, como cruzeiros noturnos. 

© coolbiere photograph/Getty Images
Macau
Conhecida como "Vegas da China" e "Las Vegas do Oriente", Macau é famosa pelos seus casinos. Além disso, a região possui shopping centers, diversas opções de restaurantes e é considerada como Patrimônio Mundial pela UNESCO. Aqueles que pretendem experimentar a vida noturna da região, devem ir durante o Concurso Internacional de Fogos de Artificio de Macau, no qual o céu noturno se ilumina em um show de cores. 

© Phung Huynh Vu Qui/Getty Images
Cidade Antiga de Hoi An, Vietnã
Essa cidade, localizada às margens do rio Thu Bon, possui desde bairros mercantis históricos japoneses e templos chineses à hotéis e bares modernos. Para uma experiência única, suba em um dos barcos atracados no rio para visualizar o show de luzes da cidade. 

© Aakash Aditya/EyeEm/Getty Images
Mumbai, Índia
Mumbai está repleta de atividades tanto de noite como de dia. Os passeios turísticos vão desde shows ao vivo em vários lugares a longas caminhadas nas costas da cidade, como Marine Drive e Branda-Worli Sea Link. Definitivamente, os turistas não sofrem com a escassez de atividades aqui.
(Foto) Chhatrapati Shivaji Terminus, uma histórica estação de trens e considerada como Patrimônio Mundial pela UNESCO. 

© hanafichi/Getty Images
Jacarta, Indonésia
Essa megalópole de arranha-céus e tráfego incessante se transforma em um centro movimentado quando a noite caí. Os turistas possuem as opções desde dançar a noite toda em pubs hips ou chiques, como também podem escolher lugares tranquilos para observarem a cidade movimentada. 

© Daniel Osterkamp/Getty Images
Chiang Mai, Tailândia
O passado e o presente misturam-se à medida que edifícios modernos se confundem com templos tradicionais nessa cidade. Chiang Mai, que já foi sede do Reino de Lanna, é agora um paraíso para tudo, desde lojas a restaurantes.
(Foto) Lanternas de papéis iluminadas por velas iluminam o céu durante o Yi Peng - Festival das Lanternas. 

© Sungjin Kim/Getty Images
Seul, Coreia do Sul
Embora a cidade seja a capital da Coreia do Sul, ela é ainda um destino de viagem em expansão, com uma mistura de palácios, templos, trilhas montanhosas e parques. Além disso, a cidade se destaca pelos seus prédios iluminados e por suas estruturas históricas. O pôr do Sol de Seul também é algo imperdível. 

© Kiatanan Sugsompian/Getty Images
Chong Mek, Tailândia
Um passeio ao anoitecer nessa cidade mostrará as deslumbrantes luzes brilhantes das lâmpadas tradicionais e a iluminação padronizada, como o templo de Sirindhorn Wararam Phu Prao (foto). 

© coolbiere photograph/Getty Images
Baía da Marina, Singapura
O principal destino de Singapura, a Baía da Marina deixou de ser um lugar silencioso para se tornar o epicentro de tudo o que é divertido e luxuoso. A vida noturna da baía já está prosperando, graças à hotéis, restaurantes e shoppings. Entretanto, é a visão da Baía da Marina, do outro lado do mar, à noite, que realmente captura a essência da cidade. 

© pat138241/Getty Images
Rangum, Myanmar
Com o centro comercial e artístico, Rangum é um excelente destino para turistas com os seus restaurantes, bares e lojas, além de mercados ao ar livre e arquitetura colonial. 
(Foto) Pagode Shwedagon, uma estupa dourada, emoldurada por inúmeros papéis de lanternas à noite. 

© Laurie Noble/Getty Images
Cidade Histórica de Vigan, Filipinas
Passeie pelas belas ruas de paralelepípedos, contemple a arquitetura colonial espanhola do século XVI e aprecie o charme do velho mundo de Vigan quando anoitecer. 

© Wan Ru Chen/Getty Images
Shirakawa-go e Gokayama, Japão
Considerados como Patrimônio Mundial pela UNESCO, esses vilarejos montanhosos são áreas a serem exploradas. Durante a nevasca, as casas ficam iluminadas com diversos tons de cores, tais como, amarelo, laranja e vermelho, transformando, dessa maneira, os vilarejos em paraísos de neves. 

© Nikada/Getty Images
Hong Kong
Hong Kong possui um dos maiores arranha-céus do mundo. A ampla vista panorâmica da cidade, transforma a ilha em um destino perfeito para fotos de Instagram. 

© leungchopan/Getty Images
Clarke Quay, Singapura
Clarke Quay, um dos três cais em Singapura, ganha vida ao anoitecer. Repleto de restaurantes, o cais oferece a oportunidade para os turistas jantarem à beira do rio. O lugar também possui lojas, pubs e baladas. 

© erandalx/Getty Images
Colombo, Sri Lanka
Jardins e avenidas, restaurantes e lojas, monumentos históricos e complexos hoteleiros se juntam para fazer de Colombo um destino turístico obrigatório. Os amantes da noite vão querer visitar a cidade durante o Vesak (foto), um festival budista, no qual Colombo é decorada com telas de luzes chamadas toranas. 

© kai/Getty Images
Kaohsiung, Taiwan
Abrigando o maior porto de Taiwan e considerada a segunda maior cidade do país, Kaohsiung é um lugar de destaque, em termos de paisagem urbanas, pelos seus monumentos à beira-mar e espaços culturais. Além das luzes ambientes que são a maior atração, a cidade também é famosa pelos seus mercados noturnos. 
(Foto) Pagodes do Tigre e Dragão.

Via: MSN

Imagem via: Netflix
Dentro do deserto de Utah existe uma comunidade chamada "Rockland Ranch".

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Lá 14 famílias construíram suas casas em uma enorme rocha de granito
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Mas essa não é a única coisa incomum nessa comunidade,
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metade dos homens aqui tem mais de uma esposa
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Eles são Mormons fundamentalistas
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Até agora eles não quiseram chamar atenção para seu estilo de vida polígamo.
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Mas as famílias na rocha estão cansadas de viver nas sombras e permitiram documentar suas vidas por um ano.
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Eles esperam que quando as pessoas conhecerem o estilo de vida deles não vai parecer tão estranho assim.
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Na década de 70 Bob Foster se dizendo inspirado por Deus se mudou para o meio do deserto de Utah
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Onde ele poderia criar sua família polígama sem ser julgado
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E 40 anos depois a comunidade que Bob criou é o lar de mais de 100 pessoas
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Como Mórmons eles acreditam que Jesus Cristo veio para a América depois de sua ressurreição para disseminar a palavra de Deus.
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Mas o que diferencia os Mórmons fundamentalistas da igreja Morman dominante é que acreditam que a poligamia é a maneira de alcançar o mais alto nível do céu.
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São 7 famílias polígamas morando no Rock
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A família de Enoch Foster é a maior de todas, com duas esposas e 16 filhos.
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A segunda esposa de Enoch, Lillian esta grávida e dará a luz a seu 17º filho.
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Enquanto a maioria das pessoas em Rockland Ranch tem empregos comuns em cidades locais, Enoch e suas esposas ganham a vida administrando os projetos de construção da comunidade. 
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E você toparia morar nesse lugar de paisagens incríveis? mas de um modo de vida um tanto peculiar. 
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Todas as imagens e o texto fazem parte do documentário "Três esposas, Um marido".

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