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foto: Clarin/Reprodução)

Um casal italiano precisou ser resgatado ao se perder no Mar Mediterrâneo em 'missão' de provar que a Terra é plana

Casal ignorou a pandemia do novo coronavírus para embarcar em viagem para alcançar o fim o do mundo

Que a Terra é redonda, a ciência já provou, mas para um grupo que insiste em questionar o fato, esse corpo celeste onde habitamos é plano. E foi na busca de alcançar a borda deste planeta em suposto formato de disco que um casal de terraplanistas italiano se perdeu em alto-mar e precisou ser resgatado.

A história, no mínimo curiosa, foi publicada pelo jornal argentino Clarín.

De acordo com a publicação, os dois partiram do porto da ilha de Lampedusa (entre a Sicília, na Itália, e o Norte de África) oceano adentro com a missão ancorar no limite do fim da Terra e o espaço.

“O engraçado nisso é que eles usaram uma bússola que funciona de acordo com o magnetismo da Terra, um conceito que, como pessoas que acreditam na Terra plana, eles deveriam rejeitar”, declarou Zichichi.

De volta à Itália, o casal teve de passar por várias semanas de quarentena por causa da pandemia de COVID-19.

Mais de mil meteoros aparecem durante a noite nesse vídeo intrigante em timelapse, segundo a agência espacial


Meteoros: vídeo da Nasa dá chance para quem nunca conseguiu ver um (ou vários) (Haitong Yu/)

Não é sempre que indivíduos comuns conseguem observar uma chuva de meteoros perfeitamente sem ter os equipamentos necessários ou morando na cidade grande — quando as luzes da cidade definitivamente atrapalham. A Nasa, agência espacial americana, divulgou neste sábado, 12, um vídeo que pode sanar a dúvida de muitos sobre como é uma chuva de meteoros.

Segundo a publicação no blog da Nasa, “mais de mil meteoros aparecem durante a noite nesse vídeo intrigante em timelapse”. Os quadros do vídeo foram selecionado de 372 imagens noturnas em um observatório em Nova Gales do Sul, na Austrália. A agência americana firma que o sistema utilizado para gravar o vídeo usou a posição das estrelas para medir a rotação da Terra e que os quadros do vídeo seguem a progressão anual das contelações — e, é claro, capturam diversos meteoros.
                             

1,000 meteors (4K) from Greg Priestley on Vimeo.



Photost0ry/Getty Images

Sem oxigênio, o ferro lunar não deveria se deteriorar como ocorre na Terra. Mas cientistas já têm algumas hipóteses para explicar o fenômeno. 

Quando uma equipe de cientistas analisou os dados da sonda indiana Chandrayaan-1, que orbitou a Lua em 2008, eles tiveram que checar os resultados duas vezes. Isso porque os pesquisadores encontraram indícios de ferrugem na nossa vizinha cósmica – a mesma ferrugem que observamos em objetos velhos de ferro aqui na Terra. Mas há um problema: a Lua não possui oxigênio, que é essencial para o processo de deterioração do ferro. Como ela está enferrujando, então?

Em novo estudo publicado na revista Science Advances, pesquisadores americanos exploram esse mistério e suas possíveis explicações. Tudo começou quando cientistas da Universidade do Havaí estavam analisando os dados obtidos pela nave Chandrayaan-1, da Agência Espacial Indiana, que estudou o astro por dois anos. Foi essa mesma missão que encontrou água congelada na Lua, assim como uma outra variedade de minerais em sua superfície.

Nessa nova análise, porém, os cientistas encontraram indícios de hematita (Fe2O3) nos polos lunares, o que é bastante estranho. O mineral é formado através da oxidação do ferro em contato com água e com o oxigênio – e, embora a Lua esteja repleta de rochas contendo ferro metálico e sabemos com certeza que também há água por lá, ela não possui atmosfera, e, portanto, não possui oxigênio. O mistério logo chamou atenção de outros astrônomos, que foram convidados para analisar o caso na nova pesquisa.

“No início, eu não acreditei totalmente. [A ferrugem] não deveria existir com base nas condições presentes na Lua”, explica, em comunicado, Abigail Fraeman, cientista do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. “Mas, desde que descobrimos água na Lua, alguns vinham especulando que poderia haver uma variedade maior de minerais do que imaginamos, caso essa água tivesse reagido com as rochas.”

A existência de ferrugem é comum na Terra, que é repleta de ferro, oxigênio e água, e também em alguns meteoritos que reúnem esses três elementos. Em Marte, a oxidação do ferro em um passado distante, em que havia água e oxigênio na sua superfície, foi responsável por dar a cor avermelhada tão característica do planeta.

A Lua, porém, não parecia ser um ambiente propício para se enferrujar, e não só pela falta de água e oxigênio, mas também porque ela é bombardeada por átomos de hidrogênio que vêm do Sol. Quando um átomo de ferro da Lua interage com um desses hidrogênios visitantes, ele acaba ganhando um elétron, em um processo que é conhecido como redução. É o oposto do que acontece na formação da ferrugem, que é um processo de oxidação – quando o ferro interage com um outro átomo que vai tirar elétrons dele, como é o caso dos átomos de oxigênio. Isso deixa a existência de ferrugem na Lua ainda mais intrigante, já que o ferro, em geral, passa por redução no satélite, e não oxidação.

A explicação
Segundo a equipe, o que pode explicar a existência de óxidos de ferro na Lua é o oxigênio da própria Terra. Sim, a Lua pode não ter uma atmosfera própria, mas traços residuais de oxigênio são levados ao satélite através da magnetosfera, uma extensão do campo magnético terrestre causada pela radiação solar.

A magnetosfera se estende até a Lua, levando consigo um pouco do oxigênio presente em nossa atmosfera superior. Um indício de que esse fenômeno é de fato o responsável pela oxidação do ferro lunar é que a hematita foi encontrada concentrada em regiões próximas da Lua, enquanto seu lado mais distante tinha pouca ferrugem.

Além disso, em alguns períodos, como na Lua cheia, a magnetosfera bloqueia 99% do vento solar que atinge a Lua, reduzindo assim a quantidade de hidrogênio que chega a superfície do satélite. O hidrogênio, como dito, causa o efeito de redução no ferro, o oposto da oxidação. Sem a presença desses átomos, o ferro lunar acaba reagindo com o oxigênio residual que vem da Terra, formando, assim, a ferrugem.

Mas ainda há um terceiro ingrediente faltando na história: a água. Embora já se saiba que ela exista, só encontramos gelo na Lua em algumas regiões, todas afastadas de onde há ferrugem. Por quê? Os cientistas especulam que, talvez, essas moléculas de água acabam sendo espalhadas pelo satélite por partículas que bombardeia a Lua em alta velocidade, e assim retiram o H2O debaixo da superfície e permite que ela encontre o ferro em outras regiões.

Assim, em condições especiais, os três elementos (ferro, oxigênio e água) podem se encontrar na Lua e formar a ferrugem. “Esta descoberta vai remodelar nosso conhecimento sobre as regiões polares da Lua”, disse, em comunicado, o professor Shuan Li, que foi o primeiro a observar os indícios de hematita nos dados lunares. “A Terra pode ter desempenhado um papel importante na evolução da superfície da Lua.”

As hipóteses, porém, ainda não muito recentes, e novos estudos deverão ser feitos para testar se essa combinação incomum de fato pode acontecer no nosso satélite. E um outro mistério ainda permanece: a ferrugem foi encontrada também nas partes mais distantes da Lua, mesmo que em pouca quantidade. Nessas áreas, teoricamente, a magnetosfera terrestre não conseguiria alcançar. Então como o oxigênio foi parar lá? Ainda não sabemos.

“Creio que esses resultados indicam que há processos químicos mais complexos acontecendo em nosso Sistema Solar do que conhecíamos até então”, disse Vivian Sun, da Nasa. “Poderemos entendê-los melhor quando enviarmos futuras missões à Lua para testar essas hipóteses.”

 

O ator, diretor e roteirista Chadwick Boseman, o Pantera Negra do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), morreu hoje, aos 42 anos, após uma batalha de quatro anos contra o câncer de cólon. A informação foi confirmada pelo perfil oficial de Boseman nas redes sociais.

"É com imensa dor que confirmamos a morte de Chadwick Boseman. Chadwick foi diagnosticado com o terceiro estágio do câncer de cólon em 2016 e lutou contra isso ao longo dos últimos quatro anos, enquanto a doença progredia para o estágio quatro. Um verdadeiro lutador, Chadwick persistiu a isso tudo e trouxe até vocês muitos dos filmes que vocês tanto amam", diz o comunicado.

"De Marshall: Igualdade e Justiça a 'Destacamento Blood', o Black Bottom de Ma Rainey, de August Wilson, e muitos mais, todos foram filmados durante e em meio a incontáveis cirurgias e quimioterapias. Foi uma honra para sua carreira dar vida ao rei T'Challa, em 'Pantera Negra'. Ele morreu em casa, com sua mulher e sua família ao lado. Sua família agradece aos fãs pelo amor e pelas orações, e pede que continuem respeitando sua privacidade durante este momento difícil."

Boseman morreu em sua casa na área de Los Angeles, na Califórnia, com sua mulher e família ao seu lado, disse seu assessor Nicki Fioravante à Associated Press.

Em abril, o ator já havia despertado preocupação em fãs e seguidores ao publicar um vídeo aparentemente mais magro. A Marvel, parte do elenco da saga "Vingadores" e mais nomes importantes de Hollywood se despediram de Chadwick.

"Nossos corações estão partidos e nossos pensamentos estão com a família de Chadwick Boseman. Seu legado viverá para sempre. Descanse em paz", escreveu a Marvel no Twitter.

Carreira

Nascido em Anderson, na Carolina do Sul, Boseman escreveu sua primeira peça ainda quando estava no colégio. Ele frequentou a famosa faculdade predominantemente negra, a Howard University, e se formou em Belas Artes.

Boseman obteve seu primeiro papel de TV em 2003, quando participou de um episódio de "Third Watch", mas se tornou reconhecido mundialmente somente dez anos depois, em 2013, quando interpretou Jackie Robinson em "42".

Ele atuou ainda como James Brown em "Get on Up: A História de James Brown", em 2014, e, em 2016, foi Tot em "Deuses do Egito".

Antes de morrer, Chadwick gravou "Ma Rainey's Black Bottom" , baseado no livro homônimo de August Wilson, e que terá Viola Davis como protagonista. O longa deve chegar em 2020.

Chadwick ainda iria protagonizar o projeto 'Yasuke", que contaria a história do primeiro samurai negro da história.


Pantera Negra

Imagem: Reprodução/Twitter


Chadwick Boseman como Pantera Negra

A primeira participação de Chadwick como o herói T'Challa, o Pantera Negra, foi em "Capitão América: Guerra Civil", em 2016.

Dois anos depois, ele ganhou o primeiro filme solo dentro do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), que ganhou elogios da crítica e dos fãs.

Em 2018 e 2019, o ator interpretou o personagem da Marvel ainda em duas oportunidades: "Vingadores: Guerra Infinita" e "Vingadores: Ultimato", o filme com a maior bilheteria da história do cinema.

Ele voltaria como T'Challa ainda em duas oportunidades no cinema e na televisão: dublando o herói na série "What If...", uma animação que vai chegar em 2021 na Disney+, e na sequência de "Pantera Negra 2", prevista para maio de 2022.

Fonte: Uol

Imagem: Sputnik News/Reprodução

Imagens da maior bomba de todos os tempos, conhecida como Bomba Czar, foram recentemente divulgadas pela Rosatom, agência atômica russa. A explosão, datada em 30 de outubro de 1961, foi um teste realizado em um arquipélago da Rússia no Círculo Ártico.

Os testes com armas nucleares na antiga União Soviética começaram em 1949. Nos anos 60, eles estavam a todo vapor, devido à corrida armamentista com os Estados Unidos. Em razão disso, em 1958, a URSS já tinha realizado 36 detonações controladas.


Registros da Bomba Czar

No vídeo de 40 minutos divulgado pela Rosatom, é possível ver as preparações para a detonação, imagens da nuvem de fumaça e o estrago causado pelo teste. 

A Bomba Czar era uma arma de hidrogênio RDS 220, com energia equivalente a 57 milhões de toneladas de TNT e um poder destrutivo 700 vezes maior do que a explosão que destruiu a cidade de Hiroshima, no Japão, durante o fim da Segunda Guerra Mundial.


Bombas de hidrogênio

Enquanto a explosão das bombas atômicas é gerada apenas pela liberação repentina de energia após a fissão do núcleo de um elemento químico pesado, a detonação das bombas de hidrogênio inclui diversas etapas. 

Curiosamente, a primeira delas é a detonação de uma bomba atômica, que gera temperaturas de milhões de graus, forçando a aproximação dos núcleos de elementos leves (no caso, de isótopos de hidrogênio). Esse processo vai gerar o que conhecemos como fusão nuclear.


Explosão letal

Segundo a BBC, para que os pilotos dos aviões que derrubaram a Bomba Czar tivessem chance de viver, ela foi solta com um paraquedas no ar. A nuvem gerada pela explosão atingiu 64 quilômetros de distância — destruindo uma vila localizada a 54 km do ponto de detonação. A explosão aconteceu a 4 mil metros do solo e pôde ser vista a 1.000 km de distância. 

Fontes: G1 Globo

Imagem: NASA/Divulgação

A nova missão espacial da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA) vai contar com um submarino para explorar os mares gelados de Titã, o maior satélite natural de Saturno. Um dos pesquisadores responsáveis acredita que, se bem-sucedido, o projeto vai possibilitar a exploração de oceanos de outras luas.

"Sentimos que o submarino é uma espécie de primeiro passo antes de uma missão para Europa ou Encélado", afirmou o pesquisador Steven Oleson, do Centro de Pesquisa John H. Glenn da NASA em Ohio, fazendo uma referência aos satélites naturais de Saturno e Júpiter, respectivamente.


Satélite habitável 
Representações dos lagos de Titã.Fonte:  NASA/Reprodução 

Com 5.150 quilômetros, Titã é a segunda maior lua do Sistema Solar. O tamanho, no entanto, não foi o que chamou atenção dos pesquisadores.  O satélite é o único corpo celeste além da Terra que abriga grandes massas de água de modo estável. Em razão de seus mares e de sua atmosfera, muitos astrobiólogos acreditam que Titã é um lugar com condições favoráveis à vida.

Devido às baixas temperaturas, contudo, a superfície desses mares fica congelada, mas pesquisadores acreditam que a lua hospeda um mar salgado em seu subsolo, composto por metano e etano líquidos, o que formaria seres completamente distintos daqueles que estão presentes na Terra. 


Explorações em Titã

Grande parte do que se sabe sobre o satélite foi descoberta pela missão Cassini-Huygens da NASA, que observou Saturno e suas luas de 2004 a 2017. Agora, a agência está se preparando para uma nova missão, prevista para 2034, que vai enviar o drone Dragonfly para recolher informações sobre o local. O próximo passo é desenvolver um submarino capaz de estudar os mares do satélite.

Segundo Oleson, Titã tem apenas 14% da força gravitacional da Terra, portanto uma pressão também menor em seus mares, o que facilitaria eventuais explorações aquáticas. 

Fontes: Space


A estudante Emma Marsh rodeada dos achados - Divulgação/Emma Marsh

A descoberta foi feita quando ela passeava com a família e inclui pedaços de cerâmica datados do período georgiano

Emma Marsh estava passeando em uma praia de Liverpool, na Inglaterra, quando encontrou uma área de 2,2 quilômetros repleta de pedras, tijolos, louças e pedaços de cerâmica. Segundo descoberto pela estudante de arqueologia, tratam-se de escombros de bombardeios ocorridos durante a Segunda Guerra Mundial. 

Liverpool foi a segunda cidade mais bombardeada durante o período, perdendo apenas para Londres, e é possível que as autoridades da época só não soubessem o que fazer com os restos dos edifícios. Por isso, os detritos foram despejados ao longo da praia. 

 

Pedaço de lareira antiga / Crédito: Divulgação/ Emma Marsh 

 Entre os achados, estão fragmentos de lápides, lareiras vitorianas e cerâmicas do período georgiano. Com ajuda de seguidores no Twitter, Emma conseguiu também rastrear a origem de alguns dos escombros, tendo identificado por exemplo tijolos da Igreja Metodista Wesleyana, que foi severamente danificada durante a Segunda Guerra. 

O que restou de uma lápide / Crédito: Divulgação/ Emma Marsh 

 A jovem de 21 anos ainda relata que gostaria de colocar placas na praia, para ensinar aos transeuntes sobre a história dos detritos despejados no local. “As pessoas estão pisando nos escombros sem perceber o que são”, reflete Emma, que usou os achados como objeto de pesquisa para sua dissertação, e pretende tornar suas conclusões acessíveis ao público também online.


Fonte: Aventuras na história

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