11/30/11

Rei do stalking criou anúncios passando-se pela jovem e até publicou fotos impróprias.


(Fonte da imagem: SiliconAngle)
Muita gente reage mal quando termina um relacionamento, mas algumas pessoas acabam indo longe demais. Morador de Los Angeles, Jesus Felix, de 22 anos, é uma dessas pessoas. Depois de se separar de sua ex-namorada, que tem 16 anos, o rapaz criou no Facebook nada menos que 130 páginas de fã (as fanpages, como as de empresas ou celebridades) denegrindo a imagem da jovem.
Ele criou páginas que continham dados pessoais da ex, além de postar fotos explícitas da jovem. Foram criados até alguns anúncios falsos na Craigslist, um dos serviços de classificados mais difundidos no mundo todo, em que Felix se passava pela vítima – e tudo isso apenas como “vingança” pelo fim do namoro. Segundo oTheNextWeb, foi a mãe da jovem que reconheceu a filha em algumas das páginas e denunciou à polícia.
Por ter confessado o crime, o agressor virtual escapou da pena de um ano de prisão, recentemente implantada no Estado da Califórnia para delitos similares. Agora, além de ficar cinco anos em liberdade condicional e ter que fazer 30 dias de serviço comunitário, Felix deve passar por um curso de controle da raiva e uma terapia que trata de sexo.

Entenda por que o Facebook assumiu a liderança na preferência dos usuários brasileiros e desbancou o Orkut.

Nessa terça-feira (13), o instituto de pesquisas Ibobe Nielsen divulgou uma série de dados sobre o uso de internet no Brasil. Entre os quesitos pesquisados, uma informação em especial chamou a atenção. Quando o assunto é rede social, o Orkut já não é mais o site preferido dos brasileiros.
Com 30,9 milhões de visitantes únicos, o Facebook é hoje a rede social com maior audiência no Brasil. O Orkut, líder nos últimos sete anos, vem pouco atrás, com 29 milhões de visitantes. A diferença não é significativa em termos estatísticos, mas essa é a primeira vez que outra rede social ultrapassa o Orkut no país.
As razões que levaram o Facebook a assumir a liderança são muitas e, independente de sua preferência, ao que tudo indica a rede social de Mark Zuckerberg tem potencial para crescer ainda mais. Entenda por que o Facebook pode se tornar um novo fenômeno no país.

Líder em menos tempo

 (Fonte da imagem: Facebook / Reprodução)
Embora tenham nascido no mesmo ano, o desenvolvimento do Facebook é muito mais recente do que o do Orkut. Enquanto a rede social da Google era aberta para todos os usuários, o Facebook se restringia às faculdades norte-americanas, demorando um pouco mais para se tornar conhecido por aqui.
A falta de investimentos no Orkut, aliada à maior divulgação que o Facebook vem obtendo em promoções e interação com websites fez com que muitos usuários fossem “obrigados” a manter contas nas duas redes, ampliando o público do novo líder.

Meus amigos também têm

De nada adianta entrar em uma rede social mais moderna e não encontrar os seus amigos por lá. Um dos maiores empecilhos enfrentados pelo Facebook para se tornar líder foi a ausência de um público cativo do Orkut, que não pretendia de forma alguma trocar um site pelo outro.
À medida que a base de usuários aumentou, ficou mais fácil encontrar um número maior de amigos. Hoje, se você pesquisar, deve encontrar pelo menos 70% dos seus colegas utilizando as duas redes sociais. Sendo assim, escolher em qual rede você irá interagir passa a ser uma mera questão de opção.

Jogos que falam a minha língua

Encontrar jogos em português nos consoles não é algo tão simples. Contudo, os usuários que vão em busca de games específicos, na maioria das vezes, não se importam tanto com isso. Já numa rede social, onde é maior a incidência de jogadores casuais, títulos com conteúdo em português fazem toda a diferença.
 (Fonte da imagem: Facebook / Reprodução)
Gerenciado pelo escritório brasileiro da Google, o Orkut tinha como diferencial o fato de oferecer praticamente todo o seu conteúdo em português, enquanto o Facebook adotava o inglês como idioma universal. A situação, aos poucos, está mudando e já é possível encontrar muitos jogos adaptados para a nossa língua. Com a liderança, é bem provável que o público brasileiro passe a receber ainda mais atenção por parte da companhia.

Resistência às mudanças

 (Fonte da imagem: Orkut / Reprodução)
Desbancar a liderança de uma  rede social que está incorporada ao cotidiano dos usuários há sete anos não é uma tarefa simples. Por mais que o site ofereça atrativos, uma boa fatia do público está tão acostumada com o Orkut que não pretende e nem precisa mudar para outro círculo de amizades.
Trabalhar a resistência de parte do público a essas mudanças foi um dos pontos-chave adotados pelo Facebook. Promoções exclusivas, maior integração com o Twitter e até mesmo a abertura de um escritório no Brasil foram fundamentais para o crescimento.

Comunidades vs. Curtir

A liderança do Facebook no Brasil vai ao encontro também da maneira mais atual de como os usuários compartilham conteúdo na web. Anteriormente, as comunidades eram o espaço principal para o debate e para a disseminação de informações.
Com a chegada do Twitter, a informação se tornou mais instantânea e o volume de conteúdo aumentou. Logo, dizer apenas “curtir” para um texto passou a ser a solução mais prática e rápida. Obviamente, ainda há espaço para as duas coisas. Todavia, o conceito de comunidades deixou de ser prioridade, passando a ser alvo apenas de um público mais específico.

Inclusão digital: o novo desafio

Sete anos no mundo da internet valem por mais de uma década. Muitos usuários que aprenderam a mexer com um computador nos últimos anos tiveram o Orkut como a porta de entrada para o mundo digital. Assim, é natural o apreço e a resistência que têm a deixar a ferramenta.
O Facebook terá o desafio de, em longo prazo, substituir o Orkut nesse papel. Para isso, será preciso investir em mais conteúdo em língua portuguesa e em ações específicas para um público-alvo que busca praticidade acima de tudo.

Visual menos chamativo

Enquanto o Orkut investe em temas e adota cores mais vivas em seu layout, o Facebook prima pelo branco em contraste com o azul. Para muitos usuários, esse é um fator definitivo para que a rede social da Google se torne mais interessante do que qualquer outra novidade.
O Facebook não dá mostras de querer adotar esse perfil. Pelo contrário. Modificações recentes no slideshow de imagens tornaram o visual ainda mais limpo. Será que o estilo mais sóbrio do Facebook será capaz de conquistar os usuários acostumados com uma série de temas?

Biblioteca de conteúdo

Com maior tempo de permanência na liderança, o Orkut conta hoje com uma quantidade incalculável de conteúdo em língua portuguesa, algo que vai demorar muito para ser superado pelo Facebook.
Buscar por uma informação específica no Orkut é quase como pesquisar em uma internet paralela. Já no Facebook, a pesquisa por conteúdos não é o foco principal. A informação é muito mais dinâmica e imediata, o que pode fazer com que muitos usuários se decepcionem.

Escritório no Brasil

Com predominância absoluta do público local, a Google decidiu em 2008 que o Orkut seria controlado pelo escritório brasileiro, o que fez com que a empresa investisse em ações específicas para o usuário nacional. Já o Facebook abriu seu primeiro escritório por aqui apenas neste ano.
Boa parte do crescimento momentâneo da rede se deve a essa base local. Graças a ela foi possível captar novos clientes no mercado publicitário e promover ações específicas, ampliando o interesse dos usuários para testarem um novo site.

Ações populares

Enquanto o Facebook dá os seus primeiros passos em termos de promoções no país, com prêmios oferecidos por empresas vinculadas às ações de “curtir” e sorteios integrados por intermédio de alguns aplicativos, o Orkut já provou estratégias mais sólidas com relação a isso.
Shows com duplas sertanejas e entrevistas exclusivas com cantoras como Ivete Sangalo foram grandes chamarizes de audiência, gerando identificação com as classes mais populares. Resta saber se o Facebook está disposto a investir pesado também nesse nicho de mercado.

Orkut ou Facebook? Que tal os dois?

Decidir qual rede social utilizar não é uma tarefa simples. Há vários itens para serem levados em consideração e cabe ao usuário, baseado em suas necessidades, decidir qual delas melhor se adapta ao seu perfil. Entretanto, como estamos em um período de transição, vale a pena conferir como as duas funcionam.
Para aqueles que ainda não visitaram o Facebook, vale a pena criar uma conta de usuário e conferir o potencial da rede social. Procure seus amigos, teste alguns jogos e veja como é a sua adaptação ao sistema de comunicação que agora é o preferido dos brasileiros.
Se você aposentou o Orkut por ele não atender as suas necessidades, que tal revisitar a rede social com outros olhos? Embora não seja tão dinâmico, utilizar as comunidades como uma espécie de fórum e encontrar amigos que ainda não migraram para outras redes podem ser tarefas bastante interessantes.

Pesquisa com cerca de 2.000 pessoas mostra que rede social tem forte influência no universo feminino.


Há pouco tempo, o Tecmundo divulgou uma uma controversa pesquisa que apresentava a preferência das mulheres por jogos eletrônicos a sexo ou outras atividades cotidianas. Mais recentemente, outro resultado surpreendeu as camadas masculinas da sociedade: uma a cada cinco mulheres prefere deixar as relações sexuais de lado por sete dias em vez de abandonar a conta no Facebook pelo mesmo período.
A pesquisa, realizada pela revista Cosmopolitan com uma amostragem de 2 mil mulheres, provou que algumas não conseguem ficar uma semana sem compartilhar textos ou imagens com os contatos ou acompanhar as novas atualizações dos amigos na rede social.
Com outros serviços, as respostas foram diferentes: 70% largaria o envio de torpedos por relações sexuais, enquanto apenas 43% abandonaria o computador pelo parceiro. O HuffingtonPost, que discutiu a questão com alguns médicos convidados em um programa de televisão, repetiu a pergunta do Facebook com a plateia – e também obteve algumas respostas positivas.

Cientista registra prática e constata: orgasmo traz pico de atividade cerebral.


No momento do orgasmo, o oxigênio flui em maior quantidade pelo cérebro. (Fonte da imagem: The Visual MD)
Você já parou para pensar em como funciona o cérebro feminino durante o ato sexual? O professor Barry Komisaruk, da Rutgers University, parou. Ele registrou a atividade cerebral de uma mulher durante e depois da prática na tentativa de estudar um pouco mais sobre o funcionamento do órgão.
Ao escanear o cérebro de uma mulher com uma máquina de ressonância magnética, foi possível compreender que, durante o orgasmo, a atividade no órgão é muito mais intensa do que nos períodos anteriores (antes de atingi-lo) e posteriores (após a relação sexual).
Para entender o que acontece, é preciso lembrar que o cérebro pode ser dividido em áreas de funcionamento, como sensações do corpo, visão, tato e audição. Os cientistas registraram 80 regiões diferentes a cada dois segundos, por um período total de sete minutos.
Segundo o The Star, o vermelho reproduz a menor circulação de oxigênio no cérebro, enquanto a cor amarela indica maior ocorrência do elemento, o que acontece justamente durante o orgasmo. Para Komisaruk, o objetivo do estudo é saber como o órgão reage ao ato – e buscar explicações e até tratamentos para disfunções sexuais,por exemplo.



Estudo revela que sinais de rede sem fio podem matar ou mutilar espermatozoides.



Um estudo desenvolvido por cientistas argentinos revelou que a utilização da tecnologia Wi-Fi em notebooks pode afetar a capacidade de reprodução dos homens, se usados próximos dos órgãos reprodutores. De acordo com a pesquisa, liderada por Conrado Avendaño, do Nascentis Medicina Reproductiva, em Córdoba, os sinais da rede sem fio são capazes de matar ou mutilar os espermatozoides.
Segundo a Reuters, A pesquisa consistiu em deixar uma quantidade de esperma muito próxima a um laptop conectado a uma rede Wi-Fi. Após quatro horas, 25% dos espermatozoides pararam de se movimentar e 9% apresentaram danos em sua estrutura de DNA.
Em contrapartida, em uma mesma quantia de sêmen mantido na mesma temperatura, porém longe do computador portátil, os índices de mortalidade e problemas na estrutura genérica dos espermatozoides não passaram de 14% e 3%, respectivamente.
O pesquisador acredita que a radiação eletromagnética das redes Wi-Fi é a culpada pela diminuição da qualidade do esperma. "Nossos dados sugerem que o uso de um laptop com conexão sem fio posicionado perto os órgãos reprodutores masculinos pode diminuir a qualidade do esperma humano", afirma Avendaño.

Aplicação de filme especial em monitores e telas LCD leva a tecnologia 3D aos consumidores, dispensando até mesmo o uso de óculos especiais.

A empresa japonesa Global Wave lançou recentemente uma película capaz de transformar monitores LCD comuns em telas 3D. O produto, conhecido como Pic3D, dispensa o uso de óculos especiais e, para ser utilizado, precisa ser aplicado ao monitor.
O conteúdo visualizado com a ajuda do Pic3D deve estar disponível no formato lado a lado, como muitos dos vídeos encontrados no YouTube. Além disso, um software fornecido junto com o produto ajuda a criar o efeito necessário para que imagens e vídeos armazenados na máquina possam “saltar” aos olhos do usuário.
Por enquanto, o filtro pode ser aplicado em monitores de 12,1; 15,6; 21,5 e 23 polegadas. Também estão sendo desenvolvidos modelos para as telas do iPad 2, iPhone e iPod touch. As vendas devem começar em agosto de 2011, mas a brincadeira não sai muito barata. O preço das folhas Pic3D varia de US$ 25 (iPhone) a US$ 186 (23”), de acordo com o tamanho da tela.

As TVs e monitores de LCD funcionam, mas os cientistas desconhecem como acontece um dos processos essenciais para isso.


O LCD (Liquid Crystal Display) não é em sua essência uma tecnologia tão nova. Os displays de cristal líquido estão mais presentes no nosso dia a dia do que imaginamos. Eles fazem parte de calculadoras, relógios de pulso, forno micro-ondas e rádios há muitos anos.
Contudo, essa tecnologia ganhou destaque e se popularizou a partir do momento que começou a ser empregada em televisões e monitores. Atualmente, as TVs de LCD, embora não sejam os aparelhos mais avançados, dominam esse segmento de mercado.
Em teoria, o funcionamento das telas LCD é conhecido. O Tecmundo já explicou com detalhes neste artigo e neste outro como os sinais de vídeo passam do aparelho multimídia para o televisor e assim você pode assistir a filmes, seriados, desenhos animados, partidas de futebol, entre outros – seja via sinais receptados por antena ou reproduzidos de mídias como DVDs e Blu-rays.
Porém, de acordo com o site Humans Invent, esse tipo de tela possui um segredo que ainda não foi completamente compreendido pelos cientistas e que é capaz de confundir a física moderna. Ao ler este texto, você vai conhecer qual é o grande mistério dos displays de cristais líquidos.

Como funcionam as telas LCD

Antes de nos aprofundarmos na descoberta revelada pela publicação citada acima, é importante esclarecermos, mesmo que sucintamente, como essa tecnologia funciona. Basicamente, as telas de LCD recebem o sinal de imagem decodificado e encaminham-no para os pixels – os quais utilizam uma matriz RGB para formar o espectro de cores que nós visualizamos na tela.
O display de cristal líquido consiste em duas chapas de vidro colocadas lado a lado e preenchidas com uma solução de cristal líquido (uma substância capaz de manter suas moléculas com características do estado sólido e líquido ao mesmo tempo).
A formação da imagem é iniciada quando um impulso elétrico atravessa cada um dos pixels compostos de cristais líquidos e uma luz não polarizada permanece ao fundo iluminando todo o painel. Quando essa luz passa pela substância mesomórfica, ela é polarizada e pode ter as suas distintas cores percebidas.
Simultaneamente a isso, o impulso elétrico agita as moléculas do cristal líquido, fazendo com que elas sejam obstruídas ou ganhem novas angulações. Cada posicionamento dessas partículas corresponde a uma cor diferente. Combinando essa refração da iluminação de fundo através do cristal líquido com os dados recebidos pela placa de vídeo da TV, são formados os pontos de cores dentro de cada pixel.
O agrupamento desses pontos formam os quadros de imagem (frames), que ao receberem uma transição muito rápida passam a sensação de movimento, ou seja, as cenas de filmes a que assistimos pela televisão. Para saber mais detalhes sobre o tema, confira o artigo “Como funcionam as telas de LCD, LCD de LED e Plasma”.

O mistério da tecnologia LCD

No cerne da tecnologia LCD, há um efeito que a permite reproduzir o conteúdo audiovisual que desejamos, mas que os cientistas não conseguem compreender por completo. Segundo a publicação do Humans Invent, o método pelo qual essa substância é ativada e o processo de alinhamento entre as partículas do cristal líquido são encarados como um “milagre” dos dias modernos.
Corroborando com o que explicamos anteriormente, o diretor do laboratório de desenvolvimento de sistemas de display e imagens óticas da Sharp na Europa, Dr. Harry Walton, faz uma analogia das telas de LCD com sanduíches – sendo as lâminas de vidro as fatias de pão, e o cristal líquido, o recheio.
 (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)
1. Filtro vertical em película polariza a luz quando ela entra.
2. Substrato de vidro com eletrodos de ITO. As formas desses eletrodos vão determinar o que aparece na TV quando ela está ligada. Cristas verticais são gravados na superfície juntamente com os cristais líquidos, em consonância com a luz polarizada.
3. Cristal líquido.
4. Substrato de vidro com película de eletrodo comum ITO com sulcos horizontais para se alinhar com o filtro horizontal.
5. Filtro horizontal em película para bloquear ou permitir a passagem da luz.
6. Superfície refletora para enviar a luz de volta ao telespectador.
De acordo com o cientista, as pequenas partículas do cristal líquido precisam estar devidamente alinhadas e o sistema precisa fazer com que elas estejam em uma mesma posição para que as imagens possam ser reproduzidas corretamente. Eis que chegamos a grande incógnita no funcionamento das telas de LCD, pois ninguém sabe exatamente como fazer isso.
Conforme explicitado por Walton, existem dois métodos eficientes para que as televisões de LCD funcionem. O primeiro deles é utilizado por inúmeras fabricantes, incluindo a Sharp, e consiste em uma técnica de escovação aplicada a uma finíssima camada de polímero que reveste a parte superior das camadas de vidro.
Esse polímero sofre a fricção de um pano de veludo, a partir de movimentos muito rápidos, antes que o cristal líquido seja acrescentado. Os pesquisadores não sabem se é por causa da eletricidade estática ou das pequenas ranhuras criadas por tal escovação, mas depois desse procedimento essas pequenas partículas se alinham sozinhas.
Menos utilizada, a segunda técnica possível seria o aquecimento dessa mesma camada de polímero, o que faria com que as cadeias poliméricas fossem expostas e conduzissem o alinhamento desses “cristais”. Contudo, ainda não foi desvendada em detalhes como essa relação acontece.

O método ideal

Por ser funcional, a técnica de escovação é um mal necessário, mas não é considerada a ideal. Isso porque ela acaba gerando muita poeira, o que é um enorme incômodo em ambientes que precisam ser extremamente limpos (como as linhas de produção de televisores) – sem falar na possibilidade dessa sujeira afetar outros componentes dos aparelhos em fabricação.
A Sharp desenvolveu um processo mais eficiente chamado UV2A. Em vez de utilizar pedaços de panos para esfregar as camadas de polímeros, a empresa tenta usar feixes de luz UV para criar o mesmo efeito nessas películas.
A técnica criada em 2009 é conduzida com alto nível de sigilo, não sendo detalhada pelo cientista. O que se sabe sobre essa tecnologia é que são lançados feixes de luz ultravioleta sobre o polímero, fazendo-o deslocar no sentido desses faixes incidentes.
 (Fonte da imagem: Sharp)
Com isso, quando o cristal líquido é adicionado, as suas moléculas se alinham de acordo com o direcionamento orientado pela camada polímera. Dessa forma, em teoria, os cientistas podem definir qual deve ser o direcionamento das partículas do cristal líquido.
Embora não tenha explicado esse método inovador, o colaborador da Sharp comentou que ele é capaz de aprimorar a qualidade de contraste, cores e angulação das imagens apresentadas nas TVs. A expectativa dos entusiastas é de que o UV2A seja a tecnologia que ofereça o melhor desempenho para os aparelhos comdefinição 4K e com suporte para conteúdos 3D.
.....
Ao que parece, os cientistas sabem como alinhar as partículas do cristal líquido na prática, mas não na teoria. Todavia, o que nos interessa como consumidores é que os procedimentos utilizados atualmente têm funcionado e nós podemos usufruir de imagens em alta definição. Claro, se os pesquisadores conseguirem desvendar esse mistério e melhorar o desempenho dos televisores, não poderemos reclamar – afinal de contas, quem sai ganhando são os telespectadores.

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