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Nesta semana, a missão chinesa Tianwen-1 entrou com sucesso na órbita de Marte e registrou imagens desta etapa da missão. Nesta sexta-feira (12), a agência espacial CNSA, da China, publicou um vídeo que mostra o momento em que a nave ativou os motores no processo de frear e reduzir sua velocidade para que, assim, fosse capturada pela gravidade do Planeta Vermelho e entrasse na órbita.

No vídeo, podemos ver Marte entrando de pouco a pouco no campo de visão da câmera da sonda. É possível notar também um pouco de vibração na filmagem, que foi causada pela ativação dos motores durante o voo do lado diurno do planeta para o noturno. Por fim, podem ser vistos brevemente alguns componentes da sonda, como o painel de energia solar e a antena direcional. O planeta e suas crateras aparecem em preto e branco nas imagens, em contraste com a escuridão do espaço.

Confira as imagens feitas pela Tianwen-1:

Ainda de acordo com a CNSA, o vídeo foi feito a partir da reprodução de imagens estáticas, a uma taxa de 10 quadros por segundo. As imagens foram feitas pelas câmeras no painel solar e na antena da sonda, que tiraram fotos a cada três segundos durante 30 minutos. A Tianwen-1 está equipada com um sistema de monitoramento composto por várias câmeras, que estão programadas para tirar “selfies” no espaço profundo e registrar manobras essenciais para a missão — tudo isso de forma autônoma, sem ações das equipes do controle da missão em solo.

A nave Tianwen-1, cujo nome significa algo como “busca pela verdade celestial”, pesa cinco toneladas e conta com um orbitador, um lander e um rover alimentado por energia solar, que deverá pousar na superfície do Planeta Vermelho em maio. A Tianwen-1 foi uma das missões lançadas no ano passado durante a breve janela de maior proximidade entre Marte e a Terra, e fez alguns registros durante a viagem. Agora que chegou ao planeta, irá passar alguns meses estudando locais para pousar o rover, e assim, iniciar estudos da geologia marciana, seus campos gravitacionais, distribuição de água por lá, entre outros.

Este foi o passo mais recente do programa espacial chinês, que possui objetivos como o estabelecimento de uma estação espacial tripulada já no ano que vem, além de levar astronautas para a Lua. Além da Tianwen-1, a missão árabe Hope Mars também entrou na órbita marciana nesta semana, e é esperado que a Mars 2020, da NASA, chegue ao planeta em 18 de fevereiro, levando o rover Perseverance e o helicóptero Ingenuity.

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Créditos da imagem: onstride
Castelo de Dunluce (Condado de Antrim, Irlanda do Norte)

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Processo de Reconstrução digital
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Dunluce tem uma das histórias mais dramáticas de qualquer castelo do Reino Unido. Construída por volta de 1500, foi abandonada em 1639. A cozinha do castelo - e a equipe da cozinha - desmoronaram sobre a beira do penhasco e entraram no mar, enquanto a família do 2º Conde de Antrim esperava seu jantar.

Dois anos depois, a pequena cidade que se desenvolveu em torno do castelo foi arrasada pelos escoceses e abandonada. Tornou-se agora um valioso sítio arqueológico e a pegada histórica deste assentamento de curta duração é um destino assustador para os visitantes da ponta norte da Irlanda do Norte.

Há algo maravilhoso em visitar castelos.

Enquanto você caminha pelas ruínas, sua imaginação começa a preencher os espaços em branco sobre as pessoas que viveram ali, a história do lugar e os detalhes arquitetônicos que foram perdidos. Mas e se você não precisasse usar sua imaginação? Felizmente, a era digital nos deu as ferramentas para recriar a imagem completa, reconstruindo esses incríveis castelos sem qualquer trabalho pesado. E é isso que a On Stride Financial fez com essas reconstruções alucinantes.

Com a ajuda de um arquiteto (e uma dose de tecnologia), eles trouxeram de volta à vida 6 castelos espetaculares em todo o Reino Unido - do Castelo de Bothwell, na Escócia, ao Castelo de Kidwelly, no País de Gales.

Então embarque em uma jornada de volta no tempo para ver o que foi implacavelmente destruído pelo tempo e pelas pessoas.

Castelo de Dunstanburgh (Northumberland, Inglaterra)
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Processo de Reconstrução digital
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King Edward II é o barão mais poderoso, Earl Thomas de Lancaster, construiu este enorme castelo como uma demonstração de força quando as relações azedaram entre os dois homens. No entanto, o conde foi capturado e executado antes que ele pudesse desfrutar de seu berço épico.

O castelo caiu em desuso após sofrer danos como um local de batalha durante as Guerras das Rosas. Hoje, uma caminhada ao longo da costa de Northumberland, em vista das ruínas de Dunstanburgh, oferece um dia melancólico, mas inspirador.

Castelo de Bothwell (South Lanarkshire, Escócia)
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Processo de Reconstrução digital
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Este castelo do século XIII viu muita ação através das Guerras da Independência da Escócia. Ele repetidamente trocou as mãos entre os escoceses e os ingleses na sequência de batalhas ferozes.

Arquitetonicamente, Bothwell é notável por sua “torre de menagem cilíndrica” (um refúgio fortificado para os habitantes do castelo), que foi arruinada em uma série de cercos. Visite no Halloween e você pode encontrar o fantasma de Bonnie Jean, uma nobre que se afogou cruzando o rio Clyde para fugir com seu amante.

4. Castelo de Goodrich (Herefordshire, Inglaterra)
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Processo de Reconstrução digital
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Goodrich começou em 1102 e fortaleceu-se mais tarde naquele século pelo fantasticamente nomeado Godric Mappestone (de quem o castelo provavelmente tomou o nome). Não foi até as Guerras Civis de 1642-6 que a fortaleza sofreria danos sérios. O exército de Cromwell bombardeou com bolas de 200 libras de Roaring Meg, um canhão construído especificamente para o propósito.

Depois da guerra, o castelo em ruínas foi parcialmente desmontado e depois abandonado. Felizmente, eles instalaram um salão de chá para que os visitantes possam se recarregar depois de desfrutar das exposições históricas e das vistas espetaculares dos parapeitos.

5. Castelo de Caerlaverock (Dumfries e Galloway, Escócia)
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Processo de Reconstrução digital
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O único castelo triangular do Reino Unido tem uma história tripla: construído na década de 1280, foi parcialmente desmontado no século 14 com a palavra de Sir Robert Bruce, para evitar que ele caísse nas mãos dos ingleses. Uma vez reconstruído, foi novamente desmontado após ser cercado pelo conde de Sussex em 1570. Novamente reconstruído, um cerco de treze semanas durante a Guerra dos Bispos resultou em um último desmantelamento; e é assim que o castelo é encontrado hoje.

Mas as ruínas são incríveis. O fosso de Caerlaverock, a portaria com torres gêmeas e as altas ameias são complementados por uma exposição em homenagem à turbulenta história do castelo.

Castelo de Kidwelly (Dyfed, País de Gales)
Antes
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Processo de Reconstrução digital
Kidwelly foi inicialmente construído como uma estrutura de madeira, como os normandos entraram no sudoeste do País de Gales, por volta de 1106. A Fortificação de pedra foi acrescentada na década final dos anos 1300s, bem a tempo de resistir a um cerco de cinco meses no início da rebelião Owain Glyn Dwr. .

Os anos seguintes de paz desviaram o foco para o edifício residencial e a grandeza da fortaleza militar de Kidwelly foi autorizada a desaparecer. Isso significa que, embora seja considerado uma ruína, o Kidwelly é, na verdade, um dos castelos mais bem preservados e inspiradores do País de Gales atualmente. Tenha uma visão da neblina matinal para realmente sentir que você foi transportado no tempo.

Mais informações: onstride.co.uk

© ESA/ATG medialab BepiColombo vai demorar sete anos para chegar a Mercúrio

Trata-se de uma missão espacial tão ambiciosa que 85% de sua tecnologia é inédita. 

O objetivo é chegar a Mercúrio, o planeta menos estudado do Sistema Solar. Segundo a Agência Espacial Europeia, entrar na atmosfera do planeta é como entrar em um forno de temperaturas extremas – elas vão de -173 ºC a 426 ºC.

Na tarde do último sábado, foi lançada a missão BepiColombo, cujo nome homenageia Guiseppe "Bepi" Colombo (1920-1984), o matemático, engenheiro e físico italiano que dedicou grande parte de sua vida ao estudo de Mercúrio. Colombo trabalhou com a NASA (a agência espacial americana) em uma missão anterior ao planeta.

A missão BepiColombo é um projeto das agências espaciais da Europa e do Japão com cooperação da Rússia e dos Estados Unidos. É a terceira enviada a Mercúrio.

"Ir até Mercúrio é muito complicado; é preciso mais energia do que para ir até Plutão", afirma Mauro Casalo, chefe de desenvolvimento do setor científico da missão.

© ESA Missão fará manobras ao redor de Venus para chegar a Mercúrio na velocidade correta

Será necessária uma complexa manobra de freios e sobrevoos a vários planetas para chegar à órbita de Mercúrio.

Estudar o planeta a partir da Terra é muito difícil. "As observações a partir da Terra são quase impossíveis, porque Mercúrio está tão próximo do Sol que a estrela o oculta totalmente", explica Casale.

A tecnologia que não existia
Mais de 80 empresas de 12 países desenvolveram a tecnologia de ponta necessária para a missão.

"Não existia a tecnologia para sobreviver às condições extremas de Mercúrio, especialmente para as temperaturas", explica Santa Martínez, coordenadora de processamento científico da BepiColombo.

E não são apenas as temperaturas que são extremas. "A radiação solar no planeta tem dez vezes a intensidade da radiação solar que temos na Terra", diz Martínez. "As radiações infravermelha e ultravioleta também são muito elevadas e há ventos solares que podem chegar a 400 km por segundo."

© ESA Camadas de isolamento térmido são aplicadas à mão

A nova tecnologia inclui os painéis solares dos três componentes da missão, dos satélites e orbitadores e um módulo de transferência que usa propulsão elétrica para impulsioná-los.

"O painel solar do orbitador europeu tem uma mistura de célular solares e refletores para que não esquente tanto", afirma Martínez.

A pintura da antena também é especial, com o objetivo de conservar o calor branco para uma máxima reflexividade, e há condutores especiais que dissipam o calor.

"Outra coisa que foi desenvolvida especialmente para a missão é uma manta de isolamento com muitas camadas, que em inglês se chama multilayered insulatio. Todas as partes do satélite são recobertas com esse tipo de material para haver isolamento térmico", afirma a cientista.

Nove sobrevoos
A viagem a Mercúrio demoraria seis meses se fosse feita sem escalas, mas a BepiColombo fará uma série de manobras e vai demorar 7 anos para chegar ao planeta.

"Se fizéssemos um voo direto, chegaríamos tão rápido que não seríamos capazes de colocar os satélites em órbita ao redor do planeta", afirma Sara de la Fuente, coordenadora de planejamento científico e de operações da BepiColombo.

"Primeiro, teremos uma órbita muito semelhante à da Terra, teremos que reduzi-la e desacelerar o satélite também, até chegar a uma velocidade de quase zero em relação ao planeta", explica.

© ESA Missão tem três componentes: o módulo de transferência (esq.) usa propulsão elétrica para impulsionar os satélites e orbitadores (dir.)

As primeiras missões não chegaram tão perto quanto a BepiColombo deve chegar.

A Mariner 10 passou por Mercúrio, mas não chegou a orbitá-lo.

A Messenger foi lançada em 2004, chegou ao planeta em 2011 e o orbitou até 2015, quando, então, acabou seu combustível. O satélite ficou a uma distância de 15 mil km de Mercúrio.

Já a BepiColombo deve conseguir explorar outras regiões do planeta a uma distância bem mais próxima: de 1,5 mil km.

Para poder colocar os satélites em órbita, a missão vai precisar fazer manobras de sobrevoo usando as gravidades dos planetas. Serão nove sobrevoos: um da Terra, dois de Vênus e seis de Mercúrio.

© ESA Missão recebeu nome do cientista italiano Giuseppe Colombo

Assim que estiver em órbita, o satélite vai se dedicar principalmente a estudar o entorno de Mercúrio e seu campo magnético.

Já o satélite europeu vai se dedicar a estudar mais o planeta em si mesmo, a superfície e sua morfologia.

Para Sara de la Fuente, essa é uma oportunidade "única porque vamos poder obter o que chamamos de medições de dois pontos, com ambos os satélites a diferentes distâncias".

Mistérios
Mercúrio é um dos planetas menos conhecidos do Sistema Solar. Os pesquisadores esperam que a BepiColombo ajude a decifrar alguns dos muitos mistérios em torno do planeta.

"É um planeta muito peculiar. Como está muito perto do Sol, tem características que os outros planetas do Sistema Sola não têm", diz Casale.

© NASA Assim como a Terra, Mercúrio tem um campo magnético, mas bem mais fraco

"Ele tem, por exemplo, um campo magnético, como a Terra, que não existem Marte ou em Vênus. Isso significa que a estrutura interna do planeta tem características que se pensava não serem compatíveis com a proximidade com o Sol, porque precisa de um componente líquido que não achávamos que existia", afirma a cientista.

O campo magnético de Mercúrio é muito pequeno, só 1% do da Terra, e é deslocado em relação ao centro do planeta, algo que não acontece no nosso planeta, segundo Casale.

A missão Messenger detectou a presença de gelo nos polos de Mercúrio. Uma das tarefas de BepiColombo será confirmar esses depósitos e determinar sua quantidade e composição, além de descobrir se eles vêm de cometas ou se têm outra natureza.

Encolhido
"Há muitas outras características de Mercúrio que são muito especiais. É um planeta que encolheu, que perdeu parte do seu tamanho ao esfriar", afirma Casale. "Pense em um planeta em sua forma inicial como uma bola de fogo que pouco a pouco esfriou e perdeu parte de seu volume. É algo que ainda não entendemos bem."

"Também detectamos uma quantidade de material volátil que parece ser incompatível com a proximidade de Mercúrio ao Sol. Isso parece indicar que o planeta se formou em um lugar muito mais longe do Sol e depois se movimentou de forma misteriosa ao local onde está atualmente. Tudo isso deve ser pesquisado."

O estudo de Mercúrio é também a chave para entender a evolução do Sistema Solar e de seus planetas, incluindo a Terra.

"E podemos extrapolar esse conhecimento para o que passa nos planetas fora do Sistema Solar, já que há muitos que estão a uma distância de seu sol muito parecida com a de Mercúrio e o Sol", afirma Casale.

"O fato de que Mercúrio ter um campo magnético é fundamental para procurar por planetas onde possa haver vida como a conhecemos, porque esse campo magnético é o único mecanismo que nos protege do vento solar."

A missão tem um custo estimado de cerca de 1,65 bilhões de euros (R$ 7 bilhões) e vai ser concluída com a colisão dos módulos em Mercúrio em 2027 ou 2028.

Por: 
Via: MSN

© NASA Lua NASA

A Lua está sempre presente no dia a dia dos terráqueos, mas ainda há muitos mistérios a serem desvendados a seu respeito. Todavia, a vontade de explorar o espaço é incansável, e graças ao Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO) da NASA, muitas novas informações sobre a evolução e estrutura do satélite natural da Terra estão vindo à tona, além de ajudarem os planejadores de futuras missões relacionadas.

Um vídeo publicado pela NASA no YouTube, inclusive, apresenta mais uma meia dúzia de locais de interesse localizados na Lua. O melhor de tudo é que a resolução está em 4K – e grande parte desse feito é graças ao próprio LRO. Por meio de uma publicação no Tumblr, a NASA também destacou sites individuais para que os curiosos de plantão se aprofundem em sua geologia, morfologia e significado.

O orbitador LRO não é exatamente uma novidade, já que vem circulando a Lua desde 2009. Em sua página do Tumblr, a NASA comenta que em seu nono ano de funcionamento, a espaçonave e os dados enfatizam a importância da coleta de informações a longo prazo – ainda mais considerando que o LRO foi projetado para uma missão de apenas um ano.

“Graças a suas muitas órbitas ao redor da Lua, conseguimos expandir a ciência lunar das missões Apollo enquanto abrimos caminho para futuras explorações. E conforme a missão continuar a coletar dados, ela nos proporcionará muito mais oportunidades de fazer um tour pela nossa Lua”, alegou a NASA em sua nota. Através do LRO, muitas regiões de gelo também foram descobertas em áreas permanentemente sombreadas da Lua, normalmente localizadas dentro de crateras e cavernas abrigadas.



Ele ainda fornece dados de elevação e mapeamento mineralógico que auxilia cientistas a entender melhor a idade das crateras, bacias de lava e outros elementos encontrados no satélite natural; e por fim, atua como uma sentinela para futuras missões humanas – um papel que voltou a estar em foco para a NASA quando, no final de 2017, o governo Trump requisitou que a organização votasse à Lua antes de viajar para Marte.
Muitas possibilidades

De acordo com o narrador do vídeo que demostra um verdadeiro tour lunar em 4K, futuras missões de aterrissagem podem tirar proveito de picos de montanhas ou bordas de cratera no polo norte da Lua. Ao ampliar os pontos com exposição solar consistente, os planejadores de missões podem alocar painéis solares que servirão de auxílio em futuras explorações com humanos.

Outro possível local de pouso para os astronautas é o Planalto Aristarchus, um antigo viveiro vulcânico com uma grande e brilhante cratera; afinal, segundo o infravermelho da LRO, foi identificada a existência de minerais nesta região, tais como o silicato, piroxena e o plagioclásio – elementos que entregam indícios sobre quais materiais vulcânicos estiveram presentes há muito tempo. A NASA afirma que “a região é coberta por rochas de erupções vulcânicas, e a grande estrutura semelhante a um rio é na verdade um canal feito de um fluxo de lava antigo”.

Os dados coletados pelo LRO não apoiam apenas missões futuras, todavia. Como a própria NASA já comentou em sua publicação, a espaçonave também forneceu mais informações sobre as aterrisagens passadas do programa Apollo, que aconteceram entre 1969 e 1972. O LRO foi capaz de imaginar os vários locais de aterrissagem, bem como os locais de queda da terceira etapa do poderoso foguete Saturn V, responsável por elevar os humanos à Lua.

© Fornecido por Unilogic Media Group Ltda Durante a época de Apollo, alguns astronautas pisaram na Lua, mas, infelizmente, após a missão Apollo 17 em 1972, a explorão lunar foi abandonada para dar…

Pistas a respeito da presença dos doze astronautas e dos módulos lunares dos mesmos também podem ser vistas durante o vídeo. “Os novos dados que o LRO está reunindo nos ajudam a reinterpretar a geologia de lugares familiares, dando aos cientistas uma melhor compreensão da sequência de eventos no início da história lunar”, afirma o narrador.

Fonte: Space
Jessica Pinheiro

A empresa facilitará para os usuários a marcação de artigos falsos em seus feeds e também trabalhará com parcerias para checagem de fatos

Facebook: a rede social disse que, se as empresas identificarem que uma notícia é falsa, ela será marcada como "contestada" (Reprodução)

O Facebook disse nesta quinta-feira que lançará várias ferramentas novas para evitar a disseminação de notícias falsas em sua rede social.

A empresa facilitará para os usuários a marcação de artigos falsos em seus feeds de notícias e também trabalhará com parcerias com empresas como o site de checagem de fatos Snopes, a ABC News e Associated Press, num esforço para verificar a autenticidade das histórias.

O Facebook disse que, se as empresas identificarem que uma notícia é falsa, ela será marcada como “contestada” e haverá um link para o artigo correspondente explicado o porquê.

A empresa disse que as notícias contestadas podem ser rebaixadas no feed de notícias, acrescentando que uma vez que um conteúdo for marcado, não poderá ser promovido.

O Facebook também eliminou a capacidade de falsificadores fazerem paródias com os nomes de domínio de publicações reais.

O Facebook enfrentou críticas duras por não conseguir conter notícias falsas na corrida presidencial dos Estados Unidos.

Por Reuters

Kevin

A fotografia congela um momento específico e para o tempo. Por meio dela, é possível reviver o passado, congelado e eternizado em uma imagem.

Por outro lado, o fundador do aplicativo de fotografia mais usado hoje tem uma personalidade completamente diferente. Ao invés de admirar um momento que já passou, está sempre em busca do próximo passo, na velocidade da luz.

Inquieto e acelerado, Kevin Systrom, de 32 anos, é um dos bilionários mais jovens do mundo. Ele deve sua fortuna à venda do Instagram para o Facebook por US$ 1 bilhão – como ele tinha 40% de participação no aplicativo, ganhou nada menos que US$ 400 milhões.

A velocidade do negócio também impressiona: a rede social de compartilhamento de imagens foi vendida apenas dezoito meses depois do lançamento, sem qualquer faturamento ou plano de longo prazo e com apenas 13 funcionários.

A rapidez reflete a vida de seu fundador. Durante sua vida, Systrom nunca se manteve estático em uma mesma posição, saltou entre diferentes hobbies e se apressou para aprender o máximo que podia.

Cresceu nos subúrbios de Boston, onde jogava e desenvolvia seus próprios jogos e fez um curso de Photoshop. Durante seus anos de escola, foi DJ e presidente do clube de fotografia e do time de lacrosse.

Durante sua graduação em Stanford, participou do Mayfield Fellows Program, curso de nove meses para empreendedores.

Em uma viagem a Florença, substituiu sua câmera tradicional por uma Holga, equipamento vintage que tira fotos quadradas, uma das inspirações para o formato das fotos do Instagram.

Nesse meio tempo, ele começou a experimentar suas habilidades no desenvolvimento de aplicativos e começou a criar um programa para compartilhamento de imagens.

Foi quando o Facebook, que ainda era relativamente pequeno, fez sua primeira tentativa para atrair o empreendedor, mas Systrom recusou a oferta.

“Trabalhar em uma startup para ganhar muito dinheiro nunca foi algo importante para mim e por isso decidi terminar a graduação”, afirmou, ao contrário de muitos empreendedores que largaram a faculdade.

Outra diferença de Systrom em relação aos outros empreendedores bilionários é o seu estilo. Ao invés da eterna calça jeans de Elon Musk, Steve Jobs e Mark Zuckerberg, ele se veste de terno e gravata.

Getty Images


Depois de se formar em uma das mais prestigiadas universidades, seu primeiro emprego foi no Google. Aprendeu a programar e noções de engenharia na startup Nextstop.com, com colegas de trabalho.

Sua próxima empreitada foi a criação de um app cujo único objetivo era testar o que as pessoas mais queriam. O aplicativo, chamado de Burbn, era uma referência a Bourbon, uma das bebidas preferidas de Systrom.

O programa tinha muita informação: havia opções para fazer check-in, compartilhar fotos e vídeos, fazer planos com os amigos e jogar. “Fizemos demais de propósito. Estávamos tentando entender o que deixava as pessoas empolgadas”, afirmou ele

O primeiro investimento chegou rapidamente. Quando apresentou o projeto aos investidores Baseline Ventures e Andressen Horowitz, eles investiram US$ 500.000. Foi nessa época que o seu colega de faculdade, o brasileiro Mike Krieger, entrou na equipe.

Logo, descobriram que o principal atrativo do app era sua função de compartilhamento de fotos. Assim, souberam exatamente no que investir, sem perder tempo, e criaram o Instagram.

O aplicativo levou apenas oito semanas para ser desenvolvido. Os usuários também chegaram correndo: em apenas 24 horas, 25.000 downloads já haviam sido feitos. A marca de um milhão de usuários chegou em menos de três meses. 

A ideia dos filtros veio da sua então namorada, Nicole Schuetz, que queria tirar fotos mais bonitas. Em uma viagem à praia, Systrom começou a desenvolver o primeiro filtro, o X-Pro II, que existe até hoje. 

A primeira foto, dos pés dela e de um cachorro de rua, é bem menos glamorosa que o perfil atual do bilionário.

Hoje, o seu feed pessoal de fotos é muito mais glamoroso. Ele ostenta gravatas borboleta, viagens luxuosas, jantares em restaurantes chiques e drinks em localizações paradisíacas. 

Não poderiam faltar as selfies com celebridades, de David Luiz ao Papa Francisco, além de Karl Lagerfeld e Selena Gomez, que tem o maior número de seguidores na rede social.

Seu perfil reflete também o que faz mais sucesso em sua rede social, recheada de fotos bonitas de momentos memoráveis. Fica difícil distinguir o criador de seu retrato.


Mike
www.theverge.com

Michel "Mike" Krieger é um engenheiro de software e empresário brasileiro mais conhecido como o co-fundador do Instagram. Nascido em São Paulo, Brasil, Krieger em 2004 mudou-se para Palo Alto, na Califórnia para frequentar a Universidade Stanford, onde ele estudou sistemas simbólicos, ele conheceu Kevin Systrom. Os dois fundaram o Instagram em 2010. Ele é um graduado do programa de sistemas simbólico de Stanford, onde escreveu dissertação de seu mestrado em colaboração em comunidades médias na Wikipédia. Antes de fundar a Instagram, Mike trabalhou no Meebo como engenheiro de visualização.

Instagram
Depois que Mike se mudou para Califórnia, trabalhou um período em algumas empresas voltadas para internet, até ser convidado pelo amigo norte-americano Kevin Systrom (o outro criador do “Instagram”), para fazer parte de um projeto que estava sendo desenvolvido por ele. Inicialmente, a ideia dos dois era criar um aplicativo chamado “Burbn”, com o qual os usuários poderiam compartilhar sua localização, imagens e vídeos. Todavia, o produto foi considerado complicado e Mike e Kevin Systrom o simplificaram. No segundo semestre de 2010, eles colocaram na loja da Apple o aplicativo Instagram (junção das palavras ‘instant’ e ‘telegram’) após um árduo trabalho de concepção e programação. Dois anos depois, a empresa dos dois foi comprada pelo criador do Facebook, Mark Zuckerberg, por US$ 1 bilhão de dólares.

Thinkstock/michal-rojek
Notebook: Mark Zuckerberg e o diretor do FBI colam fita adesiva no computador. E talvez você também devesse

O que era coisa de gente paranoica agora virou regra entre experts da tecnologia. Essa semana, Mark Zuckerberg postou uma foto comemorando o número de usuários do Instagram - 300 milhões de usuários acessam o app todo dia. Mas, no fundo da imagem, o protagonista era o computador do fundador do Facebook.

Reprodução
Vários usuários do Twitter notaram que, em cima da câmera do MacBook de Zuckie, tem um pedaço de fita adesiva. Na lateral, onde ficam os microfones embutidos do computador, mais um bocado de fita isolante.

Antes de ser CEO de uma das maiores redes sociais do mundo, Zuckerberg se divertia como hacker na faculdade. Se ele, melhor informado que nós, reles mortais, aderiu ao adesivo, será mesmo que é uma ideia tão paranoica?

O diretor do FBI acha que não. James Comey disse, em uma coletiva de imprensa esse ano, que viu "uma pessoa mais inteligente que ele" cobrir a câmera. Por isso, foi lá e fez o mesmo.

Motivos para se preocupar com isso não faltam. O Ghostnet, grupo de hackers chineses, invadiu 2 mil câmeras em 103 países. Outras 73 mil webcams foram atacadas em 2013.

Como eles fazem isso? Depende do seu tipo de câmera. As mais vulneráveis são as que tem conexão sem fio com o computador. Elas tem seu próprio endereço de IP e se conectam via Wi-Fi. Sem uma senha forte, fica fácil ter acesso às imagens da webcam - e a maioria dos usuários se esquece de trocar a senha padrão do produto.

As câmeras mais antigas, conectadas por USB e as mais novas, embutidas no laptop, são menos vulneráveis, mas podem ser acessadas através de malware - o famoso vírus de computador, que pode ser adquirido com aquele episódio de série corrompido que você baixou por torrent ou no clássico anexo de email asfotosdafestaficaramotimas.exe.

Essas webcams vêm acompanhadas de luzes de LED, que avisam quando a câmera está ligada - se ela pisca aleatoriamente sem uso, pode ser um sinal de invasão. Se isso acontecer em um computador que tem o Windows como Sistema Operacional, vale a pena fazer o seguinte: reiniciar o computador e esperar 10 minutos para ver se a luz volta a piscar. Nesse caso, inicie o Gerenciar de Tarefas, clique na aba Processos e procure o nome "winlogon.exe". Se ele aparecer mais de uma vez, corra para desconectar a internet e faça uma varredura com um antivírus em todo o sistema.

Em algumas situações, porém, isso pode não adiantar:o próprio FBI já provou que é possível invadir e hackear a câmera sem ativar o LED.

Pior: você mesmo pode estar convidando esse tipo de vulnerabilidade para dentro de casa. Sistemas que automatizam e integram diferentes eletrodomésticos em casa, como o Amazon Echo, só respondem tão bem aos comandos de voz porque escutam, literalmente, tudo o que você fala. Tem gente dizendo até que teve momentos ~calientes~ indo parar em site pornô porque teve a câmera da SmarTV da sala hackeada.

A internet está cheia de "manuais para iniciantes" para invadir webcams, e os motivos variam desde diversão até ciúmes no relacionamento. Esse tutorial ensina a esconder vírus em anexos aparentemente inocentes, instalar softwares de controle remoto do computador alheio e tomar o controle da câmera. Já para evitar ser flagrado sem saber, o conselho do mesmo site é um só, nada tecnológico e completamente offline: use fita adesiva.

Dificilmente você, usuário normal, tem tanto a perder com um ataque hacker que escuta e vê o que é feito em frente ao computador quanto Zuckerberg e Comey, que tratam de segredos comerciais e de estado nos seus escritórios e casas. Mesmo assim, ninguém que acabar com a vida pessoal comentada em fóruns de hackers porque teve a infelicidade de ser pego na tentativa de alguém de exibir suas proezas tecnológicas. Se não pode vencê-los, cole plástico em cima deles.

Ana Carolina Leonardi, da Superinteressante

Reprodução Poppits
Pasta de dente Poppits: cápsula é feita de uma película comestível de celulose que derrete na boca.

Já pensou em quantos tubos de pasta de dente você joga fora todos os anos? Se multiplicar pela população mundial, são toneladas de resíduos plásticos.

Pensando nisso, a startup Poppits criou uma pasta de dente em cápsula que, além de ajudar o Planeta, também promete pôr um ponto final na "guerra do aperta" no tubo (aperta na ponta ou no meio?), que incomoda muita gente.

A cápsula é feita de uma película comestível de celulose, um polissacarídeo de origem vegetal, que derrete na boca ao primeiro contato.

Segundo seus criadores, a quantidade atende ao recomendado pelos dentistas, evitando, assim, o desperdício.

Para ganhar as vias comerciais, o projeto busca apoio no site de financiamento coletivo Kickstarter.


(Foto: Reprodução)

Hoje em dia, as pessoas não querem ficar desconectadas em nenhum momento; tanto que muitas acabam usando o celular enquanto caminham pela rua. Para evitar que os "zumbis digitais" sofram acidentes, a cidade alemã de Augsburgo instalou semáforos e sinais de trânsito no chão.

As mudanças no transito da cidade foram tomadas, após dois casos de pedestres que estavam olhando para o smartphone serem atropelados por bondes. Além disso, no mês passado, uma jovem de 15 anos morreu em Munique após ser atingida por um trem enquanto atravessava os trilhos distraída com o celular.

Segundo um porta-voz da prefeitura, a administração local percebeu que a sinalização de trânsito tradicional não estava mais no campo de visão dos pedestres de hoje em dia. Por isso, foram instaladas luzes no chão, na beirada das pistas e nos cruzamentos.

Uma pesquisa realizada em diversas cidades europeias revela que 20% dos pedestres são considerados zumbis digitais. Já nos Estados Unidos, pesquisa semelhante apontou que 1 em cada 3 pessoas andam pelas ruas enquanto se distraem com redes sociais.

 © VEJA.com

FOTO DE WESTERLUND 2,UM AGLOMERADO DE CERCA DE 3 000 ESTRELAS LOCALIZADA A 20 000 ANOS-LUZ DA TERRA

Um time de especialistas da Nasa e da ESA (agência espacial europeia) revelaram com a ajuda do Telescópio Espacial Hubble novas imagens do aglomerado de estrelas R136, na Nebulosa de Tarântula. O conjunto de estrelas está localizado há 170.000 anos-luz da Terra e abriga nove estrelas enormes, apelidadas de "estrelas-monstro", que juntas são 30 milhões de vezes mais brilhantes que o Sol. O estudo, que foi publicado recentemente noMonthly Notices of the Royal Astronomical Society, deve auxiliar pesquisadores a compreender o desenvolvimento e funcionamento de estrelas massivas, sendo também uma prova da capacidade de Hubble.

De acordo com os pesquisadores, liderados por Paul Crowther, da Universidade de Sheffield, na Grã-Bretanha, as nove estrelas massivas possuem 100 vezes a massa do Sol e emitem gás e poeira em quantidade equivalente à massa da Terra todo mês, o que garante que elas não terão vida longa. Para realizar as observações os especialistas dissecaram a radiação ultravioleta do aglomerado de estrelas utilizando dois equipamentos a bordo do Hubble. "Novamente nosso trabalho demonstra que, mesmo em órbita por mais de 25 anos, ainda existem algumas áreas da ciência nas quais o Hubble se mostra unicamente capaz", afirmou Crowther.

É possível que algumas dessas estrelas massivas muito próximas se tornem buracos negros no futuro, que podem se fundir eventualmente, assim como o movimento visto na primeira vez que as ondas gravitacionais foram detectadas. A equipe de pesquisadores vai continuar a analisar os dados recolhidos pelo Telescópio Espacial para identificar qual a origem desse aglomerado de "estrelas-monstro" e calcular as possibilidades da formação de novas ondas gravitacionais.

(Da redação)

© HubbleSite
FOTOS DO TELESCÓPIO HUBBLE

SLIDES © HubbleSite
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FOTOS DO TELESCÓPIO HUBBLE

© Divulgação/NASA, ESA, Hubble SM4 ERO Team

REVELADA PELO HUBBLE, A NEBULOSA DA BORBOLETA É UM VERDADEIRO 'CALDEIRÃO' DE GASES COM TEMPERATURAS QUE PODEM ULTRAPASSAR OS 250.000 GRAUS CELSIUS. O CENTRO DO AGLOMERADO DE GÁS E POEIRA É MUITO QUENTE, BRILHANDO EM LUZ ULTRAVIOLETA. ESTÁ LOCALIZADA A CERCA DE 4.000 ANOS-LUZ DA TERRA, NA CONSTELAÇÃO DE ESCORPIÃO

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FOTOS DO TELESCÓPIO HUBBLE

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© Divulgação

DOCUMENTÁRIO MOSTRA MISSÃO DA NASA EM 2009, EM QUE SETE ASTRONAUTAS DO ÔNIBUS ESPACIAL ATLANTIS CONSERTARAM TELESCÓPIO HUBBLE

© Divulgação/ M. Meixner (STScl) e T.A Rector/Nasa-Noao-ESA-Hubble Helix Nebula Team

OBSERVATÓRIO HUBBLE FLAGRA EM DETALHES A HELIX, UMA DAS MAIS PRÓXIMAS NEBULOSAS DA TERRA, A APENAS 650 ANOS-LUZ DE DISTÂNCIA. A IMAGEM MOSTRA UMA FINA REDE DE FILAMENTOS 'MERGULHADA' NOS GASES (EM VERMELHO E AZUL) AO REDOR DE UMA ESTRELA QUE ESTÁ MORRENDO

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LANÇADO EM 1990, O HUBBLE REVELA O UNIVERSO COMO NENHUM OUTRO EQUIPAMENTO, FORNECENDO IMAGENS MUITO DETALHADAS DO ESPAÇO

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CONSTRUÍDO PELA AGÊNCIA ESPACIAL AMERICANA (NASA), O O OBSERVATÓRIO ESPACIAL HUBBLE É UM DOS MAIS CONHECIDOS EQUIPAMENTOS DE PESQUISA DA CIÊNCIA MODERNA

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