06/17/12

Aplicativo que funciona também como uma agenda preza pela clareza e facilidade de acesso às informações.


Por Fernando Daquino

(Fonte da imagem: Reprodução/Building Windows 8)


Por meio do blog oficial que acompanha o desenvolvimento do Windows 8, a Microsoft revelou detalhes do aplicativo de calendário nativo da sua mais nova plataforma. A ideia dos desenvolvedores era criar um programa com recursos que proporcionassem uma visão clara da sua rotina.

Para isso, a empresa manteve a exibição de informações mínimas de cada evento, segmentando-os em categorias – como trabalho, escola e pessoal. Contudo, você tem a opção de facilmente mudar as cores de compromissos importantes e eliminar aquelas tarefas que servem apenas de distração.

A publicação também destaca a interface minimalista do Calendário do Windows 8, a qual permite que eventos sejam adicionados de forma ágil e as configurações de notificação estejam acessíveis a todo instante. A facilidade de navegação entre os recursos oferecidos deve ser mais um belo atrativo desse software.

Esse mês vai durar um pouquinho mais do que você está acostumado.


Por Lucas Karasinski





(Fonte da imagem: Thinkstock)


Esse ano vai ser mais longo do que você pensava. De acordo com uma postagem oficial do IERS (International Earth Rotation and Reference Systems Service ou, em português, Serviço Internacional de Sistemas de Referência sobre a Rotação da Terra), um segundo deve ser adicionado ao final deste mês, junho de 2012.

A proposta de se incluir um novo segundo foi colocada em debate no começo do ano, em uma reunião realizada entre o órgão e as Nações Unidas. A razão para se fazer isso é o “excesso de pontualidade” dos relógios ou, em outras palavras, um ligeiro atraso da nosso planeta Terra.

Os países ao redor do mundo utilizam relógios atômicos extremamente eficientes para controlar os seus horários. O problema é que a Terra não consegue acompanhar esse ritmo extremamente preciso durante o seu movimento diário de rotação, e acaba ficando um pouquinho para trás. Dessa forma, se faz necessário lançar mão de um pequeno “truque” para colocar tudo em ordem.

Essa não será a primeira vez que esse “segundo extra” será utilizado para essa readequação de horários. Em 24 outras ocasiões o órgão realizou o trabalho. A última foi recentemente, no dia 31 de dezembro de 2008.

Fonte: IERS, Time and Date e G1

ANDRÉ CARAMANTE

O Ministério Público tentará uma pena mais alta contra a bacharel em direito Elize Matsunaga, 30, presa após confessar, segundo sua defesa e a polícia, a morte do marido, Marcos Matsunaga, 41.
Elize deverá ser denunciada à Justiça pela Promotoria, no máximo até quarta-feira, por homicídio doloso triplamente qualificado (que serve para aumentar a pena): motivo torpe (vingança), recurso que dificultou a defesa da vítima e meio cruel. Ela também será processada por ocultação de cadáver.

A Polícia Civil havia apresentado duas qualificadoras para o crime: motivo fútil (ciúmes) e meio cruel.

O inquérito do caso tem 532 páginas --31 contêm o relatório final sobre o assassinato.

Matsunaga foi morto em 19 de maio, no apartamento onde vivia com Elize e a filha de um ano, na Vila Leopoldina (zona oeste de São Paulo).

As três qualificadoras para o homicídio contra Matsunaga serão baseadas, entre outros elementos da investigação policial, no laudo necroscópico que apontou a causa de sua morte: "choque traumático (traumatismo craniano) associado à asfixia respiratória por sangue aspirado devido à decapitação".

Ou seja, após ser baleado na cabeça por Elize no apartamento, isso segundo a Polícia Civil e a defesa da mulher, Matsunaga foi degolado quando ainda estava vivo e agonizava. O laudo também diz que os braços foram arrancados com uma faca quando ele estava vivo.

No mesmo laudo consta que o disparo de pistola 380 de Elize contra o marido "foi de característica do tipo encostado", ou seja, à queima roupa, "da esquerda para a direita, de cima para baixo e de frente para trás".

VERSÃO

"A versão da suspeita para o crime foi totalmente sepultada após a revelação dos laudos", disse o promotor José Carlos Cosenzo, do 5º Tribunal do Júri da capital.

Em sua versão sobre o crime, Elize disse que atirou contra Matsunaga quando ele estava em pé e depois de uma discussão motivada pelo fato de ela ter descoberto que ele a traía com uma garota de programa chamada Natália. Elize também disse ter levado um tapa no rosto.

Elize afirmou ter esperado dez horas para começar a retalhar o corpo do marido, versão desmentida pelo laudo.

Elize e Matsunaga se conheciam desde 2004 e estavam casados havia dois anos. Herdeiro da Yoki Alimentos, uma das maiores do setor no Brasil, vendida recentemente por R$ 1,75 bilhão, Matsunaga conheceu Elize quando ela era garota de programa.

O advogado de Elize, Luciano Santoro, foi procurado ontem, mas não atendeu ao pedido de entrevista.

Desde o início das investigações, a polícia informava que Matsunaga tinha 42 anos, mas a informação está errada. Ele tinha 41 anos.

Editoria de arte/Folhapress



CRISTINA MORENO DE CASTRO



Obrigado a viver longe da família, o garoto haitiano encontrado na estação Corinthians-Itaquera do Metrô em dezembro de 2009 já se "abrasileirou". Ele esqueceu o creole --uma das duas línguas oficiais do Haiti-- fala português fluente, cursa o terceiro ano numa escola pública de São Paulo, torce pelo Corinthians e pratica capoeira.
O governo do Haiti decidiu conceder um passaporte ao garoto, hoje com 13 anos, que assim poderá deixar o abrigo onde vive em São Paulo e se juntar à família na Guiana Francesa, departamento ultramarino da França.
Ele vive em um abrigo com outras 20 crianças e fez três amigos "inseparáveis", segundo o coordenador da casa, André Penalva, 35.

Reprodução/TV Globo
Menino haitiano, que está emabrigo de SP, aguarda passaporte para reencontrar amãe
Menino haitiano, que está emabrigo de SP, aguarda passaporte para reencontrar amãe

Em entrevista à Folha, Penalva disse que o garoto terá dificuldade de se adaptar à nova realidade, quando finalmente puder se reunir à família na Guiana Francesa. Leia a seguir:
Ele está no seu abrigo desde 2009?
Desde 2009.
Ele já está adaptado à rotina do Brasil?
Ele está muito bem adaptado aqui. Até abrasileirado, porque pegou muitos dos costumes do nosso país, inclusive ele não lembra a língua nativa dele. Adotou mesmo a nossa língua, nossa cultura --só não samba, mas gosta de futebol, pratica capoeira, street dance...
Ele está em qual série da escola?
Terceiro ano, porque ele teve que começar do início, ser alfabetizado. A gente não sabia o nível de escolaridade dele, então o melhor foi que ele começasse do zero. E está muito bem na escola, nunca tive nenhum tipo de problema ou reclamação dele na escola. Ele é tímido com pessoas que ele não conhece. Mas com quem ele tem vínculo, é um menino muito alegre, brincalhão, extrovertido.
Ele tem uma escolta especial?
Tem que acompanhar ele em todos os lugares, mas não grudado com ele. Tem uma certeza liberdade. Ele até tem amizade com as pessoas que fazem a segurança dele. Eles são também como se fossem educadores dele, acabam auxiliando.
Ele fica muito tempo no abrigo, qual é sua rotina?
O abrigo é uma casa como outra casa qualquer. Tentamos fazer com que a criança se sinta dentro de uma família. Aqui tem quadras, tem parque, tem diversos tipos de atividade, é uma casa muito bem equipada, com TV, som, DVD, videogame. A rotina é de uma criança normal, mas mais acompanhada por diversos educadores. A capacidade máxima do abrigo é de 22 crianças.
E ele tem um grupo de amigos mais próximos?
Ele três melhores amigos, que não se desgrudam. Tem um que é como se fosse irmão. Futebol, videogame, é doente por pipa. Mas ele tem muito boa amizade com todos.
Como vocês avaliam que vai ser a adaptação na Guiana e longe dos amigos do abrigo?
Tenho certeza absoluta que ele vai ter uma dificuldade muito grande. A preferência dele é que a mãe pudesse vir para o Brasil. Porém, ao mesmo tempo, ele não quer ficar longe da mãe. Ele sabe que vai ter que se adaptar, porém vai estar junto coma família, que é insubstituível. Por mais que ele tenha essa dificuldade, é o que ele quer: estar junto com a família. Se pudesse estar todos no Brasil seria melhor, mas ele sabe que isso não é possível. Mais uma vez ele vai ter que se adaptar à região, à cultura, costumes, comida etc, e a falta dos amigos. Mas ele já sabe que a gente vai entrar em contato pelo MSN, webcam, a gente já combinou tudinho?
O que combinaram?
Quando ele fosse realmente estar junto coma família dele, que nós iriamos nos comunicar por videoconferência, falar com os amiguinhos sempre que ele quisesse. A comunicação a gente tem condições de ter sempre. Vai depender mais dele lá do que nós aqui.
Como é a conversa dele com a mãe por skype?
Essas videconferências são boas, porque é um fortalecimento de vínculo. Um contato com a mãe. Já ajuda numa adaptação. A mãe se preocupa se ele está bem de saúde, se está indo bem na escola, se está sentindo saudade. Ela aparentemente é muito carinhosa, declara o amor dela por ele, muitas vezes chora. Eu vejo que ele se emociona. A gente sabe que o desejo maior dele é estar com a família. Essas videoconferências acabam sendo uma estratégia de aproximação, é a única possibilidade de contato com a mãe e os irmãos.
Quanto tempo costumam durar as conversas?
Nunca foi menos de 40 minutos. Dura muito mais que isso, uma hora, 1h30.
Ele tem contato com os irmãos?
Ele tem cinco irmãos na Guiana e um no Haiti, de 15 ou 16 anos Ð que é o que ele ama de paixão. A gente não consegue ter contato com ele, devido a todas as dificuldades lá no Haiti. Ele gostaria que esse irmão viesse pra Guiana; nós também sentimos muito a questão de esse irmão ter ficado lá e não poder ficar junto da mãe também. Ele adora esse irmão, é o herói.
Como é a expectativa dele, depois de tanta espera?
Ele está meio estagnado. Houve época de achar que no dia das mães ele ia estar lá. Ele até confeccionou um cartãozinho pra entregar pra mãe, que tem guardado até hoje. Quando soube que não ia voltar pra mãe, ficou muito triste, chorou. Depois pensou que isso ia ocorrer no natal e também não aconteceu. Ele está mais se protegendo pra que não tenha uma nova decepção. Eu cheguei a tomar as vacinas, arrumar minha mala, porque era certo que nós íamos levar o menino, tirei o passaporte. Nós estávamos prontos porque na próxima semana a gente ia embarcar pra levar o menino. E aí veio aquele balde d'água. Pra nós foi chocante, imagina pra ele, que é criança. Ele teve épocas de tristeza, de não conseguir socializar com as crianças, de estar depressivo, pelo fato de alguém ter feito uma promessa e ele criar uma expectativa grande e não ter sido cumprida.

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