10/19/11

FAMOSIDADES


Por FAMOSIDADES
RIO DE JANEIRO - Lindsay Lohan deixou o tribunal de Los Angeles nesta quarta-feira (19) algemada após a juíza Stephanie Sautner ter revogado sua liberdade condicional . Mas, segundo o site "TMZ", a atriz foi liberada logo depois de pagar uma fiança de U$ 100 mil (aproximadamente R$ 190 mil). No dia 2 de novembro, em uma nova audiência, será decidido o futuro da loirinha - que pode pegar até um ano e meio de prisão.
Apesar de Sautner ter sido dura com Lindsay por ela ter faltado nove vezes nas reuniões do centro de mulheres, lugar onde deveria cumprir seu trabalho comunitário, LiLo teria dito a amigos que não sente raiva da juíza e que até entende sua decisão. A autoridade disse que Lindsay foi completamente responsável por ter sido expulsa do local. Desta forma, Sautner concluiu que Lindsay violou sua condicional.
Para tentar compensar seus vacilos, Lohan estaria pensando em começar a fazer horas extras de serviço comunitário no necrotério já na quinta-feira (20). Aliás, segundo o site "TMZ", ela teria prometido ir ao local todos os dias até a próxima audiência - que será realizada em 2 de novembro.
Ainda de acordo com o "TMZ", que transmitiu a audiência ao vivo, Sautner duvidou que Lindsay de fato compareceu às sessões com seu psicólogo uma vez por semana, conforme determinado anteriormente. A advogada de LiLo tentou argumentar, dizendo que ela precisou deixar a cidade a trabalho e por isso faltou ao serviço comunitário, mas este ponto foi ignorado.
Lindsay deve deixar a corte ainda nesta quarta, sob pagamento de fiança. Antes de a loirinha deixar a sala de audiência algemada, a juíza ainda reforçou que ela precisa cumprir 16 horas de trabalho no necrotério da cidade antes de 2 de novembro.
Reprodução/TMZ
Reprodução/TMZ
Histórico polêmico
Toda essa confusão na vida de Lindsay começou em 2007, quando ela foi flagrada dirigindo alcoolizada e sob efeito de cocaína. Na época, ela passou 84 minutos presa e recebeu condicional por três anos. Contudo, em julho de 2010, ela foi condenada a 90 dias de detenção por faltar a algumas aulas de educação para combate ao alcoolismo. Após um mês presa, ela foi encaminhada para uma clínica de reabilitação para terminar de cumprir sua pena.
Quando tudo parecia ter se resolvido, veio outra bomba. Lindsay foi acusada de furtar um colar de uma joalheria de Venice Beach, em janeiro de 2011. Por conta disso, foi determinado que, como pena pela nova violação da condicional, ela cumprisse 480 horas de trabalho comunitário: 360 no Downtown Women's Center e as outras 120 horas no necrotério de Los Angeles.

Lindsay Lohan terá que trabalhar no necrotério?

FAMOSIDADES

 As constantes faltas de Lindsay Lohan ao serviço comunitário tiveram um péssimo resultado. A atriz foi liberada dos trabalhos previamente determinados, mas terá que trabalhar em um necrotério. O Departamento de Liberdade Condicional considerou que Lindsay não tinha descumprido os termos de sua liberdade, enquanto os promotores queriam ver a encrenqueira atriz atrás das grades. Como resultado, o juiz encontrou um meio termo e piorou o trabalho comunitário da atriz, mas ainda assim a deixou em liberdade. 
Mesmo com seu comportamento questionável, Lindsay conseguiu encontrar algum tempo, e dinheiro, para ajudar aos necessitados. De acordo com o site "RadarOnline", a estrela doou US$ 50 mil para crianças carentes do “Foundation The Baby and I” e fez em homenagem a sua mãe, Dina.
O instituto presta assistência às mães mais necessitadas de idades entre 14 e 24 anos. Eles trabalham para tranquilizar as gestantes que terão acesso aos fundamentos necessários para um parto calmo e bem sucedido. Além disso, eles oferecem tratamento pré e pós natal.


DAVID BEASLEY - REUTERS
Mais duas pessoas nos Estados Unidos morreram de um surto da bactéria listeria causado por melões contaminados relacionados a uma fazenda do Colorado, elevando o número de mortos para 25 em 12 Estados norte-americanos, disseram autoridades sanitárias nesta quarta-feira.
As novas mortes do maior surto de listeriose nos Estados Unidos em mais de duas décadas ocorreram em Colorado e Nova York, disse o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês).
Outras mortes também foram registradas em Indiana, Kansas, Louisiana, Maryland, Missouri, Nebraska, Novo México, Oklahoma, Texas e Wyoming, segundo o CDC.
O número de pessoas infectadas pelos melões contaminados atingiu 123 em 26 Estados, depois que a Pensilvânia relatou seu primeiro caso da doença. Um dos pacientes doentes, uma mulher grávida, sofreu um aborto espontâneo, disse o CDC.
O número de mortes do surto excede o número de pessoas que morreu de um surto de listeriose ligado a cachorros-quentes e peito de peru de um processador de Michigan, que começou em 1998 e se estendeu até 1999.
Antes disso, a listeriose matou 48 pessoas em um surto de 1985 na Califórnia ligado a queijo inadequadamente pasteurizado, no maior surto já registrado da doença nos Estados Unidos.
Uma vez que a listeria pode causar a doença até dois meses após a pessoa ter consumido alimentos contaminados, as autoridades de saúde têm alertado que os casos de doença relacionados ao melão provavelmente aumentarão até outubro.
A Fazenda Jensen, no Colorado, emitiu um recall voluntário de seus melões da marca Rocky Ford em meados de setembro.
"Os melões que sabidamente não vieram da Fazenda Jensen são seguros para comer", disse o CDC.
A Listeria Mmonocytogenes é uma causa frequente de recalls de alimentos nos EUA, principalmente carnes processadas e queijos, mas a contaminação em produtos frescos é um desenvolvimento novo e preocupante.
Pessoas com maior risco são os idosos, mulheres grávidas e pessoas com sistema imunológico enfraquecido, como aqueles que tiveram transplantes de órgãos ou câncer. Os sintomas incluem febre e dores musculares, às vezes precedida por diarreia e outros problemas gastrointestinais. 


Casal sofreu acidente de carro há uma semana e permaneceu junto até os momentos finais

19 de outubro de 2011 | 19h 00

DES MOINES - Um casal de idosos casados há 72 anos morreu de mãos dadas nesta quarta-feira, 19, em Des Moines, cidade do Estado americano de Iowa, informa o site do grupo MSNBC. Os dois americanos haviam sofrido um acidente de carro no último dia 12.
Casal acreditava em casamento 'até que a morte os separasse', disse filho - Reprodução/KCCI
Reprodução/KCCI
Casal acreditava em casamento 'até que a morte os separasse', disse filho
Norma Stock, 90, e Gordon Yeager, 94, morreram de mãos dadas na unidade de tratamento intensivo do hospital, disse um dos quatro filhos do casal. O intervalo de morte entre os dois foi de apenas 70 minutos. "Eles acreditavam no casamento 'até que a morte os separasse'", disse Dennis Yeagar.
O filho do casal afirmou à televisão local que seus pais nunca gostaram de ficar separados desde o casamento - em 26 de maio de 1939. A família, porém, ficou feliz em saber que os dois passaram seus últimos momentos juntos. "Eles foram colocados no mesmo quarto de tratamento intensivo e estavam de mãos dadas", disse Dennis.
Gordon morreu às 15h38 locais, cercado pelos parentes. Ele havia parado de respirar, mas o monitor mostrava batimentos cardíacos. A enfermeira responsável pelo casal, porém, explicou aos filhos que a pulsação do coração de Norma refletia no corpo do marido, justamente pelo fato de estarem de mãos dadas. Pouco mais de uma hora depois, a americana não resistiu.
"Nenhum dos dois ia querer ter ficado sem o outro. Não consigo pensar se isso aconteceria", disse Donna, outra filha do casal. "Honestamente, fomos abençoados que eles puderam partir desta forma", completou.

estadao.com.br (Grupo Estado - Copyright 1995-2010 - Todos os direitos reservados.)

O dono da empresa Na Intimidade, de Santa Cruz do Capibaribe, no agreste pernambucano, Altair Teixeira de Moura, negou hoje ter importado dos Estados Unidos as 46 toneladas de lençóis sujos, cateteres, seringas e luvas usadas apreendidas na semana pela Receita Federal no Porto de Suape. Por meio do seu advogado, Gilberto Lima, o empresário diz que importa tecidos com defeito de tecelagem desde 2009 da empresa Texport Inc., com sede na Índia.
O advogado do empresário informou que ele se apresentou ontem à Polícia Federal e fez uma representação para que seja apurada a responsabilidade pela carga ilícita. 'Esta carga deverá ser devolvida ao exportador norte-americano pelos meios legais e a Polícia Federal será acionada para investigar irregularidades do exportador', afirmou Lima. 'O exportador mandou uma mercadoria divergente'.

Efe
Cada novo lançamento da Apple é precedido de longas filas formadas pelos fãs da marca



Alberto Peñalba
Da Efe


Objeto de desejo, símbolo de status e condicionante de nossas compras, as marcas alcançaram um lugar privilegiado em nossa sociedade, mas, como empresas como Tiffany e Rolex forjaram sua lenda? Têm algo em comum seus fundadores?
O historiador e consultor Fernando Garcés responde a estas perguntas em "Historia del Mundo con los Trozos más Codiciados" ("História do Mundo com as Peças mais Cobiçadas", em tradução livre do espanhol).
Animal simbólico, o ser humano adaptou, desde as civilizações mais antigas, a forma de vestir, os meios de transporte e inclusive a alimentação a suas ideias. Ao redor desta necessidade foram surgindo as marcas, capazes de gerar, segundo Garcés, uma magia, uma auréola que as tornam atrativas para o consumidor. "Não compramos produtos, compramos a história que está por trás deles", assegura à Agência Efe.
Do pulso de exploradores como Tenzing Nogay, o sherpa que acompanhou em 1953 sir Edmund Hillary ao topo do Everest, a luxuosa companhia Rolex forjou sua lenda. Enquanto isso, empresas como Apple e Harley Davidson conseguiram se posicionar no imaginário coletivo como "marcas dos rebeldes, dos que são diferentes", segundo Garcés.
Se o que procuramos é uma fragrância que transmita luxo, então devemos falar necessariamente de Chanel nº5. Fruto de uma colaboração em 1921 entre a estilista Coco Chanel e o filho do último perfumista do czar, Ernest Beaux. Sua lenda se associa a atrizes como Marilyn Monroe, Catherine Deneuve e Nicole Kidman.
Efe
Coco Chanel, que passou sua infância em um orfanato, chegou a ser um ícone mundial da moda
Mas não só os objetos de luxo estão representados por grandes marcas. A Coca-Cola, a bebida inventada por John Pemberton em 1885 quando pesquisava um remédio para aliviar as dores de cabeça, é hoje o refrigerante mais consumido do mundo.
O luxo dos pobres
Uma coisa que surpreende é descobrir que muitas das marcas que hoje associamos às altas esferas foram criadas por pessoas pobres em situações difíceis.
O historiador lembra, entre outras, as histórias de Walt Disney submetido às surras de seu pai na infância, ou as origens humildes de Henry Royce, cofundador da empresa de veículos exclusivos Rolls Royce, que viveu em um quartinho no jardim de um dos empregados da fábrica para a qual trabalhou.
Longe de pensar que estes casos são meras coincidências, Garcés acredita que as "situações de necessidade" unidas a algo "fascinante" estimulam a criação. "Se você está acomodado não vai buscar nada", disse comparando estes empresários com os antigos conquistadores, que zarparam dos lugares mais miseráveis em procura de El Dorado.
Imersa nessa luta pelo progresso, Coco Chanel, uma menina francesa criada em um orfanato onde aprendeu a costurar, fundou em 1910 com o apoio econômico de Arthur "Boy" Capel a primeira loja da Modas Chanel.
Conta a lenda que, após alcançar o prestígio e a fama mundial que transformaram suas peças em objeto de desejo das classes mais poderosas, decidiu "se vingar" delas transformando em tendência algumas das características dos mais pobres, como o bronzeado, próprio das camponesas; o vestido negro "Robe Noire", inspirado no traje de seu antigo orfanato; ou a roupa listrada, reservada até então aos marinheiros.
Efe
A Coca-Cola, criada para combater a dor de cabeça, é hoje o refrigerante mais vendido do mundo
A religião das marcas
O que atrai centenas de pessoas a passar várias noites ao relento para comprar o novo aparelho da Apple? Por que muitos consumidores defendem com fervor os objetos que compram? Na opinião de Garcés, isto acontece porque as marcas ocupam, cada vez mais, o espaço perdido pelas religiões em nossa sociedade.
"Na realidade o catolicismo é uma marca e o islamismo outra", diz, após afirmar que nada tem de preocupante esta tendência, já que, se elas não o fizessem, outro produto acabaria ocupando esse lugar privilegiado. "Qualquer tendência social que repercuta na maioria se transforma, queira ou não, em uma religião", explicou.
As origens
Após chegar à Califórnia em plena febre do ouro, disposto a se beneficiar das necessidades dos mineradores, o jovem Levi Strauss em breve descobriu a enorme quantidade de calças que eram consumidas devido à pouca resistência dos tecidos da época.
Usando materiais de lugares remotos como a sarga, fabricada na cidade francesa de Nîmes, e um corante procedente da Índia, o azul índigo, criou uma peça que perdurou praticamente sem variações por mais de um século.
Igualmente surpreendente é o caso da Tiffany & Co. que, fundada em 1837, foi a princípio uma espécie de bazar. Aproveitando as revoluções e guerras que em 1848 assolaram a Europa, seu dono, Charles Tiffany, comprou diferentes joias da coroa francesa que revendeu a preços astronômicos, iniciando o caminho que o levaria a ser uma das joalherias mais emblemáticas do mundo.


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