02/16/15

Projeto pretende levar os primeiros seres humanos para o planeta vermelho em 2025


A presença de seres humanos em outro planeta pode não estar tão longe quanto os mais céticos imaginam. A missão Mars One anunciou nesta segunda-feira (16) cem candidatos que passaram pela terceira fase do projeto que pretende levar os primeiros seres humanos para Marte. E para justificar o ditado “brasileiro é igual formiga, tem em todo lugar”, uma professora universitária de Porto Velho está entre as selecionadas


Identificada apenas como Sandra no site da Mars One, a professora se descreve como aficionada por aquários de água doce e escritora de ficção científica Foto: Reprodução/Mars One


Sandra, de 51 anos, também mantém atividades extracurriculares em um clube de ciências na escola Major Guapindaia Foto: Reprodução/Mars One



Está é apenas a terceira fase do projeto que deve levar quatro seres humanos para o planeta vermelho no final de 2025. A ideia é que eles sejam selecionados pela audiência do reality show ou uma empresa que financie o projeto estimado em 4 bilhões de libras (cerca de R$ 17,5 bilhões) Foto: Reprodução/Mars One

Os cem concorrentes foram escolhidos entre os 202.586 candidatos originais. A lista é composta por 39 pessoas das Américas, 31 da Europa, 16 da Ásia, sete da África e sete da Oceania
Foto: Reprodução/Mars One



Recentemente, um grupo de estudantes do MIT (Massachusetts Institute of Technology) fez uma previsão catastrófica para a missão. Segundo eles, os participantes poderão morrer de fome caso o plano atual não seja modificado.

Diario do Grande ABC
Reprodução

Com cerca de 600 bilhões de litros de água armazenada, cerca de 57% de sua capacidade, a Billings é apontada hoje como a salvação para a crise hídrica instalada no Estado. Isso porque a represa tem capacidade superior ao Cantareira, antes responsável pelo abastecimento de 9 milhões de pessoas na Região Metropolitana. A principal dificuldade, no entanto, é a necessidade de se recuperar o manancial, que vem sendo castigado ao longo dos anos com o descarte de esgoto e poluentes. 

Devido às constantes baixas em seu nível desde o início do colapso hídrico, o Cantareira opera com 6,9% de sua capacidade, já considerando a segunda parcela da reserva técnica. O sistema abastece hoje 6,2 milhões de pessoas. Já a Billings, localizada entre a Zona Sul da Capital e cinco cidades da região: Santo André, São Bernardo, Diadema, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, tem dez vezes mais volume em seus 127 km². Estudo publicado em 2002 pelo Instituto Socioambiental apontou a capacidade de a represa abastecer até 4,5 milhões de pessoas, considerando sua vazão natural de 14 m³/s. 

Atualmente, são captados 7,7 m³/s de água da represa para consumo humano, sendo 5,5 m³/s do braço Rio Grande desde 1958 (usada por 1,2 milhão de pessoas de São Bernardo, Diadema e parte de Santo André) e 2,19 m³/s do braço Taquacetuba desde 2000 (água que é transferida para o Guarapiranga e colabora para o abastecimento de 1,1 milhão de pessoas). Além disso, ao menos outros 6 m³/s de água são retirados da Billings diariamente para produção de energia elétrica na Usina Henry Borden, em Cubatão. 

A capacidade do Rio Grande é de 112 milhões de metros cúbicos e o sistema opera hoje com 79,9% do total. Um dos projetos do governo do Estado e aprovado pela União via PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) para ampliar a captação já realizada na Billings é a interligação dos braços Rio Pequeno e Rio Grande, o que acrescentaria mais 2,2 m³/s à produção do Rio Grande para enviar ao Alto Tietê. A companhia não informou qual o custo da obra e o prazo para que fique pronta. 

A utilização da represa para colaborar com os demais mananciais causa preocupação a especialistas. Segundo o secretário de Gestão Ambiental de São Bernardo e representante do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC no Comitê de Crise Hídrica estadual, João Ricardo Guimarães Caetano, o órgão aguarda apresentação dos projetos do governo do Estado. “Nossa preocupação é se houver retirada maior de água da Billings do que ela é capaz de repor naturalmente.” 

Para o professor de Engenharia Civil da UFABC (Universidade Federal do ABC) Ricardo Sousa Moretti, o principal problema é a questão da qualidade da água, tendo em vista o processo de reversão dos rios para a Billings durante o período das cheias por meio de bombeamento. “Parcela significativa do corpo principal da represa vem dos rios Tamanduateí, Tietê e Pinheiros. É uma água de qualidade diferente da existente no braço Rio Grande.” 

A bióloga da USCS (Universidade Municipal de São Caetano) Marta Angela Marcondes considera essencial o investimento em tratamento de esgoto para melhoria da qualidade da represa. “Todo mundo tem culpa nesse processo de poluição ao longo do tempo”, diz. 

A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) afirmou que dispõe de tecnologia que permite a transformação de água poluída em potável por meio de tratamento independentemente da qualidade na origem e que, por essa razão, há quase 60 anos, utiliza o recurso da Billings por meio dos braços Rio Grande e Taquacetuba. 

Lei específica trouxe poucos avanços para o manancial 

Regulamentada em 2010, a Lei Específica da Billings, que estabelece parâmetros técnicos para regularização fundiária, remediação de danos ambientais e metas de preservação, não saiu do papel. O reservatório enfrenta triste cenário de poluição e ocupação desordenada. Estima-se que haja cerca de 250 mil moradias irregulares no entorno. 

O Programa Pró-Billings, desenvolvido pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), executa obras de tratamento de esgoto que, até 2015, atenderão 250 mil pessoas em São Bernardo. Outras 10 mil pessoas serão beneficiadas diretamente com a coleta que integra a terceira etapa do Projeto Tietê. 

O investimento da Sabesp nos últimos três anos para recolher o esgoto nos três municípios é de aproximadamente R$ 72 milhões. Em Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra há intervenções beneficiando cerca de 2.000 habitantes. 

Em paralelo, as cidades banhadas pela represa e que mantêm moradias irregulares às margens do manancial avançam, ainda que lentamente, no processo de urbanização dessas áreas e remoção de famílias, quando necessário. Neste caso, a principal justificativa para a lentidão das obras é a dificuldade no processo de obtenção de licenças específicas junto à Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental). 

Expedição pretende avaliar qualidade da água 

Expedição para avaliar a qualidade da água do corpo central da Represa Billings está programada para ter início em março. Comandada pela bióloga e professora da USCS (Universidade Municipal de São Caetano) Marta Angela Marcondes, a travessia de cerca de 45 quilômetros entre a Balsa João Basso, no Riacho Grande, até a barragem do Rio Pinheiros, feita de barco, apontará alternativas para o uso da água do manancial para consumo humano de forma segura, tendo em vista a existência de diversos poluentes e contaminantes. 

“Vamos analisar desde PH, temperatura, quantidade de oxigênio dissolvido na água e níveis de amônia, cloreto e fosfato. A ideia é que seja um estudo rápido, até julho, de forma que possamos comparar com pesquisas já feitas anteriormente e informar a população”, observa a pesquisadora, que será acompanhada por outras nove pessoas durante o período do levantamento. 

Desde dezembro, a professora vem coletando amostras de seis pontos do corpo central da represa para estudo inicial. Um dos itens já analisados é o índice de oxigênio dissolvido na água da Billings. “Percebemos que a qualidade vai piorando até chegar a nível de rio à medida que avançamos em direção à barragem do Pinheiros. A vegetação vai diminuindo e as ocupações às margens da represa e quantidade de lixo vão aumentando, assim como o mau cheiro”, destaca Marta. 

Enquanto a coleta de água feita nas proximidades da Balsa João Basso, no Riacho Grande, ao lado de colônia de pescadores, indica nível de 8 mg/L de oxigênio dissolvido, a amostra do último ponto da miniexpedição obteve índice de 0,1 mg/L. “Quanto menor a quantidade de oxigênio, menor a possibilidade de existência de vida”, explica a bióloga (veja gráfico com resultados acima). 

Outro dado que merece destaque, segundo a professora, é a comprovação da existência, em grande quantidade, de microcistinas, toxinas naturais produzidas por cianobactérias. Em contato com o organismo, essas substâncias causam desde problemas respiratórios até doenças no fígado e rins. 

De acordo com Marta, estudos realizados na década de 1960 já apontavam a presença deste tipo de bactérias, além de materiais pesados, como chumbo e mercúrio, na represa. “Vamos comparar nossas análises com as já realizadas para saber se houve melhora ou piora da qualidade da água da represa e oferecer alternativas. Solução técnica existe, mas é preciso que todos tenham o mesmo objetivo”, provoca Marta.

Por Redação Yahoo! Brasil

Reprodução/NASA

Sempre que olhamos para uma estrela admiramos sua beleza e esquecemos de alguns detalhes. Um deles, bastante importante para a ciência, é o som que elas emitem. 

Chamado de “música estelar”, o som das estrelas não é melodia para nossos ouvidos, mas é relevante para pesquisas. Através da ressonância natural que ela emite, cientistas medem seu diâmetro, sua idade e sua massa. 

“A afinação do ruído sonoro emitido pelas estrelas diz respeito ao seu tamanho, massa… É como a reverberação de um objeto, quando a afinação diz respeito do tamanho do instrumento e do que o faz ressoar em seu interior”, explica Bill Chaplin, professor da Universidade de Birmingham.

Chaplin é um dos responsáveis pelo estudo da estrela Kepler-444. Segundo eles, o foco nessa estrela diz respeito à possibilidade dela ser crucial na busca por vida extraterrestre. Durante sua pesquisa, gravaram o som que ela emite e o disponibilizaram.

Ouça:


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