08/13/11


Acabar com a privacidade na internet? A rede mundial não esquece, não perdoa e vai estar sempre lá.

A Google recebeu recentemente algumas críticas pela política de “nomes verdadeiros” na rede social Google+ – muitos usuários tiveram a conta no site suspensa (e em alguns casos em outras páginas da empresa também) porque não usavam nomes reais.
O vice-presidente sênior da divisão social da Google, Vic Gundotra, disse que a política tem como objetivo dar um tom positivo, “como quando um restaurante não permite que as pessoas entrem sem camisa ”.
Gundotra, em entrevista a um blog de tecnologia, afirmou que a política não é contra nomes falsos, mas contra quem o escreve de maneiras estranhas (com letras de ponta cabeça, por exemplo), ou usam obviamente um pseudônimo, como “Deus, ou pior”.
Entendo o argumento da política de “nomes verdadeiros”, que torna as pessoas responsáveis pelo que dizem, e acrescenta um ambiente mais profissional para a rede. Permitir o uso de pseudônimos em mídias sociais leva inevitavelmente a um pouco de caos e descrédito.
Mas, se não tivermos anonimato na internet, não temos nada.
Há muitas razões para preservar o anonimato na rede. Por exemplo, há aquelas pessoas que querem mudar o mundo por meio de ativismo político e social, mas também há quem não quer morrer por expressar pontos de vista. Há que queira o pouco de privacidade que existe no mundo moderno. Há que queira usar a internet sem ser assediado, perseguido, perturbado.
Mas esta é a razão mais válida de todas: a internet nunca esquece.
É fácil argumentar contra a política dos “nomes verdadeiros” quando você confronta a internet com os limites do cérebro humano. Mas online não somos limitados por eles.
Pense desta maneira: na vida real não se pode dizer coisas ruins anonimamente. Então, na vida real é preciso assumir a responsabilidade pelo que dizemos. Mas há muitos limites em quantas dessas coisas que você fala realmente afetam sua vida: as pessoas perdoam, esquecem, mudam para longe e nunca mais olham para trás.
Na internet, não é bem assim. Se você disser algum ruim e se isso de alguma forma estiver ligado ao seu nome verdadeiro, todos que encontrar nos próximos 60 anos estarão a um clique de distância de saber que "pessoa horrível" você é. O tempo não cura na internet, o tempo sequer existe na internet.
Então, as pessoas que acham que acabar com o anonimato na internet é algo bom devem dar uma boa olhada na rede e perceber que ela é bem diferente do cérebro humano.
(Sarah Jacobsson Purewal

Li Lin e Li Juan foram presos por vender suas três crianças - dois meninos e uma menina - e usar o dinheiro em jogos na Internet.

Um casal chinês foi preso depois de vender seus três filhos para comprar créditos de jogos online, segundo a rede de TV americana ABC.


Segundo relatos, Li Lin e Li Juan teriam se conhecido em um internet café em 2007. Um ano depois, tiveram seu primeiro filho. Em 2009, veio o segundo - uma menina. Nesse ponto, eles decidiram vendê-la para sustentar o vício online.


A venda foi fechada por 3 mil yuans - cerca de 715 reais. Tempos depois, eles venderam seu primeiro filho por dez vezes mais, ou 30 mil yuans (cerca de 7.150 reais).


Mais tarde, eles tiveram outro garoto, que foi vendido pelo mesmo valor.


Na prisão, o casal alegou que não sabia haver uma lei contra vender filhos para arranjar dinheiro para jogos. Questionados sobre se sentiam falta dos filhos, eles responderam: "Não queríamos criá-los, apenas vendê-los por algum dinheiro."


Medida foi tomada não por pirataria, mas por falta de licença para funcionar.

Duas de cinco lojas falsas da Apple que apareceram na cidade de Kunming, na China, foram fechadas pelo governo chinês - mas não porque estavam claramente violando leis de propriedade intelectual. De acordo com a Reuters, os dois estabelecimentos estavam operando sem licenças de funcionamento.
As outras três restantes - que se apropriaram de muitas características das lojas oficiais da Apple, como painéis, uniformes dos funcionários e até mesmo fazendo com que seus colaboradores realmente acreditassem que estavam trabalhando para a empresa de Cupertino - continuam abertas. Por enquanto.

Esses “tributos” à estética da Apple foram descobertos por um blog de uma norte-americana que se identifica como BirdAbroad. E as lojas não estavam, como muitos suspeitaram, vendendo Hackintoshes, iPhones do mercado negro ou cópias baratas do iPad - um negócio muito popular e lucrativo na China. Em vez disso, esses locais comercializam produtos legítimos da Apple, cobrando o preço normal de mercado.

A Apple tem quatro revendedoras oficiais na China - duas em Pequim e outras duas em Xangai. As Apple Stores chinesas são, inclusive, as lojas mais movimentadas e com maior geração de receita da Apple, ultrapassando até a famosa loja da 5.ª Avenida, em Nova York. A companhia provavelmente deve construir outras ou poderia considerar a possibilidade de tornar os estabelecimentos de Kunming parte das 13 revendedoras oficiais.
Entretanto, dado que as Apple Stores fajutas não estão tentando simplesmente vender os produtos da Apple, mas procurando reproduzir a experiência dos clientes em uma loja real, há muitas chances que a companhia não permita que esses locais permaneçam com as portas abertas por muito tempo.


Produzido na China, o aparelho, que tenta “imitar” o futuro smartphone da Apple, já pode ser encontrado em sites e lojas no Brasil.

E o produto pirata chegou antes do original. Já tem gente ganhando dinheiro na China e no Brasil com um celular que tenta imitar um aparelho que não foi sequer lançado (o iPhone 5 deve ser anunciado pela Apple em setembro ou outubro).
Disponível em lojas na China e em sites brasileiros, o chamado hiPhone 5 procura adotar o design da nova versão do celular da Apple (com base nos rumores sobre como como esse celular será, claro). No mercado chinês ele custa 30 dólares. Por aqui, está cotado a cerca de 200 reais em sites como o Mercado Livre.
Saiba mais sobre o produto na Macworld Brasil.


Duas abas foram adicionadas: uma mostra as atualizações que fazem referência ao usuário e a outra exibe as interações dos internautas que ele segue.

O Twitter liberou dois novos recursos para a rede social, conforme anunciado nesta quarta-feira (10/08) em seu blog oficial. Segundo a empresa, agora o usuário poderá ser notificado quando alguém classificar como “favorito” uma de suas mensagens ou quando retuitá-la. Também será possível visualizar quais atualizações foram as mais interessantes – ou “inspiradoras” – para os internautas que ele segue.
A primeira função é acessada ao se selecionar a aba com o nome do perfil. O objetivo é que o usuário possa ver o que acontece no Twitter que tenha relação com a sua conta. Ou seja: retuites de suas mensagens, novos seguidores, mensagens direcionadas, entre outras interações.
O segundo recurso é utilizado a partir da aba Activity Bar (Barra de Atividade). Nele, é possível observar as mesmas coisas que a função anterior exibe, mas referentes aos internautas que o usuário segue. A companhia aposta que, assim, será muito mais fácil explorar a rede social, já que boa parte das informações estará reunida em uma mesma página.
ActivityBar
Barra Activity - uma dos novos recursos.
As novidades substituem as abas “Mentions” e “Retweets”. Às 19h30 desta quarta-feira, as funções ainda não haviam chegado à versão em português do portal. No modelo em inglês, porém, já estavam funcionando normalmente em alguns dos perfis de jornalistas do IDG Now.


Primeiro-ministro David Cameron pretende discutir a ideia com setores do governo; ataques estariam sendo planejados por meio desses serviços.

O governo inglês já considera desligar temporariamente serviços de redes sociais como o Twitter e de chat como o BlackBerry Messenger em um esforço polêmico para tentar conter a recente onda de protestos violentos no país, de acordo com informações da agência Reuters.
“Estamos trabalhando com a polícia, os serviços de inteligência e a indústria para ver se seria correto impedir que as pessoas se comuniquem por meio desses serviços e sites quando sabemos que eles estão sendo usados para planejar violência, tumultos e criminalidade”, afirmou o primeiro-ministro do país, David Cameron, durante uma reunião de emergência no parlamento em razão das revoltas.
Conforme já noticiamos, a Research In Motion (RIM), fabricante do BlackBerry, se comprometeu a atuar junto à polícia inglesa para controlar os violentos protestos que têm se espalhado por Londres, Birmingham e Liverpool desde o último sábado (6/8). A promessa surgiu pouco após a denúncia de que as ações estavam sendo coordenadas a partir de smartphones BlackBerry, fabricados pela empresa. Apesar disso, como as mensagens trocadas por sua rede costumam ser criptografadas, é possível que a companhia tenha dificuldade para entregá-las às forças do Reino Unido.
No início deste ano, autoridades do Egito tomaram uma atitude parecida, quando desligaram alguns serviços de Internet e telefonia celular durante protestos contra o então presidente do país, Hosni Mubarak. Na época, a ação foi chamada de opressiva.
Conflito na Inglaterra
Os distúrbios já chegaram a várias áreas da capital inglesa, de Hackney, Peckham e Clapham a Croydon e Ealing – isso depois de atingir os bairros de Tottenham e Brixton no último fim de semana. A inflamada reação teve início depois que um homem, supostamente armado, foi morto pela polícia do país.
Um enorme depósito da Sony, localizado em Enfield, e utilizado pela empresa para distribuir CDs e DVDs no Reino Unido, foi incendiado pelos manifestantes. As autoridades estão em busca de pessoas que trocaram mensagens ameaçadoras via BlackBerry Messenger, Twitter e Facebook.


Segundo New York Times, o líder Kim Jong-il formou um "exército de hackers" em jogos MMO para conseguir financiar seu governo.

Quanto dinheiro você conseguiria acumular a partir da prática de gold farming (que consiste em fazer dinheiro com bens virtuais) em games? Se você governa a Coreia do Norte e tem acesso a equipes inteiras, aparentemente pode conseguir cerca de 6 milhões de dólares.
E parece que o ditador Kim Jong-il se encaixa em todos esses pré-requisitos: o New York Times informa que o líder da Coreia do Norte usou jogos MMO (multiplayer massivo online) para financiar seu governo. De acordo com fontes da polícia de Seul, capital da Coreia do Sul, o governo da Coreia do Norte tem recebido “comissões” de um grupo hacker que conseguiu 6 milhões de dólares em dinheiro de verdade, enquanto o “financiamento sujo” do gold farming possui um valor estimado de bilhões de dólares (virtuais). 
Aparentemente, o ditador norte-coreano recorreu ao gold farming em MMOs como outro meio estranho para levantar dinheiro, uma vez que as Nações Unidas (ONU) restringiram o comércio da Coreia do Norte com outros mercados, além de emitir sanções sobres os programas nucleares do país.
Vale notar que esquemas e redes envolvendo gold farming são incrivelmente comuns em muitos locais na Ásia – mas também são mais uma atividade ilegal que Jong-il usa para levantar dinheiro, além do “tráfico de drogas, falsificações, venda de armas e outras atividades ilícitas.”


Enquanto rival ganha seção com "Angry Birds" e "Sudoku", site de Zuckerberg oferece tela maior, stream separado e lista de jogos favoritos.

Pouco depois de o Google+ anunciar uma seção de jogos online, é a vez do Facebook divulgar, em seublog oficial, algumas melhorias para a sua bem-sucedida área de games.
Agora, a rede social de Mark Zuckerberg terá um stream separado para games, trazendo as atividades de seus amigos nos jogos, além de suas pontuações e conquistas, tudo isso em um registrador próprio.
Outra novidade é que você agora pode clicar em uma “notícia” de jogos dos seus amigos e começar a jogar o game imediatamente. Segundo o site, os usuários agora também podem controlar essas notícias para cada app individual em suas Configurações – podendo mostrar que está jogando um game, mas não outro, por exemplo.
Tela maior e favoritos
A partir dos próximos dias os gamers casuais da maior rede social do mundo poderão curtir jogos como CityVille, ZooWorld e Monster World em uma tela maior. O Facebook afirma que assim os usuários terão uma “experiência mais imersiva”.
E quem joga muitos games no site agora poderá marcar seus favoritos em sua página inicial. Como explica o site, para adicionar um favorito bastará clicar no menu próximo ao Bookmark. Além disso, os usuários também podem editar as configurações a partir desse mesmo menu.
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Usuários agora podem curtir games em tela maior no Facebook

Segundo números da empresa NPD, comercialização sofreu queda de US$961 milhões para R$707 milhões; vendas digitais cresceram e devem "salvar" o ano.

As notícias das vendas de game nos EUA em julho são boas para o meio digital, mas ruins para as lojas físicas. A venda total de games em lojas este mês caiu 26% em relação ao mesmo período do ano passado, uma queda de 961 milhões de dólares para 707 milhões de dólares.

“Não há como negar o fato de que as vendas de games em lojas físicas teve seu pior resultado (em julho) desde outubro de 2006”, afirma a analista da empresa de pesquisas NPD Group, Anita Frazier.

Por outro lado, afirma Anita, as vendas no varejo caíram apenas 4% no acumulado deste ano. A analista também prevê que a temporada de final de ano deve zerar essa diferença ou trazer para um número mais modesto, como 2% negativos.

Curiosamente, os consoles foram os que mais contribuíram para essa queda, e não por causa de seus preços, que a NPD chama de “nivelado” em comparação ao ano passado – as vendas de consoles simplesmente caíram de modo geral.

Como sempre, o comunicado de imprensa da Microsoft incluiu vendas do Xbox 360 (2770 mil no mês, ficando em 1º lugar), enquanto a nota da Sony deixou de lado as vendas menores do PS3 e, em vez disso, destacou o aumento de 18% na comercialização de acessórios para o console. A Microsoft afirma que o Xbox 360 foi o mais vendido no país pelo quinto mês seguido, “vendendo mais unidades nos EUA do que qualquer outro console nos últimos 13 meses”, e alega que o aparelho está “a caminho de ter o seu melhor ano” em termos de vendas.

Parece que o Xbox 360 e o PS3 foram os que mais contribuíram para a venda de consoles, jogos e acessórios, enquanto as outras plataformas (leia-se tudo da Nintendo e o PSP) caíram no acumulado do ano e em relação ao mesmo período de 2010.

A NPD ainda tira o chapéu para as vendas digitais, dizendo que cresceram de modo “impressionante” e notando ainda que o crescimento desta área “combinado com um leve declínio ou padrão nas vendas físicas deve fazer com que 2011 tenha um resultado melhor do que 2010.”

O título mais vendido no período foi “NCAA Footbal 12”, para Xbox 360 e PS3.

Jobs afirmou que a Apple está colocando tudo na nuvem, o famoso iCloud. Foto: AP



Jobs já afirmou que a Apple está colocando tudo na nuvem, o famoso iCloud meses atrás
Foto: AP

O problema de dos rumores é sempre o mesmo: cada um diz uma coisa. Nesta sexta-feira, os sites MacRumorsAppoliciousBusiness Insider e TipB replicaram uma notícia do site japonês Kodawarsian de que a Apple prepara o lançamento do próximo iPhone para 7 de setembro, uma quarta-feira. Inicialmente, o MacRumors, aparentemente o primeiro a dar a "notícia", disse que o evento seria dia 8 de setembro, mas depois o site se corrigiu afirmando que se tratava do horário japonês, logo, nos Estados Unidos, seria dia 7.
Ainda de acordo com o MacRumors, o site japonês acompanha os lançamentos da gigante de Cupertino há algum tempo e já esteve certo sobre rumores no passado. Neste caso, vale lembra que setembro de fato é um mês em que a Apple costuma fazer anúncios, mas normalmente relacionados à música, como o iTunes e o iPod.
Mashable, outro site de tecnologia, dá conta de outro rumor, de que o iPhone 5 seria lançado ao lado de uma versão mais barato do iPhone 4 baseado no iCloud. O novo dispositivo, que poderia se chamar iPhone Cloud, teria uma redução substancial em seu armazenamento flash.
O rumor é uma cortesia, explica o Mashable, de Trevor Sheridan, autor do blog Applenapps.com e que teria falado com três fontes independentes que já lhe teriam dado informações privilegiadas sobre o Lion antes do lançamento.
Segundo Sheridan, o iPhone Cloud lembraria um iPad só que pequeno, e seria vendido por US$ 400, podendo sair até de graça por algumas operadoras e seus contratos. Com iOS5, o iCloud faria backup de todo o smartphone, inclusive dos aplicativos. A pergunta que fica diante desse rumor é: o iCloud já é tudo isso? Os usuários teriam banda de dados suficiente para tornar esse smartphone viável?
Pensando no histórico da Apple, faria sentido lançar uma versão mais barata do iPhone 4 junto da sua quinta versão. Afinal, foi o que a Maçã fez com o iPhone 3GS, praticamente em liquidação atualmente na AT&T: US$ 49. Sheridan, citando os dados de analistas da iSuppli, afirma que a memória flash é cerca de 15% do custo de um iPhone 4. Mantendo uma memória interna de 8 GB, por exemplo, a Apple teria em mãos um produtos realmente muito barato para colocar no mercado.
Por enquanto, e como sempre, é esperar para ver o que Steve Jobs e sua equipe está aprontando.

Aplicativo permite acessar conversas antigas, criar novas e manter conversas em grupo. Foto: Divulgação


Aplicativo permite acessar conversas antigas, criar novas e manter conversas em grupo
Foto: Divulgação

O Facebook lançou nesta terça-feira o Facebook Messenger, um aplicativo para iPhone e Android que possibilita ao usuário trocar mensagens e textos em tempo real através da rede social.
O aplicativo, que já está disponível no Android Market e também na iOS App Store, é resultado direto da compra da Beluga em março deste ano. O Facebook Messenger é o primeiro aplicativo que a empresa desenvolveu e lançou fora do aplicativo oficial do Facebook, diz o site Mashable.
Segundo o blog oficial da empresa, o software é simples e uma vez que os usuários entram no Messenger com seu login e senha do Facebook, são redirecionados para uma tela com todas as conversas e mensagens recentes da rede social. Os usuários também podem acessar conversas antigas ou criar uma nova. As mensagens também podem ser enviadas através do Facebook Messenger ou por SMS.
O aplicativo permite ainda que os usuários mandem fotos para seus amigos e iniciem conversas em grupo.
O Mashable destaca como um dos elementos-chave do aplicativo o seu sistema de alertas. O usuário pode escolher receber um alerta quando chegarem mensagens novas ou então, desativar o sistema. Ele também poderá atrasar os alertas em uma hora ou até às 8h da manhã do dia seguinte.

O Facebook apresentou uma aplicação de Messenger para smartphones que permite enviar mensagens gratuitas, mesmo que o receptor não tenha conta na rede social
Inicialmente apenas disponível nos EUA para dispositivos Android e iPhone, sendo que uma versão para BlackBerry está prevista «para breve», a aplicação gratuita funciona para o envio de mensagens para uma pessoa ou para um grupo.
Num texto publicado no blogue oficial da rede social a responsável pelo serviço, Lucy Zhang, revela a aplicação foi criada para«simplificar a forma como funcionam as mensagens».
Segundo Lucy Zhang o Messenger móvel do Facebook «é uma aplicação separada» da rede social, através da qual os utilizadores podem enviar mensagens, como se estivessem no Facebook, mas sem estarem ligados à rede social.
Caso a pessoa que o utilizador pretende contactar não tenha conta no Facebook, a mensagem é enviada por SMS.
Apesar de inicialmente a aplicação estar apenas disponível nos EUA, esta deve começar a ser disponibilizada noutros países brevemente.


Os serviços de mensagens instantâneas para ‘smartphone’ são a nova ferramenta do Facebook.
O Facebook lançou uma aplicação de mensagens instantâneas para o mercado dos ‘smartphones' para concorrer directamente com outras aplicações semelhantes, como a WhatsApp e o BlackBerry Messenger. Isto numa altura em que o forte crescimento deste mercado ameaça as fontes de receita tradicionais dos operadores de telecomunicações móveis. O BlackBerry Messenger (BBM), criado pela Research in Motion, ganhou aliás novo protagonismo esta semana por ser o meio mais utilizado na organização dos motins em Londres e noutras cidades britânicas.
Alguns analistas receiam que as receitas de voz e texto dos operadores possam cair significativamente se os consumidores usarem cada vez mais as mensagens instantâneas, especialmente extra "pacotes voz e SMS". O BBM e outros serviços de mensagem via Internet são muito mais acessíveis do que as tradicionais SMS, pelo facto de usarem a Internet, além de oferecerem outras funcionalidades, como a notificação de entrega, ‘chat' em pequenos grupos e partilha de fotografias.
Graham Brown, da consultora Mobile Youth, chegou à conclusão de que no universo de adolescentes britânicos que têm BlackBerry, 80% das mensagens móveis são enviadas através do BBM. A Apple vai introduzir um serviço de ‘chat' em grupo, o iMessage, integrado na actualização de ‘software' para o iPhone e iPad, que tem lançamento previsto para o Outono.
No topo das preferências
As aplicações da Apple e do BlackBerry estão limitadas às respectivas marcas, mas há outros serviços que funcionam em diferentes plataformas. O WhatsApp Messenger, criado por uma ‘start-up' americana, está no topo das preferências na App Store da Apple na Europa, Índia e EUA, desde que introduziu o ‘chat' em grupo em Fevereiro. O Groupeme, cujo lançamento internacional teve lugar este mês, estreou-se nos EUA em Maio.
A popularidade do WhatsApp na Holanda foi a desculpa invocada pelo operador KPN para justificar a queda de 8% no volume de SMS no primeiro trimestre do ano fiscal de 2011. Segundo estimativas do operador holandês, 85% dos clientes "Hi brand", com idades entre 18 e 24 anos que usam telemóveis Android, instalaram o WhatsApp.
Esta terça-feira, o Facebook lançou a primeira aplicação para ‘smartphones', mais avançada do que as que disponibilizou até agora e que já é um mega êxito, ou não fosse a aplicação mais descarregada no iPhone, nos EUA, única região onde actualmente se encontra disponível. Mas importa lembrar que o serviço de SMS é o único que continua a funcionar em todos os telemóveis, o que ainda dá aos operadores alguma vantagem sobre as empresas de tecnologia.

O carro que capta imagens para o serviço do Google Street View foi flagrado em Umuarama (a 172 km de Maringá) na tarde de quarta-feira (10).



A fotografia foi enviada ao portal odiario.com pelo funcionário de uma faculdade Celso da Rosa, o flagrante na Praça Miguel Rossafa, no entanto, teria sido feito por Marco Tavares.
O veículo foi fotografado em Maringána manhã de segunda-feira (8), e retornou à Cidade Canção na manhã desta sexta-feira (12), quando foi visto na Praça Pio XII, segundo informou o jornalista Fábio Linjardi.
De acordo com o Google, o serviço "Google Maps com Street View permite explorar lugares no mundo todo através de imagens em 360 graus no nível da rua. Você pode dar uma olhada em restaurantes, visitar bairros ou planejar a próxima viagem". As imagens são de estradas públicas, e são publicadas na internet, porém, não estão em tempo real.
No início de julho, o carro esteve em Londrina. Segundo a assessoria de imprensa da Google, em São Paulo, não há previsão de quando as imagens estarão disponíveis online, uma vez que, após a coleta, há o período de tratamento de todas as imagens para, então, fazer uma nova carga de conteúdo no sistema.
No Paraná, o Google Street View já passou por Antonina, Balsa Nova, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Colombo, Contenda, Curitiba, Fazenda Rio Grande, Mandirituba, Morretes, Pinhais, Piraquara, Ponta Grossa, Quatro Barras, São José dos Pinhais, Ventania.
Após a coleta das imagens, os técnicos do Google vão montar as fotos uma ao lado da outra, criando uma imagem gigantesca como se estivesse dentro de um globo cortado ao meio. Desta forma é possível o usuário mudar o ângulo de visualização, vendo imagens diferentes como se estivesse passeando pela cidade.


(AFP) 
 O Google+, a rede social do gigante da internet Google, agregou jogos a seu site, entre eles "Angry Birds", que causou sensação no mundo, em uma nova tentativa de disputar com o Facebook a primazia na vida online dos usuários.

"Queremos fazer com que os jogos online sejam tão divertidos, e tão significativos, como jogar na vida real", disse o vice-presidente de engenharia do Google, Vic Gundotra, em um blog.

"Quando alguém estiver pronto para jogar, a página Games (jogos) aguarda", completou.

Junto com o popular jogo "Angry Birds", o escopo inicial de ofertas disponíveis no Google+ inclui "Bejeweled Blitz", "Zynga Poker", e "Dragon Age Legends".

Uma versão independente de "Crime City" permite aos membros do Google+ jogar como um chefe do crime.

"É animador nos unir ao Google para levar 'Crime City' aos usuários do Google+", disse Ken Chiu, chefe-executivo da Funzio, uma empresa que desenvolve jogos para redes sociais e telefones celulares. "Estamos ansiosos para lançar mais jogos no Google+ no futuro".

Uma versão do Facebook de "Crime City" tornou-se muito popular depois de seu lançamento em setembro do ano passado.

Algumas horas depois de o Google+ começar a oferecer jogos, o Facebook promoveu uma série de novas ofertas para jogar online com os amigos.

"Quando alguém joga, agora verá uma corrente separada da atividade de jogo dos amigos, pontuações", disse na quinta-feira Jared Morgenstern, do Facebook, no blog da rede social.

"A melhor forma de encontrar novos jogos é através de amigos, e agora terão mais oportunidades de ver o que estão jogando", completou.

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