02/23/15

De acordo com jornal, cantora recebeu convite, mas precisou recusar

Será que é esse o motivo para Taylor não trazer a turnê para cá? Getty Images

A cantora Taylor Swift foi proibida pela mãe de se apresentar no Brasil. De acordo com a coluna Gente Boa, de Cleo Guimarães, no jornal O Globo, a estrela pop recebeu convite para fazer dois shows no país, mas recusou.

Segundo o jornal, o motivo seria uma imposição de Andrea Finlay, mãe da estrela. Ela não permitiria apresentações da filha em países de terceiro mundo.

Taylor realmente nunca fez shows grandes no Brasil. Mas passou por aqui em 2012 para anunciar o lançamento do álbum Red, e chegou a cantar com Paula Fernandes. Ela fez um pocket show de 30 minutos no Citibank Hall, no Rio de Janeiro.

Na agenda da cantora, há shows marcados até dezembro e nenhum deles na América Latina ou países da África. A turnê vai passar pelo Japão, Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, Holanda, Irlanda e Austrália.

Por Redação Olhar Digital
(Foto: Divulgação)

O Partido Pirata, fundado na Suécia e com grupos atuando em cerca de 60 países, conseguiu uma liminar na justiça que obriga a Receita Federal a registrar o CNPJ do grupo político. 

O registro estava sendo negado pois o partido não estaria registrado no TSE, o que exigiria recolher e validar 500 mil assinaturas. 

O grupo político contestou a exigência da Receita Federal, já que a ausência de CNPJ impedia o partido de arrecadar doações dentro do contexto legal. 

A principal bandeira da agremiação política é a luta contra as leis de propriedade intelectual e industrial, copyrights, patentes e violação de privacidade por governos e agências de segurança. 

Agora, o partido - que já elegeu 43 deputados estaduais na Alemanha -, dá um passo importante para sua consolidação no Brasil, já que agora pode custear o processo de arrecadação de assinaturas para, futuramente, registrar a agremiação junto ao TSE.

Divulgação
E-reader e livro impresso: a versão digital tem vantagens, mas os leitores preferem o papel


Maurício Grego, de EXAME.com

           Há óbvias vantagens em ler um livro num smartphone, tablet ou e-reader em vez de lê-lo no papel. No livro digital, é fácil buscar uma palavra qualquer ou consultar seu significado num dicionário, por exemplo. 

Um e-reader que pesa apenas 200 gramas pode conter milhares de livros digitais que seriam pesados e volumosos se fossem de papel. Além disso, um e-book é geralmente mais barato que seu equivalente impresso. 

Mas a linguista americana Naomi Baron descobriu que ler e escrever no papel é quase sempre melhor para o cérebro. 

Naomi estudou os hábitos de leitura de 300 estudantes universitários em quatro países – Estados Unidos, Alemanha, Japão e Eslováquia. Ela reuniu seus achados no livro “Words Onscreen: The Fate of Reading in a Digital World” (“Palavras na Tela: O Destino da Leitura num Mundo Digital” – ainda sem edição em português). 

92% desses estudantes dizem que é mais fácil se concentrar na leitura ao manusear um livro de papel do que ao ler um livro digital. 

Naomi detalha, numa entrevista ao site New Republic, o que os estudantes disseram sobre a leitura em dispositivos digitais: “A primeira coisa que eles dizem é que se distraem mais facilmente, são levados a outras coisas. A segunda é que há cansaço visual, dor de cabeça e desconforto físico.” 

Esta última reclamação parece se referir principalmente à leitura em tablets e smartphones, já que os e-readers são geralmente mais amigáveis aos olhos. 

Segundo Naomi, embora a sensação subjetiva dos estudantes seja de que aprendem menos em livros digitais, testes não confirmam isso: “Se você aplica testes padronizados de compreensão de passagens no texto, os resultados são maios ou menos os mesmos na tela ou na página impressa”, disse ela ao New Republic. 

Mas há benefícios observáveis da leitura no papel. Quem lê um livro impresso, diz ela, tende a se dedicar à leitura de forma mais contínua e por mais tempo. Além disso, tem mais chances de reler o texto depois de tê-lo concluído. 

Escrever faz bem 

Uma descoberta um pouco mais surpreendente é que escrever no papel – um hábito cada vez menos comum – também traz benefícios. Naomi cita um estudo feito em 2012 na Universidade de Indiana com crianças em fase de alfabetização. 

Os pesquisadores de Indiana descobriram que crianças que escrevem as letras no papel têm seus cérebros ativados de forma mais intensa do que aquelas que digitam letras num computador usando um teclado. Como consequência, o aprendizado é mais rápido para aquelas que escrevem no papel.

Kevin Lamarque/Reuters
Janet Yellen: "não existe uma receita simples para uma política apropriada", disse Yellen, pedindo uma postura "pragmática"


João Pedro Caleiro, de EXAME.com

       O legado da crise financeira não se resume à recessão, desemprego, dívida e suicídios. Uma das principais marcas do mundo pós-2008 é um cenário de juros zero (ou quase zero) em boa parte do mundo industrializado.

Entre 2000 e 2007, a parcela do PIB das economias industrializadas ancorada por juros próximos de zero não passava dos 20%. Em meados de 2008, os bancos centrais mundiais já viam a gravidade da crise e começaram a cortar suas taxas para estimular a economia e evitar um colapso total.

O movimento chegou a acontecer de forma coordenada, como no início de outubro de 2008. Cortar os juros torna menos vantajoso guardar o dinheiro, e estimula assim o consumo e a concessão de empréstimos - essenciais em um momento de colapso do sistema financeiro e queda da confiança.

Foi em 2008, portanto, que a taxa do PIB industrializado sob juro zero pulou para 50% e nunca mais desceu. De 2011 para 2012, deu um novo salto e atualmente, está por volta de impressionantes 90%.

Veja na figura de David Rosenberg, da Gluskin Sheff, que tem circulado nas redes sociais: 


O corte de juros foi acompanhado nos Estados Unidos por um grande programa de expansão monetária. Demorou, mas a economia reagiu, e o Fed deve ser o primeiro dos grandes bancos centrais a reverter o curso (ainda que ninguém saiba quando).

Muitos alertaram que com tanto dinheiro na praça, uma explosão da inflação era uma questão de tempo. Não foi o que aconteceu: as expectativas continuam abaixo da meta.

Na Europa, foi a deflação que se tornou uma ameaça, forçando o Banco Central Europeu a promover uma nova rodada de compra de títulos. O continente, aliás, já tem juros negativos em uma boa parte de seus países e títulos.

Isso significa que, na prática, investidores estão dispostos a colocar seus recursos em papéis para receber menos no futuro. É algo que a teoria econômica nem considerava possível até pouco tempo atrás - o que só prova que a crise não deixou mesmo pedra sobre pedra.

No Brasil, o cenário é diametralmente oposto: inflação persistente com juros reais entre os mais altos do mundo.

Variação do HIV é de origem africana Divulgação / GDF 

Autoridades do setor da saúde de Cuba identificaram pacientes infectados com uma variação do vírus HIV que desenvolve a aids com mais rapidez, segundo disseram à televisão estatal. Um estudo realizado no Instituto de Medicina Tropical Pedro Kourí (IPK), em Havana, revelou a diferença entre pacientes infectados com o HIV que demoravam entre oito e dez anos para desenvolver a doença, enquanto em outros o período era de apenas três anos. 

A especialista do instituto, Vivian Kourí, explicou que foram estudados três grupos de pacientes e pela primeira vez foi encontrada a associação de uma variação do HIV que circula em Cuba, chamada CRF19, com rápida progressão da aids. 

A pesquisa indica que essa variação do HIV é de origem africana, mas relativamente frequente em Cuba e predominante entre 17% e 19% dos pacientes. Segundo a especialista, nenhum dos infectados com essa cepa ou as outras duas que circulam pela ilha foi associado a "uma resistência maior" ao tratamento com remédios retrovirais e todos tinham a mesma possibilidade de ter o tratamento efetivo. 

No entanto, o anúncio pela televisão advertiu que o rápido desenvolvimento da aids desta variação do HIV "aumenta o risco" de os pacientes adoecerem inclusive antes de saber que estão infectados com o vírus. 

Em Cuba, foram diagnosticados quase 22 mil casos de pessoas soropositivas desde o início da epidemia do HIV, em 1986, e mais de 18 mil vivem com a doença, de acordo com dados oficiais. 

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Conheça os famosos portadores do vírus da Aids
Em 1988, o cantor Cazuza assumiu em rede nacional que estava com Aids. No dia 7 de julho 1990, aos 32 anos, o compositor morreu em decorrência da doença 
Foto: Reprodução/YouTube

Aos 36 anos, o cantor Renato Russo morreu vítima da Aids. O ex-integrante da banda Legião Urbana nunca admitiu em público ter contraído a doença 
Foto: Reprodução/YouTube

Símbolo sexual dos anos 80, a atriz Sandra Bréa foi a primeira mulher a admitir publicamente a doença. Ela morreu em 2000 com câncer de pulmão 
Foto: Reprodução/YouTube

atriz Cláudia Magno, que fez sucesso na novela Dona do Mundo, também era portadora do vírus da Aids. Ela faleceu aos 34 anos em decorrência de uma agressiva pneumonia 
Foto: Reprodução/YouTube

Foi no ano de 1989 que o ator Lauro Corona, aos 32 anos, perdeu a luta contra a Aids
 Foto: Reprodução/YouTube

Marcado pelo seu personagem Etevaldo, do seriado infantil Castelo Rá-Tim-Bum, o ator Wagner Bello era portador do vírus HIV e faleceu aos 34 anos durante as gravações do programa
 Foto: Reprodução/YouTube

Magic Johnson, de 53 anos, aposentou a carreira de jogador de basquete em 1991, após declarar que havia contraído Aids. Johnson tornou-se porta-voz do sexo seguro e da prevenção contra o HIV 
Foto: Tommaso Boddi/Getty Images

O jornalista e escritor Caio Fernando Abreu descobriu ser portador do vírus HIV em 1994 e faleceu em fevereiro de 1996, aos 48 anos Foto: Reprodução/YouTube

O filósofo francês Michel Foucault morreu vítima da Aids em 1984, aos 58 anos 
Foto: Reprodução/YouTube

O galã hollywoodiano Rock Hudson, chocou o mundo ao revelar que tinha Aids. Em fevereiro de 1985, ele faleceu aos 60 anos 
Foto: Manchester Daily Express/Getty Images

O vocalista da banda britânica Queen, Freddie Mercury faleceu no dia 24 de novembro de 1991, aos 45 anos, depois de lutar muito contra a Aids 
Foto: Reprodução Wikimedia Commons

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