03/13/15


Sydney, Austrália: a expectativa de vida masculina dará um salto para 95,1 anos para homens e 96,6 para mulheres em 2054-55


Da Bloomberg

Já empatada no primeiro lugar entre os países com expectativa de vida mais alta no mundo para os homens, a Austrália deverá melhorar essa estatística nas próximas décadas.

O relatório intergerações do governo, divulgado no dia 5 de março, fornece projeções para a Austrália em 40 anos.

Ele mostra que a expectativa de vida masculina dará um salto para 95,1 anos para homens e 96,6 para mulheres em 2054-55, contra 91,5 e 93,6 anos atualmente.

Mas há um porém -- os australianos terão que trabalhar por mais tempo, também.

“Pode muito bem ser o caso de as pessoas voltarem para o mercado de trabalho aos 80 anos”, disse o tesoureiro Joe Hockey, o equivalente na Austrália ao ministro da Fazenda em outros países, na semana passada, após divulgar as projeções de longo prazo do governo.

“Eu estive com um homem de 83 anos que ainda trabalha cinco dias por semana”, disse ele em referência a uma visita a uma loja de ferramentas em Sydney.

A Austrália mantém a expectativa de vida mais longa para os homens, juntamente com Hong Kong, Japão, Islândia, Noruega e Suíça, segundo o relatório do Fundo de Populações das Nações Unidas de 2012.

Entre as mulheres, o país tem a sétima expectativa mais longa, atrás de países como Japão, Itália, Espanha e França.

Projeta-se que a Austrália também terá cerca de 40.000 pessoas com mais de 100 anos em 2054-55, contra 122 centenários em 1974-75.

Os gastos do governo com cuidados geriátricos quase quadruplicaram desde 1975 e a projeção é que praticamente dobrarão uma vez mais até 2055 computados como uma fatia da economia, segundo o relatório, que é atualizado a cada cinco anos.

Para lidar com os custos crescentes de uma população de vida mais longa, o governo propôs aumentar a idade de aposentadoria para 70 anos, a mais alta do mundo.

Por esse plano, os australianos nascidos em 1966 ou depois terão que trabalhar até os 70 anos, contra 65 hoje, para poderem receber aposentadoria do governo.

“Até meados deste século, estima-se que uma criança recém-nascida viverá até os 100 anos e isso é algo notável, considerando que há pouco mais de 100 anos a expectativa de vida estava em torno de 55 anos”, disse Hockey no dia 5 de março. “É uma mudança drástica”.


Anúncio de cigarro com o Marlboro Man: cigarros serão vendidos em maços sem marca, cor verde-oliva 

Dara Doyle e Donal Griffin, da Bloomberg

Dublin - A Irlanda, marco inicial da batalha contra o fumo, e o Reino Unido estão desferindo os primeiros golpes na mais recente guerra da Europa contra o tabaco, que poderia terminar sendo disputada por advogados.

Os cigarros serão vendidos em maços sem marca, cor verde-oliva, dominados por imagens gráficas de pulmões danificados depois que a Irlanda se tornou, nesta semana, o primeiro país da Europa a determinar o uso de maços simples.

Isso significa o fim das cores associadas com marcas como Marlboro, da Philip Morris International Inc.

Como o Reino Unido está seguindo a liderança da Irlanda, quatro das maiores empresas de tabaco já estão se preparando para tomar medidas legais.

O resultado poderia decidir o destino dos maços na União Europeia, e ameaçar uma indústria de US$ 780 bilhões que já sofre com a diminuição dos níveis de fumantes na Europa e nos EUA.

“Tenho um recado para a indústria tabagista”, disse James Reilly, ministro do governo irlandês responsável pela legislação, em uma entrevista, na terça-feira, em Dublin. “Podem tentar nos atacar, mas devem entender que vamos vencer, e vamos lutar com todas nossas forças. Eles podem ter bilhões, mas nós temos a verdade e o povo do nosso lado”.

Dentro de dois anos, os maços de cigarro na Irlanda serão padronizados, e os avisos de saúde dobrarão de tamanho para ocupar 65 por cento da área de superfície. A Irlanda está seguindo o exemplo da Austrália, o primeiro país do mundo a tomar essa iniciativa.

Em 2012, a Austrália impediu que as empresas de tabaco usassem logotipos, cores ou textos promocionais nas embalagens. Embora a lei ainda esteja sob disputa na Organização Mundial de Comércio, as iniciativas em Dublin e Londres, as primeiras sob a nova diretiva da UE em relação ao tabaco, vão sentar um precedente na Europa.

Reino Unido segue os passos


Na segunda-feira, em Londres, a Câmara dos Lordes, a câmara alta não eleita do Reino Unido, vai votar uma legislação sobre maços padronizados de cigarros, depois que os deputados da Câmara dos Comuns apoiaram o plano. O MSCI World Tobacco Index caiu cerca de 3,3 por cento nesta semana.

As empresas do setor disseram que iriam desafiar a lei britânica, que deve entrar em vigência no próximo ano.

“Prevejo uma longa e dura batalha jurídica”, disse Foster Corwith, que ajuda a administrar cerca de US$ 36 bilhões na Causeway Capital LLC em Los Angeles, incluindo ações da British American Tobacco Plc.


Alessandra Ambrósio: top model foi primeira cliente do Uber em São Paulo


Saulo Pereira Guimarães, de EXAME.com

         Voltado para quem busca um relacionamento estável, o app Kickoff firmou uma parceria com o Uber. Ela permite que usuários do aplicativo de paquera usem carros do Uber de graça para ir para o primeiro encontro.

Para isso, os interessados devem baixar e instalar o Kickoff. Basicamente, o app exibe sugestões de amigos de amigos do usuário com quem ele pode flertar. Caso o usuário aprove alguém e seja aprovado por essa mesma pessoa, acontece o "match" (combinação, em inglês). A lógica é a mesma do Tinder.

Após o "match", o Kickoff permite que os dois usuários comecem a conversar. Agora, caso eles combinem um encontro por meio do app, o Kickoff vai enviar um código para cada um deles ter acesso gratuito a um carro do Uber para levá-los ao local combinado.

50 reais

A parceria entre Kickoff e Uber só vale até o fim de março e para usuários da cidade de São Paulo. Além disso, o valor máximo de corrida coberto pela parceria é de 50 reais.

Como se sabe, o Uber é um app que oferece motoristas particulares em carros chiques mediante pagamento. No Brasil desde maio do ano passado, o aplicativo opera em Brasília, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Já o Kickoff foi lançado no país em janeiro e conta com cerca de 10 mil usuários. Disponível para iOS e Android, o app já bateu a marca de 1 milhão de mensagens trocadas entre seus usuários.


Manifestação em frente ao prédio da Petrobras em São Paulo, com membros da Central Única dos Trabalhadores (CUT)

Da EFE

São Paulo - Milhares de pessoas saíram às ruas de várias cidades do Brasil nesta sexta-feira para defender a Petrobras e o governo de Dilma Rousseff, fazendo um contraponto às manifestações convocadas para domingo contra a presidente.

Sindicatos, movimentos sociais de esquerda e estudantes protagonizaram caminhadas pacíficas em cidades de 24 dos 27 estados do país, entre elas São Paulo e Rio de Janeiro, para defender a Petrobras dos "movimentos que querem sua privatização".

Os manifestantes também expressaram apoio ao governo Dilma, mas, entre os elogios, também fizeram críticas aos ajustes implementados pela presidente para enfrentar a delicada situação econômica que o país atravessa.

As manifestações desta sexta-feira tiveram como objetivo se antecipar aos protestos convocados para domingo, em mais de 50 cidades, contra a corrupção e o mau andamento da economia. No entanto, há também alguns grupos mais extremos que exigem a abertura de um processo de impeachment contra a presidente, além de uma minoria que pede abertamente uma "intervenção militar".

"As pessoas têm o direito de se manifestar, a favor ou contra o governo. Mas golpismo, não. A manifestação de domingo não pode ter essa característica", afirmou à Agência Efe, em São Paulo, Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), uma das organizadoras da mobilização em defesa de Dilma.

Já para o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), "não existe no seio do povo brasileiro uma discussão sobre a destituição de Dilma como querem impor a direita e alguns meios de comunicação".

Nesta sexta-feira, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados recebeu um pedido formal para a abertura de um processo de impeachment contra a chefe de Estado, apresentado individualmente pelo deputado Jair Bolsonaro.

No entanto, o vice-presidente Michel Temer declarou que a possibilidade de Dilma ser submetida a um processo de impeachment é "inviável" e "impensável".

A corrupção na Petrobras também foi criticada pelos manifestantes que participaram da passeata, que, no entanto, denunciaram as tentativas da oposição para "debilitar" a maior empresa do Brasil, responsável por uma parte significativa do PIB do país.

Nesse sentido, o secretário-geral da Central de Trabalhadores Argentinos, Hugo Yasky, defendeu a soberania energética dos países latino-americanos. "A luta para que a Petrobras continue sendo do povo brasileiro também é dos argentinos e de toda a pátria latino-americana", afirmou o dirigente sindical do país vizinho.

Durante o ato, Cibeles Souza, funcionária da Petrobras, disse à Efe que os corruptos devem ser punidos, mas que não "se deve debilitar" a companhia petrolífera por isso.

"O grande risco que temos - disse o dirigente da Federação Única dos Petroleiros (FUP) - é que companhias estrangeiras tenham acesso, com a desculpa da corrupção, aos números internos sobre a exploração da Petrobras".

A poucos metros da sede de estatal em São Paulo, cerca de 20 manifestantes do movimento conhecido como Revoltados Online se concentraram em uma tentativa malsucedida de iniciar um protesto contra Dilma.

A bióloga Lúcia Richardi, que quer a saída da presidente, disse que a manifestação de domingo é, no seu entender, "uma voz dos cidadãos de bem contra o "bolivarianismo" e o comunismo que querem implantar no Brasil".

O tradutor Mario Lagatto, que se diz simpático ao PSDB, comentou que o impeachment de Dilma "é um instrumento constitucional" e, portanto, "não é golpista".

As manifestações desta sexta-feira, e as convocadas para o próximo domingo, são um reflexo da crescente polarização política, perceptível desde as eleições de outubro, quando Dilma foi reeleita no segundo turno com apenas 3% de vantagem sobre Aécio Neves (PSDB).


O deputado Jair Bolsonaro: a iniciativa do deputado acontece a dois dias de protestos convocados contra o governo

Da REUTERS

Brasília - O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) apresentou na quinta-feira um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, argumentando que ela é omissa no combate à corrupção, em meio a protestos que questionam medidas tomadas pelo governo e outras manifestações programadas para domingo contra a sua gestão.

"Mais que despreparo, mostra-se evidente a omissão da denunciada ao deixar de adotar medidas preventivas e repressivas para combater o câncer da corrupção do seu governo, mantendo, perto de si e em funções de alta relevância da administração federal, pessoas com fortes indícios de comprometimento ético e desvios de conduta", diz um trecho do pedido.

A iniciativa do deputado acontece a dois dias de protestos convocados contra o governo e que devem também apoiar movimentos pró-impeachment de Dilma. Nos últimos dias, aliados e integrantes do governo têm atacado as manifestações pró-impeachment e dito que elas representam um terceiro turno eleitoral. Na quinta-feira, o ministro das Relações Institucionais, Pepe Vargas, disse que os protestos que pedem a saída da presidente "cheiram a golpe".

Nesta sexta-feira, o vice-presidente da República, Michel Temer, disse, ao ser questionado sobre as manifestações pró-impeachment, que esse ato é "inviável".

"A história do impeachment eu nem falo, porque é uma coisa ao meu modo de ver absolutamente inviável, impensável. Isto é uma quebra da institucionalidade que não é útil para o país", afirmou ele, após participar de um evento em Belo Horizonte (MG).

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