08/06/15

Autoridades japonesas, diplomatas internacionais e sobreviventes participaram nesta quinta-feira (06/08), em Hiroshima, de uma cerimônia que marcou os 70 anos do lançamento da primeira bomba nuclear, nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial.

© Fornecido por Deutsche Welle

O sino da paz soou às 8h15 (hora local), no momento exato em que a bomba atômica lançada pelo bombardeiro B-29 Enola Gay, da Força Aérea americana, detonou sobre o centro da cidade, matando 40 mil pessoas instantaneamente. Até o fim daquele ano, o número de mortos chegou a 140 mil, em consequência da radiação.

Cerca de 50 mil pessoas compareceram à cerimônia no Parque do Memorial da Paz, em Hiroshima, incluindo a embaixadora americana no Japão, Caroline Kennedy e representantes de cerca de cem países.

Após o memorial, líderes de grupos de sobreviventes se reuniram com o primeiro-ministro, Shinzo Abe, e pediram a remoção de uma nova legislação que permite aos militares japoneses, pela primeira vez desde o fim da 2ª Guerra, se envolverem em conflitos no exterior.

Abe, que em seu discurso durante a cerimônia defendeu a abolição das armas nucleares, sustentou que a nova legislação é essencial para a segurança do país. Pesquisas indicam que a maioria dos japoneses é contra a medida, que envolve uma reinterpretação da Constituição japonesa, que renuncia à guerra, estabelecida no período pós-guerra quando o país estava sob ocupação americana.

A detonação da bomba atômica ainda é um dos temas mais debatidos da Segunda Guerra Mundial. Muitos defendem que ela foi necessária para pôr fim à guerra no Pacífico e salvar milhares de outras vidas vidas, enquanto outros sustentam que o Japão teria se rendido de qualquer forma, sem que houvesse a necessidade de destruir Hiroshima e, três dias mais tarde, Nagasaki. 

Ainda hoje, sobreviventes estão sob tratamento nos hospitais da Cruz Vermelha japonesa em razão dos efeitos de longa duração da radiação, principalmente casos de câncer.

70 anos após Hiroshima, asiáticos aumentam investimento em armas nucleares

Os sinos tocaram nesta quinta-feira (6) em Hiroshima às 8h15 locais, exatamente 70 anos após o lançamento da bomba atômica por um caça americano, no primeiro ataque nuclear da história, que levou o Japão à capitulação e encerrou a Segunda Guerra Mundial. Sete décadas depois, a proliferação de armas nucleares está em queda no Ocidente e em alta no próprio continente asiático.

A Ásia é hoje o continente com maior crescimento do investimento em armas nucleares, embora ainda detenha uma minoria delas (400 das 15.850 que existem no mundo). Rússia e Estados Unidos são os líderes em quantidade de armas deste tipo, mas os dois países vêm reduzindo seus arsenais há pelo menos 20 anos. Já China, Coreia do Norte, Índia e Paquistão estão desenvolvendo novos sistemas de armas nucleares, segundo o instituto de pesquisa sueco Sipril.

A China possui hoje um dos programas nucleares mais secretos entre as potências. Não se sabe ao certo o número de armas de que o país dispõe, mas estima-se que seja ao redor de 260 ogivas, o que faz o país se aproximar da França que, com 300 dispositivos, é o terceiro país com a maior quantidade de armas nucleares depois de Rússia e Estados Unidos.

Em uma entrevista ao jornal Libération, o diretor da Agência Internacional de Energia Atômica, Yukiya Amano, disse que “para o Ocidente, o programa nuclear do Irã constitui a principal ameaça”, mas “do ponto de vista do Oriente, o problema é a Ásia”.

Cerimônia em Hiroshima

© Fornecido por…

Na cerimônia desta quinta-feira (6), uma jovem e um estudante golpearam o grande sino com uma viga de madeira na hora exata do bombardeio, em meio ao silêncio da multidão no Parque Monumento da Paz de Hiroshima, cidade de 1 milhão e 200 mil habitantes convertida em símbolo do pacifismo.

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, e representantes de 100 países estavam entre as 55 mil pessoas que compareceram à cerimônia. Abe disse que o Japão tem a missão de criar um mundo sem armas nucleares.

Em 6 de agosto de 1945, um caça B-29 lançou sobre a cidade uma bomba de urânio, dotada de uma força destrutiva equivalente a 16 quilotoneladas de TNT. O número de mortos é estimado em 140 mil. Três dias depois foi a vez de Nagazaki ser bombardeada.

Das cinzas à reconstrução – o renascimento de Hiroshima, Relembre a história.

No dia 6 de agosto de 1945, a cidade de Hiroshima sofreu o primeiro ataque com armas nucleares da História. A seguir, vemos como Hiroshima se reergueu das ruínas.

A bomba, jogada pelo avião militar B-29 americano Enola Gay, destruiu quase 80% da cidade. Confira estas imagens que marcam a reconstrução e renascimento da cidade

© UIG via Getty Images/Getty Images; Photodisc/Getty Images

1945

Foto aérea mostra o momento da detonação da bomba, apelidada de 'Little Boy', na manhã do dia 6 de agosto

© Universal History Archive/UIG via Getty images

1945

Um relógio encontrado nas ruínas indica o momento preciso da explosão: 8h15

© United Nations/AP Photo


1945

Uma fotografia aérea mostra a destruição na cidade de Hiroshima após a bomba atômica. Tudo em um raio de 13 km do local da queda da bomba foi aniquilado

© UIG via Getty Images/Getty Images


1945

Após a queda da bomba em Hiroshima as estatísticas sugerem que aproximadamente 80 mil pessoas foram instantaneamente mortas. Este número subiu para 140 mil com os efeitos da exposição à radiação

© Universal History Archive/Getty Images


1945

Uma imagem da Força Aérea americana mostra a área devastada pela bomba, indicada pela superfície negra dentro do círculo

© Photo12/UIG via Getty Images


1945

Um militar americano vasculha os escombros causados pela explosão na prefeitura de Hiroshima

© AP Photo


1945

O clarão da detonação foi tão intenso que imprimiu o contorno dos objetos nas superfícies em torno deles

© UIG via Getty Images/Getty Images


1946

Novas casas começam a ser construídas nas ruínas da cidade de Hiroshima no dia 11 de março de 1946. Estas casas, com apenas um andar térreo, eram parte do programa de reconstrução do governo japonês. No fundo, árvores e prédios que resistiram à explosão

© Charles P. Gorry/AP Photo


1946

Uma reportagem de agosto de 1946 na revista Picture Post, intitulada 'Depois da Bomba Atômica: um impressionante renascimento', mostrando a reconstrução da cidade depois do bombardeio. A reportagem destaca a construção de casas (acima) e a plantação de lavouras (abaixo)

© Picture Post/IPC Magazines/Hulton Archive/Getty Images


1946

Uma foto aérea da cidade, em 20 de julho de 1946, mostra algumas casas e muita terra arrasada 
© Charles P. Gorry/AP Photo


1947

O presidente de Hiroshima, Tetsu Terada, participa de uma cerimônia de plantação de árvores em agosto de 1947 no local da detonação da bomba

© Charles Gorry/AP Photo


1947

Uma ponte reconstruída no norte da cidade de Hiroshima, em 16 de julho de 1947, vira um marco do renascimento da cidade

© Charles Gorry/AP Photo


1947

O imperador Hirohito acena para a multidão em visita a Hiroshima em 1947

© Universal History Archive/UIG via Getty Images


1948

Um sobrevivente da bomba atômica reza no monumento aos trabalhadores de correio em Hiroshima, próximo ao epicentro da explosão, em 7 de agosto de 1948

© AP Photo


1948

A foto ainda mostra uma impressionante destruição três anos após o bombardeio de Hiroshima

© AFP/Getty Images


1949

Um morador da 'Nova Hiroshima' cuida da sua plantação de milho próxima do local da explosão em 5 de agosto de 1949. Pode ser visto ao fundo o Memorial da Paz de Hiroshima
© AP Photo


1951

Integrantes da Força Aérea americana, que foram honrados pelos moradores de Hiroshima no sexto aniversário do bombardeio, brincam com crianças em 6 de agosto de 1951

© George Sweers/AP Photo


1952

A principal rua comercial de Hiroshima no dia 2 de agosto de 1952 indica os sinais de pujança da cidade outrora devastada

© Asahi Shimbun/AP Photo


1955

Uma cena urbana de Hiroshima em julho de 1955, dez anos depois do bombardeio atômico 

© John Chillingworth/Picture Post/Hulton Archive/Getty Images


1955

Uma cerimônia foi realizada no local exato da detonação no décimo aniversário do bombardeio de Hiroshima

© AP Photo


1955

Imagem do Museu da Paz em Hiroshima

© Three Lions/Getty Images


1958

Imagem mostra como a cidade se recuperou com velocidade da devastação

© ullstein bild/ullstein bild via Getty Images


1965

O Memorial da Paz de Hiroshima

© J. Russell Gilman/Archive Photos/Getty Images


1968

Vista aérea de Hiroshima

© AP Photo


1970

Foto do dia 4 de agosto de 1970 – 25 anos depois da bomba

© Max Desfor/AP Photo


1970

Uma multidão compareceu à cerimônia em memória das vítimas 25 anos depois

© AP Photo


1975

Casal em uma colina de Hiroshima, em 1975 

© AP Photo


1980

Visitantes aparecem no Memorial da Paz de Hiroshima em dezembro de 1980

© Sadayuki Mikami/AP PHoto


1990

Pombas são soltas no Memorial da Paz no 45º aniversário da explosão da bomba atômica

© Koji Sasahara/AP Photo


2005

Uma vista aérea da região do rio Motoyasu em 26 de julho de 2005

© Junji Kurokawa/AP Photo


2008

A planta industrial da Mazda em 17 de setembro de 2008

© Tomohiro Ohsumi/Bloomberg News


2013

Pombas são soltas no Memorial da Paz no dia 6 de agosto

© KYODO/Newscom/Reuters


2013

Crianças caminham diante do Memorial da Paz

© Shizuo Kambayashi/AP PHoto


2015

Fumiaki Kajiya, 76 anos, sobrevivente da bomba e professor aposentado observa o centro da cidade no dia 27 de março de 2015

© ISSEI KATO/Newscom/Reuters


2015

Uma vista do anoitecer na moderna Hiroshima

© Photodisc/Getty Images


E se a sua cidade fosse alvo da bomba atômica de Hiroshima?

© Foto: Reprodução Uma ferramenta interativa desenvolvida pela ONG Public Radio Internationak mostra a extensão dos danos da bomba atômica em diferentes cidades do mundo. 

O mundo lembra nesta semana aniversário de 70 anos dos trágicos bombardeios qu atingiram as cidades de Hiroshima e Nagasaki, no Japão, em 6 e 9 de agosto de 1945, momentos finais da 2ª Guerra Mundial.

De acordo com informações prestadas pelo Atomic Archive, um site dedicado ao estudo da chamada Era Nuclear, na qual a fabricação de armas nucleares foi extensivamente difundida, os bombardeios foram responsáveis por 66 mil mortes em Hiroshima e 39 mil em Nagasaki.

O total de pessoas afetadas pelas bombas bateu a marca de 135 mil na primeira explosão e 64 mil na segunda. 60% das mortes imediatas em Hiroshima aconteceram em decorrência de queimaduras causadas pela explosão, enquanto que esta foi também a causa de morte de 95% daqueles afetados em Nagasaki.

A intensidade dos bombardeios pode ser medida com estes números históricos. Contudo, para ilustrar melhor a gravidade do episódio, o site da ONG Public Radio International (PRI) desenvolveu uma interessante ferramenta capaz de mostrar como seria o cenário de uma cidade no mundo que fosse hoje alvo da mesma bomba usada pelos Estados Unidos em Hiroshima.

EXAME.com testou a ferramenta, cujo uso é fácil e intuitivo, mas as informações estão disponíveis apenas em inglês, e os resultados foram assustadores. Na cidade de São Paulo, os efeitos da explosão seriam sentidos também em locais como Guarulhos, Osasco, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul.

90% das pessoas localizadas num raio de cerca de 800 metros da explosão morreriam imediatamente, enquanto que 80% daqueles que estivessem a pouco mais de um quilômetro do local também morreriam pela explosão. Tudo ao redor estaria destruído por conta de incêndios de alta intensidade.

© Wikimedia Commons Hiroshima: em 2015, o mundo lembrará o aniversário de 70 anos dos bombardeios nucleares em Hiroshima e Nagasaki, no Japão 

Fontes

Segundo a PRI, os dados usados na composição da ferramenta foram compilados a partir de registros históricos mantidos pelo Atomic Archive e que incluíram relatórios produzidos por cientistas do Manhattan Project, o projeto de pesquisa dos EUA que produziu as bombas atômicas usadas no Japão.


Deutsche Welle

O Grupo Especial de Atividades Subaquáticas da Guarda Civil espanhola suspendeu nesta quarta-feira (05/08) a busca submarina pela campeã de mergulho em apneia Natalia Molchanova, que desapareceu no último domingo próximo às Ilhas Baleares, no Mar Mediterrâneo. A Guarda Civil, porém, continuará monitorando a região à procura da atleta russa de 53 anos.

Os mergulhadores acreditam que correntes oceânicas possam ter levado o corpo da atleta para outra área. O trabalho de busca na superfície continua até o próximo domingo. A Guarda Civil espera que o corpo de Molchanova possa vir à tona nos próximos dias.

Molchanova desapareceu no último domingo durante um mergulho sem pé de pato em uma profundidade de 30 a 40 metros na costa do município de Formentera. Ela se separou do grupo e, provavelmente, foi levada por uma forte corrente marítima.

"A causa do desaparecimento de Natalia é desconhecida, mas ela estava fazendo o que amava. A paixão de Natalia pelo mergulho em apneia ardia profundamente dentro dela, fazendo-a dedicar a vida a isso", afirmou o comunicado divulgado pela família de Molchanova e pela Associação Internacional para o Desenvolvimento da Apneia (Aida).

A atleta russa é a mergulhadora em apneia com o maior número de medalhas do mundo. Ela acumulou mais de 40 recordes e 23 títulos mundiais na modalidade, que consiste no mergulho sem equipamentos de respiração, utilizando apenas o ar presente nos pulmões.

A atleta é recordista mundial em sete disciplinas de mergulho livre reconhecidas pela Aida, entre elas apneia constante, apneia estática e imersão livre.

© Fornecido por Info

A nova partícula, que possui uma casca sólida de dióxido de titânio e uma espécie de "gema de ovo" interna feita de alumínio, pode ser usada como eletrodo em baterias. A “gema” se expande e contrai em cada carga, sem afetar o tamanho da casca. Dessa forma, a estrutura física do eletrodo não passa pelo mesmo desgaste físico de uma bateria convencional.

Mas essa não é a única vantagem das nanopartículas. As baterias geralmente usam grafite no eletrodo. Apesar desse material se degradar com a expansão e contração, o desgaste não é tão grande como em outros materiais. Porém, ele tem capacidade de carga de 0,35 ampère-hora por grama, um número baixo.

Já se tentou usar outros materiais em eletrodos, mas poucos deles poderiam ser usados comercialmente. O alumínio sempre foi visto como uma alternativa de baixo custo para isso. Ele é barato e tem capacidade de 2 ampère-hora por grama. Mas se desgasta demais. Portanto, a nova nanopartícula, com sua gema de alumínio dentro de uma casca de titânio, poderia resolver os problemas de desgaste. 

Nos testes, os pesquisadores descobriram que após 500 ciclos de carga e descarga, a vida útil de uma bateria de celular, o eletrodo teve apenas um pequeno desgaste na casca de dióxido de titânio. Além disso, a equipe registrou uma capacidade de condução três vezes melhor do que o grafite, quase 1,2 ampère-hora por grama.

Os pesquisadores ressaltam que os materiais usados no eletrodo são relativamente baratos, e que a escala de produção poderia diminuir ainda mais esse preço. Mas, por enquanto, os resultados do estudo ainda precisam ser aperfeiçoados antes de serem colocados nas baterias que usamos no dia-a-dia.

Fonte: MIT

© Fornecido por MHM Divulgação

Sua mãe é daquele tipo que nunca te deu moleza? Pegava no seu pé sair da rua e ir fazer a lição de casa ou para largar o videogame e ir estudar para a prova? É melhor você agradecê-la.

Segundo um estudo feito pela Universidade de Essex, na Inglaterra, filhos de mães rígidas são mais bem-sucedidos profissionalmente do que as crianças que foram criadas por mães complacentes.

Para chegar a conclusão, os cientistas acompanharam vida de 15.500 crianças entre idades de 13 e 14 durante seis anos. Aquelas cujas as mães brigavam para que os filhos estudassem e passassem em um bom vestibular tinham mais chances de entrar em uma boa faculdade e receber salários mais altos.

© Divulgação Segundo um estudo feito pela Universidade de Essex, na Inglaterra, filhos de mães rígidas são mais bem-sucedidos.

© Foto: Reprodução/Twitter Noiva disse que foi uma experiência maravilhosa e que estava feliz de compartilhar a festa com pessoas necessitadas.

Um casal de noivos turco decidiu compartilhar a alegria do dia do casamento com milhares de refugiados sírios, que foram convidados para celebrar junto com eles na cidade de Kilis, no Sul da Turquia. Na semana passada, Fethullah Üzümcüoğlu e Esra Polat juntaram economias de suas família e organizaram um banquete para festejar a união. Mas eles quiseram que fosse um momento feliz também para 4.000 sírios que fugiram da guerra civil que já dura quatro anos no país.

— Nós pensamos que, em um dia tão feliz, gostaríamos de compartilhar a festa de casamento com nossos irmãos e irmãs sírio — disse o pai do noivo, Ali Üzümcüoğlu, que teve a ideia. — Se Deus quiser, isso vai levar outros a fazerem o mesmo e darem comida aos nossos irmãos e irmãs.

A comida foi doada para os refugiados pelos convidados próximos do casal, e inclusive pelos noivos, a partir de caminhões. Depois do casamento, a noiva disse que foi uma experiência maravilhosa e que estava feliz de poder compartilhar o banquete com pessoas necessitadas.

— Fiquei chocada quando Fethullah me falou pela primeira vez sobre a idéia, mas depois fui conquistada por ela. Foi uma experiência maravilhosa. Estou feliz que tivemos a oportunidade de compartilhar a refeição do nosso casamento com pessoas que realmente precisam — disse Esra.

O sentimento foi o mesmo do noivo:

— Ver a felicidade nos olhos dos filhos de refugiados sírios não tem preço. Nós começamos nossa jornada para a felicidade, fazendo outros felizes.

© Fornecido por Notícias ao Minuto

Uma pesquisa Datafolha, realizada entre terça e quarta-feira (05) mostrou que o índice de reprovação da presidente Dilma Rousseff (PT) cresceu e, segundo a Folha de S. Paulo, está maior que as piores taxas registradas por Fernando Collor, quando estava às vésperas de sofrer o processo de impeachment.

Na pesquisa anterior, que foi feita na terceira semana de junho, 65% dos entrevistados disseram considerar o governo Dilma como ruim ou péssimo. Agora, Dilma conta com 71% de pessoas que não aprovam seu governo.

O índice dos que aprovam a gestão da petista, classificando-a como ótima ou boa caiu, mas se mantém dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Em junho, 10% dos consultados mantinham essa opinião. No último levantamento, são 8%.

E não é apenas a rejeição que é maior. O cenário também está pior para Dilma na questão de um pedido de impeachment. De acordo com o jornal, o Datafolha revelou que 66% dos entrevistados disseram que são a favor do afastamento. Em abril, eram 63%.

A reportagem da Folha ressalta que esses números registrados são os piores desde que o instituto iniciou a série de pesquisas, em 1990, no governo Fernando Collor. 

O ex-presidente e atual senador teve 9% de aprovação e 68% de reprovação na véspera de seu impeachment, em setembro de 1992. Dessa maneira, Dilma passa a ser a recordista em reprovação nas pesquisas Datafolha.

Acontece nesta quinta-feira (6) o 2º sorteio da semana da Mega-Sena, que pode pagar R$ 27 milhões ao sortudo que acertar as seis dezenas sorteadas. 

O concurso 1730 acontece em Bom Jesus da Lapa, Bahia, na Praça Marechal Deodoro da Fonseca às 20h. 
© Fornecido por SorteOnline Marcos Santos/USP Imagens 

Essa semana a Mega-Sena sorteia um concurso a mais por conta do Dia dos Pais. Hoje acontece o 2º sorteio, concurso 1730, com o prêmio de R$ 27 milhões e no sábado (8) será realizado o 3º e último concurso da semana.

O primeiro, concurso 1729, foi realizado na terça-feira (4). Ninguém levou o prêmio principal com os números 07 - 14 - 23 - 43 - 44 - 53. Neste mesmo concurso, 39 apostas fizeram a Quina e levaram R$ 33.293,47, enquanto 2553 jogos acertaram a Quadra e receberam R$ 726,56.

As apostas para a Mega-Sena de hoje podem ser realizadas em todas as casas lotéricas e também em alguns sites de serviços lotéricos até 1h antes do sorteio.

Confira os concursos que correm hoje:

Mega-Sena concurso 1730 - R$ 27 Milhões

Quina concurso 3851 - R$ 8,5 Milhões

Timemania concurso 760 - R$ 3,6 Milhões

Serviço foi vendido a um consórcio de empresas de automóveis, que é dono da Audi, BMW e Mercedes-Benz

por Nathália Guimarães

A finlandesa Nokia anunciou nesta segunda-feira (3) um acordo para vender seu negócio de serviços de mapeamento e localização digital Here a um consórcio de empresas de automóveis, conglomerado que é dono da Audi, BMW e Mercedes-Benz. O valor da transação foi de 2,8 bilhões de euros. A operação deve ser concluída no primeiro trimestre de 2016.

O serviço Here, herdeiro da empresa americana Navteq, comprada pela Nokia em 2008 por 8,1 bilhões de dólares, é um concorrente direto do Google Maps e, ao contrário deste, não registra os dados pessoais dos usuários. Após o fechamento da transação do sistema Here, a Nokia será composta por duas empresas, a Nokia Networks e Nokia Technologies.

A primeira delas continuará a fornecer software e serviços de infraestrutura de banda larga. Já a Nokia Technologies vai proporcionar o desenvolvimento de tecnologia avançada e de licenciamento. A gigante finlandesa, que já liderou o setor de telefonia móvel em todo o mundo, está preparando sua volta ao mercado de telefones celulares, que abandonou em 2013.

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