02/11/15

Por Por Sébastien BLANC | AFP – 

A presidente argentina, Cristina Kirchner, recebeu fortes críticas dentro e fora de seu país por um tuíte publicado durante uma visita oficial à China, no qual a presidente brinca sobre a dificuldade dos asiáticos em pronunciar a letra R.

Depois de ter sido recebida com grande pompa pelo presidente Xi Jinping e diante da multidão presente em um evento que terminou na quarta-feira em Pequim, a presidente tuitou: "Serão todos de 'La Cámpola'? Ou vieram apenas pelo 'aloz' e pelo 'petlóleo?'".

O comentário fazia referência a uma crítica frequente de seus opositores políticos internos, que afirmam que a presidência aumenta a presença em seus eventos com membros de La Campora, a organização juvenil de seu partido, liderado por seu filho, que comparecem apenas pela comida e bebida gratuita.

Após a onda de críticas que se seguiu ao tuíte, a líder argentina se defendeu na mesma rede social: "Sorry. Sabe o que mais? É que é tanto o excesso de ridículo e o absurdo, que só se digere com humor. Se não, são muito, mas muito tóxicos".


Brincadeira racista

O comentário foi amplamente divulgado pelos meios de comunicação argentinos e internacionais, mas foi nas redes sociais onde o assunto foi mais comentado.

"Racismo", "falta de tato", "brincadeira fácil", "erro", "brincadeira vergonhosa", "falta de respeito", "inútil"... Kirchner foi alvo de todo tipo de críticas, e não conseguiu acalmar os ânimos com os tuítes seguintes nos quais ressaltava "a calorosa acolhida" recebida na China.

Já os cidadãos chineses reagiram nas poucas redes sociais permitidas pela censura, como o Sina Weibo: "Que tal você pronunciar duas frases em chinês para que possamos ouvir sua pronúncia?", perguntou um.

Outro usuário deste serviço de microblogs similar ao Twitter escreveu: "É incrível como tem a coragem de mendigar investimento enquanto ridiculariza os chineses".

A polêmica chega num momento em que Kirchner é atingida pelo escândalo da morte do promotor Alberto Nisman, que antes de morrer acusou o governo de acobertar os responsáveis por um atentado em Buenos Aires em 1994, que deixou 85 mortos.

Algumas vozes na Argentina a acusaram de viajar à China para escapar do caso Nisman.

A imprensa oficial chinesa não se pronunciou sobre o incidente nem suas implicações diplomáticas, e um porta-voz do ministério das Relações Exteriores perguntado a respeito se negou a fazer comentários.

Xi Jinping tenta criar laços mais fortes com a América Latina e recentemente foi realizada em Pequim a cúpula da China-CELAC (Comunidade de Estados da América Latina e do Caribe).



A China é o terceiro sócio comercial da Argentina, atrás apenas do Mercosul e da União Europeia, e um dos principais destinos para seus produtos alimentícios. Pequim tem investimentos no valor de 23 bilhões de dólares na Argentina, principalmente em energia, mineração, setor agrícola e financeiro.



Na quarta-feira, depois de assinar 15 acordos, os presidentes de China e Argentina discutiram vários projetos conjuntos, incluindo a construção de represas, linhas férreas e usinas nucleares.

Kirchner, que conclui sua visita à China nesta quinta-feira, também se reuniu com o primeiro-ministro, Li Kequiang. Em uma entrevista coletiva, nenhum dos dois mencionou o polêmico comentário da presidente.


AFP/AFP/Arquivos - Fila de desempregados em Madri em 2 de dezembro de 2014

O desemprego provoca cerca de 45.000 suicídios por ano em 63 países do mundo, entre eles várias economias ocidentais, segundo estudo de pesquisadores suíços publicado nesta quarta-feira na revista The Lancet Psychiatry.

Segundo o grupo de investigadores da universidade de Zurique, é preciso colocar em prática estratégias específicas de prevenção para os desempregados em vez de focalizar unicamente nos efeitos negativos das crises econômicas.

A equipe analisou dados de mortalidade e suicídios entre o ano 2000 e 2011 em 63 países do mundo, entre eles várias economias ocidentais, mas sem incluir países muito povoados como China ou Índia.

Este período foi marcado por uma relativa prosperidade e logo por uma forte instabilidade econômica provocada pela crise financeira e bancária de 2008.

Em todo o período, foram registradas uma médias de 233.000 suicídios a cada ano nos países de referência. Desses, um quinto — cerca de 45.000 — podem ser atribuídos ao desemprego.

A crise de 2008 teve um impacto direto no número de suicídios, com cerca de 5.000.

Segundo os pesquisadores suíços, os homens e as mulheres são igualmente vulneráveis aos efeitos do desemprego. "O risco de suicídio parece mais forte nos países onde é pouco frequente a falta de emprego", garante o principal autor do estudo, Carlos Nordt.


AFP/AFP/Arquivos - A Apple se tornou a primeira empresa a alcançar valor de mercado de US$ 700 bilhões

            A Apple se tornou a primeira empresa a alcançar um valor de mercado de mais de 700 bilhões de dólares nesta terça-feira, quando as ações dispararam em meio a notícias positivas sobre as vendas de smartphones e pelo relógio inteligente, que será lançado em breve.

Os papéis da Apple subiram 1,9% para chegar a cerca de 122,02 dólares, elevando o valor de mercado da companhia de Steve Jobs a 710 bilhões de dólares, tornando-a a primeira empresa a superar a casa dos 700 bilhões.

Brian White, analista da Cantor Fitzgerald, disse que a gigante de tecnologia norte-americana tem ainda mais espaço para crescer.

"Dado o poderoso ciclo do iPhone da Apple, a força do 4G na China e o lançamento do relógio inteligente em abril, acreditamos que ainda há muito espaço para avançar na Apple, durante este ciclo", disse a consultoria financeira em nota aos clientes.

A Apple está bem distante da empresa que vem depois dela na ordem de valor do mercado, a gigante petroleira Exxon Mobil, que foi cotada em cerca de 382 bilhões de dólares no fechamento do mercado nesta terça-feira.

Os feridos foram levados para os hospitais Jayme Santos Neves e Vitória Apart Hospital. As vítimas chegaram a Vitória conduzidas por um helicóptero da Petrobras.

Folha Vitória
Redação Folha Vitória

Ambulâncias do Samu foram encaminhadas para o aeroporto para o atendimento das vítimas. Foto: Divulgação

Uma explosão no navio-plataforma da Petrobras FPSO Cidade São Mateus, localizada em Aracruz, no norte do Estado, deixou pelo menos três mortes e 14 operários feridos em estado grave.

Segundo o presidente do Sindicato dos Petroleiros do ES, Paulo Rony, toda a tripulação foi retirada da plataforma e pelo menos seis trabalhadores estão desaparecidos.

A informação ainda não foi confirmada pela assessoria de imprensa da estatal, mas algumas vítimas foram trazidas à capital capixaba de helicóptero e levadas do aeroporto de Vitória em ambulâncias do Samu para receber atendimento médico. 

Os feridos estão sendo conduzidos de helicóptero da Petrobras e serão levados para os hospitais Jayme Santos Neves e Vitória Apart Hospital. De acordo com a Infraero, o funcionamento do aeroporto não será afetado. 

Três pessoas já deram entrada no Vitória Apart. Um com queimaduras graves pelo corpo e outro com ferimentos leves. O terceiro paciente teve fraturas nas pernas e também teve o corpo queimado. 

O primeiro caso brasileiro foi registrado em 1831 e já indicava efeitos problemáticos 


O caso da jovem de 17 anos que, no último dia 2, sofreu queimaduras de terceiro grau após ser atingida por produto químico durante trote nas Faculdades Adamantinenses Integradas, em Adamantina, interior de São Paulo, infelizmente, não é o primeiro do gênero. A jovem estava com amigas nas proximidades da instituição, quando alguns rapazes jogaram tinta misturada com o produto que causou as queimaduras. Polícia identifica mais duas vítimas queimadas com produto químico em trote no interior de SP


Como mostra reportagem do R7, o trote universitário é coisa antiga no Brasil. O primeiro caso registrado, em 29 de março de 1831, já indicava que a brincadeira não iria terminar bem. Um estudante da Faculdade de Direito de Olinda, em Pernambuco, não aceitou as humilhações impostas pelos seus veteranos, práticas que aprenderam com seus colegas da Universidade de Coimbra, em Portugal, também no início do século 19 
Foto: Thinkstock 



Em fevereiro de 2010, a polícia de Barretos, no interior de São Paulo, identificou dois veteranos suspeitos de jogar uma substância que causou queimaduras em sete calouros do Unifeb (Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos). O líquido, supostamente creolina, também causou princípio de intoxicação nos estudantes, que passaram mal e tiveram ânsia de vômito. Na época, só dois dos sete calouros feridos registraram boletim de ocorrência. O Ministério Público Federal chegou a participar das investigações, devido à gravidade do ocorrido 

Foto: Reprodução/Rede Record 


Em fevereiro de 2012, um adolescente de 17 anos teve queimaduras de primeiro grau na garganta após passar por um trote violento na Universidade Católica Dom Bosco, em Campo Grande (MS). Durante o trote, veteranos deram bebida alcoólica ao jovem e o forçaram a beber gasolina. Ele foi hospitalizado e teve alta em seguida 

Foto: Montagem R7



Em 2010, repercutiu na mídia o caso de um estudante de medicina veterinária de Fernandópolis, no interior de São Paulo, que foi obrigado a beber álcool combustível durante um trote na universidade Unicastelo. O aluno de 18 anos chegou a ficar com dificuldade para andar e foi hospitalizado 

Foto: Getty Images


Em fevereiro de 2009, a estudante Priscilla Vieira Rezende Muniz, então com 18 anos e grávida de três meses, foi queimada com uma mistura de gasolina e creolina durante um trote praticado por estudantes da Funec (Fundação Municipal de Educação e Cultura), em Santa Fé do Sul, no interior de São Paulo. A jovem precisou ser internada para observação e chegou a ser ouvida na Delegacia da Mulher da região 

Foto: Arquivo pessoal


Em 2008, 11 calouros da UFVJM (Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha e do Mucuri) foram queimados por ácido muriático e creolina misturada com limão durante trote imposto por veteranos da instituição, sediada na cidade de Diamantina, região central de Minas Gerais. A Polícia Civil da cidade abriu inquérito para apurar quem foram os culpados 

Foto: Reprodução/ Facebook


Em 2006, segundo notícia da Folha de S. Paulo, o calouro do curso de administração de empresas da Unifran (Universidade de Franca) Tiago Rosa Careta, então com 21 anos, teve a cabeça e o pescoço queimados por um produto químico lançado sobre ele no primeiro dia de aula da universidade por outra caloura. O produto químico era permanganato de potássio. À época, a Unifran afirmou que abriu procedimento administrativo para apurar o incidente 

Foto: Getty Images



Em 2013, veio à tona o caso de uma caloura da Uesb (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia). A estudante de 20 anos teve mal estar após um trote de seus veteranos do curso de agronomia. Em denúncia encaminhada ao Ministério Público, a estudante contou que foi obrigada a lamber os testículos e o pênis de um boi durante um trote. Os trotes são proibidos na instituição 

Foto: Thinkstock



Também em 2013, ganhou repercussão na imprensa o trote realizado pelos veteranos de medicina da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Para recepcionar os calouros, os estudantes preparam um banho em uma piscina preenchida com terra, pedaços de melancia, urina e peixes mortos. O caso foi veiculado pelo jornal O Globo Foto: Reprodução



Em março de 2013, veteranos do curso de direito da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) pitaram com tinta preta o corpo de uma caloura branca como parte de um trote se propondo como ofensivo. As mãos da estudante foram atadas e em seu pescoço foi colocada uma placa com as inscrições "caloura Chica da Silva", em referência à escrava que viveu em Diamantina (MG) no período colonial. A universidade abriu um sindicância contra quatro alunos. Um dos organizadores do trote foi expulso em 2014 Foto: fa



Também em 2013, estudantes da USP em São Carlos tiveram de cumprir 30 horas de trabalho comunitário por ficarem pelados em uma festa de recepção da universidade. No momento, eles tiraram a roupa para afrontar feministas durante o evento denominado "Miss Bixete" Foto: Reprodução/Rede Record



Em fevereiro de 2013, repercutiu na mídia o caso do estudante Caio Rocha. Então como calouro da Universidade de Rio Verde, em Goiás, Rocha teve os cabelos cortados por um canivete portado por um veterano. O corte, realizado durante uma festa de recepção aos novatos, acabou ferindo a nuca de Rocha. A polícia militar registrou ocorrência Foto: BBC




Em 2012, um calouro de 17 anos recém-ingresso no curso de engenharia de produção da Unipampa (Universidade Federal do Pampa), no Rio Grande do Sul, foi abandonado em uma praça da cidade de Bagé em coma alcoólico. Durante um trote, ele foi forçado a ingerir bebidas alcoólicas. O jovem foi socorrido pela mãe e internado com alterações nos batimentos cardíacos, gastrite e inflamação no esôfago Foto: VANESSA CARVALHO / ESTADÃO CONTEÚDO



Em 2011, reportagem do jornal Folha de S. Paulo abordou a abertura de uma investigação da Procuradoria Federal para apurar trotes realizados na Univasf (Universidade Federal do Vale do Sã Francisco). Em 2007, uma denúncia anônima revelou que veteranos da instituição amarravam calouros e jogavam neles resíduos compostos por excrementos de animais e ovos podres. Vídeos foram divulgados revelando as ações Foto: Facebook / Reprodução


Também em 2011, durante um trote, calouras do curso de agronomia da UnB (Universidade de Brasília) foram forçadas por ser veterano a fazer sexo oral em linguiças colocadas em bonecos Foto: Reprodução



Em agosto de 2009, uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo trouxe à tona um possível caso de abuso sexual realizado durante trote na UFF (Universidade Federal Fluminense). À época, uma caloura do curso de direito “contou que os veteranos dividiram as estudantes em dois grupos – ‘barangas’ e ‘bonitas’. As consideradas bonitas foram levadas para uma sala da universidade, onde teriam recebido a proposta de fazerem sexo oral em oito rapazes. Em troca, seriam liberadas da obrigação de pedirem nas ruas R$ 250 e ainda seriam ‘promovidas’ a veteranas”. A universidade abriu sindicância para apurar o caso Foto: Reprodução


Em fevereiro de 2009, reportagem do O Estado de S. Paulo abordou o caso do Bruno César Ferreira, de 21 anos, calouro do curso de medicina veterinária do Centro Universitário Anhanguera Educacional, campus de Leme, no interior de São Paulo. O calouro foi ferido com um chicote durante um trote, e obrigado a se jogar numa lona com excrementos de animais e aves em decomposição. Além disso, Ferreira foi amarrado a um poste, onde recebeu chutes no abdome e na cabeça, e obrigado a beber pinga. O estudante foi internado na Santa Casa do município, em coma alcoólico Foto: VANESSA CARVALHO / ESTADÃO CONTEÚDO




Em 2007, reportagem veiculada na Folha de S. Paulo mostrou o caso de uma caloura do curso de odontologia da Unicid (Universidade Cidade de São Paulo). Durante um trote, a universitária, então com 17 anos, teve sua blusa, sutiã e calcinha rasgadas. A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso. “Desesperada diante da situação, a estudante chegou a chorar e implorar, sem êxito, pelo fim do trote, afirmou à reportagem o pai da estudante”, diz trecho da reportagem Foto: Divulgação



Em 2003, o jornal Folha de São Paulo fez uma lista com alguns dos trotes violentos que entraram para a história. O levantamento mostra um caso de março de 1980, quando o calouro da Universidade de Mogi das Cruzes Carlos Alberto de Souza morreu após ter recebido socos na cabeça durante um trote. Ele reagiu quando os veteranos tentavam cortar seu cabelo à força Foto: Reprodução



Em fevereiro de 1991, Júlio César de Oliveira, estudante da 8ª série da Fundação Instituto Tecnológico de Osasco de 16 anos, morreu depois de receber três golpes de tesoura ao reagir a um trote. O estudante ia para a aula em Osasco quando seis colegas o atacaram na tentativa de cortar seu cabelo Foto: Reprodução




Em março de 1990, George Araguaia Parreira Mattos, estudante de direito de 23 anos, teve uma parada cardíaca ao tentar fugir de um trote, na cidade de Rio Verde (GO) Foto: VANESSA CARVALHO / ESTADÃO CONTEÚDO



Em abril de 1992, o estudante de economia Alexandre Spencer Vasconcelos, 20 anos, é expulso da Puccamp (Pontifícia Universidade Católica de Campinas) por ter praticado trote violento contra José Ricardo Ribeiro Pinto, 23 anos, que sofreu fratura na mandíbula, amnésia e teve de passar por cirurgia Foto: Reprodução



Em março de 1993, o estudante Ugo Luís Boatttini Jr., de 19 anos, abandonou o curso de engenharia na Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Guaratinguetá depois de passar por trote violento. Entre outras agressões, veteranos prenderam um peso de sete quilos em seus órgãos genitais Foto: Divulgação/ Unesp




Em março de março de 1998, o estudante Rodrigo Favoretto Cañas Peccini, de 19 anos, foi internado no Hospital Regional de Sorocaba (SP) depois de ter sido queimado por companheiros da faculdade de medicina da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) durante um trote Foto: Thinkstock



Em fevereiro de 1999, o calouro do curso de medicina da USP Edison Tsung Chih Hsueh, de 22 anos, foi encontrado morto em uma piscina da instituição. A morte, que ocorreu num contexto de festa e trote universitário, chocou o País Foto: Reprodução

Processo, brigas internas, mais processo, demissões inesperadas - tem de tudo por trás do que acontece na sua telinha


Carlos Villagrán, o intérprete de Quico de Chaves, assumiu em uma entrevista para o programa Al Rojo Vivo, que teve uma relação extraconjugal com Florinda Meza, viúva de Roberto Bolaños. O astro contou que o affair durou por um breve período enquanto ele estava casado, e o classificou ainda não como um algo mau, mas indevido: Sim, eu ainda estava casado. Foi por pouco tempo, não foi assim, grandioso. Foi um pouco mais que amizade. Eu não me atrevo a qualificar nada. Cada um é responsável por seus próprios atos. Não foi algo mau, foi indevido. Carlos disse ainda que depois do término, a amizade foi mantida: -Havia uma boa relação. Seguimos nos relacionando como companheiros de trabalho. Éramos profissionais. Na mesma entrevista, o comediante revelou que desistiu de brigas pelos direitos de seu personagem Quico, em respeito a Roberto Bolaños. Saiba quais outros atores também dão trabalho nos bastidores das séries!


Rubén Aguirre, intérprete do professor Girafales, não teve problemas durante a exibição de Chaves, mas em entrevista ao programa Ventaneando, fez duras críticas a Maria Antonieta e Carlos Villagrán, intérpretes de Chiquinha e Quico, respectivamente, dizendo que sentia pena que eles ainda precisem trabalhar. Devem precisar de dinheiro para ter que seguir trabalhando.


E o seriado Chaves teve ainda mais polêmicas. Carlos Villágran e Roberto Bolaños até mantiveram o companheirismo durante um tempo do programa, mas Carlos abandonou o elenco, devido a diferenças criativas entre ele e Roberto, pelo o que afirmaram na época. Mas há quem diga que a rixa entre os dois não era só por causa disso, e sim porque antes de namorar e se casar com Roberto, Florinda Meza (Dona Florinda), era namorada de Carlos. Ainda assim, Villágran tentou ligar para Roberto quando ele estava doente e compareceu ao velório do ator

Por Redação Yahoo! Brasil

Reprodução

Conhecida por dizimar mais de 30 milhões de pessoas no século 14, a peste negra volta a assustar a humanidade. Desde o final de 2014 a Organização Mundial de Saúde (OMS) está em alerta com casos da doença registrados em Madagascar, ilha situada ao sul da África.

“O surto que começou em novembro passado tem algumas dimensões preocupantes. As pulgas que transmitem essa doença de ratos para os seres humanos desenvolveram resistência aos inseticidas de primeira linha”, afirma comunicado da OMS.

Causada por uma bactéria encontrada em roedores e transmitida por pulgas, a peste negra tem dois estágios. O primeiro, tratável, deve ser diagnosticado em seus primeiros dias e tratado à base de antibiótico. Já o segundo é a pneumônica, quando a bactéria atinge os pulmões. Neste segundo caso, os doentes podem morrer até 24 horas após a infecção. Dados da OMS dão conta de que 8% dos casos avançam para esse estágio.

De acordo com especialistas, a peste já se espalha por Antananarivo, capital de Madagascar. As regiões mais afetadas são as de favelas, que no país africano são densamente povoadas. Até o final de 2014 foram confirmados 119 casos, sendo que 40 deles terminaram com morte.

Uma mulher apaixonada pelo marido, que acabou morrendo de uma doença neuronal, passou os últimos meses de vida tentando encontrar um novo amor para o companheiro. 

Claire Mauremoo, que morreu aos 39 anos, era uma dedicada mãe e passou o tempo restante de vida procurando alguém que fosse capaz de amar o marido John e seus filhos. 

Ela ficou devastada quando descobriu a grave doença terminal que a faria deixar para trás seus dois filhos, com idades entre 7 e 10 anos, além do marido, com o qual era casada há 11 anos. 


Claire Mauremoo, diagnosticada com doença terminal, passou últimos meses de vida procurando novo amor para o marido, que poderia cuidar também de seus filhos. 

Mas bravamente, Claire aprendeu a lidar com seus sentimentos e incentivou o marido a encontrar um novo amor. 


John, de Bristol, na Inglaterra, disse: “Eu não estava pronto para encontrar alguém, mas é o que Clare queria e ela se dedicou para tentar encontrar.” 

Em fevereiro de 2007, John ficou arrasado quando a esposa faleceu. E, apesar de não conseguir imaginar o futuro sem a amada, meses depois ele cumpriu sua promessa de encontrar uma nova pessoa. 


A doença do neurônio motor deixou a vítima com os músculos fracos, além de afetar a capacidade de andar, falar, engolir e respirar. 

Seguindo a rotina de vida após a morte da esposa, John começou a se sentir mais solitário e resolveu seguir os conselhos de Clare, se inscrevendo em um site de namoro para tentar encontrar uma nova companhia. 


Alguns meses depois ele acabou conhecendo Julie Macfarlane, uma enfermeira que havia se separado do marido e tinha dois filhos com idades semelhantes aos seus. 

Sentindo-se confortável, John disse a ela sobre Clare, e o casal continuou a se encontrar. De acordo com John, eles estavam preocupados com a reação das crianças ao verem o novo casal junto. 


Em 2008 as famílias acabaram ficando mais íntimas e um dos filhos de John sugeriu que ambas se unissem, com todos morando juntos. 

John e Julie acabaram se casando em 2012, com apoio dos filhos, cumprindo a vontade da falecida Clare. 

O homem, agora com 52 anos, está compartilhando a história de sua família para tornar as pessoas mais conscientes sobre casos trágicos como o de sua esposa falecida. 

Fonte: Mirror

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