01/20/16

Sscott Kelly/ NASA
Nasa: esta é a primeira vez que as flores, do gênero das zinias, se abrem fora da gravidade da Terra

Da EFE


 A agência espacial americana (Nasa) apresentou nesta terça-feira as fotos da primeira flor que cresceu na Estação Espacial Internacional (ISS) como parte de um experimento de dois anos para cultivar plantas no espaço.

Apesar dos astronautas já terem conseguido plantar alfaces e outros vegetais em sua horta espacial, esta é a primeira vez que as flores, do gênero das zinias, se abrem fora da gravidade da Terra.

O astronauta americano Scott Kelly celebrou o feito no Twitter com uma mensagem na qual comemorava "a estreia da primeira flor nascida no espaço".

O experimento com flores começou em 16 de novembro do ano passado quando o astronauta Kjell Lindgren ativou as sementes de zinias, um processo que se demonstrou mais complicado que o esperado.

Em dezembro, Kelly se deu conta que as plantas de zinias não estavam crescendo com toda a força que se esperaria, algo que motivou a criação de um manual para manter um jardim espacial.

As plantas também começaram a sofrer quando um fungo apareceu nelas, resultado da alta umidade na ISS.

No entanto, Kelly conseguiu devolver o brio às zinias, que agora são consideradas as primeiras flores que completaram o ciclo de crescimento no espaço até seu florescimento.

Desde meados de 2014, a ISS administra um pequeno "centro de vegetais" para permitir o cultivo em pequena escala de plantas para experimentos.

Este projeto tem como objetivo obter informação sobre a resposta das plantas em microgravidade e para futuras missões a Marte, que deverão saber como racionar água ao máximo e os possíveis problemas que podem surgir dentro dos módulos espaciais.

Em entrevista publicada este fim de semana no blog da Nasa, Alexandra Whitmire, pesquisadora da agência espacial, afirmou que no futuro as plantas terão uma importância maior ao mesmo tempo em que se amplia o alcance das missões espaciais.

Em 2012, o astronauta Don Pettit conseguiu fazer crescer plantas de abobrinha, girassol e brócolis em rudimentares bolsas de plástico, em um experimento pessoal que assentou as bases deste novo jardim espacial.

Domínio Público
Sistema Solar: o Planeta 9, como os pesquisadores o chamam, ainda não foi localizado



Cabo Canaveral - Cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia disseram, nesta quarta-feira, que finalmente foram encontradas "boas evidências" para um nono planeta no nosso sistema solar.

Imagina-se que o gigante gasoso seja quase tão grande quando Netuno e orbita a bilhões de quilômetros de distância da órbita do oitavo planeta: longe o bastante para levar de 10 mil a 20 anos para dar uma volta completa em torno do sol.

O Planeta 9, como os pesquisadores o chamam, ainda não foi localizado. Eles basearam a descoberta em cálculos matemáticos e modelagem computadorizada, e anteciparam sua descoberta via telescópio, que deve acontecer dentro de cinco anos ou menos.

Os dois cientistas que encontraram as evidências divulgaram a pesquisa hoje, no Astronomical Journal, e querem que outras pessoas ajudem a localizar o novo corpo celeste.

"Podíamos ter ficado quietos e passado os próximos cinco anos procurando pelos céus por nós mesmos, esperando achar [o Planeta 9]. Mas eu gostaria que alguém encontrasse mais cedo", disse Mike Brown.

"Eu quero vê-lo. Quero ver como ele se parece. Eu quero entender onde ele está, e eu acho que isso vai ajudar".

Brown insiste que, uma vez detectado, deve haver um debate planetário ao estilo do de Plutão.

O astrônomo foi chamado de "assassino de Plutão", quando ajudou a conduzir a acusação contra o "ex-planeta" que resultou no rebaixamento do seu status, em 2006, para planeta-anão.

Seu colega de pesquisa é o cientista planetário Konstantin Batygin. "Pela primeira vez em mais de 150 anos, existem boas evidências de que o censo planetário do sistema solar esteja incompleto", disse Batygin, referindo-se a descoberta de Netuno, como planeta 8.

Ambos basearam sua previsão no fato de que seis objetos no gelado Cinturão de Kuiper, também conhecido como Zona do Crepúsculo - uma longínqua região do sistema solar - parecem ser influenciados por apenas uma coisa: um planeta verdadeiro.

Brown descobriu um dos seis objetos há mais de uma década: Sedna, um grande asteroide que orbita na fronteira do sistema solar.

"Isso é uma previsão, O que nós encontramos foi uma assinatura gravitacional do Planeta 9, escondido na periferia do sistema solar" disse Batygin.

Dependendo de onde o novo planeta esteja em sua órbita oval, um telescópio especial pode ser necessário para confirmar sua presença, disseram os pesquisadores.

Eles afirmaram que os telescópios disponíveis podem detectar o planeta, caso ele esteja relativamente próximo de nós em seu caminho em torno do sol. Estima-se que ele esteja de 32 bilhões a 160 bilhões de quilômetros de distância da Terra.

Jupiterimages/Thinkstock
Amizades sinceras e limitadas: o número máximo de pessoas com as quais nós podemos ter relações sinceras e fortes gira em torno de 150 pessoas

AFP/Arquivos, da AFP

Ao contrário da crença popular, as redes sociais online não nos permitem ter mais amigos - é o que revela um estudo publicado nesta quarta-feira na revista da Royal Society Open Science.

O número máximo de pessoas com as quais nós podemos ter relações sinceras e fortes gira em torno de 150. Este valor foi definido pelo britânico Robin Dunbar, também autor do estudo, e estaria ligado ao tamanho de nosso cérebro.

No limite fisiológico, somam-se restrições de tempo para manter amizades verdadeiras e duradouras.

Assim, o conhecimento pode ser classificado por nível de afinidade: amigos, melhores amigos, bons amigos, amigos, conhecidos e, finalmente, as pessoas que conhecemos de vista.

De acordo com o estudo, os grupos foram avaliados e consistem, respectivamente, de 5, 15, 50, 150, 500 e 1.500 pessoas.

"Os amigos (estimados em 150) representam as pessoas com quem temos relações reais, com quem temos desenvolvido obrigações mútuas", disse à AFP Robin Dunbar, professor de psicologia na Universidade de Oxford.

Este número pode variar, mas fracamente. "É como se cada um de nós tivesse uma quantidade limitada de capital social e pudéssemos optar por investir menos, mas com mais pessoas, ou mais, mas com menos pessoas, sem exceder essa quantidade", explica o pesquisador.

Em teoria, as redes sociais que se desenvolvem na Internet devem limitar as restrições de tempo e espaço nos permite manter redes muito maiores.

Mas duas pesquisas separados realizadas no Reino Unido provam o contrário. Amizades online ou em "carne e osso", o número é limitado a 150.

De acordo com o estudo, as novas ferramentas de comunicação (como o Twitter ou Facebook) facilitam a manutenção das relações de amizade, mas não conseguem ultrapassar o número de Dunbar.

E de qualquer maneira, para que as amizades "online" sejam sustentáveis, precisamos nos ver de vez em quando.

"As pessoas podem ter 500 ou até 1.000 amigos no Facebook, mas isso inclui as pessoas que normalmente chamamos de conhecidas ou simplesmente pessoas que conhecemos de vista", nota Robin Dunbar.

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