06/21/12


María Antonieta de las Nieves esclarece o mal-entendido de que iria se aposentar depois de ser impedida de trabalhar na Colômbia





María Antonieta de las Nieves, intérprete da famosa personagem Chiquinha no seriado Chaves, esclareceu os rumores de que iria se aposentar. Em entrevista por telefone com o apresentador Ratinho, do SBT, ela declarou que tudo foi um mal-entendido durante uma viagem à trabalho para a Colômbia, em que foi impedida de trabalhar devido a um aviso da Televisa de que ela não poderia usar o nome da personagem nos seus shows. Então, decidiu que não faria shows até tudo estar resolvido. Agora, a artista ressalta que irá continuar a fazer seus shows. “Ela não vai parar, vai continuar deixando o mundo mais feliz”, afirmou Ratinho.

No bate-papo, a artista fez as suas declarações como se fosse a Chiquinha falando de sua mãe, María Antonieta, ao ser perguntada se iria se aposentar. “Não, não. Eu quero dizer que essa é uma história da minha mãe. Ela ficou muito triste porque foi na Colômbia e não a deixaram trabalhar, então decidiu que não iria mais trabalhar até resolverem o que aconteceu. Ela ficou decepcionada, não iria sair por aí procurando trabalho. Mas tudo foi resolvido e agora ela está contente porque vamos continuar cantando e dançando”, declarou.

Ela contou que começou a perceber que não poderia trabalhar na Colômbia quando, ao chegar, não foi recebida pela imprensa. Isso porque a televisão responsável pela sua divulgação não fez os anúncios de seus shows após receber um aviso da Televisa dizendo que a atriz não teria os direitos de usar o nome da personagem em seus anúncios. Mas, atualmente, os direitos da Chiquinha estão com a María Antonieta depois de uma briga na justiça com Roberto Bolaños, que faz o Chaves, sobre a quem pertenceria a criação da Chiquinha.

Segundo ela, essa não foi a primeira vez que foi impedida de se apresentar, já que isso também aconteceu na Espanha, Miami e Los Angeles. Mas deixou claro que os impedimentos estão vindo de membros da Televisa e Bolaños não está envolvido.

Raquel Camargo

Em busca de votos e popularidade na internet, pré-candidatos nas eleições deste ano tentam adquirir perfis já consolidados nas redes sociais, o que pode ser considerado crime eleitoral. No Twitter, é possível encontrar comentários que relatam as propostas comerciais dos políticos. O Facebook também é alvo dos pré-candidatos. Empresas oferecem serviços que têm como objetivo popularizar a página do político por meio de anúncios na rede social.

Segundo Alberto Rollo, advogado especializado em direito eleitoral, a compra de perfis ou seguidores pode acarretar em problemas legais. "Se o candidato vai aumentar número de seguidores ou fãs de forma fraudulenta está havendo um descompasso com que a lei diz, pois ela não permite fraudes", afirmou Rollo.

"EXISTE O RISCO? EXISTE, MAS E DAÍ?", DIZ RESPONSÁVEL POR AGÊNCIA



No Twitter, por exemplo, a estratégia dos políticos é substituir o nome da conta com os usuários que já seguem a página. Dessa forma, as pessoas que já acompanham o perfil que foi comercializado passam a receber as atualizações do novo dono, sem saber da troca de propriedade.

Pelo Twitter, dois usuários falaram de propostas de compra de seus perfis na rede social para políticos e partidos. Encontrados pelo UOL, eles preferiram não comentar o caso e pediram para não ser identificados. Um deles, morador de Juazeiro do Norte (CE), cidade com cerca de 250 mil habitantes, tem 1.219 seguidores --até a publicação desta reportagem.




Os políticos também podem usar recursos artificiais para aumentar o número de seguidores --os chamados "scripts".

Por meio de uma ferramenta, usuários passam a seguir automaticamente perfis aleatórios e inflam o total de pessoas que recebem seu conteúdo e suas atualizações. Os "scripts" gratuitos, por sua vez, publicam automaticamente mensagens nas páginas de quem fez uso do recurso.
Candidato da Força

Uma dessas mensagens apareceu no Twitter do pré-candidato do PDT à Prefeitura de São Paulo, Paulinho da Força, mas logo em seguida foi apagada. O pré-candidato informou, por meio de assessoria de imprensa, ter conhecimento do texto publicado, mas garantiu que não houve uso dessas ferramentas.

Facebook

A reportagem do UOL entrou em contato com uma agência de comunicação e se apresentou como responsável pela campanha de um candidato. Um funcionário da agência informou que um político do Recife, por exemplo, conseguiu 30 mil novos fãs em cerca de um mês após o início da intervenção de seus profissionais na página do Facebook.

Uso do Twitter pode dar multa a candidato 

Em outro contato telefônico, agora com uma empresa especializada em marketing digital, o responsável pela empresa informou que são usadas estratégias para burlar as limitações da legislação e fazer anúncios no Facebook para popularizar a página do político. "Existe o risco? Existe. Estão reclamando? Estão. Tem um monte de gente reclamando, mas e daí?", declarou o funcionário que se apresentou como responsável pelo negócio.


  • Pacotes de usuários que podem virar fãs ou seguidores também são vendidos. Adquirir mais 10 mil pessoas na página custa R$ 290, por exemplo. Outra estratégia é criar perfis falsos, que passam a ser fãs das páginas dos políticos, gerando uma falsa popularidade das páginas.

    Embora seja um método fácil de aumentar os números das páginas das redes sociais, as ações podem não trazer benefícios para quem as pratica, dizem especialistas.

    Para Sandra Turchi, professora do curso marketing para marketing eleitoral, "não adianta ter uma base enorme de seguidores fictícia, que não são reais seguidores". De acordo com a especialista, o ideal é que o candidato se prepare meses antes do período eleitoral já fazendo ações e estabelecendo comunicação pelos perfis.

    "Vender anúncios não é permitido. Em uma situação dessas, um candidato, coligação partido ou o Ministério Público podem entrar com uma representação junto ao TRE [Tribunal Regional Eleitoral] contra quem estiver fazendo isso e denunciando a campanha fraudulenta, desde que prove", afirma Rollo.

    A multa por ações indevidas nas redes sociais variam de R$ 5 mil a R$ 25 mil. A propaganda eleitoral é permitida a partir de 6 de julho. Antes disso, manifestações em redes sociais podem ser consideradas como propaganda eleitoral antecipada e também acarretar em multas.

Dilma Rousseff e Wen Jiabao destacaram-se em meio a declarações mornas e protocolares.

Aberta oficialmente nesta quarta-feira diante de um auditório repleto de chefes de estado e governo, a cúpula dos líderes na Rio+20, a conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, encerrou o primeiro dia de trabalhos no Rio de Janeiro com discursos mornos e burocráticos, com raros momentos de críticas mais incisivas.

As declarações que fugiram um pouco do protocolo, apesar de bastante sutis, foram protagonizadas pela presidente Dilma Rousseff e pelo primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, além do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.

Em seu pronunciamento oficial de abertura protocolar da cúpula dos líderes da ONU na Rio+20, Dilma criticou os países desenvolvidos, que, segundo ela, não cumpriram as promessas feitas há 20 anos, durante a Eco-92 (também conhecida como Cúpula da Terra), entre as quais a de ajudar financeiramente as nações mais pobres e a redução das emissões de gases.

"Sabemos que o custo da inação é maior do que o das medidas necessárias", disse. "O futuro que queremos não se construirá por si mesmo (...) (será preciso) mudanças profundas em nossas atitudes", acrescentou.

A presidente também afirmou que os países ricos "ficaram mais ricos", deixando "uma pesada carga para os países em desenvolvimento".

O primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, foi na mesma linha. Segundo ele, "não se pode limitar o ritmo de crescimento dos países", em referência à tentativa dos países desenvolvidos de impor medidas que venham a frear o ritmo de crescimento da economia chinesa.

Como Dilma, ele defendeu o conceito de "responsabilidades comuns, porém diferenciadas", estabelecido na Eco-92, pelo qual os ricos deveriam contribuir mais para o desenvolvimento sustentável do que os países em desenvolvimento.

Jiabao, entretanto, cujo país é duramente criticado pela emissão de poluentes, da grandeza de nações desenvolvidas, destacou que a China é um "grande país em desenvolvimento pronto para assumir suas responsabilidades".

O primeiro-ministro chinês também aproveitou para anunciar um fundo de US$ 6 milhões (R$ 12 milhões) para a capacitação de funcionários de países em desenvolvimento em temas relacionados ao meio ambiente.

Tom religioso

Outro discurso em destaque foi o do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, cuja vinda foi criticada antes de mesmo de sua chegada ao Rio de Janeiro. Grupos pró-Direitos Humanos protestaram no último domingo na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, contra a presença do iraniano.

No plenário, Ahmadinejad invocou um tom religioso para cobrar o estabelecimento de uma "nova ordem mundial", segundo o qual, precisa ser "redesenhada" em "com base em uma visão holística, e que se baseie em um Deus único".

Sem citar diretamente os Estados Unidos, ele criticou as guerras da Coreia, do Vietnã e do Iraque, além de protestar contra o que chamou de "guerra que os sionistas declararam contra os árabes".

Em retaliação à presença do governante, a delegação de Israel não assistiu ao pronunciamento.

Críticas

A Rio+20 encerrou o primeiro dos três dias da cúpula dos líderes de estado em meio a duras críticas pela timidez do texto-base da resolução final aprovado na última terça-feira.

Pela manhã, durante a abertura das negociações da cúpula, o próprio secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki Moon, afirmou que esperava um documento mais "ambicioso".

A crítica ganhou maior força com o protesto de organizações não-governamentais (ONG), que ameaçaram não assinar o documento final em repúdio à parte em que se lê "com a participação plena da sociedade civil".

A Rio+20 termina na próxima sexta-feira, quando se esperam compromissos mais concretos dos líderes dos 193 países-membros da ONU em prol do desenvolvimento sustentável.

 BBC Brasil -

Flame, sucessor do Stuxnet, monitorou secretamente as redes iranianas

WASHINGTON - Estados Unidos e Israel desenvolveram juntos um sofisticado vírus de computador, apelidado como Flame, que reunia informações sigilosas como preparativo para a espionagem cibernética que tinha como objetivo retardar a capacidade iraniana de desenvolver uma arma nuclear.


Doug Mills/The New York Times
Obama por trás de ataques cibernéticos


O imenso código malicioso mapeou e monitorou secretamente as redes de computador iranianas e enviou de volta um fluxo contínuo de informações sigilosas para a preparação de uma campanha de guerra cibernética, de acordo com fontes ocidentais.

A iniciativa, que envolveu a Agência de Segurança Nacional (NSA), a CIA e o Exército israelense, incluiu o uso de software destrutivo como o vírus Stuxnet com o objetivo de provocar defeitos no equipamento de enriquecimento de urânio do Irã.

Os detalhes que emergiram a respeito do Flame trazem novas pistas a respeito daquela que é considerada a primeira campanha contínua de sabotagem cibernética contra um adversário dos EUA.

"Trata-se de preparar o campo de batalha para um novo tipo de missão secreta", disse um ex-funcionário do alto escalão do serviço americano de informações, acrescentando que Flame e Stuxnet foram elementos de um ataque mais amplo que prossegue até hoje. "A coleta cibernética de dados contra o programa iraniano já avançou muito mais do que isso." O Flame foi descoberto no mês passado depois que o Irã detectou uma série de ataques cibernéticos contra sua indústria do petróleo. A ação foi dirigida por Israel numa operação unilateral que aparentemente pegou desprevenidos seus parceiros americanos, de acordo com vários representantes do governo americano e de países ocidentais que comentaram o caso sob condição de anonimato.

Especulou-se a respeito da participação de Washington no desenvolvimento do Flame, mas a colaboração entre EUA e Israel na criação do vírus ainda não tinha sido confirmada. Analistas comerciais de segurança digital relataram na semana passada que o Flame continha parte do código encontrado no Stuxnet. Especialistas descreveram essa semelhança como uma espécie de prova genética da origem comum dos dois tipos de código malicioso, que seriam a obra de uma mesma entidade.

Porta-vozes da CIA, da NSA e do Gabinete do Diretor Nacional de Informações, bem como da Embaixada de Israel em Washington, não quiseram comentar o caso.

O vírus está entre os mais sofisticados exemplos de código malicioso já revelados até hoje. Especialistas dizem que o programa foi criado para se reproduzir mesmo nas redes de altíssima segurança, passando então a controlar as funções habituais dos computadores para enviar segredos de volta aos seus criadores.

O código era capaz de ativar microfones e câmeras dos computadores, registrar os comandos digitados no teclado, captar imagens exibidas na tela, extrair dados de localização geográfica a partir de imagens, e também enviar e receber comandos por meio da tecnologia sem fio Bluetooth.

O Flame foi projetado para fazer tudo isso enquanto se fazia passar por uma atualização de software rotineira da Microsoft; o vírus passou anos sem ser detectado graças ao uso de um sofisticado programa capaz de decifrar um algoritmo criptográfico.

"Não se trata de algo que a maioria dos pesquisadores de segurança eletrônica tenha a habilidade e os recursos necessários para realizar", disse Tom Parker, diretor de tecnologia da FusionX, empresa de segurança especializada na simulação de ataques cibernéticos patrocinados pelo Estado. Ele disse não saber quem estava por trás do vírus. "Isso só poderia ser a obra dos mais avançados matemáticos criptográficos, como os que trabalham para a NSA."

A cooperação entre americanos e israelenses tinha como objetivo retardar o avanço do programa nuclear iraniano e reduzir a pressão por um ataque militar convencional.

Com informações do WASHINGTON POST

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