01/26/15


Portland, nos Estados Unidos, instalou sistema que gera energia hidroelétrica a partir dos canos locais Divulgação

A cidade de Portland, nos Estados Unidos, instalou um sistema que captura energia hidroelétrica da água que corre por um dos principais sistemas hidráulicos da cidade.

A água corrente gira pequenas turbinas colocadas dentro dos encanamentos, gerando energia, que é enviada e armazenada em um gerador.

"É raro encontrar uma nova forma de energia sem impacto ambiental. Esta está dentro de um cano, então nenhum peixe ou espécie ameaçada é impactado", afirma Gregg Semler, presidente da Lucid Energy, startup local que criou o sistema.

Atualmente, as pequenas turbinas geram a energia que é utilizada na usina de tratamento de água de Portland, barateando o custo final da água ao consumidor. A eletricidade necessária para tornar a água potável é um dos principais gastos de qualquer sistema de saneamento urbano.

Apesar da energia gerada pelo sistema não ser suficiente para alimentar uma cidade inteira, os canos podem gerar energia para prédios como escolas e bibliotecas. E, ao contrário da energia solar ou eólica, o sistema pode gerar eletricidade em qualquer horário ou clima.

A empresa espera trabalhar com outras cidades na instalação do sistema, à medida que os encanamentos antigos fiquem defasados.

A startup também espera expandir o sistema para países em desenvolvimento. "É uma grande fonte de energia para lugares onde não há rede elétrica", afirma Semler.

Divulgação/Jacobs School of Engineering/UC San Diego

Tatuagem: equipe de pesquisadores imprimiu eletrodos em papel de tatuagem temporária

Gabriel Garcia, de INFO Online

   Pesquisadores da Universidade de São Diego, nos Estados Unidos, criaram uma espécie de tatuagem que monitora os níveis de glicose de diabéticos, eliminando a necessidade de picadas nos dedos para as medições.

A equipe de pesquisadores imprimiu eletrodos em papel de tatuagem temporária.

Ele era sincronizado com um aparelho, que indicava em um monitor os níveis de glicemia do paciente.

Após cada refeição, os eletrodos geravam uma corrente elétrica.

Como a glicose é repleta de íons de sódio, com carga positiva, eles eram atraídos pela corrente para a superfície da pele, permitindo que o aparelho leia os níveis do carboidrato no sangue.

Os pesquisadores testaram o aparelho em sete pacientes sem diabetes e descobriram que as medidas feitas pela tatuagem eram consistentes com o método tradicional de picada nos dedos.

Amay Bandodkar, estudante de nanoengenharia na universidade de São Diego que trabalhou no estudo, afirma que cada tatuagem temporária funcionava por um dia, custando alguns centavos para o usuário.

A equipe de pesquisadores espera agora encontrar uma forma para que os sensores funcionem de forma contínua, além de gerar uma leitura numérica do nível de glicose.

Os cientistas também planejam expandir as capacidades do aparelho, que poderia servir como uma forma não invasiva de aplicar medicamentos.

DANIELA LIMA
DE SÃO PAULO 25/01/2015 18h19

O nome seria República de São Paulo. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) até poderia ser empossado presidente, desde que tivesse apoiado a separação do Estado do restante do Brasil. "A moeda muito provavelmente não seria o Real. Até porque, né..." Esse é o país dos sonhos de Júlio César Bueno, um professor de história de 24 anos que comanda o Movimento São Paulo Independente.

Na manhã deste domingo (25), dia do aniversário da capital, ele e seu grupo marcaram um encontro em frente ao Obelisco, em frente ao parque Ibirapuera, monumento símbolo da revolução constitucionalista de 1932. "O que nós queríamos era fazer uma visita, mas não vai dar", lamentou.

Apu Gomes/Folhapress

É que os vigilantes do local foram avisados de que haveria uma "manifestação", e decidiram fechar as portas. Como o encontro do grupo foi divulgado na última semana pela "Veja São Paulo", Júlio e seus companheiros entenderam que eram o alvo da precaução. Não pareciam oferecer risco. Ao todo, o grupo não chegava a 20 pessoas.

Apu Gomes/Folhapress
Grupo realiza ato para defender independência de São Paulo do resto do Brasil, em frente ao Obelisco da Revolução de 32, no Ibirapuera

Quando estão na rua, os entusiastas da independência de São Paulo pedem assinaturas de apoio para uma de suas bandeiras: a troca do hino do Estado. Na avaliação do grupo, o Poema dos Bandeirantes "não tem melodia, nem a força" que o Estado merece. Eles advogam a adoção do Hino Constitucionalista, de 1932.

Apu Gomes/Folhapress
Quantas assinaturas querem colher? "Um número significativo, para apresentar a um deputado que simpatize com a causa", diz Júlio.

E há um deputado que simpatize com a causa? "Simpatizante, simpatizante, não. O Coronel Telhada (PSDB) é um político que nós admiramos, mas ele já disse que é contra a separação", concluiu.

Apu Gomes/Folhapress
O movimento foi criado em 1992, viveu um forte ocaso na virada do século e, mais recentemente, retomou suas atividades. "A maioria das pessoas que o fundaram morreu. Então nós começamos a nos falar, nos grupos, na internet", explicou Júlio -ele é o presidente do movimento.


Apu Gomes/Folhapress
"Às vezes marcamos reuniões públicas. As pessoas aparecem para ver do que se trata. Descobrem que não somos um grupo de nazistas, de xenófobos que quer expulsar nordestinos. Veem que somos pessoas normais", explica.


Apu Gomes/Folhapress
O movimento é a favor de que São Paulo tenha uma legislação penal própria, além de regras "objetivas e claras" para imigração. "Não queremos expulsar ninguém, mas o Estado está inchado, com 40 milhões de pessoas. Como controlar isso? Estimulando uma progressão demográfica em níveis controlados."

Apu Gomes/Folhapress
"Centenas de haitianos desembarcaram no Acre fugindo de seu país. O que fez o governador Tião Viana [PT]? Mandou todos eles para São Paulo. Claro, né? São Paulo resolve. Algumas pessoas acham que a gente não tem problema, que São Paulo é a Suécia. O Tião Viana pegou os haitianos e mandou para cá. Quem é xenófobo? Eu ou ele?", provoca Júlio.

Eles dizem não serem filiados a nenhum partido. Júlio criticou a presidente Dilma Rousseff (PT) e seus principais adversários na última eleição, Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB). Diz que os governadores de São Paulo, inclusive Geraldo Alckmin, foram "frouxos" e não estão preocupados de fato com o Estado.

"Eles só pensam em uma coisa: Brasília. Querem ser presidentes", diz.

A principal justificativa para defender a independência do Estado é financeira. "São Paulo é o Estado que mais produz riquezas e esse dinheiro se perde na corrupção de Brasília", diz Júlio.

Questionado se seria um bom momento para pedir a independência do Estado, justo quando ele atravessa a maior crise hídrica de sua história a ponto de precisar buscar água em rios federais para tentar resolver o problema a longo prazo, Júlio é pragmático.

"São Paulo produz R$400 bilhões por ano. Com esse dinheiro, eu dessalinizo água, como faz Israel. Eu tenho dinheiro, eu compro água", responde. "Nenhum povo que buscou a independência se arrependeu. São Paulo não vai ter saudade do colonialismo de Brasília", conclui Júlio.

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