05/02/15

Cachorro: projeto também legaliza o uso de eutanásia em casos de doenças
Nivaldo Souza, do Estadão Conteúdo

      A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 29, um projeto de lei prevendo penas rigorosas de prisão para pessoas que maltrataremanimais.

A morte provocada de cães e gatos passa, agora, a implicar na detenção de três anos.

O projeto também legaliza o uso de eutanásia em casos de doenças, desde que a aplicação do remédio letal seja "de forma controlada e assistida".

O abandono de cães e gatos pelos donos pode levar à detenção de três meses a um ano, a mesma pena para os casos em que os animais tiverem suas vidas expostas em perigo ou risco de saúde ou integridade física.

Promover luta entre cães passa a implicar em prisão entre três e cinco anos.

A lei prevê também pena de um a três anos de prisão no caso de mortes para controle de doenças, como a raiva, nos casos em que não houver "comprovação irrefutável de enfermidade infecto-contagiosa" ou não seja para controle populacional.

A pena é acrescida em um terço se o crime ocorre de forma cruel, como usar veneno, fogo, asfixia, espancamento, tortura, e outros. O projeto segue agora para o Senado, onde pode sofrer alterações.


Uma relação destoante

São Paulo – Uma pesquisa divulgada pelo IBGE nesta semana apontou que cerca de 90% dos domicílios em todo o país têm ao menos um telefone celular. Isso significa que mais de 130 milhões de brasileiros com mais de 10 anos de idade possuem telefone móvel.

A proporção de celulares por residências quando dividida por estados também não é muito diferente da média nacional. Maranhão, por exemplo, é a região com menor número de celulares por domicílio e mesmo assim mais de 70% das famílias possuem o aparelho móvel.

O estudo, que faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, foi realizado em parceria com o Ministério das Comunicações e tem por objetivo traçar um perfil de como os brasileiros estão fazendo uso das tecnologias atuais.

O curioso foi observar, no entanto, que em alguns estados o uso de celular é muito maior que o acesso a saneamento básico.

Amapá, por exemplo, é a região mais emblemática - enquanto quase 90% dos domicílios têm celular, apenas 2,4% têm acesso a saneamento básico, de acordo com dados do IBGE.

Veja nas imagens as regiões onde há mais celulares que acesso a saneamento básico:
Amapá - 89,2% dos domicílios têm celular

Número de casas com celular é 37 vezes maior do que as que têm com acesso a saneamento
Percentual de domicílios com celular: 89,2%
Percentual de domicílios com saneamento: 2,4%


Piauí - 83,1% dos domicílios têm celular

Número de casas com celular é 17 vezes maior do que as que têm com acesso a saneamento

Percentual de domicílios com celular: 83,1%
Percentual de domicílios com saneamento: 4,8%


Rondônia - 88,1% dos domicílios têm celular

Número de casas com celular é 6 vezes maior do que as que têm com acesso a saneamento

Percentual de domicílios com celular: 88,1%
Percentual de domicílios com saneamento: 13,9%


Pará - 83,5% dos domicílios têm celular

Número de casas com celular é 5 vezes maior do que as que têm com acesso a saneamento

Percentual de domicílios com celular: 83,5%
Percentual de domicílios com saneamento: 15%


Tocantins - 91,2% dos domicílios têm celular

Número de casas com celular é 4 vezes maior do que as que têm acesso a saneamento

Percentual de domicílios com celular: 91,2%
Percentual de domicílios com saneamento: 22,5%


Maranhão - 74% dos domicílios têm celular

Número de casas com celular é 4 vezes maior do que as que têm acesso a saneamento

Percentual de domicílios com celular: 74%
Percentual de domicílios com saneamento: 19,4%


Alagoas - 85,7% dos domicílios têm celular

Número de casas com celular é 3 vezes maior do que as que têm acesso a saneamento

Percentual de domicílios com celular: 85,7%
Percentual de domicílios com saneamento: 24,8%


Rio Grande do Norte - 90,2% dos domicílios têm celular

Número de casas com celular é 3 vezes maior do que as que têm acesso a saneamento

Percentual de domicílios com celular: 90,2%
Percentual de domicílios com saneamento: 29,8%


Acre - 85,2% dos domicílios têm celular

Número de casas com celular é 3 vezes maior do que as que têm acesso a saneamento

Percentual de domicílios com celular: 85,2%
Percentual de domicílios com saneamento: 30,3%


Mato Grosso - 93% dos domicílios têm celular

Número de casas com celular é 3 vezes maior do que as que têm acesso a saneamento

Percentual de domicílios com celular: 93%
Percentual de domicílios com saneamento: 34,2%


Roraima - 84,7% dos domicílios têm celular

Número de casas com celular é 2 vezes maior do que as que têm acesso a saneamento

Percentual de domicílios com celular: 84,7%
Percentual de domicílios com saneamento: 33,1%


Mato Grosso do Sul - 94,3% dos domicílios têm celular

Número de casas com celular é 2 vezes maior do que as que têm acesso a saneamento

Percentual de domicílios com celular: 94,3%
Percentual de domicílios com saneamento: 39,8%


Amazonas - 85,4% dos domicílios têm celular

Número de casas com celular é 2 vezes maior do que as que têm acesso a saneamento

Percentual de domicílios com celular: 85,4%
Percentual de domicílios com saneamento: 36,4%


Goiás - 94,4% dos domicílios têm celular

Número de casas com celular é 2 vezes maior do que as que têm acesso a saneamento

Percentual de domicílios com celular: 94,4%
Percentual de domicílios com saneamento: 46,7%

Mulher em frente à sua casa destruída após o terremoto que atingiu o Nepal: 14.025 pessoas ficaram feridas

Uma semana após um forte terremoto atingir o Nepal, a polícia afirma que o número de mortos no desastre já passa de 6.600. O vice-inspetor geral da polícia de Katmandu, Kamal Singhbam, afirmou neste sábado que 6.624 pessoas morreram nos tremores de 25 de abril.

Singhbam afirmou também que 14.025 pessoas ficaram feridas no terremoto de magnitude 7.8, o pior a atingir o Nepal em mais de 80 anos. Equipes de busca e resgate ainda trabalham para retirar os corpos dos escombros, mas há pouca esperança de encontrar sobreviventes.

O governo do país renovou seu apelo a doadores internacionais para o envio de tendas para o abrigo temporário de pessoas, além da armazenagem de grãos, sal e açúcar.

O país pediu também doações em dinheiro, caso não seja possível o envio de alimentos. "Recebemos coisas como atum e maionese. De que isso nos adianta? Precisamos de grãos, sal e açúcar", afirmou o ministro das Finanças, Ram Sharan Mahat. Fonte: Associated Press.

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