09/25/12

Descubra 10 curiosidades sobre a vida do ator




Nesta segunda-feira (30), o eterno 'Exterminador do Futuro', Arnold Schwarzenegger, completa 65 anos. O ex-governador do Estado da Califórnia, nos Estados Unidos, iniciou sua carreira bem cedo, aos 14 anos, quando começou a treinar musculação.

Fisiculturista, ganhou diversos prêmios, inclusive o de Mister Universo. A fama internacional veio quando mudou-se para Hollywood. O ator foi protagonista de grandes clássicos, como “Conan, o Bárbaro” e da série “Exterminador do Futuro”.

Além da carreira artística, Schwarzenegger também se envolveu com política, e, por causa de seu cargo, acabou ganhando o apelido de “Governator”.



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O nome de batismo do ator é Arnold Alois Schwarzenegger e, ao contrário do que muitos pensam, ele não é americano, e sim, austríaco.


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O ator começou a treinar para ser fisiculturista aos 14 anos e, aos 18, já ganhou o título de Mister Universo. Ele também venceu o concurso Mr. Olympia sete vezes. Por isso, tornou-se uma personalidade da modalidade e tem até um concurso com seu nome, o Arnold Classic.


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Arnold admitiu ter usado esteroides anabolizantes para melhorar seu desempenho, porém só fez o uso dessas substâncias enquanto elas eram permitidas.


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Em seu primeiro filme “Hercules in New York”, o ator usou o pseudônimo “Arnold Strong” e sua voz foi dublada por outro ator. Porém, o sucesso veio quando protagonizou 'Conan - O Bárbaro'.


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Para fazer “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final”, Arnold recebeu US$ 15,3 milhões (cerca de R$ 30 milhões). Já para protagonizar “O Exterminador do Futuro: A Rebelião das Máquinas”, ele embolsou cerca de US$ 30 milhões (cerca de R$ 60 milhões), o segundo maior cachê pago a um ator em um único filme.


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Durante as filmagens de “O Sexto Dia”, o astro quase morreu. Em uma das cenas do filme embaixo d’água, ele nadou na direção errada e foi parar, sem fôlego, embaixo de uma plataforma. Uma pessoa da produção acabou percebendo tudo e o salvou.



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Schwarzenegger também já bancou o herói. O ator resgatou um banhista que estava com câimbras em Maui, no Havaí. Ele usou uma prancha para ajudar a resgatar o rapaz em apuros.


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O ator anunciou sua candidatura para as eleições governamentais da Califórnia de 2003, durante uma entrevista no programa “The Tonight Show With Jay Leno”. Ele foi eleito em outubro do mesmo ano e ficou no comando até 2011, sendo substituído pelo democrata Jerry Brown.


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Schwarzenegger é o fundador da cadeia de restaurantes Planet Hollywood, junto com Bruce Willis, Sylvester Stallone e Demi Moore.


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O ator faz parte do time dos que já pularam a cerca. Ele teve um caso com sua empregada doméstica, com direito a um filho com ela.

Evento começou em 1898 como forma de propagar o automóvel. O iCarros fará a cobertura da edição 2012, que abre as portas no dia 27

24/09/2012 - Thiago Moreno / Fonte: iCarros

O Salão de Paris é um dos eventos automotivos mais importantes do calendário internacional. Com mais de 100 anos de história, o evento mantém sua relevância mostrando as tendências e o futuro do setor. Descubra como ele nasceu e todo o trajeto percorrido até a edição de 2012 e veja todas as informações sobre como estar presente ao salão.

O Salão de Paris começou como uma iniciativa do Automóvel Clube da França para promover o automóvel, máquina que ainda era novidade naquela época. Assim nasceu a Exposicion Internacionale d'Automobile.

No início do século XX, o Salão de Paris passou de evento nacional para uma reunião de várias marcas ao redor do mundo. Em 1901, o palco era o Grand Palais, com 6.000 m² de espaço para nada menos que 220 marcas exibirem as novidades sobre rodas. Em 1909, porém, uma discordância entre os organizadores e os fabricantes inviabilizou a edição daquele ano, mas as atividades foram retomadas normalmente em 1910, parando somente pela eclosão da Primeira Guerra Mundial.


Com a quebra da Bolsa de Valores de Nova York, em 1929, o mundo viveu um período de recessão econômica e isso se refletiu também no Salão de Paris. De 1.339 expositores registrados em 1929, apenas 526 marcas estavam presentes na edição de 1938. Pouco depois, em 1939, o evento era paralisado novamente por causa de outro conflito global: a Segunda Guerra Mundial.





Em 1946, logo após o término dos conflitos, o Salão de Paris voltou com força total, mas a falta de matéria-prima ao final da Guerra gerou uma situação no mínimo inusitada: os visitantes poderiam ver quantos carros quisessem, mas, para comprar, precisavam de uma autorização do governo francês. Mesmo assim, cerca de 8 mil pessoas compareceram à edição daquele ano, que durou dez dias.





A década de 1950 e o crescimento econômico global do período fizeram o Salão de Paris crescer. Já em 1950 foi preciso separar os expositores de veículos utilitários e motocicletas em um espaço próprio: o Porto de Versailles. Os automóveis continuariam ainda no Grand Palais que, em 1953 disponibilizava 80 mil m² de área aos fabricantes. Um ano depois, o número de visitantes ultrapassou um milhão de pessoas. O ano 1957 viu o advento da indústria japonesa, quando o Prince Skyline (marca que se tornaria a Nissan) foi exposto naquele ano.



Com um público cada vez maior, o Grand Palais não suportava mais acomodar os visitantes. Em 1962, o Salão de Paris se mudou para o Porto de Versailles, aonde permanece até hoje. A visitação continuou crescendo e, em 1968, o público passou de 1.060.000.




Com o acirramento dos conflitos no Oriente Médio, maior região produtora de petróleo do mundo, e a escalada nos preços dos combustíveis, o Salão de Paris perdeu força durante a década de 1970. Já em 1977, o evento passou a ser bienal, não mais anual, alternando-se com o Salão de Frankfurt. Mesmo assim, houve espaço para grandes lançamentos como o esportivo BMW M1 da foto.




A década de 1980 foi marcada pela mudança de nome do salão, que passou a ser chamado de Mondial de l'Automobiles. Nessa época também a Ferrari apresentou o esportivo 456 GT da imagem.


Não é qualquer coisa que se mantém relevante durante um século, mas o Salão de Paris conseguiu e, em 1998, completou 100 anos exibindo o futuro do setor automotivo para o mundo inteiro.



A edição 2012 do Salão de Paris acontece entre 29 de setembro e 14 de outubro, das 10h às 20h no horário francês. Às quintas e sextas, o horário se estende a até às 22h. O evento deste ano ocorre no Paris Expo, situado Porto de Versailles. O endereço é 75015, Paris. A entrada custa 13 euros, mas estudantes e pessoas entre dez e 18 anos pagam 7 euros. Menores de dez anos entram gratuitamente. Quem for em grupos de pelo menos 15 pessoas paga um preço promocional de 11 euros cada. Para chegar lá, o mais indicado é o transporte público. Pela linha 12 do metrô parisiense, basta descer na estação Port de Versailles. Pelas linhas 8 do metro ou pelas 2 e 3 de trens, a estação mais próxima é a Balard Station. Para quem for de ônibus, as linhas 39 e 80 são as mais indicadas e o ponto de parada também é a Balard Station. Para quem quiser adquirir os ingressos pela internet, basta  acessar o site do evento.






A mãe da jovem Katsue Stefane Santos Vieira, morta a facadas e depois queimada no forno de uma pizzaria, em Cuiabá (MT), busca na Justiça o direito de enterrar a filha. Por meio da Defensoria Pública do Mato Grosso, Maria Eunice Pereira dos Santos ingressou com uma ação contra o Estado para ter acesso aos restos mortais de Katsue e, ainda, receber uma indenização por danos morais e materiais.

Duas liminares já foram concedidas em favor de Maria Eunice, mas o Instituto Médico Legal (IML) teria negado entregar os restos mortais à família da jovem. De acordo com a Defensoria Pública, o diretor do IML afirma não ter cadáver para entregar, além de não poder emitir uma declaração de óbito.

Conforme a ação, impetrada pelo defensor público Cláudio Aparecido Souto, laudos da perícia acusam o recebimento de "material calcinado" proveniente de ossada, além de outros fragmentos com características de um "indivíduo adulto jovem". "O direito de ser sepultado é um direito personalíssimo de cada indivíduo que, com a sua morte, é exercitado pelos familiares, que realizam cultos aos seus antepassados, o que impõe um tratamento digno do cadáver humano", afirmou Souto.

Na ação, além de exigir a entrega dos restos mortais de Katsue, é pedida uma ação indenizatória pelos transtornos que a falta de sepultamento da vítima causou à família. O montante pedido é de 350 salários mínimos, o equivalente a R$ 217 mil.

O caso

Katsue Stefane foi encontrada morta no dia 4 de fevereiro de 2012, carbonizada, no forno de uma pizzaria na avenida General Melo, em Cuiabá (MT). De acordo com o Ministério Público do Estado, Weber Melques Vernandes de Oliveira, filho do dono do estabelecimento, é o principal suspeito pelo crime.

Testemunhas relataram que viram o jovem entrando sozinho na pizzaria durante a noite do assassinato e que ele teria saído, pela manhã, sozinho e sujo de sangue. Conforme a Polícia Civil, o pai de Weber prestou depoimento onde contou que estava viajando e havia deixado a chave da pizzaria com o filho.

O empresário disse que vizinhos ligaram para ele relatando ter ouvido gritos de uma mulher no estabelecimento no dia do crime. Ao voltar, ele conversou com o filho, que teria dito que havia matado uma pessoa, sem contar quem e nem onde. Em seguida, o rapaz pegou sua motocicleta e desapareceu, sem dar mais notícias.

Dias depois, ele se apresentou à polícia e confessou o crime. Weber segue preso, a espera de julgamento.

Uma nova doença respiratória semelhante à SARS - epidemia global que matou centenas de pessoas em 2003 - foi diagnosticada em um homem que está sendo tratado na Grã-Bretanha. Outro caso, na Arábia Saudita, resultou na morte de um paciente. Confira abaixo perguntas e respostas sobre esse novo vírus.

O que é o novo vírus?
A nova doença é consequência de um tipo de coronavírus - uma família ampla de vírus que inclui desde um resfriado comum à SARS (sigla em inglês para síndrome respiratória grave e aguda).

Até agora, apenas dois casos foram diagnosticados deste novo vírus, e ambas as infecções foram originadas no Oriente Médio. Um dos casos foi confirmado por um exame de laboratório feito pela Agência de Proteção à Saúde da Grã-Bretanha, em Londres. O paciente está sendo tratado pelas autoridades britânicas de saúde.

O outro foi detectado por um exame de laboratório na Arábia Saudita. Os dados foram enviados a outro laboratório na Holanda, que confirmou se tratar do novo tipo de vírus. Ainda há poucas informações sobre o novo vírus e o quão letal ele pode ser entre seres humanos.

O que o vírus faz?
Os coronavírus provocam infecções respiratórias em humanos e animais. Os dois contaminados tiveram febre, tosse e dificuldades de respiração. O paciente na Arábia Saudita acabou falecendo, e o britânico está na UTI. Por ora, ainda não está claro se esse forte efeito é típico deste novo vírus, ou se há muitas pessoas contaminadas e apenas poucas estão tendo uma reação tão drástica.

Como ele se espalha?
Acredita-se que ele se espalhe por fluidos expelidos na tosse ou pelo espirro. Os especialistas acreditam não se tratar de uma doença altamente contagiosa, já que, nos dois casos diagnosticados até agora, as pessoas que trataram os pacientes não adoeceram. Os coronavírus são bastante frágeis. Fora do corpo humano, eles só sobrevivem por um dia e são facilmente mortos por detergentes e por outros produtos de limpeza.

Como é o tratamento?
Os médicos ainda não sabem qual é o melhor tipo de tratamento, mas as pessoas com sintomas graves precisam de cuidados intensivos que ajudem sobretudo na respiração. Não existe nenhuma vacina. Em Londres, o paciente está isolado, e todos que o estão atendendo usam máscaras e equipamentos de proteção.

Como se originou o vírus?
Os especialistas ainda não sabem a sua origem. Eles especulam que possa se tratar de uma nova mutação de um vírus já existente. Ou talvez seja uma infecção que já circula entre animais e que agora passou para os seres humanos.

Existe algum tipo de recomendação às pessoas que viajam?
Por enquanto, a Organização Mundial da Saúde descartou qualquer tipo de restrição a viagens ao Oriente Médio, onde ambos os casos surgiram. Mas esta decisão está sendo constantemente reavaliada.


Imagem mostra a capa do livro de Antony Beevor
Foto: Reprodução

Durante a Segunda Guerra Mundial, "os japoneses praticaram uma política de canibalismo com seus prisioneiros de guerra e, inclusive, com seus compatriotas mortos em combate", explicou nesta terça-feira em entrevista à Agência Efe o historiador britânico Antony Beevor.

Segundo Beevor, esse foi um dos aspectos que mais lhe surpreendeu durante a pesquisa elaborada para a realização de "A Segunda Guerra Mundial" (The Second World War), um livro que não pretende ser "o definitivo", mas sim lançar um olhar global baseado em sua experiência como escritor e como ex-militar.

Esse canibalismo era um fato que Beevor não conhecia. Os americanos e os australianos decidiram não dizer nada no final da guerra pelo choque que essa notícia poderia causar entre os familiares dos prisioneiros, explicou o historiador à Agência Efe em Madri, onde hoje apresenta seu novo livro.

Trata-se de uma prática que demonstra toda a crueldade do "extremamente militarizado" Exército japonês, que humilhava os soldados e usava toda a "fúria absorvida nas batalhas para se vingar contra os soldados vencidos".

Apesar de ainda não ser uma notícia pública e de massa, somente uma nova geração de jovens historiadores japoneses tiveram coragem de trazer este fato à tona, explica Beevor.

"É óbvio que todos os exércitos tiveram tentações de cometer crimes, mas alguns mantiveram certas coerências e proporções. No entanto, há diferentes pautas de comportamento. Nem todos os Exércitos foram iguais", completa o historiador.

Outro fato que surpreendeu Beevor foi o "terrível sacrifício" que os comandantes soviéticos infligiram a suas tropas na operação de distração durante a batalha de Stalingrado, que aconteceu para distrair os alemães e supôs a morte de 250 mil russos.

"Sacrificaram mais homens que os britânicos e os americanos juntos no Dia D", revelou Beevor.

Atrocidades existem em todas as guerras, embora o canibalismo dos japoneses é, sem dúvida, o fato mais terrível que Antony Beevor conta em seu novo livro, uma vasta obra que já foi lançada na Colômbia, na Argentina, no México e que, segundo o próprio autor, será publicado em toda América Latina.

Com mais de 30 anos de dedicação ao conflito militar mais amplo e sangrento da história, Beevor, neste livro com mais de mil páginas, resgata informações tiradas dos arquivos russos, alemães e, principalmente, franceses.

Apesar do excesso de fatos, o autor conseguiu achar uma estrutura para não se "afogar", um fato que, segundo o próprio autor, só foi possível graças a sua experiência prévia com livros como "Stalingrado" (2000) e "Berlim: A queda 1945" (2002), autênticos "best sellers" de nível mundial.

Neste novo lançamento, Beevor volta a recorrer ao elemento mais característico da escritura: uma mistura entre as épicas narrações das batalhas e das grandes discussões políticas com os detalhes mais humanos e desumanos das vítimas e carrascos da guerra.

Uma história que Beevor começa a contar na frente oriental, na guerra entre chineses e japoneses, um primeiro exemplo das atrocidades que cometeriam os japoneses, que em Nanjing mataram entre 200 mil e 300 mil chineses da maneira mais cruel, sem distinguir sexo e idade.

Se Beevor decidiu começar por essa parte da história é porque pensa que isso condicionou todo o desenvolvimento posterior de um conflito que se caracterizou por incluir "elementos de uma guerra civil internacional" e que, na realidade, foi "um conglomerado de diferentes conflitos".

"Me senti muito lisonjeado quando disseram que este era o livro definitivo sobre a Segunda Guerra Mundial. Mas, na verdade, não é assim. Sempre haverá novos elementos. Os arquivos da Rússia são enormes e só puderam ser consultados entre 1995 e 2000, enquanto o dos japoneses não deixam pesquisadores estrangeiros consultar os seus", ressaltou Beevor.

Apesar de ainda existir muitas coisas por descobrir, Beevor aponta que o mais intrigante de seu livro são as histórias individuais, muitas delas tiradas de testemunhos de combatentes franceses cujos descendentes entregaram suas cartas às autoridades.

Através dessas histórias pessoais, o leitor se identifica mais facilmente com uns fatos que ultrapassam o entendimento, sendo que esse tipo de narração é o que fez de Beevor um dos historiadores mais lidos na atualidade.

"Hoje em dia, eu não entendo como fizemos para viver nas trincheiras, no descoberto, na neve, congelados de frio e sem tirar jamais os sapatos e a roupa. Isso sem ter água e sem ter nada com que se esquentar". Este é o testemunho de um oficial do Exército Vermelho que se une a outros muitos em uma obra imprescindível para quem deseja entender o que ocorreu com mundo no século XX.




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