07/09/14


Depois de mais de um ano, o caso do papagaio "Meu Lourinho" chegou ao fim, na última quarta-feira (02). O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foi condenado a pagar R$ 5 mil de indenização à dona de casa Gedália Valentim Ferreira, de 54 anos, dona do animal.

O juiz da 2ª Vara Federal, Francisco Alves, condenou o Ibama em primeira instância após a morte do animal, que havia sido apreendido no dia 14 de março de 2013. Era uma quinta-feira, 17 de agosto de 2013, quando Gédalia, acompanhada de uma defensora pública, foi buscar o animal na sede do Ibama, em Casa Forte, Zona Noroeste do Recife. Só então ela ficou sabendo da morte da ave, no dia 10 de julho do mesmo ano.

De acordo com o laudo do Ibama, a morte foi causada por uma infecção bacteriana no intestino, problema que não foi encontrado no laudo realizado assim que o animal foi apreendido.

Uma denúncia anônima levou a apreensão do ave na Bomba do Hemetério, Zona Norte do Recife. Porém, Gedália entrou com um processo para reaver "Meu Loirinho" afirmando que tanto ela quanto o papagaio estavam sofrendo de depressão pela distância.

Apesar dos maus-tratos confirmados (asas cortadas e desnutrição), o juiz Francisco Alves acreditou que a devolução seria melhor, e que os problemas eram causados por desinformação. Infelizmente, já era tarde demais.

Um ano após a morte do pássaro, Gedália ainda precisa tomar antidepressivos e conta que chora diariamente. Apesar de achar que a decisão é um conforto pela humilhão que sofreu dos agentes do Ibama, ela garante que o mais importante é que o órgão reveja a forma de cuidar dos animais que ficam sob sua custódia.

"Cheguei a questionar a forma como eles estavam cuidados, mas ouvi de um funcionário que 'um animal desse tipo tem que ficar mesmo na chuva e no relento'. Não me conformo. Todos os dias que eu ia lá Meu Lourinho chorava, pedia para voltar para casa. Sinto muita falta. Foram oito anos", lamenta.



Será que algum dia a TV perderá seu reinado?! A televisão sempre foi centro das atenções e principal fonte de entretenimento da maioria dos lares brasileiros. Mas a TV está perdendo espaço para a internet – pelo menos é o que diz uma pesquisa inédita recém-divulgada pelo Ibope sobre hábitos de consumo de veículos de imprensa. De acordo com o levantamento, os brasileiros com acesso à internet passam – em média – 10 minutos a mais por dia na web quando comparado ao tempo que assistem à programação da TV.

Curioso é que a TV ainda é o meio de comunicação preferido da maior parte da população; mais de 76% contra apenas 13% que preferem o meio digital. Mas essa preferência não impede que os brasileiros passem mais tempo online do que usando qualquer outra mídia. O Márcio e o Alex se encaixam neste perfil e são até um pouco radicais.

"É tudo sob demanda. A hora que eu preciso de alguma coisa na internet eu vou lá e busco. A TV ainda é muito forte, mas eu meus amigos estamos migrando para assistir a tudo no computador", conta Alex Sami de Arruda, corretor de seguros.

Na visão do professor de sociologia Liráucio Junior, a pesquisa é importante para avaliar o comportamento do brasileiro. Mas defende que não podemos nos apegar apenas ao meio de comunicação utilizado, mas – principalmente – ao modelo de uso...

"A disponibilidade de estar conectado o tempo todo - e não é todo mundo que está online o tempo todo - pode interferir no tempo gasto", diz Liráucio Girardi Junior, prof. Sociologia / Cásper Líbero.

Outra questão interessante de se analisar é a forma que assistimos TV hoje em dia. Claro, isso depende da classe social e do tipo de TV que cada um tem em casa, mas a internet já chegou em muitos modelos de televisores disponíveis no mercado e isso faz bastante diferença.

"A TV ainda permanece, mas será que a mesma TV, será que ela está sendo produzida do mesmo jeito? Acho que as pesquisas não vão muito a fundo nisso", afirma o professor.

"Na internet está tudo lá, gravado, e você vê a hora que quiser - seja por download ou online. Eu, por exemplo, uso muito a TV, mas para espelhar a tela do celular, ouvir som, espelhar a tela do cozinha do projeto em que trabalho", explica Márcio Salvo, tecnólogo.

"Acho que a TV tem uma utilidade maior do que assistir à programação", diz Alex Sami de Arruda, corretor de seguros.

Agora se a internet vem no topo da lista do tempo diário dedicado aos meios de comunicação, o mundo online ainda é o que apresenta menor credibilidade. Os jornais impressos são considerados o meio mais confiável como fonte de informação. A TV também apresentou uma confiança alta na pesquisa, com 49%...

"O audiovisual tem mesmo um impacto muto forte, que dá aquela sensação de 'eu vi na TV'. Isso impacta muito os consumidores de algumas classes, que às vezes têm aí sua única fonte de informação", analisa Liráucio Girardi Junior, prof. Sociologia / Cásper Líbero.

Já a internet, com seus blogs, portais e redes sociais, é a menos confiável. As redes sociais se destacam no levantamento. A maioria dos entrevistados diz recorrer ao Facebook para se informar, em vez de procurar espontaneamente por sites de notícias. Aliás, para 32% as redes sociais já se tornaram seu principal canal na hora de buscar informação. E, não por acaso, o que os brasileiros mais usam na internet são as redes sociais; 71%.

Mas não dá pra generalizar; a questão de credibilidade também depende muito do perfil e classe social do indivíduo.

"Na TV aberta, os canais têm muita manipulação envolvendo o conteúdo. Aqui a gente tem mais liberdade de passar pelo crivo de avaliar se é ou não verdade e buscar um pouco mais de informação", diz Alex Sami de Arruda, corretor de seguros.

"Eu não acredito em tudo o que vejo na internet, principalmente nas redes sociais. Então eu vou buscar conteúdo para ver se é mesmo verídico", complea Márcio Salvo, tecnólogo.

Ainda de acordo com a pesquisa Ibope, a TV está presente em em 97% das casas do país; na outra ponta dessa história, 53% dos brasileiros ainda não tem sequer acesso à internet. Dado que também chama atenção é a frequência de uso: 65% dizem ver TV diariamente enquanto 26% acessam a internet todos os dias.



E você, em que parcela da população se enquadra? Na sua casa a TV também está perdendo espaço e tempo para a internet?

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