07/31/12

Banda larga da empresa chega com pacote inicial de R$89,90 por 35 Mbps, em 200 mil domicílios de São Paulo. 



Semanas atrás, a TIM fez um evento para detalhar sua fibra óptica. A empresa apresentou alguns números de preços e velocidades, mas que eles ainda poderiam ser ajustados baseado no mercado de fibra atual, e que tudo estaria certo para o lançamento do produto, no fim de agosto. Pois bem, a empresa decidiu adiantar o lançamento do Live TIM para o dia primeiro de agosto (amanhã) em São Paulo e mudou consideravelmente a oferta.

Antes, a TIM pensava em oferecer uma conexão de 25 Mbps de download e 5 Mbps de upload por R$109. Agora, o plano mais básico da fibra custará R$89,90 e promete 35 Mbps de download e 20 Mbps de upload. O segundo e mais caro plano, o de 50 Mbps de download e 30 Mbps de upload, custará R$129,90. (Aqui é importante lembrar que, segundo regras da Anatel, provedores de fibra óptica devem fornecer pelo menos 60% da velocidade vendida). A diferença é sensível, e acredito que além de a TIM realmente ter estudado a concorrência (como a Vivo, que vende fibra de 30 Mbps por R$120), eles usaram os valores da outra coletiva como teste e coletaram a reação de leitores, como vocês.

O lançamento inicialmente será na cidade de São Paulo, atingindo 200 mil domicílios inicialmente — a empresa não divulgou quais são os bairros agraciados — e chega no Rio de Janeiro até o fim deste trimestre. A promessa é de expansão rápida por um processo diferente de adição de fibra: em vez do ponto a ponto, o ponto da fibra fica na rua e é “esticado” até as casa em um raio de 400 metros. Apesar de no fim das contas a casa ter uma conexão VDSL2, creio que foi a solução mais prática para aumentar o alcance do produto — desde que a conexão faça jus ao prometido.

E para ter certeza disso, testaremos durante o próximo mês a conexão da TIM. Como já uso fibra óptica em casa, será possível comparar com mais facilidade. Um dos detalhes importantes que a TIM fez questão de frisar é que você pode assinar apenas a fibra, sem depender dessas vendas casadas e empurradas de telefone e televisão. Isso me agrada bastante. E você? O que achou dos preços?

[Live TIM]

A Microsoft revitaliza o Hotmail, passa a chamá-lo de Outlook, e o coloca no topo dos webmails.



Sejamos francos aqui: dizer às pessoas que você usa o Hotmail tem sido o equivalente na Internet a admitir usar crocs. Mas após uma década sendo motivo de chacota, o Hotmail finalmente teve a maior vitória no jogo da caixa de entrada desde o Gmail. E talvez ela até faça você mudar.

Isso está começando a se tornar previsível, familiar. A Microsoft pega algo entediante, parcialmente quebrado e fortemente enraizado: Windows, Office, Mobile. Joga fora praticamente tudo o que é feio e pouco inspirado, coloca pessoas espertas para trabalhar nesse produto e embala tudo com Metro. Windows 8, Office 15 e Windows Phone tiveram todas as suas partes estagnadas transformadas em coisas vibrantes, modernas. E o Hotmail, agora Outlook, também pode se gabar do mesmo.

Ele parece bom de verdade

Mas, qual é? É possível reformular o Hotmail? O Hotmail? Mesmo o pessoal que trabalha no Hotmail admitirá sem relutar que o nome em si é uma dos maiores desvantagens do serviço. Ninguém o quer em seu currículo, cartão de visitas ou compartilhado em meio a uns bons drinks. É um nome estigmatizado independente do quão bom ou ruim ele seja de fato — quando foi a última vez que você abriu a sua caixa de entrada lá?



Assim sendo, diga adeus ao Hotmail. Agora é Outlook. E contrariando todas as expectativas, ele é muito bom — a Microsoft pegou o que era motivo de sarro por toda a web e o transformou em um webmail de primeira classe.

Primeiro, e isso não é superficialidade, o Hotmail-que-agora-é-Outlook não parece algo vindo direto dos anos 1990, com toda a sua bagunça e um design deprimente. O Novo Hotmail tem um visual fantástico e dependendo de como você tenha encarado o último facelift do Gmail, ele talvez seja o webmail mais bonito do momento. Simples, claro, limpo — ele se parece com uma mobília da Tok Stok montada por um especialista.

O Outlook é tão bom quanto você deseja que o email seja. Ele combina perfeitamente com o modernismo colorido plano do Windows 8. As cores são fortes e limitadas, complementando o restante da paleta do Metro. Os itens da caixa de entrada são espaçados de maneira perfeita, criando uma lista densa de mensagens facilmente gerenciável — diferente da esquisita formatação recente do Gmail. A Microsoft está enfatizando em quantos pixels extras ela te dá para visualizar suas mensagens em comparação ao Google, e é verdade mesmo: com o Outlook, a parte superior da tela é visivelmente mais estreita que no Gmail.




Isso lhe dá um pedação de tela para apreciar, tornando as linhas de assunto fáceis de passar o olho — a coisa inteira é incrivelmente legível, embora os emails em si às vezes voltem para a fonte serifada padrão. Mas tirando esse detalhe na tipografia (que talvez seja só um engasgo do Beta que estou usando), o Outlook se sai no mínimo tão bem quanto o Gmail.

Se você for um purista, pode exibir a sua caixa de entrada inteira em uma lista tradicional. Você sabe como isso funciona. Ou abrir um “painel de leitura,” que divide a área útil da sua tela entre a visualização da caixa de entrada e uma visão em tempo real de cada mensagem em uma coluna adjacente, meio que no estilo do gerenciamento de email no iPad. Você também pode deixar o painel de leitura abaixo da lista. Todos os três modos funcionam bem e são maravilhosamente rápidos para carregar. Sim — três formas de ver seu email bem projetadas, todas em uma aba do navegador, sem que nenhuma delas pareça ter sido feita de qualquer jeito.

Ele realmente parece bom

Não se trata apenas de chegar ao nível da fachada meio cansada do Gmail — a Microsoft colocou o cérebro para trabalhar a fim de fazer do Outlook o webmail mais funcional já visto. São tantos recursos.

À esquerda, as pastas padrões. Nada a dizer sobre isso (embora você talvez gostasse!), mas pelo menos elas são bem feitas. Quando você olha esse canto com mais atenção, as coisas ficam interessantes. O email fica interessante.

O Outlook oferece uma série de “Visualizações rápidas”, que permite a você ir instantaneamente para emails com documentos anexos, imagens incorporadas e mesmo categorias inteligentes como atualizações de transporte de mercadorias — sim, o negócio é refinado o bastante para extrair o seu último pedido da Amazon da pilha de mensagens. Você pode criar as suas próprias categorias com os parâmetros desejados, mas mesmo essas poucas pré-carregadas são uma ajuda e tanto.

A visualização da caixa de entrada pode ser ordenada para mostrar as newsletters que você assinou, mas nunca parou para ver (pense no Groupon) e notificações de redes sociais (Fulano da Silva está seguindo você no Twitter!). Esta é uma excelente maneira de limpar o lixo do seu email sem ter muito trabalho, ou passear por essas mensagens menos importantes com muito menos cliques. Faz muito sentido. A essência do email é a mesma de quando o Hotmail estava em alta, uma década e meia atrás, mas ocorreram algumas mudanças — o serviço pode ser mais um alerta de notificação (foto marcada!) do que uma mensagem de fato. A Microsoft entendeu isso e o Outlook facilita a tarefa de tratar esses emails de segunda classe como eles merecem: um ruído vez ou outra útil.

A facilidade de clicar nos locais para ver o email que deseja não tem igual à do Outlook. Mas esses locais são só parte do que é legal.

Digamos que você tenha aberto um daqueles emails marcados com fotos. E digamos que ele foi marcado daquela forma por incluir um link para uma galeria do Flickr. O Outlook irá automaticamente incorporar aquela galeria através de um slideshow, permitindo que você veja as imagens sem precisar sair da sua caixa de entrada. O mesmo sistema de incorporação é chamado para outros anexos e links multimídia, de vídeos a documentos do Word — que podem ser visualizados e editados com a versão web gratuita do Office, claro.

Isso é um mantra no Outlook — o seu email é um tipo de história em quadrinhos online, uma daquelas abas que raramente são fechadas não importa onde você esteja. Já que ele ficará por ali mesmo, não deveria fazer um pouco mais do que somente lidar com o email? Ele não deveria fazer isso de uma forma que faça sentido e que não pareça serem recursos só por ter esses recursos? Sim, muitas vezes sim. E o Outlook oferece exatamente isso.

Pequenos toques em abundância, como uma visualização instantânea da última atualização no Facebook ou tweet que alguém com quem você está trocando mensagens, pisca instantaneamente no email. Passe o cursor sobre a foto de um contato (pega diretamente do Facebook) e você pode começar um bate-papo via Facebook com ele. Tudo a partir do Outlook. Nada disso tira o foco da comunicação com as pessoas que você conhece, a parte mais importante de se existir um endereço de email. No mínimo, isso potencializa o conceito, seguindo a definição mais abrangente de comunicação dos nossos tempos.

Diferente do GTalk do Gmail, aquela caixinha onipresente jogada no lado esquerdo das nossas caixas de entrada abruptamente alguns anos atrás, todos os tweaks “sociais” do Outlook são naturais e graciosos. Nada soa obrigatório. Você está aqui pelo email, você acaba usando um pouco mais e se pergunta por que não poderia ver o que seu chefe está tuitando enquanto vocês dois trocam emails. Os computadores devem nos ajudar a trapacear a ordem natural nos achando mais espertos do que realmente somos, e o Outlook garante essa pequena injeção de inteligência.

Mas alguém irá de fato usar isso?

A equipe de turismo de Chernobyl tem uma tarefa mais fácil do que essa. “Hotmail” é um palavrão na tecnologia e, francamente, “Outlook” deve estar bem próximo dela, um pesadelo relacionado ao ambiente de trabalho com o qual a maioria das pessoas associa o tédio. A triste verdade é que a maioria de nós não vai trocar o Gmail por um serviço de webmail melhor. Mesmo que seja um serviço de webmail muito melhor. Muitos de nós estamos usando a mesma conta do Gmail desde meados da década passada e essa inércia, combinada com as conotações tóxicas do Hotmail, faz de qualquer mudança uma missão psicológica. Por que a Microsoft não o chamou de Bing mail? As pessoas gostam do Bing. O Bing é um mecanismo de busca decente e tem uma pronúncia divertida. Sam arroba Bing ponto Com. Eu gosto desse.

Mas não, é Outlook, e muitos irão recusar, por mais que não devessem. O que todos nós devíamos fazer é, em vez de rir de nós mesmos sem perceber que no renascimento do Hotmail ele pode disputar de igual para igual com o Gmail, dar-lhe uma chance. Configure a sua conta principal para encaminhar as mensagens para uma nova conta no Outlook e teste-o de verdade. Se você já foi conquistado pelo esquema visual do Windows (Phone) 8, tem ainda mais incentivos para testar. Se você já se cansou do Google enfiando mídia social goela abaixo do seu email ou tem receios quanto à questão da privacidade, é a sua chance.

E o Outlook está disponível para você a partir de hoje. Você pode até conseguir um endereço com seu nome verdadeiro.

Leva alguns minutos para configurar uma nova conta de email e se você se permitir apreciar o trabalho duro e ao mesmo tempo sutil dispendido nesse novo, bonito e útil email, você talvez acabe com algo na sua tela que dure outros oito anos.

grupos do Facebook mostram para todos os membros quem leu cada post. Isso pode ser bastante útil, ou muito medonho.



A partir de hoje, grupos do Facebook mostram para você – e para o restante dos membros – exatamente quem leu cada post. O que pode ser bastante útil, ou muito medonho.

Daqui em diante, quando for postada uma atualização num grupo do Facebook, ela terá um contador com o número de visualizações. Quem tiver permissão de ver o post passa o mouse por cima do contador, e pode saber exatamente quem o viu. Se todos do grupo viram, ele diz apenas “Visto por todos”.

E como o Facebook sabe se você leu ou não um post? Eles não deixam claro, mas dado que a rede já monitora milhões de usuários, deve haver um algoritmo mais ou menos esperto para isso.

Essa função com certeza tem sua utilidade: significa que os usuários podem ter uma ideia de quem sabe o que foi postado, e deve facilitar as conversas – nada de perguntar “mas você não viu o que eu falei?”, por exemplo. Em especial, isso parece bem útil para grupos que organizam reuniões ou eventos.

Mas isso pode ficar muito medonho se for além disso. Imagina se esse contador chega ao Mural dos usuários, ou ao Feed de notícias? Acompanhar quem leu seus posts iria criar um mundo novo de neurose. O TechCrunch perguntou ao Facebook sobre essa possibilidade, mas a resposta foi: “não vamos discutir o que podemos (ou não) fazer no futuro”.

Do jeito que está, o contador de visualizações parece bem legal para grupos – e só. Pode parar aí.

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