06/27/12

RAFAEL CAPANEMA

"Odeio meu chefe. Espero que ele morra."

"Cara, ainda estou de ressaca do fim de semana."

"Meu novo número de telefone é 07x0xxx70xx."

Potencialmente comprometedoras, as frases acima foram postadas publicamente no Facebook nos últimos dias e agregadas pelo site We know what you're doing... (nós sabemos o que você está fazendo).

Criado pelo programador Callum Haywood, de 18 anos, o site é um "experimento" que tem como objetivo alertar usuários de redes sociais sobre suas configurações de privacidade.

Reprodução

Tela do site We know what you're doing..., que agrega postagens públicas comprometedoras em redes sociais


As publicações agregadas pelo site estão divididas em quatro categorias: "quem quer ser demitido?", "quem está de ressaca?", "quem está usando drogas?" e "quem tem um novo número de telefone?".

O site mostra as fotos dos usuários que fizeram as postagens, mas omite seus sobrenomes e o número completo de seus telefones, além de não oferecer links para os perfis.

Haywood recomenda que os usuários do Facebook alterem suas configurações de privacidade, "certificando-se de que a opção 'Controlar sua privacidade padrão' não esteja marcada como 'Pública'". Para maior privacidade, o autor do site aconselha selecionar "Personalizado" e analisar cada um dos itens.

"O problema não é com o Facebook em si. Seus controles de privacidade são muito bons", afirma Haywood na seção "sobre" do site. "O problema é que as pessoas simplesmente não entendem os riscos de compartilhar tudo."

Além de postagens do Facebook, o site oferece um aplicativo que agrega atualizações de local dos seus amigos na rede social, permitindo "saber onde eles estiveram", e reúnecheck-ins públicos do Foursquare em que os usuários divulgam o endereço de suas casas. Até a noite desta terça-feira (26), porém, os dois recursos estavam fora do ar por conta de excesso de tráfego.

A inspiração de Haywood foi o vídeo "I Know What You Did Five Minutes Ago" (eu sei o que você fez cinco minutos atrás), de Tom Scott. 

Veja-o abaixo (em inglês):

JULIA BORBA
ANDREZA MATAIS

Os conselheiros da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) vão avaliar ainda nesta quinta-feira uma proposta para alterar o serviço e a forma de pagamento dos orelhões de todo país.

O novo regulamento deve abrir, por exemplo, a possibilidade do uso de moedas e cartão de crédito no pagamento das ligações.

Modelos semelhantes já são utilizados no exterior e facilitam o uso dos orelhões, principalmente por estrangeiros. Por isso, o texto prevê, por exemplo, que a novidade seja implementada a tempo de ser usada por turistas que vierem ao país para a Copa do Mundo em 2014.

Se aprovado, o documento também pretende fazer com que a própria estrutura fixa do orelhão seja utilizada para servir ao mercado publicitário. Será aberta a possibilidade de mudanças no formato das cabines e liberada a fixação de imagens de campanhas de empresas pelo lado externo dos orelhões.

A publicidade também passaria a ser permitida por meio de mensagens de voz. Elas seriam gravadas e disparadas pouco antes de cada ligação. Os usuários que aceitarem ouvir a mensagem até o fim não terão de pagar pela chamada ou, ao menos, ganharão alguns minutos --custeados pelas empresas anunciantes.

O limite dessas mensagens seria de 20 segundos. Mas, para dar agilidade a chamada em casos de emergência ou para o caso do usuário não estar interessado, seria possível pular a opção.

Todas essas mudanças não devem ser impostas às concessionárias. Da forma em que o texto foi proposto, pela conselheira Emília Ribeiro, a troca dos equipamentos e a implementação dos novos serviços fica a cargo das concessionárias.

Para ela, haverá interesse das operadoras, uma vez que a queda no uso dos terminais públicos é acentuada, assim como o retorno financeiro dos terminais públicos para as companhias vem em trajetória descendente.

Outros serviços que podem ganhar a autorização da Anatel ultrapassariam a opção de voz. Pelo texto, seria possível trocar todos os orelhões por novos, que ofereçam conexão de internet banda larga, navegação na internet na tela do orelhão e até mesmo serviço de GPS.

Com o aumento do lucro, gerado em cada terminal, os investimentos poderiam ser mais facilmente guiados para a manutenção dos orelhões de áreas mais distantes, em que o simples serviço de voz já não funciona corretamente ou não é higienizado com frequência.

O documento completo será conhecido pelos conselheiros na reunião desta quinta-feira. As possibilidades são de aprovação, rejeição ou pedido de vista.

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