09/10/14

Biólogo de Harvard e vencedor de dois prêmios Pulitzer, Dr. Edward O. Wilson sugere plano radical de conservação para enfrentar "holocausto biológico" iminente

Marina Maciel, do

Getty Images

Floresta: plano inclui criar cadeias de corredores ininterruptos de vida selvagem

           Um dos biólogos mais importantes do mundo surpreendeu ao propor à revista do Instituto Smithsoniano uma estratégia de conservação audaciosa, no final de agosto.

Dr. Edward O. Wilson, biólogo de Harvard e vencedor de dois prêmios Pulitzer

Segundo Dr. Edward Osborne Wilson, influente cientista de 85 anos da Universidade de Harvard, para prevenir a “extinção em massa de espécies”, precisamos destinar metade do planeta exclusivamente para a proteção dos animais.

Duas vezes vencedor do Prêmio Pulitzer e autor de mais de 25 livros, Dr. Wilson acredita que estamos enfrentando um “holocausto biológico”, causado pelos seres humanos.

De acordo com ele, a sexta extinção em massa será tão devastadora quanto a extinção dos dinossauros, a menos que os humanos compartilhem o mundo com as outras 10 milhões de espécies de uma forma mais igualitária.

A tese também é defendida pela jornalista Elizabeth Kolbert no livro The Sixth Extinction, trabalho de fôlego que dá uma perspectiva histórica do papel do ser humano no planeta. Metade para os animais, metade para nós.

O plano de conservação de Wilson, apelidado de “Half Earth”, inclui a criação de cadeias de corredores ininterruptos de vida selvagem, alguns deles grandes o bastante para abrigar “parques nacionais de biodiversidade”, idealizados para impedir o desaparecimento de espécies.

Tais medidas ajudariam os animais a reagir aos efeitos das mudanças climáticas por meio da migração e também evitariam isolamento em ilhas sem conexão com outros habitats, afirmou na entrevista.

Empresas de internet se unem ao movimento Internet Slowdown para mostrar como a internet poderá ser caso não exista neutralidade da rede nos Estados Unidos


Victor Caputo, de

Andrew Harrer/Bloomberg
Netflix: empresa participa de protesto pedindo neutralidade da rede nos EUA

 Hoje, dia 10 de setembro, empresas como Twitter, Netflix e Mozilla se unem para mostrar como seria se a internet fosse mais lenta. A iniciativa é de apoio ao movimento Internet Slowdown (desaceleração da internet, em português). O protesto tem como objetivo brigar pela neutralidade da rede nos Estados Unidos.

Durante o dia, diversas páginas da internet mostrarão ícones de carregamento, em alusão a como seria a internet se fosse muito lenta. Boa parte dos sites, no entanto, não deixará seus serviços mais lentos na prática. A rodinha será apenas uma forma de chamar a atenção dos internautas.

A manifestação vem contra uma legislação aprovada pela corte americana em janeiro. Ela prevê que as provedoras de internet não precisam tratar os dados de forma neutra. Ou seja, alguns poderiam ser transmitidos com prioridade.

Na teoria, isso faria com que serviços que consomem mais banda tenham prioridade na transmissão de dados. O movimento Internet Slowdown e seus apoiadores discordam. Para eles, isso abriria uma brecha para que as provedoras façam cobranças financeiras das empresas por internet de alta velocidade.

O Netflix anunciou a decisão de participar do Internet Slowdown em seu Twitter. “Se você odeia este símbolo, junte-se ao Netflix e defenda a neutralidade da rede no dia 10 de setembro”, publicou a conta oficial do serviço de streaming de vídeos.



Um porta-voz do Twitter afirmou à BBC que a rede social apoia o movimento. “Nós não pretendemos adicionar um banner à nossas páginas, mas vamos participar de outras maneiras”, disse o representante.

Outras empresas que participam do protesto são Foursquare, Vimeo, Grooveshark, Kickstarter e Reddit.

O caso brasileiro

Há alguns meses, os brasileiros ouviram falar muito sobre neutralidade da rede. O ponto foi um dos mais discutidos do Marco Civil da Internet.

O Marco Civil da Internet foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff no dia 23 de abril deste ano. Nele, está previsto que todas as informações devem trafegar pela rede com a mesma velocidade.

Peter Thiel, cofundador do PayPal, anunciou uma "nova era" para a economia americana nas próximas décadas

Ligia Aguilhar, do

Justin Sullivan/Getty Images

Sede do Google em Mountain View, no Vale do Silício, Califórnia

            Investidor conhecido pelo faro certeiro para negócios de internet, Peter Thiel, cofundador do sistema de pagamentos online PayPal, subiu na terça-feira, 09, ao palco do TechCrunch Disrupt - principal evento mundial para startups ligadas ao setor de tecnologia - e anunciou uma "nova era" para a economia americana nas próximas décadas.

E o principal centro dessa mudança será o polo de tecnologia Vale do Silício.

Thiel fala com conhecimento de causa. Além de ajudar a criar o PayPal - parte do grupo eBay -, foi um dos primeiros investidores do Facebook. Já colocou dinheiro em outros êxitos, como o LinkedIn e o Yelp.

No Brasil, seu fundo Valar Ventures já apostou na Oppa, que vende móveis pela internet, e Descomplica, que oferece cursos online para o Enem.

Parte integrante dessa comunidade tecnológica, ele diz que não vê motivo para mudar de lugar tão cedo: "Depois da crise de 2008, o Vale do Silício se tornou o lugar aonde ir.

Não quero fazer muito barulho em cima disso, mas (o Vale do Silício) é o lugar aonde se deve ir nos próximos 10 ou 20 anos", afirmou ontem, durante o TechCrunch Disrupt, em São Francisco.

Thiel aproveitou a apresentação no TechCrunch para tuitar pela primeira vez. Seu primeiro tuíte não usou nem metade dos 140 caracteres.

Tratou apenas do título e um link para comprar seu novo livro, que já está à venda na Amazon: Zero to One: Notes on Startups, or How to Build the Future (Do Zero a Um: Notas sobre Startups, ou Como Construir o Futuro).

Na obra, ele fala que o progresso pode ser obtido em qualquer indústria e afirma que o próximo Bill Gates será quem conseguir criar um tipo de negócio completamente novo.

Questionado sobre o que observa em uma startup antes de investir, Thiel disse que analisa o histórico dos empreendedores envolvidos e evita investir de imediato antes de "sentir" a consistência da empresa.

"Vejo há quanto tempo (os empreendedores) trabalham juntos e se vão desistir no primeiro sinal de problema", disse.

Brasil

A delegação brasileira presente na área de startups do TechCrunch Disrupt é uma das maiores do evento - são 30 expositores, selecionados pelo Sebrae e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex).

No pavilhão de startups, que fica logo na entrada do evento, empresas de diversos países dividem espaço. Há delegações de Coreia do Sul, Japão, Argentina e Holanda, entre outras.

O desafio das empresas, no meio de tantos outros negócios, é fazer uma ideia ganhar destaque.

A gestora de projetos da Apex, Flavia Egypto, diz que, embora seja difícil conseguir um investidor no evento, fazer contatos é essencial para "garimpar" interessados para futuras rodadas de investimento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Segundo estudo, utilização de certos soníferos e tranquilizantes pode aumentar sensivelmente o risco de se desenvolver a doença

AFP/Arquivos, da

Sebastien Bozon/AFP

Mulher com Alzheimer em um asilo

Paris - A utilização de certos soníferos e tranquilizantes da família das benzodiazepinas por longos períodos pode aumentar sensivelmente o risco de se desenvolver o Mal de Alzheimer, revela um estudo franco-canadense publicado nesta quarta-feira.

Durante seis anos, os pesquisadores analisaram 1.796 casos de Alzheimer reportados em um programa canadense de assistência médica e compararam os dados com informações de 7 mil pessoas do mesmo sexo e idade, mas com boa saúde.

No estudo, publicado no site do British Medical Journal (thebmj.com), os pesquisadores concluíram que o consumo de benzodiazepinas durante mais de três meses está associado a um risco maior de sofrer de Alzheimer, que pode chegar a 51%.

O risco está associado à duração do tratamento e a utilização de benzodiazepinas cujo efeito é mais prolongado.

Os autores do estudo, entre os quais pesquisadores do francês Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica (INSERM) e da Universidade de Montreal, destacaram que os resultados "reforçam a suspeita de um vínculo direto" entre o consumo de benzodiazepinas e o Mal de Alzheimer, que ainda precisa ser confirmado.

As benzodiazepinas constituem "incontestavelmente ferramentas preciosas para tratar ansiedade e insônia temporárias", mas os tratamentos devem ser de curta duração e "não superar os três meses", destacam os especialistas.

Os resultados do estudo vão na mesma direção das advertências lançadas pelas autoridades de saúde de vários países sobre a utilização de benzodiazepinas, especialmente em pessoas mais velhas, devido aos efeitos secundários de ordem cognitiva.

Segundo a agência francesa de segurança de medicamentos (ANSM), 11,5 milhões de franceses consumiram ao menos uma vez a benzodiazepina no ano de 2012, entre os quais 7 milhões por ansiedade e 4,2 milhões transtornos do sono.

Os consumidores tinham, em média, 56 anos e quase 2/3 eram mulheres. Entre o grupo feminino, um terço estava acima dos 65 anos.

Apesar de apontadas como aliadas para os negócios, plataformas de relacionamento são ignoradas pelos CEOs das maiores companhias do mundo, aponta estudo


Luísa Melo, de

David Paul Morris/Bloomberg

Zuckerberg: entre os líderes do Fortune 500, só ele participa de 5 redes sociais

          Apesar de estudos indicarem que presidentes de companhias conectados a redes sociais transmitem uma boa imagem e podem conseguir melhores resultados para seus negócios, a maioria dos líderes empresariais ainda está offline.

Segundo uma pesquisa do site CEO.com e da empresa de dados e inteligência Domo, divulgada neste mês, 68% dos executivos que estão no comando das maiores companhias do mundo (listadas no índice Fortune 500) não interagem em nenhuma plataforma.

O levantamento levou em conta as redes sociais mais significativas atualmente: Twitter, Facebook, LinkedIn, Google+ e Instagram.

Entre os adeptos às redes sociais, dois terços participam ativamente de apenas uma. Destes, 73% escolheram o LinkedIn.

Entre todos os 502 presidentes listados (o número não é redondo porque a KKR e a Whole Foods, que fazem parte do Fortune 500, possuem co-CEOS), apenas Mark Zuckerberg, presidente do Facebook, é engajado em todas as cinco redes.

Os perfis foram consultados pelos pesquisadores no dia 26 de junho.

Perfil do CEO internauta

O senso comum de que o Twitter é mais usado pelas gerações mais jovens e o Google+ pelos veteranos, não vale para os presidentes de empresa.

Em média, os executivos "tweetters" são 5 anos mais velhos do que aqueles mantém conta na rede social do Google. Rupert Murdoch, dono da News Corporation, por exemplo, posta regularmente no Twitter e tem 83 anos. Veja na tabela:

Rede social Idade média dos CEOs 

Twitter 56,7
Facebook 55,5
LinkedIn 56,2
Google+ 51,9
Instagram 52,4

Quanto mais jovem é CEO, porém, maior parece ser a sua capacidade de interagir em diversas plataformas de relacionamento. Entre os engajados em apenas uma rede, a idade média é de 57,9 anos, enquanto a dos que atuam em duas é de 52,6 anos. Já entre os que participam de quatro ou mais ferramentas, a idade média cai para 42,1 anos.

Twitter

Dos 502 executivos pesquisados, 42 têm conta no Twitter. Destes, 69% participam ativamente (o que significa que eles tiveram postagens registradas a até 100 dias anteriores ao estudo). No ano passado, 28 CEOs usavam a ferramenta.

Quase metade dos presidentes que foram considerados usuários ativos na rede não postam mais do que uma vez por mês. Menos de um quarto deles tuítam diariamente. A média geral é de 0,48 tuítes por dia.

O CEO mais atuante na plataforma, Jack Salzwedel, da American Family, posta em média 4,82 mensagens por dia.

Somados, os seguidores de CEOs que têm conta no Twitter, são 3,6 milhões. Porém, 11,5% deles são perfis falsos.

O campeão de seguidores na rede é Warren Buffet, que é acompanhado por 844.731 internautas. O número é quase 10 vez maior do que a média geral, de 87.827 seguidores.

Facebook


Do total de presidentes de empresas listadas no Fortune 500, 8,3% estão presentes no Facebook. No ano passado, essa fatia era de 7%.

Entre eles, seis possuem fan pages oficiais, 21 têm contas semi-privadas e 14 usam perfis privados.

O mais seguido deles, como não poderia deixar de ser, é Mark Zucherberg, que tem mais de 29 milhões de seguidores.

LinkedIn

Curiosamente, a porcentagem de presidentes de empresa conectados ao LinkedIn caiu do ano passado para cá. Em 2013, 27,7% estavam na rede, enquanto neste ano a fatia é de 25,4%.

Dos que participam da rede, 19 são "influenciadores" e 9 deles ingressaram na plataforma no último ano. Os mais acompanhados por outros usuários são Meg Whitman, da HP; Jamie Dimon, do JP Morgan; Jefrey Inmelt, da GE e Arne Sorenson, da Marriot International. Todos eles têm mais de 100.000 seguidores.

Entre aqueles que não são influenciadores, 34% possuem mais de 500 conecções. No ano passado, só 18% deles tinham essa quantidade de contatos.

Google+

Apenas 8 comandantes de companhias do índice Fortune 500 usam o Google+. Isso representa uma fatia de 1,6% que, apesar de pequena, ainda é maior do que a registrada em 2013, de 1%.

Do total, só 15% dos presidentes consideram a rede útil para o trabalho.

Instagram
Entre os CEOs, 2,6% têm conta no instagram. A maioria, segundo a pesquisa, posta fotos pessoais. O único que a usa para promover a empresa é Michael Rapino, que dirige a LiveNation.

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