07/18/15

O Museu de Greenwich, em Londres, anunciou as imagens finalistas de sua competição anual 'Insight - Fotógrafo de Astronomia do Ano'. Entre os que chegaram à final está Brad Goldpaint, com esta imagem de um meteoro passando pelo céu e a Via Láctea 

A competição é organizada em parceria com a companhia Insight Investment e a revista 'BBC Sky at Night' e já está na sétima edição. Na foto, o cometa Lovejoy passa pelo Sistema Solar em meio a uma névoa esverdeada, na foto de Michael Jaeger. / © 

Os vencedores das nove categorias e dois prêmios especiais serão anunciados no dia 17 de setembro de 2015. Esta foto da Lua cheia e dos Alpes foi feita por Stefano de Rosa, em Turim, na Itália. /Foto: © Stefano de Rosa (Itália) 

A aurora boreal foi flagrada nesta imagem. A foto foi feita em Lyngenfjord, o maior fiorde de Troms, na Noruega. O fotógrafo de "Aurora Panorama" foi Jan R. Olsen. Foto: © Jan R. Olsen (Noruega) 

Outra imagem espetacular da aurora boreal na Noruega, capturada por Rune Engebo. / Foto: © Rune Engebo (Noruega) 

"A IC443 está na constelação de Gêmeos e é uma supernova remanescente, uma estrela que pode ter explodido há 30 mil anos", disse o fotógrafo Patrick Gilliland. /Foto: © Patrick Gilliland (Gra-Bretanha) 

A Nebulosa Laguna é uma região de formação de estrelas que fica entre 4 e 5 mil anos-luz da Terra. László Francsics, da Hungria, enviou esta imagem. /© László Francsics (Hungria) 

Xiaohua Zhao, da China, estava no lugar certo na hora certa para fotografar este observador de estrelas encantado com o céu, parado em meio às águas rasas no Salar de Uyuni, na Bolívia./ © Xiaohua Zhao (China) 

As estrelas iluminam o céu noturno acima de um acampamento em Green Lake, na Califórnia, na imagem de Dan Barr./ Foto: © Dan Barr (EUA) 

O estudo detalhado dos "anéis de plasma" irradiados do Sol foi feito por Gary Palmer. Para ver todas as fotos concorrentes, basta ir até o site www.flickr.com/groups/astrophoto /Foto: © Gary Palmer (Grã-Bretanha)

A Planície Sputnik está situada no Regio Tombaugh, região conhecida como o "coração" de Plutão 

Gabriel Garcia, de INFO Online

 A Nasa publicou uma nova imagem em alta resolução da superfície de Plutão, mostrando novos detalhes sobre a planície congelada situada no "coração" do ex-planeta

A foto é, na verdade, um mosaico de três registros feitos pela espaçonave New Horizons, na terça-feira (14), poucos minutos antes que a sonda chegasse ao ponto mais próximo do planeta anão. 

Uma das três imagens do mosaico mostra uma parte congelada da superfície de Plutão que Jeff Moore, geólogo da missão, chamou de "terreno não-muito-fácil-de-explicar", durante uma coletiva de imprensa.

Informalmente, a Nasa está chamando a região de "Planície Sputnik", em homenagem ao primeiro satélite a orbitar a Terra. 

A Planície Sputnik possui uma superfície bastante irregular e segmentada, separada por valas, um padrão que é semelhante ao formado por lama seca na terra. 

A planície estaria dentro da região agora oficialmente conhecida como Regio Tombaugh, uma homenagem ao astronomo que descobriu Plutão. 

Em uma imagem mais aproximada dessa região, Moore mostrou uma evidência de que existe vento na superfície de Plutão. Os riscos escuros da imagem se esticam por quilômetros, no mesmo sentido. 

A superfície gelada também revela indícios da ocorrência de sublimação, o processo no qual o gelo se transforma diretamente em vapor. 

A terceira foto que forma o mosaico já havia sido mostrada em uma coletiva de imprensa no começo da semana. 

Essa permitiu aos cientistas saberem que Plutão é formadas por montanhas de gelo, com até 3,3 mil metros de altitude, e que a formação da superfície é geologicamente recente, pela falta de crateras visíveis. 

Os resultados são intrigantes porque, até agora, acreditava-se que corpos celestes gelados como Plutão não tinham tanta atividade geológica. 

Esses planetas geralmente precisam de uma grande fonte gravitacional por perto (como acontece em Europa, maior lua de Júpiter) para criar superfícies como as vistas nas imagens registradas. 

A equipe da New Horizons agora tenta entender por que o ex-planeta se comporta desse jeito. 

E os cientistas da New Horizons acreditam que muitas outras novas informações sobre o planeta anão ainda irão aparecer. 

O reconhecimento de Plutão está apenas no começo, já que o resto dos dados e imagens registrados durante o rasante da espaçonave irão terminar de chegar apenas daqui 16 meses.


7 descobertas impressionantes sobre Plutão

Na última terça-feira a sonda New Horizons passou a 766 mil quilômetros de Plutão, o mais próximo que uma sonda da NASA já esteve do planeta. 

Com a aproximação foi possível observar melhor a superfície do planeta e aprender mais coisas sobre ele.
Confira algumas das principais descobertas sobre Plutão obtidas com a ajuda do equipamento, que usa o processador do primeiro PlayStation

1. Plutão tem montanhas de gelo
A imagem mais nítida já capturada do planeta permitiu que os cientistas observassem que há diversas montanhas de gelo com altura de mais de 3 quilômetros. A foto mostrou também uma mancha mais clara em formato de coração. 

Os pesquisadores da NASA acreditam que as montanhas são feitas de gelo de água, com base na composição do restante do sistema solar. A superfície de Plutão também é extremamente gelada, medindo por volta de -387 graus Fahrenheit (cerca de -232ºC). É essa temperatura que permite a formação de superfícies de gelo tão altas.

2. O planeta não se parece em nada com qualquer outra coisa no sistema solar 
Plutão é único. Os cientistas que trabalham com a New Horizons não conseguiram comparar as características de aparência geral e superfície do planeta com nada encontrado no sistema solar. Antes, a ideia era de que que ele se parecesse com a lua Triton de Netuno, mas a aproximação acomprovou que a comparação não é correta.

"Triton não tem esse tipo de terreno acidentado", afirmou um dos responsáveis pela missão. "Ela tem uma grande quantidade de materiais estranhos, mas não se parece em nada com isso. Há algo muito diferente sobre geologia plutoniana".

3. É maior do que se acreditava
Dados da nave espacial mostram que Plutão é maior do que o estimado, se classificando como o maior objeto conhecido no Cinturão de Kuiper - cinturão de asteroides maciços que circunda o sistema solar. 

Uma medição a partir da New Horizons mostra que o planeta mede aproximadamente 1473 milhas (cerca de 2.370 km) de diâmetro.

4. Plutão tem poucas crateras
Antes de chegar a Plutão, muitos pesquisadores esperavam encontrar um mundo repleto de crateras. No entanto, a superfície é muito mais suave - e, portanto, mais jovem - do que o previsto. A estimativa é de que as montanhas de gelo do planeta tenham apenas 100 milhões de anos, algo considerado pouco diante dos 4,5 bilhões de anos do sistema solar.

É possível que o planeta anão abrigue um oceano subterrâneo ou até mesmo vulcões de gelo, o que poderia ajudar a suavizar a superfície. No entanto, os pesquisadores afirmam que ainda não há informações suficientes para determinar isso.

5. Pode nevar em Plutão
Os cientistas sabiam há algum tempo que Plutão tem uma atmosfera rica em nitrogênio, mas descobriram que pode realmente nevar nitrogênio na superfície do planeta anão. O diretor de ciências planetárias da NASA Jim Green explicou que a formação em forma de coração é provavelmente feita de nitrogênio, metano, monóxido de carbono ou algum outro tipo de neve que cai na superfície.

6. Ele (provavelmente) não tem outras luas
Os responsáveis pela missão esperavam encontrar pelo menos mais uma lua orbitando Plutão, mas a sonda não encontrou nenhum indício de outras além das cinco já catalogadas: Caronte, Nix, Hidra, Cérbero e Estinge.

7. A maior lua de Plutão ainda pode ser geologicamente ativa
Caronte, a maior lua do planeta, parece ser jovem. Imagens de alta resolução do satélite mostram uma superfície suave, o que indica que ele pode ter sido geologicamente ativo há pouco tempo. Nas fotos é possível ainda observar uma grande depressão que mede entre 6 e 9 quilômetros.

Boneco de pelúcia dos Minions 

Da REUTERS

Denver - Um brinquedo de pelúcia do popular filme animado “Minions” amorteceu a queda de uma menina de 5 anos no Estado norte-americano do Colorado. 

Ela sofreu apenas ferimentos leves após cair pela janela do terceiro andar de um prédio, disse a polícia nesta sexta-feira. 

A criança estava brincando em um quarto do apartamento quando acidentalmente tropeçou e caiu de costas por uma janela aberta, informou a polícia de Colorado Springs em comunicado. 

“Felizmente, quando a criança caiu da janela, ela continuou segurando o Minion de pelúcia, o qual, acredita-se, amorteceu sua queda”, informou o comunicado. 

A garota foi levada para um hospital local, onde foi tratada por um braço quebrado e então liberada, disse a polícia. 

A tenente da polícia local Catherine Buckley disse que é o quinto incidente desde maio de uma criança caindo por uma janela aberta na segunda maior cidade do Estado. 

“Felizmente, nenhum dos ferimentos foi sério, mas as pessoas precisam ter uma tela adequada ou algum outro jeito de evitar que a criança abra janelas”, disse ela. “Minions” conta as aventuras de Stuart, Ken e Bon, e é a sequência da bem-sucedida animação “Meu Malvado Favorito”, de 2010.

Pesquisa: 280 milhões de pessoas em todo o planeta são consideradas viciadas em smartphones 

Ligia Aguilhar, do Estadão Conteúdo

Um estudo conduzido pelo instituto de pesquisas norte-americano Flurry Analytics aponta que o número de pessoas viciadas em smartphones cresceu quase 60% entre 2014 e 2015. No total, são 280 milhões de pessoas consideradas pelo estudo como viciadas no dispositivo móvel, contra 176 milhões registradas em 2014. 

Se fossem reunidos em um país, os viciados em smartphones já seriam a quarta maior nação do mundo, atrás da China, Índia e EUA e à frente da Indonésia. 

A pesquisa foi baseada em informações colhidas de apps usados em uma base total de 1,8 bilhão de smartphones ao redor do mundo. O grupo de viciados cresceu 59% em comparação a 2014, quando o total era de 176 milhões de viciados.

São considerados viciados em smartphone pessoas que usam aplicativos mais de 60 vezes por dia. O número foi estabelecido pela Flurry Analytics após identificar em um estudo que, em média, cada usuário abre um app dez vezes por dia. Os viciados seriam, portanto, aqueles que usam esses apps seis vezes mais do que a média. 

São classificadas como "normais" as pessoas que usam apps até 16 vezes por dia (985 milhões, alta de 25%) e chamados de "super" usuários aquele que abrem apps entre 16 e 60 vezes por dia (590 milhões, alta de 34% na comparação com o ano anterior). 

Os aplicativos favoritos dos viciados são apps de mensagens e os sociais, usados 556% mais vezes por esse grupo do que por usuários comuns. Isso significa que eles acessam 6,5 vezes mais serviços como o Facebook, WhatsApp e o Twitter do que a média de usuários da web. 

Em seguida, aparecem como favoritos os apps utilitários e de produtividade (usados 427% mais pelos viciados do que pela média dos donos de smartphones), jogos (usados 202% mais pelos viciados), finanças (usados 155% mais) e notícias (usados 102% mais). 

A Flurry Analytics diz que o levantamento mostra que o vício em smartphones não é um fenômeno restrito aos Estados Unidos - onde uma pesquisa recente do Bank of America apontou que 71% dos norte-americanos dormem ao lado de seus smartphones -, mas uma tendência global.

Aldeia lunar: a Agência Espacial Europeia (ESA) quer construir um lugar na Lua para astronautas e robôs 

Da EFE

O novo diretor-geral da Agência Espacial Europeia (ESA), o alemão Johann-Dietrich Wörner, pretende instalar um laboratório permanente para o trabalho de astronautas e robôs na Lua e que sirva de base para eventuais missões a Marte, como centro de mineração ou complexo turístico. 

"Proponho ir à Lua e criar uma 'aldeia lunar', o que não significa que vai ter casas, prefeitura e igreja, mas um lugar onde os diferentes países possam aplicar suas competências através de astronautas e robôs", declarou em entrevista à Agência Efe o comandante da ESA para os próximos quatro anos, que assumiu o cargo no dia 1º de julho. 

Engenheiro civil, de 60 anos, e até então representante da delegação alemã na ESA, Wörner explicou seu projeto na sede central da agência, em Paris.

"Um laboratório na própria Lua onde seja possível construir um telescópio que, aproveitando a sombra, permita uma melhor observação do que da Terra. Um lugar onde também se possa levar humanos, como ponto de ligação para chegar a Marte, além da possibilidade de se desenvolver a mineração lunar, o turismo, diversas atividades que deveríamos começar a discutir agora", analisou. 

O lugar sonhado por Wörner, uma ideia que está nos planos da Nasa há anos, substituiria a Estação Espacial Internacional, laboratório que orbita ao redor da Terra desde 1998 e que representou um marco na colaboração internacional no espaço, mas cuja vida útil terminará entre 2024 e 2028. 

Por enquanto, a Europa só se comprometeu a participar dessa aventura científica até 2020, então o primeiro objetivo de Wörner começa por prolongar a contribuição europeia à ISS para depois envolver a ESA na construção de uma "aldeia lunar". 

"Se alguém vier com uma ideia melhor, ótimo. Mas pelo menos temos um ponto de partida", comentou Wörner, que dirige uma organização com um orçamento de 4,433 bilhões de euros para 2015, consideravelmente inferior aos 14 bilhões de euros anuais da Nasa ou aos 8,8 bilhões da russa Roscosmos. 

O futuro das atividades espaciais após a ISS é apenas um dos muitos desafios de Wörner em uma área onde os projetos são muito ambiciosos, inovadores e se desenvolvem a muito longo prazo. 

Um claro exemplo é a sonda Rosetta, que começou a ser projetada nos anos 80, foi aprovada em 1993, lançada em 2004 e, após dez anos viajando pelo espaço, conseguiu pousar seu módulo Philae em um cometa em novembro para colocar "a ESA nos livros de história do espaço". 

"A Rosetta é um exemplo perfeito que alguns se equivocavam pensando que os cidadãos só se interessavam pelo retorno direto do investimento financeiro. As pessoas estão muito mais interessadas na ciência e na exploração espacial", disse. 

Segundo o diretor-geral da agência, o entusiasmo pelo desconhecido é o que incentiva a exploração científica, com objetivos aparentemente impossíveis, mas tecnológicamente viáveis, como já foram um dia o descobrimento da América e das profundezas marinhas, ou como no futuro será a conquista do planeta vermelho. 

"Tenho certeza de que nós iremos a Marte, mas não posso dizer quando. Não é como ir à Lua, onde se houver um problema, como com o Apollo 13, em dois dias você está de volta. Demora dois anos para voltar de Marte com os sistemas de propulsão utilizados hoje", comparou Wörner, que ficaria "muito contente se fosse uma mulher" a primeira a pisar no planeta vizinho. 

No primeiro dia de trabalho, Wörner postou em seu blog uma mensagem aos funcionários da ESA com uma referência à ficção científica ao citar o mestre Yoda, de "Star Wars", quando o pequeno jedi verde dizia ao jovem Luke Skywalker: "Não tente. Faça, ou não faça". 

"Estamos falando de um futuro muito distante. É melhor focarmos no futuro próximo, não em ir a Marte, mas em voltar à Lua", disse o engenheiro, que acredita que o ser humano não está apenas no cosmos. 

Há tantos sistemas no universo que a probabilidade de estarmos sós é muito pequena, argumentou. Segundo ele, "o problema são as distâncias, por exemplo, de bilhões de anos para que um sinal de rádio chegue a um ponto. Talvez no futuro tenhamos tecnologias melhores, como a nave Enterprise de Star Trek", brincou. 

"A possibilidade de haver vida é muito evidente, mas nós não a conheceremos", concluiu o sucessor do ex-astronauta francês Jean-Jacques Dordain no comando geral da ESA.

Anders Behring: ele foi condenado a 21 anos de prisão após detonar uma bomba e atirar contra 69 pessoas 


Condenado a 21 anos de prisão pelo pior massacre da Noruega desde a 2ª Guerra Mundial, o norueguês Anders Behring Breivik foi aceito na Universidade de Oslo. 

Behring vai estudar Ciência Política na instituição. Desde 2013 Behring cursa alguns módulos, mas agora irá estudar em tempo integral. O currículo do curso prevê disciplinas ligadas aos estudos da Democracia e dos Direitos Humanos. 

Ele não vai ter nenhum contato com a equipe da instituição ou com os estudantes, pois vai fazer o curso a partir de sua cela. De acordo com uma nota divulgada pela Universidade de Oslo, ele não terá direito de participar de seminários com outros alunos e as regras da prisão impedem que ele tenha acesso ao ambiente de aprendizagem online.

Na nota, o reitor da universidade, Ole Petter Ottersen, admitiu que a instituição se deparou com "dilemas morais" em relação a admissão de sua candidatura, mas afirmou que o país reforça que todos os presidiários têm "direito ao ensino superior, desde que cumpram os requisitos de admissão". 

"Nós temos alunos que estavam na cena onde ele cometeu assassinatos brutais. Nós temos estudantes que perderam amigos e familiares em 22 de julho. (...) Mantemos as nossas regras para o nosso próprio bem, não para o dele" 

Behring foi condenado à prisão após detonar uma bomba em Oslo e abrir fogo contra 69 pessoas em Utoya. No total, 77 pessoas morreram no incidente, em julho de 2011. Na época, ele afirmou ter feito os ataques para "salvar a Noruega do multiculturalismo".

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