11/05/11



Um novo estudo sugere que um vírus sexualmente transmissível comum e associado ao câncer pode causar também doenças cardiovasculares.

Para as mulheres infectadas pelo papilomavírus humano, ou HPV, a probabilidade de ter tido um ataque do coração ou derrame é de duas a três vezes maior do que para as que não possuem o vírus, de acordo com relatório publicado na segunda-feira passada na revista The Journal of the American College of Cardiology.

O HPV é conhecido por causar câncer de colo uterino, vulva, pênis, garganta e ânus. O novo estudo, porém, foi o primeiro a associá-lo a doenças cardíacas. As descobertas sobre o coração ainda não são definitivas: elas demonstram que o vírus pode estar associado à cardiopatia, mas não provam que ele seja o causador da doença.

O doutor Kenichi Fujise, autor principal do estudo e cardiologista do departamento médico da Universidade do Texas, em Galveston, afirmou que a pesquisa originou-se do empenho dele em descobrir por que algumas pessoas têm ataques do coração mesmo não possuindo fatores de risco frequentes, como colesterol e pressão arterial altos.



Aproximadamente 20 por cento dos pacientes com doenças cardíacas não possuem fatores de risco evidentes. Segundo os pesquisadores, elas devem possuir problemas ocultos que ainda não foram descobertos.

Fujise decidiu estudar o HPV por ele conseguir danificar o gene supressor de tumor p53, que geralmente protege o corpo contra o câncer e também pode ajudar a prevenir doenças arteriais. A inativação do p53 ocorre em uma variedade de tipos de câncer e o gene é considerado um tipo de guardião de genoma. A inativação do p53 também pode gerar inflamação e o espessamento das paredes arteriais.

O HPV é a infecção sexualmente transmissível mais comum nos Estados Unidos. Os cientistas estimam que metade dos homens e das mulheres sexualmente ativos foram infectados e 80 por cento das mulheres contraíram o vírus até a idade de 50 anos. Existem várias cepas do vírus, mas somente algumas causam câncer. Na maioria dos casos, o sistema imunológico da pessoa combate o vírus. A infecção persiste, causando o câncer, somente para uma pequena minoria. Há duas vacinas aprovadas que previnem a infecção por HPV.




Elas são recomendadas aos jovens antes que de se tornarem sexualmente ativos. A vacina não exerce efeito em pessoas que já estão infectadas.

Fujise estudou 2.450 mulheres, com idades entre 20 e 59 anos, que participaram de uma pesquisa nacional de saúde de 2003 a 2006. Foram retiradas células do colo uterino das mulheres para realização do teste de HPV. Elas relataram se sofriam de doenças cardíacas, o que foi definido neste estudo como nunca ter sofrido um ataque cardíaco ou derrame.


Um total de 1.141 mulheres tinham o HPV. Entre as 60 que sofriam de doenças cardíacas, 39 tinham o HPV. Os pesquisadores analisaram os dados e consideraram fatores relevantes para doenças cardíacas como fumo, pressão arterial e peso corporal. Eles descobriram que a probabilidade de as mulheres com HPV sofrerem de cardiopatia era 2,3 vezes maior do que para as mulheres sem o vírus. O risco aumentava para 2,86 vezes para as mulheres que haviam contraído a cepa do vírus causadora de câncer.

Fujise afirmou ter se surpreendido com os resultados. ''Eu acreditava na possibilidade de haver um elo fraco ou nenhum elo, mas este é forte’', afirmou.

Mesmo que outros estudos confirmem esta associação, a grande maioria das pessoas que contraem o HPV não estariam sob risco particular de contrair doenças cardíacas. Segundo Fujise, se a associação existir de verdade, a cardiopatia, da mesma forma que o câncer, provavelmente se desenvolve apenas nas pessoas com infecção persistente pelo vírus.

A doutora Lori Mosca, diretor de cardiologia preventiva do Hospital Presbiteriano de Nova York e Centro Médico da Universidade Columbia, afirmou estar ''definitivamente intrigada com a descoberta’'. O argumento biológico é bastante plausível e merece mais investigações’'. A pesquisadora não participou do estudo. Contudo, a ênfase na plausibilidade não é suficiente – a história da medicina está repleta de ideias que fazem sentido, mas se revelaram incorretas. O tipo de estudo que Fujise realizou, no qual cientistas procuram por associações em uma grande quantidade de dados, contribui com o desenvolvimento de ideias para outras pesquisas, mas não estabelece uma relação entre causa e efeito.

O fato de existir uma associação não confirma nem mesmo qual das condições surgiu primeiro. Teoricamente, a doença cardíaca pode ter surgido antes e tornado as mulheres mais vulneráveis ao HPV. Ou ainda pode haver fatores desconhecidos que predispõem algumas mulheres ao HPV e à doença cardíaca.

''Precisamos proceder com cautela’', afirmou Mosca. ''Precisamos realizar pesquisas mais rigorosas que respondam à questão de forma definitiva’'.

Segundo Mosca, muitos pesquisadores vêm estudando possíveis associações entre o câncer, doenças infecciosas e cardíacas. Até agora, porém, não houve comprovação de que as infecções causam cardiopatia, afirma.

Segundo ela, o trabalho de Fujise ''possui potencial, caso seja bem sucedido, de oferecer mais informações ao público sobre os benefícios potenciais da vacinação contra o HPV’', afirma. Porém, ela acrescentou que a descoberta é muito preliminar para ser usada como evidência em favor da vacinação.

Confira as relações de alguns famosos que duraram pouco tempo


FAMOSIDADES

 Ah o amor... Que seja infinito enquanto dure, mesmo que seja apenas por alguns dias, semanas ou meses. Depois de um casamento todo pomposo, Kim Kardashian anunciou na última segunda-feira (31) sua separação do jogador de basquete Kris Humphries, 72 dias após a união. Mas a morena não é a primeira a ser vítima de “diferenças irreconciliáveis”.
Outros famosos também viram seus casamentos se desfazerem em pouquíssimo tempo. Que diga Britney Spears, que ficou casada com um amigo de infância por apenas 55 horas. E o casamento de Thaís Fersoza e Joaquim Lopes, que terminou em plena lua de mel?
Relembrando esses e outros casos, o Famosidades preparou uma lista com alguns casamentos relâmpago do mundo das celebridades. Confira nas próximas páginas!
Arquivo/Famosidades
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Setenta e dois dias foi o tempo que Kim Kardashian levou para colocar um ponto final no seu casamento com o jogador de basquete Kris Humphries. Apesar das recentes especulações sobre o divórcio, a socialite surpreendeu ao anunciar a separação, alegando “diferenças irreconciliáveis”. Kim e Kris namoraram seis meses antes da cerimônia de casamento
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Mas ninguém foi mais rápida do que Britney Spears. A “princesinho do pop” conseguiu ficar casada com seu amigo de infância, Jason Alexander, por apenas 55 horas. Isso mesmo! Os pombinhos curtiam alguns dias em Las Vegas e depois de uma bebedeira acabaram subindo ao altar. Provavelmente o casamento durou menos tempo do que a ressaca!
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A facilidade dos casamentos expressos de Las Vegas atraiu mais um casal famoso. O jogador de basquete Dennis Rodman e a atriz Carmem Electra celebraram a união após quatro meses de namoro. Se o casamento foi rápido, a separação foi mais ainda. Após Rodman alegar que estava completamente alcoolizado, o casal pediu a anulação do casório, que chegou em apenas nove dias
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Eddie Murphy e Tracey Edmonds ficaram juntos apenas 15 dias no ano de 2008. Nem mesmo a pomposa cerimônia na ilha de Bora Bora fez com que o casal ficasse em harmonia. A união teve fim, pois a moça não quis assinar um acordo pré-nupcial que a excluía da partilha da fortuna do ator
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Drew Barrymore é a rainha dos casamentos rápidos. Em março de 2001, a atriz casou duas vezes com o comediante Tom Green, porém nem mesmo o duplo enlace foi suficiente para manter o casal junto, que acabou se divorciando após cinco meses juntos. Mas vale lembrar que no passado a loirinha já tinha passado por uma experiência semelhante, quando seu casamento com Jeremy Thomas, em 1994, durou apenas 19 dias
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Lisa Marie Presley teve um casamento de três meses com o ator Nicolas Cage. O casal trocou alianças em 2002, no Havaí, e três meses depois acabou se separando de forma amigável
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A atriz Renée Zellweger e o cantor country Kenny Chesney casaram apenas cinco meses após de se conhecerem durante um evento no ano de 2005. Quatro meses depois de trocarem alianças em uma cerimônia secreta no Caribe, a loira pediu a anulação do casamento alegando fraude
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Aqui no Brasil a moda dos casamentos de curta duração também pegou. Depois de namorarem por cinco anos, Thaís Fersoza e Joaquim Lopes ficaram casados por apenas um mês. Quando retornaram da lua de mel, o ator quis colocar um ponto final no relacionamento e logo depois assumiu um romance com Paola Oliveira. Até hoje a atriz luta para conseguir a anulação da união junto ao Vaticano, alegando que o ex tinha outra "família"
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Danielle Wints terminou o casamento com Cássio Reis e assumiu um romance com o atorJonatas Faro um mês depois. A atriz engravidou e os pombinhos resolveram oficializar a união, mas três meses depois, quando a atriz estava com um barrigão de sete meses de gestação, eles colocaram um ponto final na relação
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Outro casal que viveu de um romance curto mas intenso foi Daniela Cicarelli e o jogadorRonaldo. Mesmo sem ter validade legal, pois o craque já tinha sido casado anteriormente com Milene Domingues, o casamento foi uma cerimônia digna de realeza, com direito a um festão em um castelo francês. Tudo era lindo e maravilhoso, mas nem três meses depois o casal anunciou a separação sem dar maiores explicações
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Fábio Jr. adora um casamento e, consequentemente, tem que gostar de uma separação. Mas o cantor bateu recorde de rapidez em seu casamento com a atriz Patrícia de Sabrit. Depois de namorarem por apenas dois meses eles subiram ao altar, porém não conseguiram sustentar a relação nem por quatro meses

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Adele ficou devastada ao terminar seu último relacionamento e soltou todas as suas frustrações no papel. A cantora escreveu e gravou diversas músicas para homenagear o ex e acabou se tornando um grande sucesso. Essas canções deram origem ao seu álbum de sucesso, o “21”.
"É difícil cantar todas essas músicas porque me fazem lembrar o quanto éramos brilhantes quando estávamos bem ... E como foi trágico quando ficamos mal”, contou a cantora em uma entrevista para uma publicação americana.
Adele disse não se arrepender em nada de seu sucesso, mas que ainda sente muita falta do amado: "Minha vida é agridoce, porque eu não desistiria por nada deste sucesso, mas, ao mesmo tempo, eu faria qualquer coisa para estar com ele. É difícil compartilhar meus sentimentos”.

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Por TIELE NICOLINI
RIO DE JANEIRO - Ele infernizou a vida do Sr. Wilson e provavelmente a de muitas mães que tiveram de lidar com os filhos discípulos dele. Certamente quem viveu sua infância nos anos 80 lembra de Dennis, o Pimentinha.
Como o intérprete desse garotinho levado, o ator Mason Gamble, está bastante sumidinho, oFamosidades resolveu pesquisar e mostrar para você como ele está e o que anda aprontando esse capetinha.
Arquivo Famosidades
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Nascido nos Estados Unidos em janeiro de 1986, Gamble ganhou fama ao dar vida à Dennis Mitchell com apenas sete anos, em 1993. O fofo foi escolhido pela Warner Bros entre mais de 20 mil candidatos que se inscreveram para o papel.
No filme “Dennis, o Pimentinha”, seu personagem infernizava toda a vizinhança, sendo seu alvo preferido o aposentado George Wilson. Em determinada ocasião, os pais de Dennis têm que viajar e como a fama de sapeca do garoto é conhecida em toda a cidade, nenhuma babá quer ficar tomando conta dele. Então a esposa do Sr. Wilson, Martha, se prontifica a ficar com o diabinho e a partir desse momento ele apronta todas e mais um pouco.
Arquivo Famosidades
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Ainda nos anos 90, depois do grande sucesso na estreia, em 1996 o loirinho participou de dois filmes: “Duro de Espiar” e “Lua Negra”. No ano seguinte mais uma breve participação no longa “Gattaca - Experiência Genética” e em 1998 foi a vez do filme aclamado pela critica “Três é Demais”. Encerando com chave de ouro essa fase, ele atuou em “O Suspeito da Rua Arlington”.
Além dos filmes, Gamble fez algumas participações em alguns seriados americanos. Em 1996 participou “Early Edition” e no ano seguinte pode ser visto em “E.R.”. A última aparição dele em séries foi em um episódio de “CSI: Miami”.
A carreira Gamble não decolou e entre 2000 e 2010 ele atuou em apenas quatro filmes. O último deles foi a adaptação do livro “Golf in the Kingdom” (foto acima), onde interpretou um dos protagonistas, Michael Murphy.
Em recente entrevista, o ator revelou seus planos para o futuro. Ele está fazendo faculdade e pretende se formar. Segundo Gamble, sua paixão sempre será a atuação, mas ele pretende concluir os estudos de biologia marinha, que é algo pelo que ele sempre foi apaixonado também.

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