06/04/15

De vez em quando, o universo cria uma forma para nós, meros homens em um pontinho em uma mera galáxia, vermos algo incrível. Este é um anel de Einstein, uma manifestação quase perfeita de uma determinada variedade de lentes gravitacionais.

Imagem do topo: A galáxia SDP.81 em lente gravitacional em um anel de Einstein. O anel brilhante é a poeira, com traços de monóxido de carbono e nuvens de água observados em comprimentos de onda milimétricos. Créditos: NRAO / ESO / NAOJ / B. Saxton / AUI / NSF

A teoria da relatividade geral de Albert Einstein inclui descrições de como a massa pode distorcer o espaço-tempo, com uma das muitas consequências teóricas sendo a capacidade de corpos massivos dentro do nosso universo agir como lentes gravitacionais gigantes, flexionando e entortando a luz. Se, por acaso, um corpo massivo está localizado na posição exata em relação ao nosso planeta, a lente será perfeitamente simétrica em dobrar a luz de um objeto atrás dele, criando um anel. Einstein lamentou que nunca conseguiríamos observar um anel porque seria muito pequeno para até os melhores telescópios, mas isso é porque ele só estava considerando anéis criados por lentes pequenas, do tamanho de estrelas. Quando as galáxias ou buracos negros assumem o papel de lentes, podem criar enormes anéis de Einstein que são mais fáceis de detectar e muito mais bonitos.

A galáxia SDP.81 está a cerca de 12 bilhões de anos-luz de distância, e surgiu quando o universo ainda estava em seus estágios iniciais de formação de estrelas e galáxias. Entre nós e ela está uma galáxia relativamente próxima, a “apenas” 4 bilhões de anos-luz de distância que, por pura sorte, tem a massa e distância correta para agir como uma lente gravitacional perfeita e amplificar a luz de SDP.81. Isso nos permite um olhar outrora impossível para a formação de estrelas da galáxia. [io9]

Um homem na Inglaterra saiu para explorar com um detector de metal e acabou fazendo uma descoberta que certamente não será esquecida em sua vida: uma sepultura extremamente bem preservada da era dos romanos, cheia de artefatos, incluindo jarros, artefatos de vidro, moedas e outras peças, todas datando do ano 200 d.C.

O túmulo possivelmente pertenceu a um indivíduo muito rico, disse Keith Fitzpatrick-Matthews, oficial de arqueologia do conselho do distrito de North Hertfordshire. Assim que Fitzpatrick-Matthews e seus colegas localizaram o túmulo, eles também encontraram evidêcnias de uma construção próxima, possivelmente um templo ou santuário, ligado a uma vila.

Quem primeiro encontrou o túmulo foi Phil Kirk, que utilizava um detector de metal em Kelshall, uma pequena vila localizada entre Londres e Cambridge. Ele já havia encontrado uma moeda romana no mesmo lugar anteriormente, e acreditava que poderia encontrar mais artefatos romanos nos arredores. Em outubro de 2014, Kirk tirou a sorte grande. Seu detector de metal o levou até um jarro de bronze de aproximadamente 25 centímetros de altura. Depois disso, ele encontrou uma pátera de bronze, junto com outros dois jarros.

Exaltado, Kirk contatou os especialistas locais e contou sobre suas descobertas. Eles voltaram ao mesmo local alguns meses depois e, em novembro, encontraram ainda mais artefatos: um pino de bronze, uma lamparina de ferro, copos e garrafas de diferentes formas, incluindo octógonos, hexágonos, retângulos e quadrados, diz Fitzpatrick-Matthews. A garrafa hexagonal guardava uma surpresa macabra.

“Rapidamente se tornou aparente que a grande garrafa hexagonal guardava um osso cremado”, disse Fitzpatrick-Matthews, que ainda não havia percebido que eles estavam escavando um túmulo. “Repentinamente, isso explicou tudo. Nós estávamos escavando um enterro rico”.

O túmulo media 1,9 por 1,6 metros e continha uma infinidade de artefatos romanos. Eles descobriram pequenos pregos de ferro utilizados nas solas de sandálias de couro. As sandálias tinham alças que ficavam em torno das pernas do usuário, mas devem ter se deteriorado ao longo dos tempos. Apenas os pregos permaneceram.

“A ideia de fornecer calçados em um enterro era de que a viagem até o submundo, feita pela aula após a morte, era feita a pé até o rio Styx, onde você seria transportado”, disse Fitzpatrick-Matthews ao portal americano ‘LiveScience’. “É uma viagem feita a pé, então você precisa de um par de calçados. Qualquer um que pudesse pagar foi enterrado com suas melhores sandálias”. [LiveScience]

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