12/09/12

Longa usou quatro tigres e o maior gerador de ondas artificiais do mundo.
Suraj Sharma e Gérard Depardieu estão no elenco.



Da France Presse


O premiado diretor Ang Lee garante que quebrou todas as regras em "As aventuras de Pi" ("Life of Pi"), ao transformar o best-seller de mesmo nome em um impressionante filme 3D, com um ator desconhecido no papel principal, quatro tigres e o maior gerador de ondas artificiais do mundo. "Existem alguns truques clássicos no filme: nunca fazer um filme com animais, crianças, água e 3D. Ignoramos tudo isso", brincou o diretor americano de origem taiwanesa.

O cineasta detentor de dois Oscar (melhor diretor por "O segredo de Brokeback Mountain", de 2006, e melhor filme estrangeiro de 2001 por "O tigre e o dragão"), precisou se esforçar para levar o romance de Yann Martel, publicado em 2001, às telas de cinema.

A história, centrada em um jovem náufrago indiano chamado Pi tentando sobreviver em um bote na companhia de um tigre de Bengala, criou enormes dificuldades. O tema central do filme - a busca de Deus - também não faz parte dos clássicos de Hollywood.

Cineasta Ang Lee e ator Suraj Sharma em estreia de 'As aventuras de Pi' em 16 de novembro na cidade de Los Angeles (Foto: Phil McCarten/Reuters)

Sua primeira resposta chegou com o jovem ator Suraj Sharma, um completo desconhecido de 17 anos que veio de Nova Délhi com seu irmão para a audição e que foi escolhido entre 3.000 candidatos. "Era para ser o meu irmão. Ele veio para a audição e eu só vim com ele", explicou.

Para seu filme, Lee viu longe ao criar uma produção internacional financiada por Hollywood e que parece tão fantástica quanto a própria história. A primeira parte do filme foi filmada em Pondicherry, Índia. Cerca de 5.500 figurantes foram recrutados para as cenas suntuosas da vida nas ruas e para as cerimônias religiosas.

Suraj Sharma em cena de 'As aventuras de Pi' (Foto: Divulgação/Twentieth Century Fox)

O cozinheiro françês: Gérard Depardieu

Já a segunda metade do filme de duas horas acontece no mar. Lee se transportou para Taichung, em sua terra natal Taiwan. É lá que ele filmou em um tanque gigante de 70 por 30 metros, capaz de armazenar 6,4 milhões de litros de água. Um gerador de ondas artificial foi projetado especificamente para o filme. "Criamos nossa própria Hollywood', disse Lee.

É neste ambiente que as cenas dramáticas se conjugam perfeitamente com a experiência 3D, com peixes voadores saindo para fora da tela e as viagens surrealistas da câmera pelas profundezas povoadas de medusas luminosas e baleias.

Depois de encontrar a sua estrela e um certo número de destaques, entre eles um chef francês grosseiro, interpretado por Gérard Depardieu, Lee teve que encontrar o principal papel secundário: o tigre.

'As aventuras de Pi', de Ang Lee (Foto: Divulgação/Twentieth Century Fox)

O animal, chamado Richard Parker, é em grande parte o resultado de efeitos especiais. Todas as características físicas mais importantes que forneceramm a base para os efeitos, no entanto, foram obtidas a partir de quatro tigres reais.

O treinador de animais Thierry Le Portier, a quem devemos as cenas de "Gladiador", envolvendo grandes felinos, encontrou três dos animais na França e um no Canadá. De acordo com Lee, um grande macho chamado King é o principal modelo para Richard Parker, enquanto duas fêmeas, também da França, foram usadas para modelar os movimentos mais agressivos.

Os momentos mais dóceis, como quando Richard Parker fica enjoado, foram modelados a partir de um tigre canadense muito carinhoso. Sharma, que interpreta Pi, garante que rapidamente se sentiu em casa no tanque de água. Para seu papel, ele se reuniu com o ex-náufrago e autor do romance "Adrift", Steve Callahan.

Sua interpretação entre seu personagem assustado e o tigre faminto, no entanto, foi inteiramente realizada na presença de um animal invisível. "O barco estava vazio", brincou. "Não havia nenhum tigre."

Para tudo! Para tudo! A câmera mais vendida do Brasil foi desmembrada pelo Tecmundo. Será que ela é tudo o que diz ser?


Nunca foram revelados dados concretos sobre o volume de vendas da TekPix, mas o slogan dela é o mesmo há alguns anos: “A câmera digital mais vendida do Brasil”. Mesmo que não saibamos quais são os números exatos das vendas, é possível que o volume delas seja bem alto, uma vez que a compra de espaço publicitário todos os dias na televisão — e em vários canais — não é algo muito barato.


Vale lembrar que uma câmera 7 em 1 custa R$ 958 e que a filmadora TekPix (foco do infográfico) custa mais de R$ 3.500 — dados colhidos no site da Tecnomania, a empresa responsável pela distribuição da câmera aqui no Brasil. E será que esse investimento é válido? Em nosso infográfico, você consegue encontrar a resposta. Por esse preço, é possível comprar equipamentos que atendem às mesmas funções e que o fazem com mais confiabilidade.


(Fonte da imagem: Reprodução/Tecnomania)


Promoção da TV

Para tudo! Para tudo! No site da Tecnomania, são mostrados dois telefones que podem ser utilizados para a aquisição de uma Tekpix. Um deles é utilizado apenas em horários em que as propagandas da televisão estão sendo mostradas. Nesses horários, o valor da câmera baixa para menos de R$ 3.000.
Promessa de nove funções


No anúncio da TekPix, é dito que existem nove funções principais na câmera. Fizemos uma análise bem rápida de outros produtos que poderiam suprir as mesmas necessidades e descobrimos que era possível adquirir vários eletrônicos diferentes e ainda economizar pouco mais de R$ 1 mil. Vale dizer que as pesquisas foram bem rasas e nós não fomos atrás de preços mais baixos. Veja abaixo quais são as funções prometidas pela TekPix:
Filmadora digital 720p;
Câmera digital de 12 MP;
MP3 Player;
MP4 Player;
Gravador de voz;
Pendrive;
Webcam;
Câmera de segurança 480p;
VGA 480p.


Por que não vale a pena investir na Tekpix?


A Tekpix promete gravação em 720p e até 12 MP nas fotografias, mas é sempre importante ressaltar que, para que uma câmera digital se torne uma boa compra, ela não precisa ter apenas muitos megapixels de resolução máxima. É necessário observar qual é a capacidade de armazenamento, qual a sensibilidade para fotografias em ambientes pouco iluminados e vários outros detalhes muito importantes.

(Fonte da imagem: Reprodução/Tecnomania)


Quanto às outras funções, é preciso estar atento ao que elas realmente prometem. Todas as possibilidades de filmagem poderiam ser supridas por apenas um equipamento, enquanto MP3, MP4 e gravador de voz também seriam unidos em um único player (ou mesmo um celular). Como já dissemos, é preciso estar de olho aberto, pois grandes economias podem ser feitas com uma verificação de mercado.



Bedrock da vida real! Quer ir? Vá ao Arizona!

Se você alguma vez sonhou em visitar Bedrock, a cidade dos Flintstones, seu desejo pode se tornar realidade.

Uma página na internet encontrou uma série de fotos de uma área ao norte do Arizona, nos Estados Unidos, que possui uma réplica em tamanho real da cidade do desenho.

Casas e edifícios feitos de pedra, com direito a mercado, correio, móveis e dinossauros. Tudo isso compõem a Bedrock da vida real.

A réplica foi feita em 1972 por Francis Speckles, filho de um investidor. Mas não deu muito certo pois o local não é muito fácil de chegar e não há muitos trabalhadores na região.

A Bedrock da vida real está localizada a cerca de meia hora de carro ao sul do Grand Canyon e uma página no Facebook dá a localização exata.

AMANDA KAMANCHEK
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

"Quero conhecer os costumes, o museu d'Orsay, o Louvre, o Big Ben", empolga-se a estudante Vittoria Paioletti Moura Barbosa, 13. No próximo dia 8, ela viaja pela primeira vez para o exterior.

Vai sem os pais, com um grupo de adolescentes. Irá passar três semanas na Inglaterra, na cidade de Maidenhead (a 40 km de Londres), e uma em Paris, por meio de um programa de intercâmbio.


Claudia, a mãe de Vittoria, incentivou a filha."Também viajei na adolescência. Foi quando percebi que era muito grudada à minha mãe e abri minha cabeça para o mundo."

Normalmente, nas férias, a família vai para o litoral norte ou para Campos de Jordão (SP).

Desta vez, a adolescente está ansiosa, pois vai conhecer um lugar para o qual a mãe dela nunca foi: Paris.

A capital francesa a deslumbra, embora ela ainda não saiba explicar os motivos. "Porque Paris é Paris, né?", gaba-se a menina.

Intercâmbios para esse público jovem são cada vez mais frequentes. Cerca de 10 mil jovens brasileiros embarcaram neste ano, segundo a Abav (Associação Brasileira de Agências de Viagens) --50% a mais que em 2011.

"As famílias brasileiras estão se acostumando com o intercâmbio de férias. A partir dos 11 anos de idade, elas já liberam os filhos", diz Gabriel Canella, da agência CI.

Karime Xavier/Folhapress

A estudante Vittoria Barbosa, 13, que vai passar três semanas na França em janeiro, e sua mãe, Claudia

Ver a Muralha da China, esquiar no Alasca e alimentar leões na África são alguns dos programas mais exóticos.

Frederico Somlo, 17, já foi duas vezes à China. Aos 15, viajou para Pequim. "Vi coisas que nunca imaginei que haveria no mundo inteiro, de pessoas com cultura completamente diferente da minha a monumentos grandiosos", diz.

A experiência deu tão certo que ele pensa em repetir a viagem pela terceira vez em 2013. Apesar de se deparar com sopas e suco de laranja quente no café da manhã chinês, ele diz que provar a comida local é essencial.

Em janeiro, as excursões mais procuradas são para países que investem no turismo de inverno. Inglaterra, Canadá e EUA são os preferidos.

Ahed Tamimi, de apenas 13 anos, enfrenta os soldados israelenses e diz que a dor já faz parte de sua vida

Oren Ziv/ ActiveStills


No meio de uma estrada deserta, cercada de paisagem árida, uma pequena menina com a insígnia da paz estampada no peito enfrenta dezenas de soldados, protegidos com capacetes e metralhadoras. O contraste da imagem choca, mas nem as armas em punho foram capazes de amedrontar a garotinha, que continuou a gritar e empurrar os oficiais em busca de respostas (veja o vídeo abaixo). 

Os risos jocosos dos militares, que se entreolhavam em desprezo, apenas alimentaram o desespero e raiva da jovem. No fim, a única resposta recebida foi o disparo de balas de borracha. As imagens da bravura da menina, na reedição de uma espécia de batalha entre Davi e Golias, correram o mundo. Ahed Tamimi, de apenas 13 anos, queria apenas saber para onde o irmão, Waed, de 15 anos, havia sido levado durante os protestos do dia 2 de novembro em Nabi Saleh, pequeno vilarejo na Cisjordânia onde vivem.

Sentada na cama do hospital em Ramallah com a mão envolta em curativos, a palestina não reclama do ferimento de balas de borracha e conta que a dor já se tornou parte de sua vida. Filha do líder comunitário Bassem Tamimi, considerado pela União Europeia um “defensor dos direitos humanos” e pela Anistia Internacional “um prisioneiro de consciência”, Ahed já teve de lidar com o encarceramento de seus pais, a morte de dois tios e a violência cotidiana de soldados israelenses contra sua família e amigos. 



“Eu lembro que o pior período da nossa vida foi quando prenderam o meu pai pela primeira vez e as autoridades israelenses não nos deram autorização para visitá-lo”, afirmou ela a Opera Mundi.Detido por oficiais israelenses por seu papel de liderança nos protestos pacíficos, Bassem teve de enfrentar a corte militar de Israel por 13 vezes e chegou a passar mais de três anos no cárcere sem nenhum julgamento. 

Há mais de três anos, os residentes de Nabi Saleh se concentram toda sexta-feira às 13:30 no centro da vila e tentam caminhar com bandeiras da Palestina nas mãos até a Alqaws, fonte de água da cidade confiscada pelos oficiais israelenses em 2009 e agora, de uso exclusivo e livre acesso para os colonos. O recurso era necessário para as plantações na aldeia de predominância agrícola e também utilizado como local de lazer, mas Israel restringiu a visita a indivíduos e proibiu a construção de qualquer tipo de infraestrutura no local pelos palestinos. 

ActiveStills (24/08/12)

Ahed e sua prima tentam impedir a prisão de sua mãe Nariman em um protesto contra os assentamentos em Nabi Saleh

“Toda sexta-feira, choques começam quando tentamos começar nosso protesto pacífico contra o assentamento que nos cerca”, conta a garota. Idosos, como sua avó de 90 anos, crianças, mulheres e homens são atingidos indiscriminadamente por munições e projéteis. 

Com balas de borracha, bombas de gás lacrimogêneo, spray de pimenta e o líquido “skunk”, os soldados impedem que a passeata chegue ao seu local de destino, mas, pela primeira vez em junho deste ano, o grupo conseguiu entrar na fonte. 

Depois dos primeiros protestos, as Forças de Defesa de Israel começaram a fechar todas as entradas e saídas da vila, impedindo a chegada de ativistas internacionais e de outras cidades palestinas e restringindo a manifestação às ruas da vila.

 “O uso de todos os meios para finalizar o protesto pelas forças de segurança é excessivo e ocorre mesmo quando os manifestantes não são violentos e não representam ameaça. As forças disparam enormes quantidades de gás lacrimogêneo dentro da área urbana da vila, que é o lar de centenas de pessoas”, diz relatório da organização israelense B’TSelem. “Em um protesto, pelo menos 150 latas de gás lacrimogêneo foram disparadas”.

Mortes

Foi em uma dessas vezes que Ahed perdeu um de seus primos. Há exatamente um ano, Mustafa morreu quando foi baleado na cabeça com uma bomba de gás lacrimogêneo durante os protestos. De acordo com testemunhas, ele jogava pedras contra um tanque israelense e um soldado não identificado mirou a arma em sua cabeça.

ActiveStills

Ahed Tamimi (no fundo à direita), sua mãe, Nariman, abraçada a seu irmão, Waed, no funeral de Rushdi Tamimi

Mas, segundo organizações de direitos humanos e residentes de Nabi Saleh, os oficiais não usam inadequadamente apenas munições menos letais, mas também armas de fogo. No dia 19 de novembro, o tio de Ahed, Rushdi, policial palestino de 31 anos, faleceu de complicações médicas depois de ferimentos com balas de fogo no intestino.

Apesar da crescente repressão, Ahed e sua família continuam a participar dos protestos semanais na aldeia de 500 habitantes contra os assentamentos israelenses e o muro que separam os territórios.  Sob o argumento de que a manifestação é uma “reunião ilegal”, os oficiais prendem civis e tentam dispersar o grupo logo nos primeiros minutos.

Prisões 

“Minha mãe disse a eles para saírem das nossas terras e o soldado, com raiva, respondeu que estávamos em uma zona militar. Minha mãe, então, disse a ele para retirar os colonos também e ele ordenou sua prisão”, lembra Ahed da manifestação do dia 24 de agosto (vídeo). Junto de suas primas, a garota protestou contra a detenção e acabou apanhando dos militares. Nariman foi libertada e logo, voltou a participar das manifestações com sua câmera e kit de primeiros socorros.

ActiveStills (24/08/12)

Nariman, coberta com o lenço palestino, é levada pelos oficiais israelenses; Ahed tenta impedir que eles levem sua mãe

Seu pai foi preso, novamente, no dia 24 de outubro deste ano em uma manifestação a favor do boicote contra o supermercado israelense Rami Levy e condenado a 4 meses de prisão e a uma multa de NIS 5 mil poucos meses depois de ter sido solto. Após uma semana, seu filho mais velho foi levado pelos soldados, mas permaneceu detido poucos dias na delegacia do assentamento Sha’as Benyamin.

“A prisão de Waed Tamimi enquanto ele estava andando pacificamente em sua vila aponta para o contínuo abuso do ativista Bassem Tamimi, de sua família e da comunidade de Nabi Saleh pelas forças militares israelenses”, afirmou Ann Harrison da Anistia Internacional. “Este abuso e assédio deve parar”, acrescentou ela.



Ocupação e os jovens: peça-chave para a repressão

A presença militar de israelenses não é restrita, no entanto, às sextas-feiras na vila palestina. A emissora israelense canal 10 junto com a B’TSelem denunciou que os oficiais fazem rondas noturnas em Nabi Saleh, nas quais invadem as residências dos palestinos e tiram fotos das crianças. 

As Forças de Defesa usam as fotografias para identificar os menores que jogam pedras contra os oficiais nos protestos e depois, voltam às suas casas durante a noite para prendê-los. Segundo a organização palestina Addammeer, que luta pelo direito dos presos políticos, o depoimento desses jovens é fundamental para Israel construir denúncias contra os líderes do movimento. O interrogatório de uma criança de 10 anos que levou à prisão de Bassem.

Ahed conta que os oficiais estão por perto “toda vez que quero brincar com meus amigos, quando vou à escola e quando estou em casa”. 

Oren Ziv/ActiveStills

Bassem e Nariman Tamimi se reencontram depois de periodo de encarceramento

Mesmo quando os soldados não estão por perto, os palestinos lembram diariamente de que sua terra está sendo ocupada e confiscada. Nabi Saleh, assim como toda a Cisjordânia, é cercada por um muro de 10 metros de altura e por todos os lados da aldeia, os apartamentos modernos dos colonos construídos ilegalmente em seu território podem ser vistos. A falta de parentes e amigos que estão presos ou foram mortos impedem que essas pessoas se esqueçam da sua realidade.

Sonhos de uma criança

"Eu gostaria que toda a minha família fosse libertada assim todos os outros prisioneiros palestinos logo e quero ver o meu grande sonho de um dia viver em uma Palestina livre", afirma, com emoção, Ahed. 

Reproduçao Facebook
O sentimento de tristeza e desespero estranho demais para a vida de uma criança também preocupa os pais de Ahed. “Durante as minhas visitas ao meu marido, Bassem me pediu que os corações dos nossos filhos fossem purificado de todo e qualquer ódio por conta das sementes de amor que plantamos neles”, reconhece Nariman. “Agora, nós estamos esperando por redenção, felicidade, justiça e liberdade”. 

(Waed Tamimi vestido com lenço palestino durante protesto do dia 7 de dezembro para se proteger das bombas de gas lacrimogeneo)

A libertação nacional parece estar longe da vida de Ahed e dos Tamimi. Enquanto a família ainda enfrenta uma ordem de demolição de sua casa em Nabi Saleh, as autoridades israelenses já anunciaram que vão continuar com a expansão dos assentamentos nos territórios palestinos.

No entanto, o espírito de resistência dessa família não parece diminuir, apesar das seguidas provações pelas quais passaram. Metaforicamente, os Tamimi são a Palestina. 

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