09/08/11


Por Redação da Computerworld

Publicada em 27 de julho de 2011 às 18h48

Operadora vendeu mais de 1 milhão de aparelhos em junho e apresentou melhor desempenho que as líderes Vivo e Claro.

A disputa pela segunda posição no ranking em telefonia móvel no País continua acirrada.  A TIM empatou com a Claro em junho, com 25,55% de participação de mercado. A TIM voltou a vender mais que as concorrentes em junho, superando a marca de mais de 1 milhão de novos acessos móveis ativados [1.036.351], segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Em números absolutos, a TIM totalizou 55.524.929. A diferença para a Claro é agora de pouco mais de 9 mil assinantes. Com a venda de 744,8 mil novos aparelhos, a Claro chegou a 55.534.398 dispositivos em uso.
A  Vivo ganhou em junho 667.785 novos assinantes, totalizando 64.049.114 milhões de acessos, ou 29,47% do total.
De acordo com a Anatel, os resultados colocam o Brasil com mais de 217, 3 milhões de acessos no Serviço Móvel Pessoal, e teledensidade de 111,6 acessos por cem habitantes. Foram habilitados 2,3 milhões de celulares no mês.
Trajetória da disputaO empenho da TIM vem ganhando músculos desde o mês de abril, quando liderou o crescimento do setor, com 880 novas habilitações, reduzindo a diferença para a vice-líder para 221.447 celulares.
A Claro recuperou-se no mês seguinte, em maio, ampliando a distância da sua concorrente em 256,3 mil aparelhos à frente. A operadora saltou do patamar de 511.802 em vendas para 795,1 mil.
Embora a Claro tenha mantido a performance no patamar de mais de 700 mil novos assinantes, a TIM continuou crescendo e superou a casa do milhão em vendas no mês de junho.
Os resultados do mês de julho podem definir a segunda colocação do ranking da telefonia móvel no País.


Por Cauê Fabiano para o IDG Now!

Publicada em 28 de julho de 2011 às 08h00

Desenvolvedor da empresa oferece mil dólares caso famosos insatisfeitos com Android e iOS não tenham experiência melhor com a plataforma móvel da Microsoft.

Você trocaria seu dispositivo Android ou seu iPhone por um celular com Windows Phone? Se você for uma celebridade, pode não só fazer o teste como também ser pago caso não goste da experiência – e com dinheiro da Microsoft!
De acordo com o site Techie Buzz, Brandon Watson, desenvolvedor e evangelista da Microsoft, foi o responsável pela ideia, e está disposto a desembolsar mil dólares se os usuários escolhidos não ficarem satisfeitos com o Windows Phone, versão Mango. Tudo começou quando Scott Adams (criador das famosas tirinhas do Dilbert) escreveu um longo post em seu blog, relatando suas frustrações com a plataforma do Google, principalmente em relação à baixa autonomia de bateria do aparelho (que não foi especificado). 
O desenvolvedor da Microsoft, então, comentou no blog do cartunista, e explicou a oferta. "Como seus leitores têm uma grande probabilidade de fazerem parte de nossa base de desenvolvedores, que tal fazermos um acordo com um de nossos celulares? Teste o Windows Phone [...] com o novo Mango OS e, se não gostar mais do que suas experiências com iPhone, farei uma doação de 1.000 dólares para uma instituição de caridade de sua escolha". A mesma proposta foi extendida a apresentadora do CNET, Molly Wood, que também descarrilhou sua raiva em cima de seu Droid X.  
Via Twitter, o desenvolvedor da companhia de Redmond confirmou que ambos os famosos aceitaram o desafio - e parece estar bem confiante. "[Dispositivo Windows Phone 7] chegando em breve para uma celebridade da internet usuária de Android perto de você. Mais alguém se habilita?" escreveu em seu perfil na rede de microblog.  


Por IDG News Service / EUA

Publicada em 29 de julho de 2011 às 08h00


Segundo dados da Nielsen de junho, sistema da Google está em 39% dos aparelhos nos EUA; RIM e HTC dividem segundo lugar em fabricação.

O Android está aumentando sua distância para o iOS como o sistema operacional líder de smartphones nos EUA, mas a Apple continua no topo da montanha quando o assunto é a participação entre as fabricantes desses aparelhos, de acordo com números referentes a junho da empresa de pesquisas Nielsen.
Enquanto 39% dos smartphones do mercado americano rodam o sistema da Google, 28% deles possuem o iOS. Por outro lado, o controle da Apple sobre o iOS significa que todo iPhone vendido conta ponto na conta da Apple como fabricante, enquanto que os aparelhos Android são fabricados por uma variedade de empresas como HTC, Motorola, Samsung, entre outras.
Entre as maiores fabricantes de smartphones, há um empate pelo segundo lugar entre a RIM (do BlackBerry) e a HTC (com aparelhos Android e Windows Mobile), cada uma com 20% do mercado.
Tenha em mente que a participação no mercado de fabricantes é diferente de participação no mercado de sistemas operacionais: os números do Android não incluirão tablets Android, enquanto que os números iOS não levam em contam a (muito maior) população de donos de iPad e iPod Touch.
E também é importante lembrar que, enquanto o “melhor e mais novo” aparelho Android parece ser lançado a cada mês, a última atualização do iPhone foi feita em junho de 2010, e está disponível apenas em duas operadoras dos EUA, AT&T e Verizon.


Por PC World/US

Publicada em 05 de setembro de 2011 às 09h00


“Nós a compramos não só por causa das patentes, afirmou o CEO da gigante. "A Motorola, de fato, tem dispositivos excelentes”.

A compra da Motorola Mobility pela Google, no fim das contas, não foi só por causa das patentes. A gigante, como especulado anteriormente, está interessada no mercado de hardware, e deverá investir pesado no setor.
Como já se sabe, a Samsung tem se mobilizado para o caso de alguma eventualidade, e seu temor não parece precipitado. Crê ser possível que a companhia de Mountain View passe a priorizar os Androids da casa, em vez de tratar todas as parceiras com isonomia, o que prejudicaria os dispositivos que possui da plataforma.
“Nós a compramos não só por causa das patentes”, admitiu Eric Schmidt, CEO da empresa, na última quinta-feira (1/09). “A Motorola, de fato, tem produtos excelentes”, completou.
É verdade que o portfólio de patentes da fabricante é valioso – mais de 24.500 registros. Mas não faz sentido despender 12,5 bilhões de dólares só para isso. Seu catálogo de dispositivos também será bem aproveitado pela companhia de Mountain View.
É lógico que a Google não jogará fora tudo o que a Motorola já produziu, pelo contrário: fará bom uso de cada linha de aparelhos já lançada. Está de olho no sucesso que a Apple obtém graças à sua abordagem de entregar no mesmo pacote hardware e software. Assim consegue controlar cada aspecto do produto que comercializa.

Veja o caso do Android. Apesar do sucesso, sua fragmentação – diversas versões do mesmo SO para diversos dispositivos – é um pesadelo para os desenvolvedores. Por vezes, um aplicativo que funciona bem em um smartphone, não roda tão bem em outro. Quem sai insatisfeito, no final, é o usuário, que não tem nada a ver com isso.
Agora, tendo a Motorola como um de seus braços, a Google poderá produzir aparelhos dentro da sua própria casa – smartphones, tablets – e garantir a perfeita sincronia entre o hardware e a plataforma. Faz sentido e a única coisa que Schmidt fez foi confirmar o que já se esperava.
Voltado à questão da parceria da Google com as outras fabricantes? Será que elas continuarão louvando o negócio acordado ou começarão a se mover para evitar possíveis transtornos? A segunda opção é a mais provável. Paradas elas não vão ficar.
(Ed Oswald)

Para diferenciar seus dispositivos, Samsung e HTC investem no modelo. Especialistas, porém, acham que investimento é bastante arriscado.

Os produtos exibidos este ano na IFA – a maior feira de eletrônicos do mundo, realizada em Berlim – indicam que opções de tela não vão faltar. Especialistas, no entanto, questionam se todos os tamanhos escolhidos serão bem recebidos pelos consumidores.

As fabricantes estão arriscando, a fim de descobrirem as dimensões ideais para cada tipo de dispositivo, afirma Geoff Blaber, analista do instituto CCS Insight. Uma das tendências observadas é o lançamento de aparelhos com telas entre 4,5 e 5,5 polegadas, como uma versão do Galaxy S II e o Galaxy Note, ambos da Samsung; o HTC Titan com Windows Phone 7 e oTablet P, da Sony.

Até agora, os clientes rejeitaram dispositivos com telas nesses tamanhos, como o tablet Dell Streak. Samsung e HTC, porém, acreditam que suas criações poderão ajudá-las a obter destaque em um mercado altamente competitivo.

“Com tantas opções, é difícil que um smartphone se destaque na vitrine de uma loja. Aparentemente, as empresas querem diferenciar seus produtos tornando-os maiores, em vez de seguir o modelo já estabelecido”, disse Blaber.

Embora não esteja sozinha, a companhia coreana é a que mais tem investido na estratégia. Ao exibir o Galaxy Note, ela afirmou que pretende criar mais uma categoria de produtos, que ficaria entre o smartphone e o tablet. A Apple agiu da mesma forma com o iPad – ele se encaixaria entre o celular e o computador, tomando o lugar dos netbooks.

O aparelho tem tela de 5,3 polegadas e conta com uma caneta stylus, que visa ajudar o usuário a fazer anotações. Apesar da funcionalidade, analistas estão reticentes quanto à aposta.

“As pessoas estão felizes com o padrão adotado – entre 3,5 e 4 polegadas”, defendeu Bob O’Donnel, vice-presidente da IDC. 

Para Daniel Freeman, diretor da Fjord, empresa de design, a proposta trará outras implicações. “Se você olhar pelo lado dos consumidores, há a questão da autonomia da bateria, o custo superior para fabricá-los, e o fato de estarem mais suscetíveis a riscos e quebras”.

Há outros importunos: os celulares podem não caber no bolso e segurá-los junto ao rosto não é confortável. Quanto aos pontos positivos, destaque para o consumo de conteúdo, como vídeos e navegação web, e facilidade na digitação.

Avanços na construção dos aparelhos deverão ajudar em sua popularização. Segundo a CSS Insight, o HTC Titan pesará 160 gramas, ou seja, 60g a menos que o Streak, que também tinha tela de 5 polegadas. Caso dê certo, é possível que diminua ainda mais o espaço para tablets com tela de 7 polegadas, como o PlayBook, da RIM.

Outra opção é fazer com que a tela ocupe quase toda a frente do dispositivo – mais ainda do que já ocorre. Freeman, porém, não vê com bons olhos essa possibilidade. “Quanto mais próxima ela estiver da borda, mais os dedos dos usuários estarão tampando a visão, o que prejudicará a experiência com o dispositivo”.

(Mikael Ricknäs)
Por IDG News Service


Por PC World/EUA

Publicada em 08 de setembro de 2011 às 10h00

Com lançamento previsto para o fim de 2011, aparelho da loja online é apontado como o primeiro concorrente real para o tablet da Apple.

É improvável que o tablet da Amazon seja lançado antes de novembro, mas ele já está sendo apontadocomo o principal rival do iPad, da Apple. Analistas e especialistas estão apostando suas fichas no futuro aparelho da Amazon, uma vez que outros tablets Android falharam em cair nas graças dos usuários. Mas será que a Amazon conseguirá acertar onde tantos outros fracassaram?
Se a Amazon fizer jus ao seu nome, poderá ter um sucesso em mãos. Segundo rumores, o tablet da companhia teria uma versão “ramificada” do sistema Android, o que significa que a interface de usuário do gadget não se parecerá em nada com o Android com o qual a maioria dos usuários está acostumada. Veja abaixo uma lista de cinco coisas que a Amazon precisa fazer para ter chances de derrotar o iPad um dia.
1:: Coloque o preço certo
As pessoas querem um tablet mais barato do que o iPad (500 dólares nos EUA e 1.650 reais no Brasil), segundo uma pesquisa, e elas estão esperando que a Amazon lance esse produto. No estudo, quase metade dos entrevistados disseram que 300 dólares era a faixa de preço que os faria considerar comprar um tablet Android em vez do iPad. A boa notícia é que a Amazon estaria planejando vender seu tablet por 250 dólares, ficando abaixo até da faixa estipulada pelos consumidores.
2:: Tenha uma loja cheia de aplicativos
Vamos falar a verdade: a seleção de apps para o sistema Android 3.0 (Honeycomb, o primeiro específico para tablets) é bastante ruim. A lista de apps é limitada e, uma vez que crescer, poderá vir a enfrentar os mesmos problemas de programas com malware e bugs como a versão para smartphones da loja. A Amazon já tem uma solução para isso: a Amazon Appstore for Android. A loja online escolhe a dedo os apps para sua loja, mantendo o número baixo, mas a qualidade lá em cima. Não é muito provável que a Amazon coloque outra loja de aplicativos, incluindo a da própria Google, em seu tablet.
3:: Crie uma loja de conteúdo multimídia
A Amazon já possui suas próprias lojas de música e e-books, assim como um serviço de streaming de filmes que faz parte do Amazon Prime. Com todos esses serviços juntos, a Amazon resolveria o problema de colocar conteúdo nos tablets Android (o Google Music está em fase de testes e é exclusivo para os EUA, enquanto que o suporte para o Netflix é instável). 
4:: Use um serviço de pagamentos fácil
Como uma das maiores lojas do mundo, a Amazon possui uma gigantesca base de dados de membros registrados e seus respectivos cartões de créditos ligados às suas contas. A Amazon também sabe como tornar fácil a experiência de compra para os usuários (um grande contraste com a cobrança mista da Google e das operadoras na loja Android Market). Ao ligar sua conta online ao tablet, a Amazon poderia permitir a compra de músicas, apps, filmes e livros por meio de um toque, sem muito barulho.
5:: Tenha uma solução de armazenamento na nuvem
Se o tablet da Amazon vier com esse preço mais baixo como tem sido comentado, é provável que você não receba muita capacidade de armazenamento para suas mídias. Por isso, precisará de algum tipo de solução de armazenamento na nuvem, uma opção conhecida da Amazon. O serviço Cloud Drive da companhia lhe dá 5GB de armazenamento online gratuito para mídias e documentos, os quais, se forem aumentados para 10Gb ou 20GB, podem dar espaço para a maioria dos usuários armazenar seus arquivos.
Quais outros recursos você acha que a Amazon deveria colocar em seu tablet? Dê seu recado nos comentários abaixo.

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