02/28/13



Parece que tem alguma coisa pegando no “Jornal do SBT – Noite”. Enquanto Karyn Bravo sempre se mostra simpática e educada, tentando interagir com o companheiro ao lado, ao longo do noticiário, a recíproca não é verdadeira por parte do Carlos Nascimento.

O que acontece? 

Em primeiro lugar, é preciso deixar claro que o telespectador não tem nada com os problemas de ninguém. A obrigação do Nascimento é se apresentar sempre da melhor maneira possível. Ganha pra isso. Tem que tirar o olho da câmera e interagir, sim, com a companheira ao lado, além daquela forçada conversinha no final. Está passando a todos uma postura bem antipática. *Colaboração de José Carlos Nery



Catarina Migliorini, a brasileira que leiloou sua virgindade na internet como parte de um programa de TV australiano, foi a convidada do “De Frente com Gabi” da madrugada desta quinta-feira (28). A jovem disse na entrevista concedida à apresentadora Marília Gabriela que o dinheiro não foi a principal motivação para vender sua virgindade e que não se considera prostituta. “[Pela regra do programa] o dinheiro do leilão era todo para mim. Mas o que mais me encantou foi fazer parte de um documentário”, falou Catarina, que vendeu a sua virgindade por R$ 1,5 milhão para um japonês de 53 anos que não teve a identidade revelada. Ela disse que conheceu o homem japonês em um restaurante na Austrália e que eles conversaram por cerca de uma hora. “O japonês foi uma grande surpresa”, falou, sem explicar o motivo, já que disse que pretende escrever um livro sobre sua experiência. Catarina acabou não aceitando essa proposta, no entanto. “Figuei pensando sobre o que conversamos e resolvi negar”, falou. Catarina ainda afirmou que recebeu mais duas propostas, que está analisando. “Um foi um pouquinho mais de US$ 1 milhão, o outro foi um pouquinho menos”.

 Prostituição


 Catarina afirmou ainda que não considera prostituição vender a sua virgindade. “Muita gente chama de prostituição, mas eu chamo de um ato de liberdade”, falou. Ela comentou a polêmica durante o Fashion Rio 2013, evento em que foi convidada por uma marca e depois proibida de desfilar e que foi definida como prostituta pela organização. “Eu viajei 35 horas para vir ao evento. Já no aeroporto recebi a notícia de que não poderia desfilar. Me disseram que os motivos foram que a reação foi negativa e que a marca não poderia mais se apresentar no evento se eu desfilasse”, disse. “Para mim, discriminação é o que faz mal para as pessoas”.



Ronaldo Marques do BOL, em São Paulo

 Ter um milhão de reais na conta bancária é um sonho perseguido por muitos brasileiros, seja investindo em educação e trabalho duro, apostando em loterias ou se inscrevendo em reality shows, como o "Big Brother Brasil", que dá R$ 1,5 milhão ao vencedor. Mas será que ter R$ 1 milhão faz dessas pessoas milionárias? A realidade é que, com a desvalorização da moeda, fatores ligados à inflação e aquisição de imóveis valorizados com o tempo, muitas famílias já vivem com esse valor, mas não são milionárias. A confusão acontece por causa do ideal de milionário, que mudou bastante ao longo do tempo. Em termo técnico, milionário é quem possui um milhão na moeda corrente, mas o conceito da palavra é bem diferente. "A palavra milionário foi criada no século 18, na Europa, e se referia aos milionários da época, quando possuir uma quantia equivalente a um milhão em valores era extremamente difícil”, explica o professor Roy Martelanc, que ensina finanças no curso de administração da USP (Universidade de São Paulo). Para se ter uma ideia, se corrigidos os valores daquela época para o momento atual, um milhão de dólares daria aproximadamente 25 milhões na mesma moeda. Neste cenário, Roy Martelanc conta que “quem tinha um milhão era de fato extremamente rico”. Atualmente, o termo foi atualizado e ser milionário não se refere mais ao valor da moeda e sim a um conceito. “Milionário hoje é o cara muito rico. O termo se refere a uma pessoa que não precisa trabalhar para manter um padrão de vida bem confortável, com certos luxos, e, mesmo assim, deixar uma boa herança para a família”, define o professor.

Para o economista Vander Mendes Lucas, doutor e professor do departamento de economia da Universidade de Brasília, “é comum termos muitos milionários pelo Brasil afora. São pessoas que têm um patrimônio avaliado em um milhão de reais ou mais, mas não são aqueles milionários do imaginário coletivo que esbanjam dinheiro e ostentam artigos de luxo”. “São pessoas que compraram uma casa dez anos atrás por 150 mil reais e, hoje, com a valorização do imóvel em algumas regiões do país, vivem em residências avaliadas em 500 ou 700 mil reais. Soma-se a isto a renda das pessoas da casa e planejamentos financeiros, possíveis após o plano real, e temos famílias bem-sucedidas com patrimônio avaliado em R$ 1 milhão de reais”, explica Vander. 

Prêmio do "BBB" 

Em 2012, Fael, o último vencedor do "Big Brother Brasil", ganhou R$ 1,5 milhão, mas, levando em consideração fatores de mercado e o poder de compra desse montante, o brother recebeu valor equivalente ao que Kléber Bambam ganhou na primeira edição do programa, R$ 500 mil. O economista Vander Mendes Lucas culpa a inflação pelo fenômeno. “Se comparar hoje e dez anos atrás, um milhão de reais ficou bem desvalorizado. De 2003 até 2013, tivemos uma inflação de cerca de 5% ao ano. Só com este cálculo da inflação, levando em consideração dez anos, dá para perceber que se teve um desgaste de 50% do dinheiro”. Isso não quer dizer que Kléber Bambam perdeu metade de seu prêmio com a inflação. “Ele teria perdido se não o aplicasse, se o guardasse embaixo do colchão. É por isso que um sujeito, ao receber uma quantia dessas, deve investir . Se você pegou um milhão de reais e guardou, sem aplicá-lo em qualquer tipo de investimento, hoje o dinheiro tem valor de mercado menor. Caiu quase a metade do seu poder aquisitivo”, explica o economista. Analisando a mesma situação, o professor de administração Roy Martelanc, da USP, confirma o fato e explica que só colocar o dinheiro na poupança também não fará o portador viver como um milionário para o resto da vida. “Não é possível porque os rendimentos da poupança são menores que o valor da inflação. E, se ele usar o rendimento mensal para suas despesas, a situação piora. É como se o restante do dinheiro estivesse guardado no colchão”. O economista Vander Lucas acredita que, para o dono de R$ 1 milhão levar uma vida de alto padrão, sem precisar trabalhar para ter luxo, só mesmo investindo em ações de risco, para multiplicar os rendimentos, mas isso sempre vai depender do perfil de consumo do portador do dinheiro. "Se é uma pessoa consumista, cinco mil reais mensais, que é o valor aproximado que um milhão renderia na poupança, não darão o conforto necessário para ela ter uma vida luxuosa”.

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