02/11/12

RAFAEL GARCIA
DE WASHINGTON

Uma droga que há dez anos vem sendo usada para tratar câncer de pele se revelou um medicamento eficaz também contra o mal de Alzheimer.

O efeito inesperado foi verificado em uma série de experimentos com camundongos, e cientistas devem começar testes clínicos em humanos ainda neste ano.
Editoria de arte/folhapress



A descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade Case Western Reserve (EUA), que há dois anos descobriram uma possível ligação entre o bexaroteno (droga usada no estudo) e proteínas que cérebros saudáveis usam para prevenir o Alzheimer naturalmente.

O medicamento foi aplicado em roedores modificados para contraírem a doença.

Segundo estudo publicado na revista "Science", algumas das cobaias recobraram mais de 50% de suas capacidades cognitivas em 72 horas.

Os cientistas submetiam os bichos a testes de orientação espacial, memória olfativa e comportamento. Em um dos experimentos, avaliavam a capacidade dos camundongos de montar seus próprios ninhos (leia gráfico).

Paige Cramer e Gary Landreth, os líderes do trabalho, fundaram agora uma empresa para realizar os testes clínicos da droga em humanos com Alzheimer.

"O bexaroteno funcionou bem em camundongos porque consegue cruzar a barreira entre o cérebro e a corrente sanguínea", disse Cramer à Folha. "Ainda precisamos saber se isso vai ocorrer em humanos também."

O problema por trás do mal de Alzheimer é o acúmulo da beta-amiloide, uma molécula que surge como subproduto da atividade dos neurônios.

Em cérebros normais, há proteínas que limpam a beta-amiloide, mas isso não ocorre no sistema nervoso dos portadores da doença.

Segundo Cramer, o bexaroteno age sobre o DNA dos pacientes e ativa genes responsáveis pela produção de alguns tipos de "apolipoproteínas" que fragmentam a beta-amiloide e facilitam sua eliminação.


DA EFE

A movimentação dos continentes em direção ao polo Norte, dentro dos próximos milhões de anos, vai dar origem à Amásia, nome usado pelos cientistas norte-americanos para se referir ao supercontinente que será formado pela junção da América e da Ásia.

A grande massa de terra surgirá entre 50 milhões e 200 milhões de anos, de acordo com uma pesquisa da Faculdade de Geologia e Geofísica da Universidade de Yale (EUA) publicada na revista britânica "Nature".

Os dois continentes se juntarão pelo polo Norte por meio de uma cordilheira que ligará o Alasca à Sibéria.

A América permanecerá situada sobre o anel de fogo do Pacífico, uma zona de intensa atividade sísmica e vulcânica, mas seu revelo mudará radicalmente, pois a atração em direção ao polo fundirá a América do Sul e a do Norte.

Este deslocamento provocará o desaparecimento do oceano Ártico e do mar do Caribe, segundo explicou Ross Mitchell, geólogo de Yale e um dos autores do artigo.

Já se passou 1,8 bilhão de anos desde que se formou o primeiro supercontinente, Columbia, que foi seguido pelo Rodínia e Pangea --última grande massa de terra a se formar, com centro na África atual e que com o tempo e a ação das placas tectônicas formou os continentes como são hoje em dia.

De acordo com os cientistas, o centro da Amásia ficaria em algum ponto do atual oceano Ártico.

Esta teoria contradiz os dois modelos defendidos até o momento: uma das hipóteses sugere que o centro do próximo supercontinente será na África; a outra diz que será no oceano Pacífico, em algum ponto entre as ilhas de Havaí, Fiji e Samoa.

Segundo estes modelos, a união dos continentes ocorreria por meio do oceano Atlântico ou do Pacífico, respectivamente, enquanto o modelo de Mitchell defende que isso seria pelo Ártico.


DE SÃO PAULO

O menino Chun Chun bateu o recorde de maior bebê chinês. Ele nasceu no sábado (4), na cidade de Xinxiang (província de Henan), com 7,04 kg.


Chun Chun tem praticamente o dobro do peso de uma criança normal. "Minha mulher não estava diferente de outras mulheres grávidas. Ela bebia e comia normalmente como deveria ser", disse o pai Han Jingang à TV local, que já tem uma menina de seis anos.
Associated Press

Chun Chun, o bebê mais gordo a nascer na China, dorme no Hospital Maternidade Xinxiang, na província chinesa de Henan


A mãe de 29 anos, Wang Yujuan, conta: "Claramente senti que meu corpo estava mais desajeitado do que quando estive grávida de minha filha. Minha barriga estava maior (...) e achei que o bebê fosse ter entre 4,5 kg e 5 kg. Nunca esperava saber que ele pesa 7 kg."

Segundo o "Guinness", o bebê mais pesado do mundo nasceu com 10,8 kg em Ohio, nos EUA, em 1879, mas morreu poucas horas depois.

Os recordistas na China eram três bebês que nasceram entre 2008 e 2010 e tinham exatamente 7 kg cada um, informou a agência de notícias Xinhua.


O Ministério da Saúde retirou do Portal sobre Aids, Doenças Sexualmente Transmissíveis e Hepatites Virais, que o órgão mantém na internet, um vídeo com cenas de um casal homossexual trocando carícias em uma boate.

O filme fazia parte da campanha de prevenção a doenças transmissíveis por relações sexuais lançada para o carnaval deste ano.

De acordo com a assessoria de imprensa do ministério, o vídeo foi feito para ser exibido exclusivamente em locais fechados, que recebem público homossexual, e não deveria ter sido disponibilizado na internet.

Segundo o ministério, a postagem do vídeo no portal foi "um equívoco".

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse na quarta-feira (8) que está na fase final de produção uma peça audiovisual para ser exibida nas TVs abertas, que mantém a estratégia do governo de priorizar, na campanha deste ano, o público homossexual.

A campanha de prevenção para o carnaval foi lançada na semana passada e tem como alvo jovens de 15 a 24 anos, sobretudo gays.

O aumento da incidência da aids nesse grupo foi 10,1%, conforme dados divulgados pelo governo federal no fim do ano passado. Em 2010, para cada dez heterossexuais com aids, havia 16 homossexuais soropositivos. Em 1998, a relação era de dez para 12.

DA EFE

Pesquisadores espanhóis criaram um tecido antibacteriano para fabricar meias que não provocam mau cheiro após seu uso e que não causam problemas na pele, como coceiras e fungos.

Para produzir o tecido, os pesquisadores usaram fibras de celulose, geralmente utilizadas para fins médicos, com uma solução de zinco e outros componentes que funcionam como bactericida.

A novidade foi desenvolvida pelo Centro de Inovação Tecnológica da Universidade Politécnica da Catalunha e a empresa Sutran y Mas. O objetivo é que as meias sejam comercializadas em breve.

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