02/24/15


Caderno

       Na volta às aulas, um dos melhores momentos é o de comprar material escolar.

Cadernos acompanham alunos durante todo o ano letivo. Como diria a música de Toquinho, "sou eu que vou seguir você do primeiro rabisco até o be-a-bá".

Mas como se faz um caderno? Exame.com foi até a fábrica da Tilibra, em Bauru, interior de São Paulo, para descobrir.

Confira nas imagens a fabricação de um caderno da Tilibra.


Criação


Todos os cadernos da Tilibra começam aqui, no Departamento de Arte. Cada equipe cuida de uma marca ou categoria.

A empresa de papelaria tem algumas marcas próprias, como a Jolie e a Mais+.

O departamento tem cerca de 70 funcionários, que montam o caderno antes mesmo dele ser impresso.



Licenças

A Tilibra também tem diversas linhas licenciadas, como a Disney, Marvel, times de futebol, Simpsons e Capricho.

A arte destes produtos também precisa passar pela aprovação da empresa que detém os direitos de imagem.

Na foto, a designer está trabalhando em uma linha de cadernos da Minnie.



Arte final

Depois da criação da arte, o produto vai para a arte-finalização. Aqui, o designer checa se as cores do caderno Mais+ estão adequadas, insere código de barras, informações técnicas e onde estará a espiral.

Ele monta a chapa que será impressa, com 6 a 8 páginas.

Aqui, também é feito o teste de cor. O designer separa a imagem em quatro cores, ciano, magenta, amarelo e preto (a famosa escala CMYK), para ver se as cores estão corretas e alinhadas.

A impressora deste departamento simula a operação que acontece na fábrica. A chapa sai praticamente idêntica: as cores têm 95% de precisão.



Revisão

Depois que a chapa teste é impressa, as imagens passam pela revisão. Tudo é checado: alinhamento, padronização, cores e até o texto.

Em agendas, que podem ter textos diferentes em cada página, essa etapa é bem mais demorada. A equipe faz de tudo para não deixar passar nenhum erro de digitação, concordância ou gramatical.

Para a volta às aulas de 2015, a criação começou um ano antes.



Matéria prima

A matéria-prima do caderno, como não poderia deixar de ser, é o papel.

Para o miolo – as páginas – a fábrica da Tilibra usa bobinas de 1,05m de diâmetro e 1274 quilos.

Para os outros elementos do caderno, como divisórias e bolsas de papel, o material vem cortado em folhas, como mostra a foto.



Espiral

O arame, que se tornará a espiral do caderno, também fica reservado neste centro de distribuição. Existem diversas opções de cores e de acabamentos, como preto, dourado ou colorido.



Linhas

O miolo, ou seja, as páginas do caderno Tilibra, é impresso na máquina de pautação.

A máquina consegue imprimir impressionantes 500 metros de páginas por minuto. Se funcionasse sem parar por um ano, as folhas dariam 41 voltas no planeta Terra.



Pauta

A bobina de papel recebe as cores azul e vermelho para formar as linhas. As folhas já são cortadas em grupos de 10.



Divisória

Já nessa etapa, os cadernos Tilibra recebem as divisórias. São folhas com uma gramatura um pouco maior que separam os blocos de páginas.



Guilhotina

As páginas e suas divisórias vão para a guilhotina. De um bloco de 10, folhas individuais são cortadas.

O corte é semiautomático e a máquina precisa da ajuda de um funcionário para que as folhas não se desarrumem.



Impressão

Para a capa e contracapa, a fábrica da Tilibra usa outro conjunto de impressoras.

Esse método chama-se off set. Essa máquina pode receber até 5 tintas, mais o verniz que deixa as folhas tão brilhantes.

As quatro cores normalmente são o ciano, magenta, amarelo e preto (a escala CMYK), e ainda existe a possibilidade de incluir uma tinta especial, como neon.

São 15 mil folhas impressas por hora.



Capa

Aqui está a capa do caderno da linha Mais+, impressa na off set.



Dobradura

Para montar capa, contracapa e guarda (a folha protetora que fica na parte interna da capa), cada componente recebe uma camada de cola.

Depois, a máquina pressiona a folha impressa e papelão. Com uma dobradura, une as duas partes.



Quase prontas

Nesta imagem, as capas e contracapas do caderno Mais + da Tilibra estão quase prontas.

Elas ainda irão passar pela guilhotina, que as cortará no meio.



Hot stamp
Alguns cadernos recebem ainda um toque especial.

O hot stamp é uma técnica para imprimir detalhes metálicos nas folhas. Aqui, o caderno da Minnie recebe corações dourados.

A impressão é feita com uma chapa quente que faz o decalque do material na página, daí o nome hot stamp.



Montagem

Depois que todos os componentes do caderno estão prontos, chegou a hora de montá-los.

O funcionário separa a quantidade certa de folhas que irão no caderno. Como as divisórias são um pouco mais grossas que as páginas comuns, ele consegue separar os blocos com a sensibilidade na ponta do dedo.



Partes

A primeira parte da montagem é a contracapa. Aqui, está sendo produzido um caderno da linha da Betty Boop.

Depois, a segunda parte é o bolso de papel – perfeito para guardar bilhetinhos e outros recados.



Encapados

A última parte a entrar no conjunto é a capa. Cada linha de cadernos tem, no mínimo, quatro capas diferentes.



Furos

Depois que os cadernos foram montados, cada folha é perfurada, ainda na mesma máquina.



Espiral

Por fim, chega a espiral. O arame é enrolado na própria máquina, que também dobra as pontinhas para que nada se solte.

Essa linha de montagem da Tilibra consegue montar 18 cadernos por minuto.



Conjunto

Quatro cadernos, com diferentes capas, são empilhados e embalados em um plástico termo encolhível.

O filme se ajusta aos cadernos ao passar por um forno de 129°C.



Embalagem
Um funcionário verifica os conjuntos de cadernos e faz um controle de qualidade antes de colocá-los em caixas.



Tilibra palets

Aqui estão os cadernos, em caixas e preparados para a paletização, para depois serem distribuídos.

Logo, estarão nas salas de aula e escritórios de todo o país.

Divulgação
O professor Cyril Bouquet, do IMD, escola de negócios suíçaI, sugere que os profissionais pensem como aliens, para encontrar soluções inovadoras

Dalen Jacomino, da VOCÊ S/A

Ponto cego é a área da retina que não possui células fotorreceptoras. Sem elas, a imagem projetada pelo cristalino (lente do olho) não é registrada pelo sistema nervoso e passa despercebida. 

Ou seja: não vemos o que está bem à frente. Os pontos cegos podem surgir, também, na carreira. É a teoria de Cyril Bouquet, professor do IMD, escola de negócios suíça. Segundo ele, os profissionais não enxergam fatos que podem arruiná-los. “O problema dos pontos cegos é que são, por definição, algo que não vemos”, diz Cyril. 

Em geral, o defeito é evidente para todos, exceto para quem o tem. Como lidar com algo que você ignora? A solução: pense como um ET. Cyril sugere que os profissionais olhem sua carreira de ângulos improváveis, como se fossem marcianos chegando à Terra. Assim, é possível avaliar hipóteses nunca consideradas. 

Cyril usa as letras da palavra “alien” para designar atitudes usadas para resolver a ignorância sobre o ponto fraco: “A” significa ser um antropólogo; “L”, “lateral thinker”, algo como pensador lateral; “I”, imaginador; “E”, experimentador; e “N”, navegador. Cyril está escrevendo um livro sobre o tema com os professores Theodore Peridis e Michael Wade, também do IMD. 

Só evite pensar como um alien em tempo integral: agir como um observador externo toda hora cansa e atrapalha a produtividade. O ideal é fazer isso quando precisar achar uma resposta diferente para um problema. 


Seja um alien para... assumir um novo cargo 


Quando um profissional chega a um novo cargo, seja por promoção, seja por mudança de empresa, precisa se adaptar. Essa é a hora de se tornar antropólogo. 

Não basta ouvir, racionalmente, colegas, chefes e clientes. É necessário entender como aquelas pessoas (e aquele mercado) se comportam. Observe as atitudes alheias. 

Note quem almoça com quem, quem funciona melhor em conversas por e-mail, quem precisa de feedback constante. Um antropólogo estuda as interações humanas e sociais para entender como os grupos agem. 

Ao adotar esse olhar, o profissional vai saber como deve interagir com as pessoas da forma mais produtiva e cordial possível. 


Seja um alien para... fugir da estagnação 


Quem se sente estagnado na carreira geralmente tem dificuldade em imaginar como poderia se desenvolver por ficar preso a conselhos do chefe, dos colegas ou às preocupações do marido ou da esposa.

Dita Alangkara/AP
Brasileiro Rodrigo Gularte está entre os que serão executados neste mês, depois que os pedidos de clemência do governo brasileiro tenham sido rechaçados pela Indonésia

Da EFE

Bangcoc - O presidente da Indonésia, Joko Widodo, defendeu nesta terça-feira o direito de seu governo utilizar a pena de morte e assegurou que serão realizadas as execuções previstas de 11 réus, sete deles estrangeiros, informou imprensa local. 

O brasileiro Rodrigo Muxfeldt Gularte está entre os que serão executados neste mês, depois que os pedidos de clemência do governo brasileiro tenham sido rechaçados por Widodo, que também desprezou pedidos da Austrália e França para seus cidadãos. 

"Ninguém deveria intervir na execução da pena capital porque é nossa soberania legal, nossa soberania política", disse Widodo, segundo o jornal "Jakarta Post", 

Widodo fez estas declarações ao defender sua decisão de retirar o representante indonésio no Brasil, Toto Riyanto, depois que a presidente brasileira, Dilma Rousseff, se negou a receber suas cartas credenciais como embaixador. 

A Indonésia ameaçou revisar seus compromissos bilaterais, inclusive a compra de equipamento militar, devido ao conflito diplomático que começou em janeiro depois que o país asiático executou outro brasileiro, Marco Archer Cardoso Moreira. 

Esta rodada de execuções também deteriorou as relações entre Indonésia e Austrália, cujo primeiro-ministro, Tony Abbott, pediu clemência para dois australianos após lembrar a ajuda prestada por Canberra ao país asiático após o tsunami de 2004. 

"Durante o tsunami recebemos ajuda humanitária de 56 países, incluída a Austrália. Se não for considerada ajuda humanitária, a devolveremos", disse o vice-presidente indonésio, Jusuf Kalla, segundo o "Jakarta Globe". 

A data das execuções, que estavam previstas para este mês, ainda não foi fixada e será anunciada com 72 horas de antecedência.

Spencer Platt/AFP
Jovens fumando: o estudo mostrou também que os fumantes têm um risco três vezes maior de morte prematura

Fábio de Castro, do Estadão Conteúdo

Um amplo estudo com mais de 200 mil pessoas confirmou que dois a cada três fumantes morrerão de doenças relacionadas ao cigarro, caso continuem fumando. 

O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade Nacional da Austrália, é a primeira evidência científica independente - isto é, não ligada a associações militantes -, com uma amostra populacional tão grande, a fornecer evidências de que a taxa de mortalidade ligada ao tabagismo chega a dois terços. O estudo foi publicado na revista científica BMC Medicine. 

"Já sabíamos que fumar é ruim, mas agora temos uma prova direta e independente que confirma as preocupantes descobertas que têm surgido internacionalmente, disse a coordenadora do estudo, Emily Banks, pesquisadora da universidade australiana. 

De acordo com ela, o estudo mostrou também que os fumantes têm um risco três vezes maior de morte prematura e que eles morrerão, em média, cerca de 10 anos antes dos não-fumantes. 

Segundo os autores do estudo, até recentemente estimava-se que metade dos fumantes morreriam por causa do cigarro, mas um estudo posterior feito com voluntários da Sociedade Americana de Câncer já indicava que a morte pelo cigarro poderia atingir 67% dos fumantes. 

"Nós conseguimos mostrar exatamente o mesmo resultado com uma amostra populacional muito maior", disse Banks. 

A pesquisa foi o resultado de uma análise de quatro anos das informações sobre a saúde de mais de 200 mil homens e mulheres que participaram do estudo "45 and Up", do Instituto Sax, da Austrália, considerado a maior pesquisa sobre saúde e envelhecimento realizada no Hemisfério Sul. 

A Austrália tem uma das mais baixas taxas de tabagismo do mundo - apenas 13% da população - e é líder internacional em embalagens genéricas de cigarro, quando as caixas e maços são padronizadas e não podem ter marcas, cores, imagens ou logotipos. 

"Mesmo com as baixas taxas de tabagismo que temos na Austrália, nossa descoberta é um importante alerta de que a guerra contra o tabaco ainda não foi vencida - e os esforços para o controle do tabagismo precisam seguir adiante", disse Banks. 

A pesquisa também apontou que, em comparação aos não fumantes, quem fuma apenas 10 cigarros por dia dobra o risco de morte, enquanto quem fuma um maço por dia aumenta o risco de morte de quatro a cinco vezes. O estudo, conduzido por uma equipe internacional, foi apoiado pela Fundação Nacional do Coração, da Austrália, em colaboração com o Conselho do Câncer de New South Wales. 

O presidente do conselho, Kerry Doyle, afirmou que o governo australiano está no caminho certo para diminuir ainda mais as taxas de tabagismo, por meio de iniciativas como o aumento de impostos e a embalagem genérica. 

"Os preços mais altos do cigarro têm se mostrado a intervenção mais eficaz disponível para todos os governos que queiram reduzir a demanda de tabaco. Como o tabagismo é uma das principais causas de doenças cardiovasculares, incluindo enfarte, derrame e doença vascular periférica, quanto mais fatores de dissuasão as pessoas tiverem entre elas e o cigarro, melhor", disse Doyle.

Divulgação/Sabesp
Cantareira: trata-se do 19º dia seguido de alta do Cantareira

Do Estadão Conteúdo

São Paulo - Mesmo sem registrar chuvas nas últimas 24 horas, o nível do Sistema Cantareira subiu 0,1 ponto porcentual nesta terça-feira, 24, atingiu 10,7% de sua capacidade e chegou ao nível original da segunda cota do chamado volume morto, que passou a ser explorada pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) em outubro de 2014. 

Os 105 bilhões de litros de água são represados abaixo dos túneis de captação. 

Trata-se do 19º dia seguido de alta do Cantareira. Além dele, o Cantareira, o Sistema Alto Cotia foi o único a subir entre todos os mananciais que abastecem a Grande São Paulo. 

Ali, a reserva subiu de 36,4% para 36,7% nos últimos dois dias. 

Este foi o único manancial que registrou chuva significativa entre segunda-feira, 23, e terça-feira: 3,6 milímetros. 

Sem chuvas, os Sistemas Rio Claro e Alto Tietê se mantiveram estáveis. O primeiro ficou em 18,3%. O outro, em 35,4%. 

Já os Sistemas Guarapiranga e Rio Grande observaram queda em suas reservações. 

No Guarapiranga o volume baixou de 57,5% para 57,4%. 

A queda foi maior no Rio Grande, onde o volume caiu de 83,4% para 83,1%.

Reprodução/YouTube/loduccapublicidade
Campanha da Nextel: ela tem criação da Loducca 

Do AdNews

         Para aproximar, ainda mais, seu portfolio de ofertas e serviços do grande público, a Nextel apresenta uma nova campanha com foco em sua proposta de valor, além de reforçar seu plano carro-chefe, o Smart 400.

Com criação da Loducca, serão exibidas duas versões de filmes com a utilização dos mesmos personagens, duas irmãs gêmeas: Paula, cliente Nextel, e Luiza, usuária de uma operadora concorrente. 

No filme em que a Nextel apresenta seus atributos, ressaltando sua atuação no mercado de telefonia móvel, são destacadas a qualidade da internet da operadora, a ampla cobertura oferecida e o portfólio com os melhores smartphones do mercado.

O segundo vídeo mostra as vantagens do plano Smart 400. 

Uma das personagens, por ser cliente Nextel e por ter adquirido o plano, teve uma grande economia financeira, equivalente ao preço de uma passagem aérea, e está indo viajar. 

A outra, que não é cliente da operadora, vai ficar em casa.

"De forma descontraída, os filmes incentivam a portabilidade e mostram de forma prática as vantagens daquelas pessoas que escolhem a Nextel como operadora. Além disso, também queremos reforçar nosso posicionamento como empresa que possui um amplo leque de serviços e ofertas atrativas", explica Alex Rocco, diretor de Marketing da Nextel.

O plano de mídia prevê a veiculação em televisão aberta e fechada em diversas cidades dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro a partir do dia 23 de fevereiro.

Veja um dos filmes:

Reuters/Blair Gable
Maconha: em geral, consumidores da droga ficam muito longe da dose mortal





       Um estudo científico comparou os efeitos de sete drogas recreativas nos seres humanos e concluiu que a maconha é a menos mortal delas. O álcool foi considerado a mais mortal, seguido por heroína, cocaína, tabaco, ecstasy, metanfetaminas e, finalmente, maconha

Os pesquisadores afirmam que o álcool é 114 vezes mais mortal que a maconha. Para chegar a essa conclusão, eles compararam a dose usualmente consumida de cada droga com a dose considerada fatal. 

A conclusão foi que consumidores de maconha ficam, normalmente, muito distantes da dose que seria mortal para eles. Por isso, a maconha foi a única das sete drogas classificada como tendo “baixo risco de mortalidade”. As demais foram distribuídas nas categorias de médio e alto risco. 

Essas conclusões devem ser vistas com muita cautela. Os pesquisadores não avaliaram outros danos causados pelas drogas aos consumidores. Eles se concentraram apenas no risco de overdose. 

Eles também não avaliaram riscos colaterais, como a transmissão de doenças no uso de drogas injetadas com agulhas compartilhadas. 

Evidências práticas mostram que o consumo moderado de álcool, por exemplo, é razoavelmente seguro, enquanto o uso regular de heroína pode ser devastador. E os autores da pesquisa não negam isso. 

Eles só dizem que, na média, quem bebe tende a chegar mais perto da dose mortal do que quem usa heroína. 

O estudo foi publicado na revista Scientific Reports. Traz a assinatura de Dirk Lachenmeier, PhD em química de alimentos e toxicologia da universidade alemã de Karlsruhe; e Jürgen Rehm, diretor do Centro de Saúde Mental e Vícios de Toronto, no Canadá.

REUTERS/Rododlfo Burher
PF fala com caminhoneiros durante protesto na BR-116: categoria protesta contra o aumento no diesel e pelo reajuste no frete

Do Estadão Conteúdo

Os caminhoneiros voltaram a bloquear trechos de rodovias em várias cidades do País. Em entrevista à "Rádio Estadão", o porta-voz da Polícia Rodoviária Federal, inspetor Diego Brandão, contabilizou 7 Estados, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, no Paraná, em Santa Catarina e Rio Grande do Sul e Goiás, com bloqueios em rodovias, nesta terça-feira, 24. 

Na avaliação do inspetor, os pontos "mais preocupantes" são em Minas Gerais, que tem 6 locais bloqueados, principalmente na Rodovia Fernão Dias (BR 381), em Oliveira, Perdões e Igarapé, e na BR 262. 

No Paraná são 10 pontos, em 5 rodovias; no Rio Grande do Sul, 12 interdições, em 8 rodovias. E, em Santa Catarina, 16 bloqueios, principalmente a oeste do Estado. 

"As rodovias não são local apropriado para manifestação", explicou o Brandão. 

"Nós reconhecemos o direito de liberdade de expressão e associação. Mas a PRF já foi liberada pelo Ministério da Justiça para o uso da força", entretanto, destacou que há uma série de etapas de negociação, antes do uso da força até o "limite do acordo". 

Os protestos de caminhoneiros nos últimos dias prejudicaram o transporte em rodovias de oito estados brasileiros, e já afetam o abastecimento de combustíveis e alimentos em algumas regiões do Paraná. O movimento preocupa o governo. 

Depois de uma reunião no Palácio do Planalto na segunda-feira, 23, a Advocacia-Geral da União (AGU) ingressou com ações na Justiça Federal em sete estados para pedir a suspensão imediata dos bloqueios de rodovias promovidos por caminhoneiros. 

Essa foi a forma escolhida pela categoria para protestar contra o aumento no diesel e pelo reajuste no frete.

Por 14 anos, os irmãos Angulo moraram em Nova York em um apartamento de quatro quartos. São eles: Bhagavan (23) , os gêmeos Govinda e Narayana (22), Mukunda (20), Krisna (18), Jagadesh (17) e Visnu. Eles viveram uma história desumana de terror


O pai dos jovens, Angulo, sentia que o ambiente de Nova York iria "contaminar" seus filhos, por isso decidiu tomar posse de uma única chave da porta da frente que era mantida trancada a todo momento

Foto: Reprodução/Distractify


Os irmãos cresceram no Lower East Side, em Manhattan, sem nunca conhecer a cidade movimentada em torno deles


A única ligação que os seis irmãos e uma irmã tiveram com o mundo exterior era através de filmes que assistiam em família
Foto: Reprodução/Distractify



Curiosamente, eles foram autorizados a assistir a todos os filmes que queriam, inclusive os mais violentos



Em 2010, quando os irmãos conseguiram ver as ruas de Nova York, eles se vestiam com trajes inspirados no filme Cães de Aluguel, de Quentin Tarantino. O diretor de cinema Cristal Moselle viu os meninos e suas vidas começaram a mudar
Foto: Reprodução/Distractify



Moselle falou sobre o encontro: "Senti como se tivesse descoberto uma tribo perdida há muito tempo, exceto que eles não eram índios, eram de Manhattan"



Depois de encontrar os intrigantes irmãos, Moselle tornou-se o primeiro amigo da família e colocou algumas câmeras na casa

Foto: Reprodução/Distractify


"Eles não tinham amigos. Estudavam em casa e a única janela para o mundo eram os filmes", diz Moselle



Este ano, estreou um documentário sobre a educação incomum da família Angulos no famoso Sundance Film Festival

Foto: Reprodução/Distractify

Felizmente, os irmãos Angulo e sua mãe Susanne foram capazes de fazer a viagem para Utah e ficaram muito felizes


Os meninos ainda posaram para fotos junto com alguns de seus cineastas favoritos, incluindo Eli Roth

Foto: Reprodução/Distractify



Os irmãos comemoram a foto com o diretor Jonathan Nolan, de Batman: O Cavaleiro das Trevas
Foto: Reprodução/Instagram



O filme acabou ganhando o prêmio de Melhor Documentário Americano


O cartaz do filme mostra os irmãos Angulo em destaque
Foto: Reprodução/Instagram


Hoje, só Govinda, de 22 anos, se mudou para outra casa. De acordo com o diretor Moselle, eles têm lutado para afastar o ressentimento que sentem pelo pai por mantê-los trancados todos esse tempo

Os irmãos (com exceção de Visnu, que tem necessidades especiais) conseguiram encontrar interesses no mundo real. Bhagavan (o mais velho) faz dança em um conservatório de hip hop, Govinda quer se tornar diretor de fotografia
Foto: Reprodução/Instagram




Narayana trabalha para uma organização, Makunda é um escrito e diretor aspirante, Krisna e Jagadesh gostam de música e cultura dos anos 80


Quentin Tarantino, Christopher Nolan, David Lynch e Martin Scorsese foram os responsáveis por abrirem uma janela para o mundo dos irmãos, que escapavam um pouco do dia a dia claustrofóbico dentro do apartamento


Foto: Reprodução/Instagram

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