agosto 2020

 

O ator, diretor e roteirista Chadwick Boseman, o Pantera Negra do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), morreu hoje, aos 42 anos, após uma batalha de quatro anos contra o câncer de cólon. A informação foi confirmada pelo perfil oficial de Boseman nas redes sociais.

"É com imensa dor que confirmamos a morte de Chadwick Boseman. Chadwick foi diagnosticado com o terceiro estágio do câncer de cólon em 2016 e lutou contra isso ao longo dos últimos quatro anos, enquanto a doença progredia para o estágio quatro. Um verdadeiro lutador, Chadwick persistiu a isso tudo e trouxe até vocês muitos dos filmes que vocês tanto amam", diz o comunicado.

"De Marshall: Igualdade e Justiça a 'Destacamento Blood', o Black Bottom de Ma Rainey, de August Wilson, e muitos mais, todos foram filmados durante e em meio a incontáveis cirurgias e quimioterapias. Foi uma honra para sua carreira dar vida ao rei T'Challa, em 'Pantera Negra'. Ele morreu em casa, com sua mulher e sua família ao lado. Sua família agradece aos fãs pelo amor e pelas orações, e pede que continuem respeitando sua privacidade durante este momento difícil."

Boseman morreu em sua casa na área de Los Angeles, na Califórnia, com sua mulher e família ao seu lado, disse seu assessor Nicki Fioravante à Associated Press.

Em abril, o ator já havia despertado preocupação em fãs e seguidores ao publicar um vídeo aparentemente mais magro. A Marvel, parte do elenco da saga "Vingadores" e mais nomes importantes de Hollywood se despediram de Chadwick.

"Nossos corações estão partidos e nossos pensamentos estão com a família de Chadwick Boseman. Seu legado viverá para sempre. Descanse em paz", escreveu a Marvel no Twitter.

Carreira

Nascido em Anderson, na Carolina do Sul, Boseman escreveu sua primeira peça ainda quando estava no colégio. Ele frequentou a famosa faculdade predominantemente negra, a Howard University, e se formou em Belas Artes.

Boseman obteve seu primeiro papel de TV em 2003, quando participou de um episódio de "Third Watch", mas se tornou reconhecido mundialmente somente dez anos depois, em 2013, quando interpretou Jackie Robinson em "42".

Ele atuou ainda como James Brown em "Get on Up: A História de James Brown", em 2014, e, em 2016, foi Tot em "Deuses do Egito".

Antes de morrer, Chadwick gravou "Ma Rainey's Black Bottom" , baseado no livro homônimo de August Wilson, e que terá Viola Davis como protagonista. O longa deve chegar em 2020.

Chadwick ainda iria protagonizar o projeto 'Yasuke", que contaria a história do primeiro samurai negro da história.


Pantera Negra

Imagem: Reprodução/Twitter


Chadwick Boseman como Pantera Negra

A primeira participação de Chadwick como o herói T'Challa, o Pantera Negra, foi em "Capitão América: Guerra Civil", em 2016.

Dois anos depois, ele ganhou o primeiro filme solo dentro do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), que ganhou elogios da crítica e dos fãs.

Em 2018 e 2019, o ator interpretou o personagem da Marvel ainda em duas oportunidades: "Vingadores: Guerra Infinita" e "Vingadores: Ultimato", o filme com a maior bilheteria da história do cinema.

Ele voltaria como T'Challa ainda em duas oportunidades no cinema e na televisão: dublando o herói na série "What If...", uma animação que vai chegar em 2021 na Disney+, e na sequência de "Pantera Negra 2", prevista para maio de 2022.

Fonte: Uol

Imagem: Sputnik News/Reprodução

Imagens da maior bomba de todos os tempos, conhecida como Bomba Czar, foram recentemente divulgadas pela Rosatom, agência atômica russa. A explosão, datada em 30 de outubro de 1961, foi um teste realizado em um arquipélago da Rússia no Círculo Ártico.

Os testes com armas nucleares na antiga União Soviética começaram em 1949. Nos anos 60, eles estavam a todo vapor, devido à corrida armamentista com os Estados Unidos. Em razão disso, em 1958, a URSS já tinha realizado 36 detonações controladas.


Registros da Bomba Czar

No vídeo de 40 minutos divulgado pela Rosatom, é possível ver as preparações para a detonação, imagens da nuvem de fumaça e o estrago causado pelo teste. 

A Bomba Czar era uma arma de hidrogênio RDS 220, com energia equivalente a 57 milhões de toneladas de TNT e um poder destrutivo 700 vezes maior do que a explosão que destruiu a cidade de Hiroshima, no Japão, durante o fim da Segunda Guerra Mundial.


Bombas de hidrogênio

Enquanto a explosão das bombas atômicas é gerada apenas pela liberação repentina de energia após a fissão do núcleo de um elemento químico pesado, a detonação das bombas de hidrogênio inclui diversas etapas. 

Curiosamente, a primeira delas é a detonação de uma bomba atômica, que gera temperaturas de milhões de graus, forçando a aproximação dos núcleos de elementos leves (no caso, de isótopos de hidrogênio). Esse processo vai gerar o que conhecemos como fusão nuclear.


Explosão letal

Segundo a BBC, para que os pilotos dos aviões que derrubaram a Bomba Czar tivessem chance de viver, ela foi solta com um paraquedas no ar. A nuvem gerada pela explosão atingiu 64 quilômetros de distância — destruindo uma vila localizada a 54 km do ponto de detonação. A explosão aconteceu a 4 mil metros do solo e pôde ser vista a 1.000 km de distância. 

Fontes: G1 Globo

Imagem: NASA/Divulgação

A nova missão espacial da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA) vai contar com um submarino para explorar os mares gelados de Titã, o maior satélite natural de Saturno. Um dos pesquisadores responsáveis acredita que, se bem-sucedido, o projeto vai possibilitar a exploração de oceanos de outras luas.

"Sentimos que o submarino é uma espécie de primeiro passo antes de uma missão para Europa ou Encélado", afirmou o pesquisador Steven Oleson, do Centro de Pesquisa John H. Glenn da NASA em Ohio, fazendo uma referência aos satélites naturais de Saturno e Júpiter, respectivamente.


Satélite habitável 
Representações dos lagos de Titã.Fonte:  NASA/Reprodução 

Com 5.150 quilômetros, Titã é a segunda maior lua do Sistema Solar. O tamanho, no entanto, não foi o que chamou atenção dos pesquisadores.  O satélite é o único corpo celeste além da Terra que abriga grandes massas de água de modo estável. Em razão de seus mares e de sua atmosfera, muitos astrobiólogos acreditam que Titã é um lugar com condições favoráveis à vida.

Devido às baixas temperaturas, contudo, a superfície desses mares fica congelada, mas pesquisadores acreditam que a lua hospeda um mar salgado em seu subsolo, composto por metano e etano líquidos, o que formaria seres completamente distintos daqueles que estão presentes na Terra. 


Explorações em Titã

Grande parte do que se sabe sobre o satélite foi descoberta pela missão Cassini-Huygens da NASA, que observou Saturno e suas luas de 2004 a 2017. Agora, a agência está se preparando para uma nova missão, prevista para 2034, que vai enviar o drone Dragonfly para recolher informações sobre o local. O próximo passo é desenvolver um submarino capaz de estudar os mares do satélite.

Segundo Oleson, Titã tem apenas 14% da força gravitacional da Terra, portanto uma pressão também menor em seus mares, o que facilitaria eventuais explorações aquáticas. 

Fontes: Space


A estudante Emma Marsh rodeada dos achados - Divulgação/Emma Marsh

A descoberta foi feita quando ela passeava com a família e inclui pedaços de cerâmica datados do período georgiano

Emma Marsh estava passeando em uma praia de Liverpool, na Inglaterra, quando encontrou uma área de 2,2 quilômetros repleta de pedras, tijolos, louças e pedaços de cerâmica. Segundo descoberto pela estudante de arqueologia, tratam-se de escombros de bombardeios ocorridos durante a Segunda Guerra Mundial. 

Liverpool foi a segunda cidade mais bombardeada durante o período, perdendo apenas para Londres, e é possível que as autoridades da época só não soubessem o que fazer com os restos dos edifícios. Por isso, os detritos foram despejados ao longo da praia. 

 

Pedaço de lareira antiga / Crédito: Divulgação/ Emma Marsh 

 Entre os achados, estão fragmentos de lápides, lareiras vitorianas e cerâmicas do período georgiano. Com ajuda de seguidores no Twitter, Emma conseguiu também rastrear a origem de alguns dos escombros, tendo identificado por exemplo tijolos da Igreja Metodista Wesleyana, que foi severamente danificada durante a Segunda Guerra. 

O que restou de uma lápide / Crédito: Divulgação/ Emma Marsh 

 A jovem de 21 anos ainda relata que gostaria de colocar placas na praia, para ensinar aos transeuntes sobre a história dos detritos despejados no local. “As pessoas estão pisando nos escombros sem perceber o que são”, reflete Emma, que usou os achados como objeto de pesquisa para sua dissertação, e pretende tornar suas conclusões acessíveis ao público também online.


Fonte: Aventuras na história

Esta fotografia mostra a instalação de alcance a laser no Observatório Geofísico e Astronômico Goddard em Greenbelt, Maryland.

 Pela primeira vez, os cientistas receberam um sinal depois de enviar raios laser da Terra para um refletor no Lunar Reconnaissance Orbiter da NASA ao redor da lua.

O sinal bem-sucedido foi recebido após várias tentativas na última década, e os resultados do estudo poderiam complementar futuros experimentos a laser usados ​​para estudar o espaço.

Uma estação de laser em Grasse, França, enviou os feixes de laser em direção ao orbitador da NASA, a cerca de 240.000 milhas de distância. Os feixes tiveram que viajar essa distância para atingir um refletor no orbitador que tinha apenas o tamanho de um pequeno livro de romance de bolso.

O estudo foi publicado na semana passada na revista Earth, Planets and Space .

Na fotografia acima vemos a instalação de alcance a laser no Observatório Geofísico e Astronômico Goddard em Greenbelt, Maryland.

O orbitador tem observado a lua desde 2009, e seu refletor é uma versão menor dos painéis refletores colocados na superfície lunar durante os pousos da Apollo 11, 14 e 15 na lua. Módulos robóticos lunares soviéticos enviados em 1970 e 1973 também carregavam refletores menores.

 Juntos, esses refletores são o último experimento científico em funcionamento da era Apollo, de acordo com a NASA . Cada um contém cubos criados a partir dos cantos de cubos de vidro que agem como espelhos refletindo a luz de fundo de forma multidirecional.

Mas os refletores maiores e mais antigos na superfície lunar estão enviando sinais fracos, retornando apenas cerca de um décimo do que esperavam. Os cientistas acreditam que pode ser devido à poeira que se acumulou nos cinco painéis.

Micrometeoritos impactam a lua o tempo todo, enviando poeira que então se assenta novamente. A poeira pode não apenas bloquear a luz dos espelhos, mas também agir como uma camada isolante que faz com que os refletores superaqueçam.

Testar a força do sinal do refletor original no orbitador pode ajudar os cientistas a determinar o que está acontecendo com os refletores na superfície. Até agora, a equipe de ciência não tem certeza se é poeira. Mas este sinal de sucesso é um começo para aprender o que está acontecendo nos refletores da lua.


O que os lasers nos dizem sobre a lua

Desde a era Apollo de explorar e pousar na lua, os cientistas têm usado refletores para entender nosso companheiro lunar.

Ao simplesmente apontar a luz para os refletores, os cientistas mediram quanto tempo a luz levou para viajar de volta da lua para a Terra. Isso revelou que a Terra e a lua estão, na verdade, se afastando ao longo do tempo, cerca de 1,5 polegadas por ano, devido à maneira como interagem gravitacionalmente uma com a outra.

"Agora que estamos coletando dados há 50 anos, podemos ver tendências que não teríamos sido capazes de ver de outra forma", disse Erwan Mazarico, autor do estudo e cientista planetário do Goddard Space Flight Center da NASA em Greenbelt, Maryland. , em um comunicado. "A ciência de alcance a laser é um longo jogo".

O astronauta Buzz Aldrin fez dois experimentos na lua durante a atividade extraveicular da Apollo 11 em 1969. Em sua mão esquerda está um experimento sísmico, e em sua direita está um painel refletivo de laser.

Os cientistas também descobriram uma oscilação leve e reveladora à medida que a lua gira, o que sugere que ela tem um núcleo fluido. Mas existe um núcleo sólido dentro desse fluido? Os cientistas ainda não sabem.

"Saber sobre o interior da Lua tem implicações maiores que envolvem a evolução da Lua e explicando o tempo de seu campo magnético e como ele morreu", disse Vishnu Viswanathan em um comunicado, um cientista Goddard da NASA que estuda a estrutura interna da lua .

Quando os astronautas da Apollo devolveram amostras da lua para a Terra, eles revelaram que a lua já teve um campo magnético há bilhões de anos - que não existe hoje. Isso intrigou os cientistas porque eles querem saber o que fez com que a lua tivesse um.

A ciência do laser pode determinar se a lua tem um núcleo sólido, que poderia ter fornecido esse campo magnético. No entanto, isso exigirá lasers mais precisos para medir a distância entre as estações de laser da Terra e os refletores na lua.

"A precisão dessa medição tem o potencial de refinar nossa compreensão da gravidade e da evolução do sistema solar", disse Xiaoli Sun, cientista planetário de Goddard que ajudou a projetar o refletor do orbitador, em um comunicado.


Os desafios dos experimentos a laser

Mirar os refletores na lua pode parecer simples, mas significa rastreá-los até seus locais específicos enquanto a lua se move em órbita.

Partículas chamadas fótons nos lasers também podem ser espalhadas enquanto viajam de e para a lua através da espessa atmosfera da Terra. Portanto, um feixe de laser de 3 metros de largura deixando a Terra pode ter uma largura de um quilômetro quando chega à lua e pode ficar ainda mais largo ao retornar à Terra. Isso estende o feixe de laser e seus fótons, tornando-o mais difuso.

Portanto, as chances de fótons lançados da Terra atingirem um refletor e retornarem são incrivelmente pequenas.

Este é um dos refletores colocados na lua durante a Apollo 14 em 1971.

 Dado que o refletor do orbitador é menor do que os refletores da lua e o fato de estar se movendo muito mais rápido que a lua, a chance de atingi-lo e receber um sinal de volta era ainda menor.

Cientistas do centro Goddard da NASA obtiveram sucesso quando colaboraram com pesquisadores franceses na equipe Géoazur na Université Côte d'Azur. Eles usaram a estação de laser na França para enviar um laser de luz infravermelha, que pode atravessar a atmosfera da Terra com mais eficiência.

Os pesquisadores receberam 200 fótons das dezenas de milhares que enviaram ao orbitador ao longo de alguns dias em 2018 e 2019.

O sucesso dessa experiência pode levar à colocação de novos refletores na lua, ao desenvolvimento de instalações com lasers infravermelhos e medições mais precisas da Terra e da lua para desvendar os mistérios do passado lunar.

Fonte: cnn

Colônias em Marte precisarão de proteção contra radiação e meteoritos. Foto: Reprodução

 Cientistas descobriram que tais formações fornecem escudos estáveis contra a radiação cósmica e solar, bem como impactos de micrometeoritos

A colonização da Lua e Marte consiste em muito mais desafios do que apenas a viagem espacial em si. Quem for viver em qualquer um dos lugares, precisa de proteção contra radiação e meteoritos. Para tal, cientistas italianos estão considerando o interior dos tubos de lava para a habitação humana, em vez de construir bolhas de vidro. 

Um novo estudo indica que há muito espaço dentro de cavernas de lava lunar e marciana. Essas formações são semelhantes a um lago congelado: elas ficam mais frias do lado externo e endurecem, enquanto no lado interno continuam líquidas com a lava fluindo, criando um tubo. A pesquisa foi publicada na revista Earth-Science Reviews.


"Os pesquisadores descobriram que os tubos marciano e lunar são respectivamente 100 e 1.000 vezes mais largos que os tubos de lava na Terra, que normalmente têm um diâmetro de 10 a 30 metros", declarou a Universidade de Bolonha, em comunicado, acrescentando que a gravidade mais baixa na Lua e Marte ajudou esses tubos a ficarem enormes. 


Análise científica

A equipe comparou dados sobre tubos de lava da Lua e de Marte com tubos similares (embora menores) na Terra. A análise sugere que muitas das cavernas da Lua provavelmente têm interiores intactos e estáveis que os tornam particularmente atraentes para futuras explorações. 

"Os tubos de lava podem fornecer escudos estáveis contra a radiação cósmica e solar e os impactos de micrometeoritos que ocorrem frequentemente nas superfícies dos corpos planetários", disse o principal autor do estudo, Francesco Sauro. "Além disso, eles têm um grande potencial para proporcionar um ambiente em que as temperaturas não variam do dia para a noite", completou.

A Nasa pretende visitar primeiro os tubos de lava lunares, antes de se dirigir a Marte. Em 2019, a agência espacial enviou um robô chamado Moon Diver para explorar os tubos de lava no Havaí.

Via: Cnet


  Saiba como acompanhar os fenômenos, que serão visíveis em outros dias do mês

De vez em quando, o planeta Terra atravessa a órbita de uma corrente de meteoróides. Quando isso ocorre, vários meteoros entram juntos na atmosfera, em trajetórias paralelas, e parecem vir de um mesmo lugar. Essa região se chama ponto radiante e a chuva de meteoros recebe o nome da constelação onde está o ponto radiante.

E três dessas chuvas de meteoros tiveram o ponto alto no fim de julho, mas continuarão visíveis pelos próximos dias.

A Piscis Austrinídeos, dentro da constelação Peixe Austral, fica visível até a madrugada do dia 10. O melhor horário para observar os meteoros é por volta das 23h.

As Alfa-Capricornídeas, em Capricórnio, estão ativas até 15 de agosto e têm origem em um cometa. E na constelação de Aquário tem as Delta-Aquarídeas, também originadas em um cometa e que serão visíveis até o dia 23.

Já as Perseidas também são provocadas por um cometa, o Swift Tuttle, e ocorrem na constelação de Perseu, o Herói, até o dia 24 de agosto. Enquanto as outras tiveram o auge no mês passado, as Perseidas terão seu ponto alto na semana que vem. Devido ao horário, não será possível acompanhar o fenômeno a olho nu aqui no Brasil. Essa chuva de meteoros será bastante intensa no dia 12, das 10h até as 13h.

No domingo (9), Dia dos Pais, quem acordar bem cedo poderá acompanhar a ocultação de Marte. É como se fosse um eclipse, quando a Lua passa entre a Terra e o planeta vermelho.

 Fonte: O tempo


Hiroshima: 75 anos após bomba atômica, a cidade hoje é habitável (Getty Images/Reprodução)


Entenda as diferenças entre as consequências da radiação que atingiu as três regiões


Em 6 de agosto de 1945, exatamente 75 anos atrás, caía a primeira bomba atômica no mundo, chamada de Little Boy, sobre a cidade de Hiroshima, no Japão. Mais tarde, a tragédia viria a ser acompanhada por outra bomba, a Fat Man — dessa vez com o destino programado para a cidade de Nagasaki, três dias depois do primeiro ataque realizado pelos Estados Unidos. Anos depois, em 1986, o Japão e o restante do mundo ainda estavam se recuperando das duas grandes tragédias que tiveram um impacto global. E ninguém estava preparado para o que estava por vir. Dessa vez, um acidente pararia os noticiários novamente. Nos dias 25 e 26 de abril daquele ano, a usina V.I. Lenin explodiu e devastou cidades como Pripyat e Chernobyl, localizadas no território da atual Ucrânia.

Considerado o maior acidente nuclear da história, Chernobyl foi alvo de uma explosão de um reator que liberou 7 toneladas de combustível nuclear. Quando o combustível se fundiu com a atmosfera, foram liberadas partículas dos elementos químicos xenônio, césio e iodo radioativo — deixando a região com características radioativas até os dias atuais.

No total, mais de 200.000 pessoas morreram pela explosão de ambas as bombas no Japão, e as duas cidades sofreram com danos irreversíveis.

Na época, parecia que as regiões não iriam se recuperar tão cedo — afinal, não era possível saber ao certo quais seriam as consequências da destruição e da radiação que pairavam sobre as cidades japonesas.


Consequências divergentes

Embora os três locais tenham sido palco de grandes tragédias químicas, as cidades japonesas hoje podem se orgulhar de terem conseguido dar a volta por cima. Atualmente, Hiroshima conta com um número crescente de mais de 2 milhões de habitantes, enquanto Nagasaki conta com 413.000 habitantes.

Isso aconteceu porque, enquanto Hiroshima e Nagasaki foram atingidas por 65 quilos de urânio e 6 quilos de plutônio, respectivamente, Chernobyl sofreu com toneladas de radiação expostas no ar — deixando um raio de até 2.600 quilômetros quadrados inabitável.

Além disso, as bombas direcionadas pelos Estados Unidos para as cidades japonesas explodiram ainda no ar, enquanto o reator de Chernobyl derreteu e acabou se fundindo na superfície, tornando o solo da região extremamente radioativo.

Portanto, o efeito de radiação presente no solo é muito mais prejudicial para o ambiente do que a explosão de alguns quilos de radiação no ar.

Segundo especialistas, a expectativa é que a região afetada de Chernobyl volte a se tornar habitável daqui a cerca de 20.000 anos.

No entanto, alguns animais selvagens com aparência saudável foram vistos pela região nos últimos anos, embora os testes de radiação indiquem que o local ainda está altamente contaminado.

A capacidade da natureza de se recuperar de uma tragédia radioativa de forma natural ainda está sendo avaliada, embora os sinais de descontaminação no longo prazo sejam favoráveis para a região.

Fonte: exame

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