08/26/14

Delas, apenas 22% são protegidas, e encontram-se sob ameaça

José Eduardo Mendonça, do

Getty Images

Floresta: 3% das florestas que existiram no passado permanecem em partes temperadas do mundo

Mais de metade destas florestas ficam na Austrália, Nova Zelândia, Rússia e Estados Unidos. E apenas 22% delas são protegidas.

Este número consta de estudo publicado ontem na Conservation Letters.

O que poderia salvar os 13 milhões de quilômetros quadrados de áreas intocadas? Elas hospedam mais de metade das plantas e animais do planeta e fornecem serviços como ar e água limpos.

Mas estão sob séria ameaça, seja pela extração, mineração ou agricultura.

Tais mudanças no uso da terra explicam porque apenas 3% das florestas que existiram no passado permanecem em partes temperadas do mundo.

Uma sugestão para sua preservação é torná-las parte das negociações internacionais do clima, como a Convenção-Quadro da Mudança do Clima, da ONU, tentou fazer.

Os bens e serviços que as florestas fornecem deveriam ser incorporados também em avaliações econômicas, e não só o valor de sua madeira.

E os governos deveriam evitar mais perdas de florestas, para desacelerar a mudança do clima e a taxa de extinção de espécies.

Brendan Mackey, diretor do Programa de Resposta à Mudança do Clima da Universidade Griffith, na Austrália, disse ontem que as negociações internacionais não estão dando conta de frear as perdas das florestas primárias mais importantes do mundo e que, na ausência de políticas específicas para proteção, seus valores únicos de biodiversidade e ecossistemas continuarão a ser perdidos tanto em países desenvolvidos quanto em desenvolvimento.

Os cientistas afirmam ainda que deve-se aceitar universalmente o papel importante de áreas conservadas por comunidades locais e indígenas, onde a proteção é eficaz, diz o Economic Times.



Domínio .Rio
(Foto: Divulgação)
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, lançou na tarde de ontem o domínio de internet .rio, que poderá substituir o .com.br. A capital fluminense é a primeira da América do Sul a ter um registro de domínio com seu nome, e os interessados em fazer a mudança podem se inscrever até o dia 29 de dezembro para usuários estabelecidos na cidade. Com a alternativa, a prefeitura espera que mais pessoas façam uso da marca Rio.

“Essa entidade internacional que cuida da internet [Internet Corporation for Assigned Names and Numbers - Icann] resolveu há dois anos abrir a possibilidade para que as cidades usassem o seu nome como domínio. Acho que é um orgulho para todos os cariocas. O número de domínios que podem ser cadastrados não tem limite. Já neste ano temos um limite inicial, que é para consolidar, é 100 nomes, e a prefeitura deve colocar isso no ar”, disse Eduardo Paes.

Além do Rio, outras cidades como Nova York, Londres, Paris, Tóquio, Barcelona, Berlim e Roma também têm domínios com seus nomes. Os interessados pelo .rio devem ser moradores da capital fluminense ou ter sede ou filial de empresa no município. Para o chefe da Coordenadoria de Novas Mídias Digitais da prefeitura, Pedro Perácio, o domínio será a representação da marca da cidade, que é uma das mais conhecidas do mundo.

“Imagine quantas pessoas estão com a ideia [de ter o domínio], empresas que estão querendo se cadastrar. Além de tudo, vai simplificar para as pessoas decorarem o site. Você vai ter o DNA da cidade. Acabamos de ser oficializados, o domínio já é responsabilidade da prefeitura. Qualquer interessado que quiser o cadastro pode fazer, para depois entrar em um segundo momento onde vai ter uma parte que funciona como se fosse um cartório online”, explicou.

A prefeitura está providenciando uma série de ações para conseguir atender às normas da Icann, para conceder os domínios em janeiro de 2015. Os primeiros 100 nomes já tiveram o uso do domínio liberado até o fim do ano, e serão concedidos para a prefeitura. Os interessados não poderão cadastrar o nome do domínio caracterizando um serviço público, assim como não poderão usar nomes de bairro, região, local, evento ou tradições do Rio, como praia, Copacabana e carnaval.

O cadastro está disponível neste site e deve custar anualmente R$ 60 - valor equivalente ao de outras cidades com domínio próprio.

JOHANNA NUBLAT
DE BRASÍLIA26/08/2014 02h00

O Procon de São Paulo multou a Philip Morris em R$ 1,1 milhão por considerar que a campanha publicitária "Talvez", do cigarro Marlboro, é abusiva porque se aproveita da inexperiência do jovem.

A campanha, difundida em pontos de venda, associa imagens como shows, esportes radicais e romances a frases como "talvez nunca escreveu uma música" e "um talvez não é convidado". "Talvez Marlboro", concluem sempre os cartazes.

A multa foi aplicada em 30 de junho. A Philip Morris recorreu. "A multa é calculada pela gravidade da infração, essa é das mais graves (nível quatro), por haver indução a um comportamento prejudicial à saúde do consumidor", diz Andrea Arantes, assessora técnica do Procon.

Daniel Guimarães - 16.mar.2014/Folhapress

Campanha publicitária "Talvez", do cigarro Marlboro, foi considerada abusiva porque se aproveita da inexperiência do jovem

A multa ainda considera o faturamento da empresa. Segundo Arantes, ainda não há uma data definida para a análise do recurso.
público

Estudo encomendado pela ACT (Aliança de Controle do Tabagismo) avalia que as imagens escolhidas pela Philip Morris para a campanha "Talvez" direcionam a mensagem para um público de jovens entre 12 e 15 anos.

"Nenhuma das imagens é para manter a marca, ou bater a concorrência, mas para pegar quem não começou [a fumar]", afirma Regina Blessa, especialista em varejo e mídia exterior e também autora da análise.

"Talvez" foi lançada na Alemanha, em 2011, e difundida para cerca de 50 países, segundo a organização.

Em março, a ACT se juntou a entidades antitabagistas internacionais e lançou um relatório que denunciava uma indevida sedução dos jovens para o tabagismo.

O documento pedia o fim da campanha no mundo.

Paula Johns, diretora-executiva da ACT, classifica como "cínica" a campanha. Associa independência e autonomia a um produto que torna a pessoa dependente", diz.

Uma das peças da campanha foi suspensa em 2013 pelo Conar, que viu "má influência" sobre a crianças.

A publicidade de cigarros em pontos de venda foi proibida em 2011 no Brasil por uma lei nacional.

Após três anos, no fim de maio de 2014, o governo federal publicou um decreto regulamentando a lei e concedendo um prazo até o final de novembro para o fim da propaganda -quando, então, passa a ser permitida apenas a exibição dos maços nos pontos de venda.

Procurada, a Philip Morris disse que não iria comentar a multa do Procon. Em março, questionada sobre o relatório da ACT, a empresa alegou que sua campanha era voltada "exclusivamente" a adultos fumantes.

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