08/16/14

A prisão de Roman Seleznev, que tem 30 anos e é filho de um deputado da Câmara russa, elevou a tensão entre os dois países



Thomas Samson/AFP

Um juiz de Washington deferiu a decisão com medo de que ele pudesse fugir do país

Seattle - Um russo acusado de hackear os sistemas de computador de varejistas norte-americanos para roubar dados de cartão de crédito teve prisão preventiva decretada até o seu julgamento, em outubro.

Um juiz de Washington deferiu a decisão com medo de que ele pudesse fugir do país, de acordo com promotores.

A prisão de Roman Seleznev, que tem 30 anos e é filho de um deputado da Câmara russa, elevou a tensão entre os dois países, que já estão vivenciando o momento de maior hostilidade desde o fim da Guerra Fria, por conta da crise na Ucrânia.

Pouco depois da prisão de Seleznev ser anunciada, no mês passado, o Ministério das Relações Exteriores russo afirmou que a sua captura equivalia a um sequestro e acusou os EUA de violar um tratado bilateral.

A Rússia exigiu a soltura imediata do acusado. Advogados de Seleznev pediram que ele fosse liberado para ficar em seu apartamento em Seattle até o julgamento, afirmou a procuradora Jenny Durkan na sexta-feira.

Segundo ele, o juiz James P. Donohue negou a solicitação porque Seleznev era um viajante internacional frequente, tem acesso a contas bancárias em vários lugares do mundo e a habilidade de fabricar documentos falsos, o que tornaria a sua fuga mais fácil.

Seleznev é acusado de fraude bancária, causar dano a um computador protegido, obter informações de um computador protegido e roubo de identidade qualificado, de acordo com promotores.

Seu indiciamento diz que Seleznev hackeou sites de venda de produtos para roubar dados de cartão de crédito de 2009 a 2011.

O pai do garoto, o deputado russo Valery Seleznev, disse em comunicado no mês passado que pretende tomar todas as medidas para proteger o seu filho. “O réu tem direito a toda a proteção oferecida pelo nosso sistema, e não receberá privilégios”, disse a procuradora.

O epicentro foi 25 quilômetros a nordeste da cidade de El Limón, no estado de Aragua, e 67 quilômetros a oeste de Caracas



Wikimedia Commons

Até o momento não há feridos

Caracas - Um terremoto de magnitude 4,6 sacudiu a capital e a costa caribenha da Venezuela neste sábado, sem danos preliminares ou vítimas.

O epicentro foi 25 quilômetros a nordeste da cidade de El Limón, no estado de Aragua, e 67 quilômetros a oeste de Caracas, disse o United States Geological Survey (USGS, na sigla em inglês).

"Até agora não vimos quaisquer danos pessoais ou feridos como resultado do tremor", disse o governador de Aragua, Tarek El Aissami, a um canal de televisão local. A imprensa local disse que até agora não foram relatados danos.

O terremoto também foi sentido no estado de Carabobo, vizinho a Aragua, e a Defesa Civil não relatou afetados. Lá está localizada a refinaria El Palito, uma das principais da Venezuela, mas não ficou claro se o terremoto afetou suas operações.

O simples ato de assistir a um vídeo de gatinhos na internet poderia fazer com que a máquina de uma vítima fosse infectada

Gustavo Gusmão, de

McBeth/Flickr

Gatinhos: interceptação só funciona com tráfego não criptografado

             Fugir de anexos suspeitos e páginas perigosas não é suficiente para evitar eventuais tentativas de espionagem.

Segundo uma nova pesquisa divulgada pelo CitizenLab, empresas como a Hacking Team e a FinFisher, que vendem soluções de monitoramento a governos, usam táticas para interceptar tráfego não protegido de páginas do YouTube e da Microsoft, por exemplo – injetando nele diferentes tipos de software para monitorar as atividades de um determinado alvo.

Dessa forma, o simples ato de assistir a um vídeo de gatinhos na internet poderia fazer com que a máquina de uma vítima fosse infectada, como demonstra este diagrama elaborado para o estudo.

Esses ataques são feitos por meio de dispositivos chamados “network injection appliances”, conforme escreve, no site The Intercept, o pesquisador Morgan Marquis-Boire, autor do estudo baseado em documentos vazados.

“Eles são instalados em provedores de internet pelo mundo, permitindo a exploração de alvos”, descreve o especialista.

A interceptação só funciona com tráfego não criptografado, como o deste vídeo linkado no texto de Marquis-Boire.

Ele até apresenta o HTTPS em seu endereço, mas, segundo alerta emitido pelo navegador, apenas parte dos dados está cifrada – e é justamente dessa parcela não protegida, que pode ser o streaming do vídeo, que as empresas de monitoramento podem se aproveitar.

O especialista explica: “o dispositivo do Hacking Team mira em um usuário, espera até que ele assista a um vídeo no YouTube e intercepta o tráfego, substituindo-o por códigos maliciosos que dão ao operador controle total sobre a máquina sem que o dono saiba”.

É assustador, especialmente se levarmos em conta que os computadores pessoais podem carregar informações vitais, dependendo da situação.

Um ativista que atua em um país sobre regime ditatorial, por exemplo, pode correr sérios riscos, e o mesmo vale para um jornalista que vaza documentos sigilosos ou um alvo político, como lembra o texto no Intercept.

Mas calma lá – Apesar do susto e da gravidade do caso, sempre vale ressaltar que os ataques do tipo são bem mais específicos do que as infecções generalizadas que já foram detectadas, ou mesmo “a coleta de metadados da NSA”.

Segundo Marquis-Boire, Microsoft e Google já começaram a tomar providências, e é até possível contornar o problema com o uso em massa do HTTPS, que protege o tráfego de dados de eventuais curiosos criptografando-o.

O protocolo ainda engatinha pela web – especialmente se compararmos com o HTTP padrão –, mas empresas grandes já começam a adotá-lo como principal.

E iniciativas como a tomada pelo Google na semana passada, de privilegiar nas buscas os sites com HTTPS, podem ajudar a popularizar ainda mais a utilização do sistema.

Queijo roquefort, presunto floresta negra e outros alimentos associados a regiões europeias viraram polêmica na negociação de um novo acordo comercial


João Pedro Caleiro, de

Jeremy Keith/Wikimedia Commons

Prato com presunto da floresta negra, produzido na região sudoeste da Alemanha

O presunto floresta negra, pouco conhecido no Brasil, tem este nome por um motivo.

Por mais de dois séculos, ele tem sido produzido através de um longo e complexo método nos arredores de uma floresta no sudoeste da Alemanha.

Os produtores da região têm um museu, uma associação própria e a exclusividade para usar o nome no mercado europeu garantida por lei .

Nos Estados Unidos, é outra história, e o nome "floresta negra" passou a ser usado para vários tipos de presunto defumado encontrados de supermercados à cozinha do Subway.

Agora, a questão chegou aos mais altos níveis da diplomacia. A propriedade intelectual é um dos temas chave da negociação em andamento entre Estados Unidos, Europa e outros países para o TTIP (Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento, na sigla em inglês).

A União Europeia aproveitou a oportunidade para insistir em uma demanda antiga: a de que sua proteção para milhares de marcas de alimentos associadas a regiões fosse respeitada também nos Estados Unidos.

Queijo feta e roquefort, presunto de parma e champanhe, por exemplo, entrariam na lista.

Para Roger Waite, porta-voz da União Europeia para Agricultura e Desenvolvimento Rural, outros produtores precisam parar de querer dar "um passeio grátis na boa reputação desenvolvida pelos produtores do original."

Os americanos discordam. Para eles, os mercados desses produtos se desenvolveram de forma orgânica e totalmente separada da sua origem, e não faz sentido restringir o uso dos nomes a essa altura do campeonato.

“Ninguém de Bolonha, na Itália, nunca fez qualquer coisa para promover a bolonha (um tipo de salsicha) nos Estados Unidos", diz Jaime Castaneda, diretor da CCFN (Consórcio para Nomes de Comida Comuns), uma organização de lobby do assunto.

Em abril, um grupo de 44 senadores americanos republicanos e democratas enviou uma carta aberta pedindo para a administração Obama resistir às investidas europeias - e por enquanto, a questão está longe de ser resolvida.

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