Setembro 2018

Palácio da Biblioteca de Mafra, Mafra, Portugal

Em julho, o artista italiano Massimo Listri lançou um livro de fotografias que continha as mais belas bibliotecas de todo o mundo.

As instituições escolhidas, reverenciadas por seu valor histórico, relevância arquitetônica e preciosidade dos livros que guardam, são obras independentes de arte.

Para aqueles que tiveram a sorte de visitar essas maravilhas do design, passar um dia inteiro na biblioteca não parece tão ruim!

Biblioteca da Abadia de São Galo, Gallen, Suíça

Biblioteca Metten Abbey, Metten, Alemanha

Biblioteca De Fermo, Fermo, Itália

Biblioteca Trinity College, Dublin, Irlanda

Biblioteca Stetten Abbey, Stetten, Áustria

Biblioteca Riccardian, Firenze, Itália

Gabinete Real Português de Leitura, Rio de Janeiro, Brasil

Biblioteca Sainte-Geneviève, Paris, França

Biblioteca da Abadia de Wiblingen, Wiblingen, Alemanha

Biblioteca do Mosteiro de São Francisco, Peru, América do Sul

Biblioteca da Abadia de Wiblingen, Wiblingen, Alemanha

Biblioteca Nacional de São Marcos, Veneza, Itália

Biblioteca Duquesa Anna Amalia, Weimar, Alemanha

Biblioteca Marucelliana, Florença, Itália

Biblioteca da abadia de Saint Emmeram, Regensburg, Alemanha

Biblioteca do Mosteiro Strahov, Praga, República Checa

Biblioteca Escorial, Madri, Espanha

Biblioteca Admont Abbey, Admont, Áustria

Biblioteca da abadia de Melk, Melk, Áustria

Biblioteca Estadual Oratoriana Girolami, Napoli, Itália

Biblioteca da Abadia de Ottobeuren, Ottobeuren, Alemanha

Biblioteca Nacional Braidense, Milão, Itália

Biblioteca De Duque D'aumale, Sicília, Itália

Biblioteca Joanina, Coimbra, Portugal

Academia De Ciência, Torino, Itália

Arquivo Geral das Índias, Sevilha, Espanha

Biblioteca Angelica, Roma, Itália

Biblioteca Codrington, Oxford, Reino Unido

Biblioteca Pública de Palermo, Palermo, Itália

Biblioteca Palatina, Parma Itália

Biblioteca Crociera, Roma, Itália

Biblioteca Corsiniana, Roma, Itália

Biblioteca Apostólica Vaticana, Cidade do Vaticano

Biblioteca Vallicelliana, Roma, Itália

Biblioteca Palazzo Altieri, Roma, Itália

Biblioteca Palafoxiana, Puebla, México

Padula Charterhouse Library, Padula, Itália

Biblioteca Pública de Taipei, Taipei City, Taiwan

Biblioteca pública de Imola, Imola, Itália

Biblioteca Casanata, Roma, Itália

Mais informações: Instagram | massimolistri.com

Fonte da imagem: Mundodageografia

Acima você vê as grandes marcas do ramo alimentício e suas sub-marcas, mas as marcas mais valiosas do mundo não estão no ramo de alimento. 

Qual a marca mais valiosa do mundo? De acordo com a Fortune, o Google ultrapassou a Apple nessa disputa. Essa é uma resposta relativamente fácil de encontrar, pois essa medição é feita periodicamente por veículos que cobrem economia e negócios. Mas qual é a marca mais valiosa de cada país? Qual a do Brasil? Petrobrás? Itaú? Bradesco? Rede Globo? Biscoitos Globo?

O site How Much responde a essa pergunta da melhor maneira possível: com um mapa. Eles utilizaram dados da Brand Finance para elaborar essa ilustração, com as dimensões geográficas dos países seguindo a proporção do valor de sua principal marca.

Os Estados Unidos (Google, claro) seriam o maior país do mundo, mas a China ficaria atrás dos vizinhos Coreia do Sul (Samsung) e Japão (Toyota). A Holanda (Shell) está na frente de França (Orange), Itália (Enichem) e Reino Unido (Vodafone). E o Brasil? Bem, o Itaú nos deixaria atrás do México (Pemex) como maior nação latino-americana.

Em relação a atividades econômicas, os bancos dominam, com oito empresas como maior marca de nações. Em seguida está o setor petrolífero/energia, com sete. A internet tem apenas um, nos EUA, mas isso é compreensível: a maior parte das potências da área são norte-americanas e ficam ofuscada pelo Google.


Via: Rodinia

© Fornecido por Unilogic Media Group Ltda Mark Zuckerberg

Mark Zuckerberg abriu seu coração sobre o difícil ano que está enfrentando no Facebook. Depois dos problemas com o vazamento de dados da Cambridge Analyitica em março e a forte queda no preço das ações da empresa, o CEO postou em seu perfil oficial na rede social sobre como pretende contornar a situação. Para ele, levará ao menos três anos para arrumar a casa.

Ele ainda falou sobre a questão da interferência externa nas eleições intermediárias, que acontecem neste ano nos Estados Unidos. Recentemente, o Facebook foi convocado para explicar ao Senado como pretende colaborar para evitar possíveis problemas e prestar esclarecimentos.

“Tenho gasto muito tempo nesses problemas e assim que as coisas acalmarem eu devo descrever uma série de notas apontando o que estou pensando sobre eles e os passos para resolvê-los”, escreveu.

Embora acredite que o projeto para fazer a rede social mais segura tanto para os usuários quanto para evitar interferência externa, ele ainda informa que o Facebook começou a trabalhar em cima disso já no ano passado, de forma que, em 2019, já seja um ambiente melhor com os problemas resolvidos.

Zuckerberg ainda falou sobre liberdade de discurso dentro da plataforma. Para ele, é preciso garantir que as pessoas possam dizer o que pensam, contudo é necessário fazer com que todos tenham um ambiente seguro para isso.

Atualmente, foi adicionada à plataforma a verificação de publicidade e também mais detalhes sobre quem está investindo em anúncios na rede social. Para Zuckerberg, somente isso “já colabora para mitigar o problema”.

O CEO enfrenta problemas com privacidade e interferência em questões políticas desde o caso Cambridge Analytica em março, quando vazaram dados de mais de 87 milhões de usuários. A suspeita é de que as informações tenham sido usadas para favorecer a campanha que elegeu Donald Trump presidente dos Estados Unidos em 2016. Ainda, também há suspeitas de que a Cambridge Analytica tenha relação com o Brexit, que culminou na saída do Reino Unido da União Europeia.

Fonte: Facebook
Por: Wagner Wakka

O outono é uma época de colheita de arroz no Japão. Todos os anos, os agricultores garantem que a sobra de palha de arroz, conhecida como “wara”, não seja desperdiçada. Desde alimentar o gado até melhorar o solo, a palha encontra seu propósito.

Em particular, a província de Niigata tem uma maneira muito criativa de usar essas sobras de casca de arroz hospedando um evento anual chamado “Wara Art Festival”.

Desde 2008, a palha tem sido usada como material para a exibição de esculturas gigantes no Parque Uwasekigata. Todos os monumentos são feitos à mão a partir de varas de madeira que servem como a espinha das esculturas e palha seca moldada no quadro. Cada artesanato leva cerca de uma semana para ser concluído.

A iniciativa é um esforço colaborativo entre o Conselho de Turismo Local da cidade de Niigata e os estudantes da Musashino Art University.

Confira algumas das esculturas artesanais nas imagens a seguir.















Mais informação: Facebook

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