09/07/14

O governador da Califórnia irá aprovar lei que proíbe o uso de sacos plásticos descartáveis


Fred Dufour/AFP

Sacolas descartáveis: o estado será o primeiro a ter essa medida nos EUA

Los Angeles - O governador da Califórnia, Jerry Brown, anunciou que vai aprovar uma lei que proíbe o uso de sacos plásticos descartáveis, o transformará seu estado no primeiro a dar esse passo nos Estados Unidos.

Os legisladores locais aprovaram a lei, que deverá entrar em vigor antes do final de setembro.

"Trata-se de um compromisso, que leva em conta as necessidades do meio ambiente, da economia e dos comerciantes", afirmou o governador.

As sacolas descartáveis desaparecerão do comércio de venda de alimentos e medicamentos a partir de 1º de julho de 2015, dos pequenos mercados e lojas de bebidas a partir de 1º de julho de 2016.

Esses locais poderão oferecer bolsas de papel ou recicláveis a um preço de 10 centavos de dólar.

Pesquisa da Fiocruz apontou que menos de 5% dos entrevistados permaneceram no tratamento até o último mês

Cristina Indio do Brasil, da

Marcelo Camargo/ABr



Rio de Janeiro - A Pesquisa Nacional sobre o Uso de Crack – Quem São os Usuários de Crack e/ou Similares do Brasil? Quantos São nas Capitais Brasileiras?, realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), verificou que 20% dos que frequentam as chamadas cracolândias são mulheres. O trabalho ouviu 32.359 pessoas, sendo que 24.977 responderam ao questionário nos próprios domicílios e 7.381, nos próprios locais de uso da droga.

Além de responderem os questionários, os usuários fizeram testes de HIV e hepatite, que indicaram que, entre as mulheres, 8,17% eram portadoras do HIV, índice que, nos homens, chegava a 4,01%. Com hepatite C, as mulheres representaram 2,23% dos infectados e os homens, 2,75%.

Segundo um dos coordenadores do trabalho, o médico Francisco Inácio Bastos, do Laboratório de Informação em Saúde (LIS), pertencente ao Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), o perfil das mulheres pesquisadas é muito negativo.

“Até para mim, que sou acostumado a trabalhar nessa área, nunca tinha visto uma população feminina tão maltratada e tão magoada. Agressão física, abuso sexual, nenhuma assistência pré-natal. Quando me perguntam o que me chocou mais como médico, eu digo que foi ver pessoas em uma situação tão precária, precisando tanto de ajuda”, contou à Agência Brasil.

A pesquisa apontou que menos de 5% dos entrevistados permaneceram no tratamento até o último mês. Para o coordenador, ficou claro que a porta de entrada dos usuários de crack no sistema de saúde não é via tratamento da dependência química, mas por meio dos cuidados gerais de saúde, como curativos, tratamento de dente e da boca. O médico acrescentou que, no caso das mulheres, seria natural que o contato com o sistema de saúde ocorresse por necessidade de realizar o pré-natal, mas não é isso o que ocorre.

“No momento das entrevistas, 10% das mulheres relataram que estavam grávidas. O que não quer dizer que tiveram o filho, porque algumas perderam e outras abortaram. Quando se vai para o padrão desejável em termos de pré-natal, que são sete consultas, menos de 5% delas fizeram pré-natal regular”, disse.

O coordenador defendeu que os governos deveriam fazer um plano integrado para tratamento do abuso de substâncias químicas vinculado à rede geral de saúde e não apenas aos centros de dependência química. “A grande via do usuário grave se inserir no sistema de saúde é via sistema de saúde geral, são as UPAs [unidades de Pronto-Atendimento], são os programas de Saúde da Família, porque, para o tratamento de dependência química, a proporção que continua é muito baixa. É uma conclusão triste”, explicou.

O Icict também está fazendo uma análise da criminalidade na ausência de programas de apoio aos usuários de crack, para complementar o trabalho. Francisco Inácio Bastos disse que, o que se notou de diferença no tratamento de usuários foi o resultado obtido com a adoção de programas específicos, porque nos locais em que foram implementados houve queda de violência. “Houve uma redução global da taxa de criminalidade e houve uma vinculação dos usuários com programas gerais de saúde”, disse.

A pesquisa foi feita entre o segundo semestre de 2011 e o primeiro semestre de 2013 nas 26 capitais de estado e no Distrito Federal, dividida em três abordagens. A primeira com avaliações em todas as capitais, a segunda nas nove regiões metropolitanas e a última nas cidades pequenas e de médio porte. Agora, o instituto está lançando o livro digital sobre a pesquisa, que pode ser obtido no site do Icict.

O estudo é o primeiro a relatar que uma vacina produziu uma "imunidade durável" contra Ebola, protegendo quatro de quatro macacos por 10 meses



Carl de Souza/AFP
As descobertas oferecem uma primeira dica de qual vacina em desenvolvimento será efetiva e de que forma

NOVA YORK - Uma vacina experimental contra Ebola, similar à desenvolvida pela GlaxoSmithKline, foi bem-sucedida por pelo menos cinco semanas em macacos de laboratório, mas precisa de uma vacina adicional para estender a sua proteção para 10 meses, de acordo com um estudo publicado neste domingo.

As descobertas oferecem uma primeira dica de qual, se alguma, vacina contra Ebola em desenvolvimento será efetiva e de que forma.

Johnson & Johnson e NewLink Genetics também estão entre as firmas acelerando os esforços para fornecer vacinas e tratamentos para o Ebola, enquanto a pior epidemia do vírus atinge o oeste da África, matando mais de 2 mil pessoas.

Os resultados do novo estudo sugerem, por exemplo, que a vacina da GSK sendo testada em voluntários saudáveis vai proteger contra a infecção do Ebola em curto prazo, mas talvez não seja suficiente para uma proteção mais longa.

O estudo, publicado no Nature Medicine, é o primeiro a relatar que uma vacina produziu uma "imunidade durável" contra Ebola, protegendo quatro de quatro macacos por 10 meses.

A vacina usa um adenovírus de chimpanzé, muito próximo ao de um humano, que trata infecções respiratórias, no qual os cientistas emendaram um gene de Ebola.

O adenovírus infecciona as células do animal vacinado, fazendo-o absorver o gene e produzir proteínas de Ebola. Com isso, o sistema imunológico consegue atacar as proteínas do vírus do Ebola quando a infecção ocorre.

A vacina em estudo é similar às que estão sendo desenvolvidas pela GSK, que começou testes de segurança em humanos na última terça-feira, e pela J&J, que pretende começar testes de segurança no começo de 2015.

Uma terceira vacina experimental de Ebola usa um sistema diferente, um patógeno chamado vírus da estomatitie vesicular (VSV). A versão desenvolvida pela Agência de Saúde Pública do Canadá, e licenciada para a NewLink Genetics, deve ser testada em voluntários saudáveis neste outono. A Profectus BioSciences também está desenvolvendo uma vacina dessas.

Ponto de maior aproximação do asteróide conhecido como 2014 RC irá estar a cerca de um décimo da distância da Lua

Irene Klotz, da

Getty Images

Ilustração de um asteróide próximo da Terra: NASA afirmou que o asteróide não representa uma ameaça

Cabo Canaveral - Um asteróide recém-descoberto do tamanho aproximado de uma casa passará relativamente perto da Terra no domingo, aproximando-se dos satélites de comunicação que circundam o planeta, disseram cientistas.

A NASA afirmou que o asteróide, conhecido como 2014 RC, não representa uma ameaça, embora em seu ponto de maior aproximação irá estar a cerca de um décimo da distância da Lua, ou a cerca de 40 mil quilômetros da Terra.

Os satélites de comunicação e meteorológicos geralmente ficam em órbita a cerca de 36 mil quilômetros acima do planeta.

“Embora este objeto celestial não pareça ameaçar a Terra nem os satélites, sua aproximação cria uma oportunidade única para os pesquisadores observarem e aprenderem mais sobre os asteróides”, informou a NASA em um comunicado divulgado na terça-feira.

Com um diâmetro aproximado de 18 metros, o asteróide 2014 RC estará tênue demais para ser visível a olho nu, mas astrônomos amadores podem conseguir um vislumbre seu enquanto passa voando, disse a agência espacial.

O 2014 RC tem um diâmetro um pouco menor que os 20 metros do asteróide que explodiu sobre Chelyabinsk, na Rússia, no ano passado.

A onda de choque da explosão, que se estimou ter tido 30 vezes mais energia que a bomba atômica de Hiroshima, estraçalhou janelas e danificou edifícios. Mais de mil pessoas ficaram feridas pelos estilhaços de vidro e destroços.

No mesmo dia da explosão de Chelyabinsk, outro asteróide grande chegou a 27.630 quilômetros da Terra – ou seja, ele poderia ter atingido os satélites de comunicação e meteorológicos.

O mais recente visitante celestial ao planeta foi avistado em 31 de agosto pelo programa de monitoramento espacial Catalina Sky Survey, perto da cidade de Tucson, no Estado do Arizona, e confirmado na noite seguinte pelo telescópio Pan-STARRS 1 no Havaí.

O ponto máximo de aproximação do asteróide será sobre a Nova Zelândia às 15h18 (horário de Brasília) do domingo, disse a NASA.

Atualmente a NASA acompanha mais de 11 mil asteróides em órbitas que passam relativamente perto da Terra.

O avião caiu cerca de 22 quilômetros ao norte de Port Antonio, na costa nordeste de Jamaica - segundo um funcionário do governo jamaicano



Larsen Hakon Mosvold/AFP

Avião: Havana aceitou a entrada em seu espaço aéreo de caças norte-americanos

       As autoridades norte-americanas continuam em busca do avião monomotor que caiu na sexta-feira no litoral da Jamaica, com pelo menos três pessoas a bordo, em um acidente que gerou uma rara coordenação entre Cuba e Estados Unidos.

A guarda costeira dos Estados Unidos assegurou neste sábado que haviam três pessoas no monomotor e que se supõe que não haja sobreviventes. Na sexta-feira foi confirmada a presença de dois ocupantes.

A guarda costeira disse que está ajudando as autoridades jamaicanas nas buscas do avião, um monomotor Socata TBM-700.

Um porta-voz do legislador de Nova York Joseph Morelle informou na sexta-feira que um empresário do setor imobiliário, Larry Glazer, e sua esposa se encontravam a bordo do monomotor que partiu de Rochester, em Nova York, e que deveria aterrizar em Naples, na Flórida.

Invés de aterrizar na Flórida, o avião continua voando sem responder a chamados e atravessou o espaço aéreo das Bahamas e de Cuba até cair perto da Jamaica.

O avião caiu cerca de 22 quilômetros ao norte de Port Antonio, na costa nordeste de Jamaica, segundo um funcionário do governo jamaicano.

A rede de televisão NBC News, citando fontes oficiais que não foram identificadas, informou que o piloto da aeronave aparentemente ficou inconsciente e caiu sobre os controles do avião.

Apesar de os Estados Unidos e Cuba não manterem relações diplomáticas, Havana aceitou a entrada em seu espaço aéreo de caças norte-americanos, informaram fontes oficiais cubanas.

"Durante todo o tempo (depois que o avião parou de responder aos chamados), nos comunicamos com as autoridades americanas, que foram informadas das medidas tomadas em relação a este incidente", afirmou o comunicado cubano.

As operações de busca devem ser reforçadas com um barco americano.

Modelos atuais criam distorção nos estudos de distribuição

José Eduardo Mendonça, do

Klemens Bottig/Wikimedia Commons

Sapo em folha: foram reunidos dados disponíveis de 733 anfíbios na África Subsariana

            ma equipe internacional de pesquisadores descobriu que a maioria das espécies ameaçadas se torna “invisível”, quando se usam modelos modernos para prever sua distribuição com a mudança do clima.

Os cientistas utilizaram anfíbios africanos, e constaram que mais de 90% das espécies listadas como ameaçadas pela Lista Vermelha da União Internacional de Conservação da Natureza acabam sendo omitidas por estes modelos.

Foram reunidos dados disponíveis de 733 anfíbios na África Subsariana. Destes, 400 têm muito poucos registros para sem usados na modelagem de distribuição em escala continental.

O estudo, das Universidades de York, na Inglaterra, e Copenhague, na Dinamarca, e do Centro de Monitoramento Mundial do Programa Ambiental da ONY, em Cambridge, na Inglaterra, foi publicado hoje na Diversity and Distributions.

Segundo Philip Platts, de York, e principal autor da pesquisa, “métodos modernos de previsão de distribuição das espécies deixam de fora aquelas raras e ameaçadas. Isto porque estas espécies, quase por definição, têm poucos dados de sua distribuição espacial para serem modeladas por ferramentas padrão. Examinamos se sua ausência faz diferença no estabelecimento de prioridades de conservação, agora ou em climas futuros.”

A capital norte-coreana tem sido transformada por Kim Jong-un em uma vitrine de seu regime, com prédios novos e até clube de hípica

Atahualpa Amerise, da

Reprodução/ Vimeo

Pyongyang: algo está mudando rápido na velha capital norte-coreana

Pyongyang - O jovem Kim Jong-un está transformando a capital norte-coreana em vitrine do regime.

Ruas com trânsito, novos edifícios e, inclusive, um exclusivo clube de hípica fazem parte da nova imagem de uma cidade que até agora estava estacionada no passado.

As guardas de trânsito de Pyongyang, que ficaram famosas por orientarem o tráfego por horas em ruas vazias, têm tido mais trabalho do que nunca nestes dias.

Sobre o asfalto das ruas, os carros particulares, táxis e caminhonetes vão, pouco a pouco, ganhando terreno daquele que ainda é o meio de transporte mais utilizado no país: a bicicleta.

A posse de um veículo ainda é algo proibitivo para os habitantes que dependem do salário estatal - cerca de 5 mil wons de média, o equivalente a US$ 50 no câmbio oficial -, mas as elites sociais emergentes da capital desfilam pela cidade em táxis ou em seus Pyeonhwa, um automóvel de fabricação local, nos casos mais modestos.

Uma minoria mais poderosa tem o privilégio de ultrapassar com seu BMW ou Mercedes Benz os bondes e ônibus articulados.

Não é estranho ver veículos dessas marcas nos restaurantes mais seletos e nos novos - embora modestos - shoppings do centro da cidade.

Algo está mudando rápido na velha Pyongyang, a cidade de mais de três milhões de habitantes que o regime exibe com orgulho no exterior como a grande vitrine de seu modelo socialista ortodoxo, que parou na Guerra Fria e desde então luta para sobreviver.

Dezenas de embarcações retiram, sem parar, areia do rio Taedong, enquanto milhares de operários transferem as cargas de sua margem para diversos pontos da metrópole.

"É que agora estão acontecendo muitas obras e são necessários materiais", explicou para a Agência Efe uma dos guias que acompanham um reduzido grupo de jornalistas internacionais em Pyongyang.

Kim Jong-un chegou ao poder em dezembro de 2011 e, desde então, finalizou o megacomplexo de torres residenciais da rua Changjon, o Teatro do Povo, o maior hospital pediátrico da cidade e um novo edifício do museu dedicado à Guerra da Coreia (1950-1953), entre outros.

O Primeiro de Maio Rungrado, o maior estádio de futebol do mundo, está sendo modernizado, e a remodelação do complexo multiuso Chejuk foi concluída meses atrás. O esporte, de acordo com os especialistas, é um dos pontos fortes de Kim Jong-un para revelar ao mundo a melhor face de um regime que isola seus cidadãos em uma bolha e que, segundo a ONU e organizações internacionais, comete graves violações dos direitos humanos.

Outras novas inaugurações foram o parque aquático de Munsu e o novo clube de equitação de Mirim em 2013, instalações que são proibitivas para o norte-coreano comum, pois as entradas equivalem a quatro vezes o valor do salário médio mensal.

Em todo caso, os motores, o concreto e o asfalto não são os únicos indícios de mudança em Pyongyang.

Em comparação com a monotonia estética de pessoas com roupas de aparência pobre e antiga brilham nas ruas os elegantes saltos, vestidos e acessórios de boa parte das mulheres jovens.

"Comprei por aqui, no centro. Minhas amigas têm bolsas parecidas, porque estão na moda", comentou Kim Hae-mi, de 25 anos, quando foi perguntada a respeito de sua bolsa preta Prada - um produto claramente falsificado - que escolheu hoje "porque combina com os sapatos".

Assim como muitas outras meninas da cidade, Hae-mi passeia em dupla com uma amiga embaixo de uma sombrinha para evitar que o sol queime seu rosto e estrague sua maquiagem.

No entanto, assim que nos afastamos de Pyongyang, vemos que a imagem muda.

Na periferia rural, as moças com sombrinhas desaparecem para dar lugar a hordas de descamisados de todas as idades que trabalham precariamente no campo e carregam cargas pesadas nos ombros ou em velhos carrinhos de mãos.

Por poucos quilômetros, ficaram de fora da vitrine socialista da Coreia do Norte.

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