02/15/15

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Substituição hormonal: apesar dos dados revelados, o aumento do risco de câncer de ovário em consequência do tratamento poderia ser ainda maior

Da EFE

Londres - O tratamento de substituição hormonal utilizado para atenuar os sintomas da menopausa pode aumentar as chances de sofrer câncer de ovário, sugere um estudo publicado nesta sexta-feira na revista 'The Lancet'.

O documento, elaborado por pesquisadores da universidade britânica de Oxford, assinalou que, para cada mil mulheres próximas dos 50 anos que seguem esse tratamento durante cinco anos, uma sofre de câncer de ovário relacionado com o tratamento.

Os especialistas analisaram 52 pesquisas anteriores que aprofundam a relação entre o tratamento e o câncer de ovário, e extraíram 21.500 casos de mulheres para o estudo.

O coordenador da pesquisa, Richard Peitilho, afirmou à 'BBC' que o estudo aponta para 'um risco, já que um milhão de mulheres tomam essas hormônios no Reino Unido, e mil sofrerão de câncer de ovário relacionado a esta prática'.

Peitilho assinalou que, embora os riscos de câncer de ovários diminuam se o tratamento tiver uma duração menor, isso não significa que desapareçam.

O tratamento de substituição hormonal é utilizado para aliviar os sintomas da menopausa, que em algumas mulheres podem ser graves e ter consequências impeditivas em sua vida cotidiana.

O estudo especificou que, apesar dos dados revelados, o aumento do risco de câncer de ovário em consequência de tratamento de substituição hormonal poderia ser ainda 'maior' ou bem se dever a uma estatística 'casual'.

Reprodução

Getty/AFP/Arquivos, da AFP

Michele Ferrero, o pai do creme de avelã com cacau Nutella, que o transformou no homem mais rico da Itália, morreu neste sábado aos 89 anos, informou a imprensa italiana. 

Ele herdou do pai um pequeno negócio e a receita de um creme a base de avelãs e cacau, que foi rebatizado, em 1964, como Nutella e por meio dele construiu seu império. 

O grupo Ferrero (Kinder, Ferrero Rocher, Mon Chéri) possui atualmente mais de 22.000 funcionários em todo o mundo e lucra mais de 8 bilhões de euros anualmente. 

Michele Ferrero deixou a presidência do grupo em 2011 para seu filho, Giovanni, de 50 anos. 

Segundo a revista Forbes, a família Ferrero lidera a lista das maiores fortunas da Itália.

Comercial Volkswagen Star Wars

Fenômenos

        Há exatos 10 anos, nascia o YouTube. Fundado em 5 de fevereiro de 2005, o canal de compartilhamento de vídeos é, hoje, fonte inesgotável de conteúdo animado para todos os gostos — e uma poderosa plataforma para difusão de campanhas publicitárias.

Os comerciais desta lista são prova disso. Eles podem ser considerados verdadeiros clássicos da propaganda pela quantidade de compartilhamentos.

E olha que não precisa de milhares de dólares para conseguir tal façanha. Precisa, sim, ter manha para agradar a audiência e cair nas graças das redes sociais, ou numa palavra: viralizar.

A compilação é fruto de uma parceria entre a Unruly Media e o Mashable. A métrica utilizada é a quantidade de compartilhamentos dos vídeos nas redes sociais. Divirta-se e emocione-se com os 10 comerciais mais compartilhados da história do YouTube. É só clicar nos vídeos.


Shakira - La La La (Brazil 2014) ft. Carlinhos Brown

5,8 milhões de compartilhamentos

Marca: Activia

Ano: 2014

A ação promocional mais compartilhada de todos os tempos foi produzida pela Activia em apoio a uma iniciativa global da ONU de merenda escolar. O clipe da música “La La La (Brasil 2014)”, destaque do álbum da cantora Shakira, foi gravado em parceria com o músico brasileiro Carlinhos Brown e lançado durante preparativos para a Copa do Brasil, em 2014. Também participam do vídeo diversos jogadores.




The Force: Volkswagen Commercial

5,2 milhões de compartilhamentos

Marca: Volkswagen

Ano: 2011, Super Bowl

Agência: Deutsch, EUA

O comercial mostra um mini Darth Vader, clássico personagem de Star Wars, tentando interagir com diversos objetos apenas com o poder da mente. Até o fechamento desta matéria, o comercial contava com 61 millhões de visualizações.




Dumb Ways to Die

4,8 milhões de compartilhamentos

Marca: Melbourne Metro Trains

Agência: McCann Melbourne

Ano: 2012

Produzido para uma empresa de metrô australiana, o vídeo apresenta vinte e um personagens se matando de maneiras cada vez mais estúpidas, culminando na morte dos últimos três personagens em acidentes com trens devido ao comportamento inseguro.


A DRAMATIC SURPRISE ON A QUIET SQUARE

4,7 milhões de compartilhamentos

Marca: TNT Benelux
Agência: Duval Guillaume Modem
Ano: 2012

Para divulgar o canal TNT na TV da Bélgica, a marca colocou um botão vermelho no meio de uma praça pacata de uma cidade do país. Um sinal com o texto "Aperte para adicionar drama" convidava as pessoas a pressionar o botão. O resultado é pura emoção.




Dove - Retratos da Real Beleza

4,6 milhões de compartilhamentos

Marca: Dove
Agência: Ogilvy Mather
Ano: 2013

No minidocumentário da Dove, o artista forense americano Gil Zamora criou retratos falados das mulheres com base na sua autodescrição, e, depois, de acordo com o testemunho de terceiros. De maneira delicada, o comercial mostrou como as mulheres subsestimavam-se.



MINIONS Go Caroling, Holiday Gift Card Offer - AMC Theatres

3,9 milhões de compartilhamentos

Marca: AMCTheatres
Ano: 2014

Os divertidos personagens amarelos de Meu Malvado Favorito são a atração do comercial de cartão de natal dos cinemas AMCTheatres.




Evian - Baby&Me

3,9 milhões de compartilhamentos

Marca: Evian
Agência: BETC
Ano: 2013

O que acontece quando você põe um monte de bebês fofos e dançantes em um mesmo vídeo? Puro estrondo. Foi essa a aposta da agência parisiense BETC para a campanha da água mineral Evian. Até o fechamento desta matéria, o vídeo contava com pouco mais de 100 milhões de visualizações.





PEOPLE BEING AWESOME

3,4 milhões de compartilhamentos

Marca: Animals Australia
Agência: In house

Esse é um vídeo fofo, simples assim. Produzida para a ong Animals Australia, a campanha mostra pessoas se "desdobrando" para salvar famílias de patinhos que se encontram em situações de risco.




9/11 Budweiser Commercial

3,4 milhões de compartilhamentos

Marca: Budweiser
Agência: DDB, Chicago
Ano: 2002

O vídeo emocionante da Budweiser foi ao ar apenas uma vez na televisão americana durante o Superbowl. Ele faz uma homenagem às vítimas do fatídico 11 de Setembro e também à natureza e as coisas que todos nós tomamos como garantidas em meio à agitação da vida.





Volvo Trucks - The Epic Split feat. Van Damme

3,2 milhões de compartilhamentos

Marca: Volvo Trucks
Agência: Forsman & Bodenfors
Ano: 2013

Neste filme da Volvo, o astro belga Jean-Claude Van Damme realiza sua abertura "espacate" entre dois caminhões da montadora. Tudo para demonstrar a precisão e estabilidade da "Volvo Dynamic Steering", tecnologia que faz com que o modelo Volvo FM seja mais fácil de dirigir.




Getty Images
A onda de demissões surge no momento em que a presidente enfrenta forte pressão para reduzir os custos da empresa


Marcelo Poli, de EXAME.com

        O Yahoo demitiu, na última sexta-feira, entre 100 e 200 funcionários, principalmente no Canadá, conforme informa o site Business Insider. As demissões ocorreram em vários departamentos da empresa. 

De acordo com uma fonte próxima aos funcionários do Yahoo, algumas pessoas estão em estado de choque. 

"Alguns funcionários perceberam algo estranho quando chegaram para trabalhar na última sexta-feira e as salas de conferência 2 e 3 estavam reservadas para o departamento de recursos humanos. Todas as reuniões estavam canceladas”, disse a fonte. 

A mesma fonte afirmou ainda que, no processo de demissão, os funcionários estão sendo indenizados em dois meses, embora seus bônus de 2014 estejam sendo retidos. 

A gestão de Marissa Mayer, atual presidente do Yahoo, classifica as demissões como parte de um realinhamento organizacional ou reestruturação. 

A onda de demissões surge no momento em que a presidente enfrenta forte pressão para reduzir os custos da empresa.

REUTERS/Ueslei Marcelino


Talita Abrantes, de EXAME

        De posts e eventos nas redes sociais até discursos de políticos da oposição e aliados, nos últimos dias a palavra impeachment vem aparecendo com frequência. Mas a presidente Dilma Rousseff realmente corre o risco de ter seu segundo mandato encurtado? 

Um estudo elaborado pela consultoria política Arko Advice mostra que as chances de um impeachment são de 30%. No início do mês, esse índice estava em 15%. Apesar de o aumento significativo, a possibilidade de abertura de um processo para impedir que Dilma termine o seu segundo mandato é bastante remota. 

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, principal desafeto da presidente atualmente, diz que não vê espaço para a discussão de um possível impeachment. 

Na prática, qualquer cidadão pode entrar com uma denúncia contra a presidente por crimes de responsabilidade, mas cabe ao presidente da Câmara dos Deputados julgá-la procedente e abrir uma comissão especial para analisar o pedido. 

Para que o processo de impeachment seja aberto, dois terços dos deputados devem votar a favor da sua instalação. O Senado então deve decidir, na mesma proporção, se o mandato pode ser interrompido ou não. 

No caso do ex-presidente Fernando Collor de Mello, o processo para o impeachment durou cerca de sete meses, desde a instalação da comissão parlamentar mista de inquérito, em 1º de junho de 1992, até a renúncia de Collor, em 29 de dezembro de 1992. 

“O impeachment é uma medida de exceção”, afirma Cláudio Pereira de Souza Neto, professor de Direito Constitucional na Universidade Federal Fluminense (UFF). 


(Valter Campanato/ABr

Michel Temer e Dilma na cerimônia de diplomação do novo mandato. Em caso de impeachment, Temer assumiria 

O momento histórico atual difere (e muito) do Brasil de 22 anos atrás. “O PT não é o PRN. Quando se tirou o Collor, o país estremeceu, mas se reergueu. Se o PT cair, não vai ser fácil”, afirma Humberto Dantas, professor de Ciências Políticas do Insper, em São Paulo. 

"Seria uma situação muito ruim para a democracia brasileira", afirma Renato Janine Ribeiro, professor de Ética e Filosofia Política da Universidade de São Paulo (USP). "No caso de um impeachment, assumiria o vice [Michel Temer], que tem uma visão política diferente da de Dilma. Para a maioria que votou no PT, vai ficar a sensação de que isso está sendo um golpe baixo”, diz Janine Ribeiro. 

Veja, abaixo, o que está em jogo na discussão sobre um possível impeachment da presidente Dilma Rousseff:


O que pode levar a um impeachment? 


“É pelo crime de responsabilidade que se gera o impedimento da continuidade do exercício do mandato”, afirma Antônio Carlos Rodrigues do Amaral, professor de Direito Constitucional da Universidade Presbiteriana Mackenzie. “O mau exercício de um mandato não é causa para um impeachment”. 

Assim, para que o pedido de abertura de impeachment tenha consistência, devem existir evidências de que o mandatário cometeu algum crime comum (como homicídio ou roubo) ou crime de responsabilidade – que envolve desde improbidade administrativa até atos que coloquem em risco a segurança do país. Veja a lista de situações possíveis para o impeachment. 

“Sem um feixe de indícios convergentes não sai processo nenhum”, diz Carlos Ari Sundfeld, da Faculdade de Direito da Fundação Getulio Vargas. 

Já há provas de que a presidente Dilma Rousseff cometeu um crime de responsabilidade? 


Por mais sérias que sejam as acusações dos delatores da Operação Lava Jato, até agora não há qualquer prova de que a presidente Dilma tenha sido conivente com as ações praticadas na Petrobras. Por isso, para dois dos três juristas consultados por EXAME.com, a ideia de impeachment não procede. 

“Seria uma aberração do ponto de vista jurídico a abertura de um processo de impeachment agora”, afirma Souza Neto, da UFF. 


Ricardo Moraes/Reuters

Não é o que o jurista Ives Gandra Martins concluiu em parecer técnico feito a pedido de um advogado ligado ao PSDB. Segundo o jurista, já há elementos suficientes para a abertura de um processo contra Dilma, por improbidade administrativa "não decorrente de dolo [intenção], mas de culpa". Neste caso, culpa implica omissão, negligência, imprudência ou imperícia. 

“A probidade se projeta na capacidade do administrador público em agir com eficiência e competência no exercício do seu mandato”, explica Amaral. “Na medida em que atos praticados pela diretoria de uma empresa de economia mista gerem um prejuízo notável ao patrimônio público, você pode daí eventualmente alcançar pelo crime de responsabilidade”. 

Mas, para que isso aconteça, segundo Sundfeld e Souza Neto, novamente seriam necessárias provas de que a presidente conscientemente se omitiu diante dos desmandos. “A omissão tem que ser concreta. Tem que existir indícios de que houve conhecimento do fato e que se deixou de agir”, afirma Souza Neto. 

“O mero fato de alguém ser presidente da República e ocorrerem irregularidades na administração federal não significa que ele tenha agido com culpa, que tenha sido imprudente, imperito ou negligente”, diz Sundfeld. “A responsabilidade é sempre pessoal”. 

Qual a diferença da atual condição de Dilma Rousseff e a de Fernando Collor?

Agência Brasil/Elza Fiuza
Fernando Collor de Mello deixa Palácio do Planalto: ex-presidente renunciou após sete meses de processo de impeachment

A principal diferença entre o cenário atual e o vivido pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello, há mais de duas décadas, está no fato de o presidente Collor estar envolvido diretamente com os fatos. “Existiam alguns elementos diretamente ligados à figura de Collor”, diz Amaral.

Os depoimentos até agora divulgados pela Operação Lava Jato falam em acusações contra o Partido dos Trabalhadores e o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, além de referências aos ex-ministros José Dirceu e Antonio Palocci, entre outros políticos ligados à sigla da presidente.

Dilma Rousseff também tem contra ela o fato de que esteve à frente do Conselho de Administração da Petrobras entre 2003 e 2010, quando parte dos supostos pagamentos ilegais teria ocorrido na estatal.

“A situação de Dilma é muito delicada. Há um conjunto de elementos ao redor dela. Mas é preciso ter um conjunto de indícios convergentes para abrir o processo de impeachment”, diz Sundfeld.

O YouTube completa 10 anos de existência neste sábado (14). O primeiro vídeo publicado no site, detido pelo Google deste 2006, só apareceu em 23 de abril de 2005. Precisamente às 8h27 pm (horário local),“Me at the zoo” ia ao ar para entrar para a história do maior site de vídeos da internet da última década. Atualmente, os internautas publicam cerca de 300 horas de vídeos por minuto no YouTube.

O vídeo foi gravado no San Diego Zoo, por Yakov Lapitsky, e mostra um jovem falando sobre elefantes, simplesmente ressaltando o evidente fato de que suas trombas são muito, muito grandes. Curiosidade: a resolução máxima do vídeo era de 240p. Recentemente, o YouTube abandonou o Adobe Flash e adotou o HMTL5.

Veja o vídeo a seguir.


Via TecDica

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