02/25/15

Getty Images
Taylor Swift: disco "1989" vendeu 1,2 milhões de cópias em sua primeira semana nos EUA

Da AFP

Taylor Swift, a rainha do country convertida em nova diva do pop, foi oficialmente coroada nesta segunda-feira como a cantora com mais vendas de 2014 - seguida da banda juvenil One Direction e do cantor Ed Sheeran. 

A Federação Internacional da Indústria Fonográfica, a IFPI, disse que Swift foi a artista mais popular do mundo em 2014 se forem contabilizadas as vendas de discos físicos, os downloads e o streaming. 

A cantora dominou as paradas de sucesso no final do ano passado nos Estados Unidos, mas segundo o IFPI também o fez em grandes mercados como Alemanha, Japão e Grã-Bretanha. 

Sem especificar país por país nem números exatos, o grupo contabilizou ao elaborar seu ranking as vendas na América Latina, onde a faixa "Shake It Off" do álbum "1989" também causou frisson. 

O IFPI disse ainda que o enorme sucesso do tema do filme da Disney "Frozen" poderia ter superado o de Swift, mas não incluiu "Let It Go" em sua classificação porque a lista leva em conta artistas individuais. 

A banda britânica One Direction, que liderou esta lista em 2013, ficou em segundo lugar, seguida pelo cantor e compositor britânico Ed Sheeran e as bandas Coldplay e AC/DC. 

Michael Jackson aparece em sexto lugar, apesar do rei do pop ter morrido em 2009. 

O disco "1989" de Swift vendeu no ano passado 1,2 milhões de cópias em sua primeira semana nos Estados Unidos. 

É o maior sucesso de vendas desde o lançamento de "The Eminem Show", do rapper Eminem, em 2002 - ainda levando em conta que, à época, os números gerais de vendas eram muito mais altos que agora, quando a pirataria rouba boa parte do show.

Divulgação

Envolvidos no experimento haviam sofrido lesão grave no plexo braquial, um emaranhado de nervos que conecta a medula espinhal à mão, e passado por cirurgias sem sucesso

Gabriel Garcia, de INFO Online

       Três pacientes com graves lesões nos nervos do braço tiveram suas mãos amputadas e substituídas por próteses controladas por ondas cerebrais.

O procedimento, realizado por pesquisadores da Universidade Médica de Viena, na Áustria, e publicado na revista cientifica The Lancet, é chamado de "reconstrução biônica" pelo médico líder da equipe responsável, o Dr. Oskar Aszmann.

Cada um dos pacientes envolvidos no experimento havia sofrido uma lesão grave no plexo braquial, um emaranhado de nervos que conecta a medula espinhal à mão. Os pacientes já tinham passado por cirurgias que tentaram reparar suas respectivas lesões, sem sucesso.

Antes serem expostos ao procedimento do Dr. Aszmann, os pacientes passaram por uma espécie de "treinamento" de seus organismos e cérebros.

Inicialmente, uma parte do músculo da perna foi enxertada no braço, de forma que o pequeno sinal emitido pelos poucos nervos restantes fosse “amplificado”. Então, os médicos esperaram três meses para que os nervos crescessem nos músculos enxertados.

Os pacientes começaram a treinar o controle desse novo músculo, primeiro usando uma faixa em volta do braço para detectar a atividade cerebral e então usando esse sinal para controlar uma espécie de braço virtual.

Quando os médicos consideraram que os pacientes já estavam prontos para receber a prótese, eles realizaram o procedimento de amputação e implantação da mão biônica.

O procedimento foi bem sucedido, como mostra o vídeo divulgado pela equipe do hospital de Viena. Na gravação, os pacientes conseguem pegar uma bola, servir água de uma jarra e fechar um zíper.

Esta é a primeira vez que pacientes escolheram ter suas mãos amputadas para receberem um membro biônico. Isso facilita o trabalho dos médicos, que conseguiram ganhar tempo para escolher onde realizar o procedimento, ao contrário de pacientes que já chegam ao centro cirúrgico com a mão amputada.

O próximo passo da equipe de Aszmann é gerar nas mãos o senso de tato, algo muito mais complicado. Transmitir sinais elétricos aos nervos responsáveis pelos sentidos é um problema muito mais complexo do que movimentar a mão.

Assista ao vídeo com o resultado do procedimento, publicado pela revista New Scientist:

NASA/CXC/M.Weiss
O buraco negro de grande massa está localizado no coração de um corpo celeste de pequeno diâmetro e grande luminosidade que emite grandes quantidades de radiação

Da EFE

Londres - Um grupo de cientistas descobriu um buraco negro com uma massa aproximadamente 12 bilhões de vezes maior que a do Sol, segundo publicou nesta quarta-feira a revista britânica "Nature".

O buraco negro de grande massa está localizado no coração de um quasar ultraluminoso, um corpo celeste de pequeno diâmetro e grande luminosidade que emite grandes quantidades de radiação.

Após analisar a descoberta, o grupo de astrônomos considera que o buraco negro se originou a cerca de 900 milhões de anos depois do Big Bang, algo que consideraram "particularmente surpreendente".

A descoberta e o estudo posterior foram realizados por uma equipe de astrônomos da universidade de Pequim e coordenado por Xue-Bing Wu, professor do departamento de astronomia dessa universidade.

Xue-Bing Wu e sua equipe realizaram um acompanhamento do quasar utilizando dados de projetos de inspeção e estudos como o SDSS (exploração Digital do Espaço Sloan) e o 2MASS (Reconhecimento em dois micrometros do céu completo).

Além disso, os astrônomos também utilizaram dados do estudo da Nasa Wide-Field Infrared Survey Explorer (WISE), um projeto que lançou um telescópio espacial em 2009 para estudar a radiação infravermelha.

O astrônomo do Max Planck Institute for Astronomy Bram Venemans reagiu em artigo da "Nature" à descoberta e afirmou que "descobrir buracos negros pertencentes ao início dos tempos cósmicos é algo estranho".

Apesar da rareza desta descoberta, Venemans especificou que "a tecnologia atual e futura dará a possibilidade da ciência conhecer as características do universo durante as primeiras centenas de milhões de anos depois do Big Bang".

Segundo a cosmologia atual, a origem do universo se remonta à grande explosão de um ponto de densidade infinita que gerou a matéria, o espaço e o tempo.

Montagem de EXAME.com com foto de divulgação da Apple
Emojis: 300 novos símbolos serão acrescentados ao iPhone, ao iPad e ao Mac


Reprodução
iOS 8.3: entre os novos emojis, há diversas opções de tons de pele


A Apple está adicionando, ao iPhone, ao iPad e ao Mac, novos emojis que representem pessoas de etnias variadas, como negros e asiáticos. É um louvável reconhecimento da diversidade dos seres humanos. Mas alguns veem racismo nisso.

Comentários negativos sobre os emojis têm sido feitos principalmente por asiáticos. Há seis opções de tons de pele nos novos ícones da Apple. Uma dessas cores, amarela, foi interpretada por alguns como correspondente à pele dos orientais. E houve quem achasse o tom amarelo demais.

No Twitter, o usuário Kray Kray escreve: “O tom de pele asiático nos novos emojis da Apple é amarelo intenso. Isso parece mais racista do que pró-diversidade racial.”


Também no Twitter, a usuária Yurie Kwon diz, ao comentar uma notícia do site Mashable: “A Apple está liberando novos emojis com diversidade racial. Mas não estou certa sobre como me sinto sobre aquele emoji asiático ultra-amarelo.” 


Os ícones, na verdade, seguem as recomendações do consórcio Unicode, que estabelece padrões para letras, números, símbolos e outros caracteres em meios digitais. Isso foi apontado por várias pessoas em comentários no Twitter.

A documentação do Unicode explica que, com exceção do amarelo, as cores dos emojis que representam pessoas vêm da escala de tons de pele criada em 1975 pelo dermatologista Thomas Fitzpatrick, da Escola de Medicina de Harvard.

Já o amarelo é a cor indicada para aquele emoji sorridente básico, o smiley. Essa cor é usada desde os anos 60, quando Harvey Ball, desenhista de uma empresa de seguros americana, criou o smiley.

Então, pode até ser que a Apple mude a cor do ícone se houver muita pressão. Mas não parece haver racismo nela.

Bandeira brasileira e Siri em português

A nova coleção de emojis da Apple traz 300 novos símbolos, incluindo mais bandeiras, como a brasileira. Esses novos ícones apareceram primeiro na versão 8.3 do sistema iOS, usado no iPhone e no iPad.

No teclado do iOS 8.3, basta manter o dedo sobre um dos emojis para ver as diversas opções de tom de pele, da mesma maneira que se acentua uma letra.

Outra novidade do iOS 8.3 é que, nele, a assistente falante Siri vai finalmente passar a entender português, além de seis outros idiomas.

Essa edição do iOS ainda está em fase final de desenvolvimento. Deve demorar algumas semanas até ela ser liberada para os usuários. Os mesmos símbolos serão acrescentados à próxima geração do sistema OS X, do Mac. Versões de teste dos dois sistemas foram liberadas para desenvolvedores de aplicativos nesta semana.

Uma dica: se você tem um iPhone ou iPad e não vê emojis no teclado, pode ativar esse recurso no app Ajustes. Para isso, abra o app e toque em Geral > Teclados > Teclados > Adicionar novo Teclado. Selecione, então, a opção Emoji.

(Foto: Reprodução)

Após o Ministério da Justiça cobrar explicações das operadoras sobre a atitude de cortar a internet ao término da franquia em vez de reduzir a velocidade da conexão, como vinham fazendo, chegou a vez de o Procon se manifestar. 

A unidade do órgão no Rio de Janeiro entrou com uma ação na Justiça contra Claro, Oi, Tim e Vivo pedindo uma liminar que garanta o acesso à rede com velocidade reduzida. 

O Procon tomou a iniciativa, segundo a Folha de S.Paulo, por entender que as operadoras alteraram os acordos que mantêm com os clientes de forma unilateral, o que vai contra determinações da Constituição e do Código de Defesa do Consumidor. 

As operadoras só poderiam efetuar a migração para o novo modelo ao término dos contratos atuais. Caso descumpram o pedido, o Procon pede que seja aplicada multa diária de R$ 50 mil. 

Claro, Tim e Vivo disseram à Folha que não foram notificadas sobre a ação, enquanto a Oi respondeu à reportagem que não comenta casos judiciais em andamento.

Diário de Pernambuco

Boy band norte-americana apresenta repertório de sucessos como "I Want it that way" 
Backstreet Boys durante apresentação no Recife em 2011. Crédito: Blenda Souto Maior/DP/D.A Press

Os fãs da boy band Backstreet Boys já podem se preparar para matar a saudade do grupo. Segundo a agenda oficial, eles estão com turnê pela América do Sul, o que inclui uma passagem pelo Brasil, em junho deste ano. O show será realizado no dia 6, no Chevrolet Hall (Salgadinho). A banda passa ainda por Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. Informações sobre ingressos serão divulgadas nos próximos dias.

Grande sucesso no início dos anos 2000, o grupo desembarca no Brasil para divulgar o novo trabalho, In a world like this. A última vez que o quinteto se apresentou no Brasil, foi em 2011, passando por cinco cidades, inclusive, Olinda. No repertório, não devem faltar sucessos como I want it that way.

Confira o Video I want it that way: 

FELIPE PATURY 
Texto do mandato que exige que se tire o Whatsapp do ar (Foto: Reprodução)

Uma decisão judicial pode tirar o Whatsapp do ar em todo o país. O juiz Luiz Moura Correia, da Central de Inquéritos da Comarca de Teresina (PI), determinou que uma empresa de telefonia "suspenda temporariamente até o cumprimento da ordem judicial (...), em todo território nacional, em caráter de urgência no prazo de 24 horas após o recebimento, o acesso através dos serviços da empresa aos domínios whatsapp.net e whatsapp.com, bem como todos os seus subdomínios e todos os outros domínios que contenham whatsapp.net e whatsapp.com em seus nomes e ainda todos números de IP (Internet Protocol) vinculados aos domínios já acima citados". A decisão do juiz Luiz Moura Correia é ainda mais ampla. Ele diz que a empresa de telefonia deve "garantir a suspensão do tráfego de informações de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros de dados pessoais ou de comunicações entre usuários do serviço e servidores da aplicação de trocada de mensagens multi-plataforma denomidada Whatsapp, em que pelo menos um desses atos ocorra em território nacional". O processo corre em segredo de Justiça. A empresa de telefonia luta para cassar a decisão, tomada pelo juiz Luiz Moura Correia em 11 de fevereiro, antes de ser obrigada a cumpri-la. A empresa de telefonia foi comunicada da decisão de Moura Correia em 19 de fevereiro por meio de um ofício do delegado Éverton Ferreira de Almeida Férrer, do Núcleo de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí.

Thinkstock

          O Brasil é um país extremamente violento -- que mata mais do que regiões em guerra -- e vive um quadro de crise da segurança pública que se agravou nos últimos anos. Essas foram as conclusões da ONG Anistia Internacional sobre a situação dos direitos humanos no país. 

A entidade lançou um relatório sobre os direitos humanos em todo o mundo, incluindo o Brasil. Segundo o documento, os casos de violência no país foram marcantes nos últimos dois anos, e já está mais do que na hora de o poder público tomar uma atitude. 

Veja, a seguir, dez violações dos direitos humanos que chamaram a atenção da Anistia Internacional: 


1 – Número de mortes


Segundo a Anistia Internacional, o Brasil tem cerca de 56 mil vítimas de homicídio por ano. “O Brasil é um dos países onde mais se mata no mundo. Convivemos com números de homicídios que superam situações onde existem conflitos armados e guerras. Isso é inadmissível”, afirma Atila Roque, diretor executivo da Anistia Internacional no Brasil, em material enviado à imprensa. 


2 – Repressão a protestos


Um dos destaques do capítulo brasileiro no relatório foram os protestos que tomaram as ruas antes da Copa do Mundo. Segundo a entidade, muitos manifestantes foram detidos de forma arbitrária pela polícia. 

Houve ainda casos de agressão a jornalistas que cobriam as manifestações. Para a Anistia Internacional, isso mostra que nossas polícias ainda não estão preparadas para assegurar os direitos à liberdade de expressão e à manifestação pacífica. 


3 – Violência policial


Para a ONG, a lógica militarizada das polícias brasileiras contribui para manter os elevados índices de mortes violentas. “‘Bandido bom é bandido morto’ é uma filosofia em que todos saem perdendo. Perde o Estado, que coloca a vida de seus agentes de segurança em risco e abre mão de enfrentar o crime com inteligência; e perde a sociedade, brutalizada e acuada pelo medo da violência”, afirma Roque no documento. 

O relatório cita diversos casos de mortes supostamente causadas por policiais. Um deles é o de Claudia Silva Ferreira, baleada por policiais durante uma troca de tiros no Morro da Congonha, no Rio de Janeiro. Quando estava sendo levada ao hospital, na traseira do carro da polícia, Claudia caiu do veículo e foi arrastada por uma distância de 350 metros. 


4 – Condições prisionais


Outro destaque do relatório foram as condições dos presídios. “Superlotação extrema, condições degradantes, tortura e violência continuaram sendo problemas endêmicos nas prisões brasileiras”, diz o documento. 

A Anistia Internacional lembrou o caso do presídio de Pedrinhas, no Maranhão. Em 2013, 60 detentos foram mortos na unidade. No início de 2014, o país ficou chocado com as notícias de presos torturados e decapitados. 


5 – Tortura e maus-tratos


A entidade registrou ainda diversas denúncias de tortura e maus-tratos. O relatório destaca o caso do pedreiro Amarildo de Souza, que foi detido pela polícia no Rio de Janeiro e desapareceu. “Enquanto estava em custódia da Unidade de Polícia Pacificadora local, ele foi torturado até a morte”, diz o documento. 


6 – Impunidade dos crimes da ditadura


A entidade destacou a importância do relatório final da Comissão Nacional da Verdade sobre os crimes praticados pelo regime militar. No entanto, a ONG criticou a Lei de Anistia que, na sua visão, garante a impunidade dos crimes cometidos durante o regime de 1964. 

“Promotores públicos federais que buscavam levar os perpetradores desses crimes à Justiça condenaram a Lei da Anistia como sendo incompatível com os tratados internacionais de direitos humanos. Até o momento, os juízes têm rejeitado esses argumentos”, diz o documento. 


7 – Direitos dos povos indígenas


O relatório também analisou os conflitos por terra envolvendo povos indígenas e comunidades quilombolas. Segundo o relatório, 34 pessoas foram mortas em conflitos por terra em 2013. O texto cita o caso dos índios guarani-kaiowá no Mato Grosso do Sul, que aguardam demarcação de terras desde 2007. Também fala sobre a PEC 215, que pretende transferir para o Legislativo a responsabilidade pela demarcação de terras indígenas. 


8 – Direitos LGBT


Segundo o relatório, apesar de o Poder Judiciário ter autorizado o casamento entre pessoas do mesmo sexo, os homossexuais ainda são vítimas de preconceito e crimes de ódio no Brasil. 

“Lideranças políticas e religiosas continuaram a fazer frequentes declarações homofóbicas”, diz o texto. Segundo a ONG Grupo Gay da Bahia, 312 pessoas foram mortas em crimes de homofóbicos em 2013. 


9 – Criminalização do aborto


A ONG internacional destaca também a questão da criminalização do aborto. “O direito brasileiro permite o aborto em casos de estupro, ameaça à vida da mulher e fetos anencéfalos. Esse conjunto limitado de possibilidades fez com que muitas mulheres recorressem a abortos clandestinos e inseguros”, diz o texto. 


10 – Comércio de armas


Outro ponto destacado é a falta de transparência nas informações sobre exportação de armas brasileiras. Não se sabe, por exemplo, “se armas são exportadas para países onde estão ocorrendo violações de direitos humanos em grande escala”. O texto ressalta que o Brasil assinou, em 2013, o Tratado sobre o Comércio de Armas. No entanto, até o final de 2014 o documento não havia sido ratificado.

AFP/BBC
DA BBC BRASIL

Uma noiva indiana se casou com um convidado do seu próprio casamento depois que o ex-futuro marido teve um ataque epilético no altar e desmaiou.

Segundo o jornal "The Times of India", o noivo, Jugal Kishore, 25, não havia revelado ser epilético à noiva, Indira, 23, e à família dela. Ele caiu em frente aos convidados quando se aproximava dela.

Enquanto Kishore era levado ao hospital, Indira, furiosa, decidiu trocar de marido. Pediu a um homem da família do cunhado, que era convidado da cerimônia, que se casasse com ela. O convidado concordou.

Segundo o jornal, a recusa da noiva em se casar com o pretendente inicial indignou outros presentes na cerimônia, que arremessaram talheres e pratos para forçá-la a rever a decisão.

O incidente ocorreu na cidade de Rampur, no Estado de Uttar Pradesh, no norte da Índia.

Ao retornar do hospital, Kishore pediu a Indira que mudasse de ideia, argumentando que seria alvo de chacota de amigos e parentes se voltasse para casa sem a noiva, mas ela se recusou.

Um porta-voz da polícia local, Ram Khiladi Solanki, disse à BBC que Kishore e sua família fizeram boletim de ocorrência.

"Mas, levando em conta que a noiva está casada agora, o que se pode fazer? Então as famílias resolveram a questão e retiraram o caso da polícia", disse.

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