01/21/15

DA ASSOCIATED PRESS

Um grupo de turistas teve uma grata surpresa ao subir a famosa escadaria do filme "Rocky", na Filadélfia, Pensilvânia (Estados Unidos). A trupe conseguiu uma "selfie" com nada menos que o próprio Rocky, ou Sylvester Stallone, em pessoa.

Peter Rowe afirmou que ele e dois amigos tinham acabado de correr até o topo da escada do Museu de Arte da Filadélfia, no sábado (17) e viram o ator.

"Ele disse, 'Cara, vocês são rápidos. Vocês me fazem parecer ruim!'", contou Rowe nesta terça-feira (20).

Depois disso Stallone posou para uma selfie com o trio, com o punho levantado. "Pareçam durões!", disse o ator, segundo o jovem.

Stallone tornou a escadaria do museu famosa no primeiro filme da franquia sobre o boxeador fictício Rocky Balboa, que usa os degraus como parte de sua rotina de treino. Todos os anos, milhares de pessoas visitam o local para recriar a cena da corrida e tirar fotos com a estátua de Rocky, que foi criada em "Rocky 3 - O Desafio Supremo".

Peter Rowe/Associated Press
Peter Rowe (dir.), Jacob Kerstan (esq.) e Andrew Wright foram os sortudos que fizeram "selfie" em famosa escadaria do Museu de Arte da Filadélfia

Os amigos de Rowe, Jacob Kerstan e Andrew Wright, vieram da Azusa Pacific University, na área de Los Angeles, para visitá-lo. Rowe é um recém-formado que mudou para a área de Lancaster (cerca de 100 quilômetros da Filadélfia.

Apesar de ter estudado em Los Angeles, Rowe disse que nunca tinha encontrado com um famoso.

"Quais as chances de encontrar com ele, essa celebridade, bem aqui?", refletiu sobre o encontro com Stallone, chamando de "experiência surreal".

Porém, Stallone não estava exatamente fazendo turismo na cidade mas filmando "Creed", último (ou mais um?) filme da série protagonizada por Rocky, mas com outro viés.

Creed é o sobrenome do campeão e rival que Rocky derrotou para ficar com o título, que depois virou treinador, depois amigo, depois... Bem, não precisa lembrar de tudo. Em "Creed", Michael B. Jordan interpretará Adonis, neto de Apolo que, evidentemente, contará com a ajuda e conselhos espirituais de Rocky, o de vida eterna. O filme deve chegar aos cinemas só em 2016.

E se ficou com saudade da cena da escadaria, seus problemas acabaram. Veja, reveja:

Marcos Santos/ USP Imagens


Região Norte lidera as perdas: de cada 100 litros tratados, metade (50,8%) se perde


Vanessa Barbosa, de EXAME.com

São Paulo - Já pensou em quanta água se perde no caminho entre a estação de tratamento e a torneira da sua casa? Não é pouca coisa. Um relatório do governo federal revela que nada menos do que 37% da água tratada no Brasil é desperdiçada.

Um quadro imperdoável para um recurso tão precioso e cada vez mais escasso. A título de comparação, na Europa, essa taxa é de 15% e no Japão, de apenas 3%.

Ligações clandestinas, vazamentos, obras mal executadas ou medições incorretas no consumo de água são as principais causas da perda de faturamento das empresas operadoras e dos estados.

Os dados são do Sistema Nacional de Informações de Saneamento Básico do Ministério das Cidades. No levantamento anterior, de 2012, as perdas nacionais eram de 36,9%.

A região Norte é que a lidera as perdas no país. De cada 100 litros de água tratada, metade (50,8%) se perde entre a distribuidora e a casa dos consumidores. Em seguida, aparecem a região Norte com 45% de perdas; o Sudeste (33,4%), o Sul (35,1%) e o Centroeste (33,4%).


Todos os anos, cerca de 20 mil pessoas morrem em decorrência de complicações geradas pelo vírus da gripe Getty Images

Pesquisadores americanos devem começar a testar em humanos uma vacina universal contra a gripe, que combateria todas as mutações do vírus com uma única injeção.

Os cientistas da Icahn School of Medicine, em Nova York, começaram a desenvolver a vacina há três anos, após a descoberta de uma nova subclasse de antivírus.

Quando o corpo entra em contato com o vírus influenza, ele produz naturalmente anticorpos, que são capazes de reconhecer todos os tipos da doença e mutações do vírus.

Nas vacinas convencionais, esses anticorpos são fabricados pelo organismo, mas em pequenas quantidades, que não conseguem protegê-lo contra todas as cepas do vírus.

"Se nós pudéssemos fabricar uma vacina que produzisse esses anticorpos em larga escala, então nós poderíamos criar um tipo de imunidade que forneceria proteção universal da gripe", afirma o professor de bioquímica Matthew Miller, um dos autores do estudo.

Ao contrário das vacinas atuais, que buscam atacar apenas algumas mutações da gripe, a vacina universal cobriria todas as cepas, eliminando a necessidade de vacinações periódicas, além de extinguir pandemias como a H1N1.

Os pesquisadores já testaram a vacina em animais, de forma bem sucedida. A pesquisa, publicada na Journal of Virology, eliminou o último obstáculo para a realização de testes clínicos em pacientes humanos.

As primeiras aplicações em pessoas devem acontecer durante 2015. Se tudo der certo, a vacina universal contra a gripe deve chegar ao mercado entre cinco e sete anos.

Todos os anos, cerca de 20 mil pessoas morrem em decorrência de complicações geradas pelo vírus da gripe.


por AFP



As pessoas que foram hospitalizadas por pneumonia enfrentam um risco maior de ataques cardíacos ou infartos nas semanas ou meses seguintes.

Um estudo publicado pela revista da Associação Médica Americana é o primeiro a se focar apenas em pacientes de pneumonia sem histórico de doenças cardíacas.

Os pesquisadores ainda tentam entender por que o corpo humano fica mais vulnerável depois de uma pneumonia, mas assinalaram que as pessoas que são hospitalizadas por esta doença pulmonar devem considerar possível o risco de sofrer doenças cardiovasculares no futuro.

A pesquisa se baseou em casos de mais de 3.800 pessoas. Um grupo tinha 45 a 64 anos e outro superava os 65.

Ao comparar mais de 1.200 pacientes com pneumonia com 2.500 pacientes do grupo de controle, todos da mesma idade, ao longo de dez anos, os especialistas descobriram que os primeiros tinham um risco maior de sofrer problemas cardíacos.

"No grupo de 65 anos ou mais, o paciente de pneumonia tinha quatro vezes mais possibilidades de desenvolver uma doença cardiovascular nos primeiros 30 dias depois da infecção", indica o estudo.

"No décimo ano, havia menos do dobro de possibilidades".

No grupo mais jovem, o risco de doença cardiovascular foi 2,4 vezes mais alto nos primeiros 90 dias depois da hospitalização por pneumonia, mas este risco já não era tão significativo depois de dois anos.

O estudo mostra que os médicos devem desenvolver um plano de cuidados que leve em conta que os pacientes poderão desenvolver doenças cardiovasculares nas semanas, meses ou anos posteriores à recuperação da infecção, afirmou o principal autor do estudo, Vicente Corrales Medina, especialista em doenças infecciosas do hospital de Ottawa.

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