05/04/13

Empresa tem projeto de otimizar crescente relação on-line entre marcas e artistas


ThinkStock

O segredo, claro, não é segredo algum. Celebridades são pagas para divulgar produtos e serviços no Twitter da mesma forma que em revistas e programas de televisão.

Kim Kardashian, uma das estrelas do reality show norte-americano “Keeping Up with the Kardashians”, negou que ganhe US$ 10.000 por tuite. Mas, ao analisar a lista das celebridades mais ricas da FORBES de 2012, pode-se perceber que ela ganha quase US$ 50.000 apenas por levantar da cama todo dia.

Mas qual a eficiência desse tipo de propaganda? Há alguma repercussão real? Segundo a empresa Adly, a principal plataforma de conexão entre o talento das celebridades e o marketing das marcas, a resposta é “não”.

“Se os consumidores sabem que as celebridades estão sendo pagas para promover produtos nas redes sociais, isso torna a estratégia menos eficaz”, afirma Walter Delph, CEO da Adly. “Alguém se incomoda com uma celebridade em um outdoor? Não.” Mas, segundo ele, os consumidores precisam se acostumar às mídias sociais. As pessoas parecem ter expectativas diferentes quanto às conversas on-line, e é isso que torna tudo tão confuso.

Quando a publicidade não é considerada nas redes sociais, uma espécie de contrato foi assumido entre os fãs e os pensamentos dos seus ídolos: não há nenhuma terceira parte envolvida. Mesmo que, se essa suposição soasse verdadeira no começo do Twitter, hoje pareça no máximo ingênua.

Sofia Vergara, estrela do seriado norte-americano “Modern Family”, é um exemplo. Seu contrato com a Pepsi inclui outdoors, revista, aparições em locais públicos e, claro, redes sociais. Para algumas celebridades, como ela, a web é apenas mais uma etapa do acordo.

Fundada em 2009, a Adly rapidamente conseguiu cerca de 1.000 celebridades e, desde então, tem sido procurada por agentes e publicitários para ajudar a conseguir contatos para os seus clientes. Entre atletas e atores, a empresa tem hoje mais de 2.000 nomes talentosos com ligação com 50 agências que representam cerca de 200 marcas e uma projeção de receita de US$ 5 milhões para este ano.

Neste período, a Adly coletou muitos dados, que se tornaram a nova interação da empresa. O plano é se tornar a grande provedora de índices sobre celebridades. “Queremos identificar produtos que combinem com a forma com o que os astros são conhecidos no universo on-line”, explica Delph. “Com as nossas informações, podemos trazer conhecimento real para um espaço que sempre foi vago sobre o que funciona e o que não funciona.”

Até então, acertar qual o melhor investimento on-line em celebridades tem sido difícil, especialmente porque não há um acompanhamento a longo prazo de feedback, afirma o CEO. Para isso, a empresa pretende licenciar seu produto de forma clara: a celebridade X atinge o consumidor Y na plataforma Z e já fez isso N vezes.

“O fato de que as redes sociais são parte do contrato de Sofia Vergara mostra que o método está se tornando cada vez mais legítimo”, afirma Delph. Seu trabalho é apresentar marcas para celebridades baseando-se no que o público em comum de ambos está fazendo on-line. E, segundo ele, ninguém faz isso melhor que sua empresa.

Empresa pretende se antecipar à concorrente Samsung, que sofre com atrasos


Getty Images
Skott Ahn, chefe de tecnologia da LG (Getty Images)

Há anos, a Samsung e a LG têm testado o mercado com dispositivos flexíveis, sem lançar nada comercialmente. Nesta semana, no entanto, a LG declarou em uma reunião com investidores que lançaria um smartphone com tela OLED flexível no final do ano.


Segundo o portal “The Verge”, o vice-presidente de mobile da empresa, Yoon Bu-hyun, afirmou que está acompanhando de perto a divisão de dispositivos para trazer o produto ao mercado, sem entrar em mais detalhes. Não ficou claro se a novidade virá com o próximo telefone, o Optimus G2, previsto para sair no terceiro trimestre deste ano, segundo o analista Mark Newman, da Bernstein Research. A empresa insinuou que as quatro principais operadoras já têm parceria para trabalhar com o novo modelo.

Enquanto a divisão de TV teve um leve crescimento de 2% no último trimestre de 2012 para 4,1% neste ano, a divisão de smartphones da LG tem ganhado ritmo: a demanda dos aparelhos subiu 10,3 milhões.

No começo do ano, o chefe de tecnologia da empresa, Skott Ahn, afirmou que a LG procura por soluções flexíveis para seus smartphones, incluindo um telefone curvado que se adapta ao formato do rosto.

Ahn, no entanto, questiona se os consumidores querem ou não esse tipo de tela. Estabelecer um prazo final para a apresentação dessa novidade pode ser uma estratégia para obter os recursos necessários antes da concorrência.

No começo do ano, houve rumores de que a Samsung lançaria uma tela de OLED baseada em plástico. A apresentação oficial do chamado YOUM ocorreu na feira CES 2013, em Las Vegas. Mas, atualmente, seus projetos de telas flexíveis estão atrasados.

Segundo um site coreano de notícias “Etnews”, a tecnologia que a Samsung comprou para ajudar a proteger as telas flexíveis de umidade e de danos do ar está atrapalhando seu processo de fabricação. A empresa conseguiu a patente em 2011 ao comprar a Vitex Systems. O portal informa ainda que a coreana está atrás de uma tecnologia mais eficiente.

Defense Distributed pretende liberar os arquivos do protótipo na internet em breve



Michael Thad Carter para FORBES

Há oito meses, Cody Wilson declarou que criaria a primeira arma do mundo inteiramente impressa em 3D. Ele conseguiu.

No começo da próxima semana, o estudante de direito de 25 anos planeja disponibilizar os arquivos de impressão 3D da arma que ele chama A Libertadora no site do seu grupo sem fins lucrativos Defense Distributed, que transforma armas de fogo em arquivos para impressoras de três dimensões.

Todos os dezesseis pedaços do protótipo da Libertadora foram impressos em plástico ABS na impressora Dimension SST, da Stratasys, com exceção de um parafuso usado no percutor. A arma foi projetada para usar balas padrão, com canos intercambiáveis para diferentes calibres de munição.

Tecnicamente, as armas da DD têm outro componente não-impresso: o grupo adicionou uma pequena chapa de metal para não tornar o produto indetectável, o que seria ilegal. Além de tudo, em março, a organização conseguiu a licença de produzir armas nos Estados Unidos.



No entanto, os usuários dos serviços disponibilizados no site podem não se ater às regras. Uma vez que o arquivo for disponibilizado on-line, qualquer um poderá imprimir uma arma na sua garagem, sem número de série, licença ou qualquer coisa do tipo. “Você pode imprimir um dispositivo letal”, afirma Wilson. “É meio assustador, mas é o que queremos mostrar.”


Desde que foi fundado em agosto, o grupo de Wilson procura transformar o maior número possível de componentes de armas em arquivos para impressoras 3D. Até então, essas peças incluem pentes de munição de alta capacidade para AR-15 e AAK-47, assim como a base de um rifle semiautomático AR no qual podem ser acopladas outras peças.

Esses experimentos tornaram Cody Wilson uma das pessoas mais controversas entre a comunidade 3D. Em outubro do ano passado, a fabricante Stratasys retirou a impressora que ele havia alugado quando descobriu o fim do uso.


O congressista norte-americano Steve Israel respondeu às tentativas do grupo com a tentativa de renovar o Undetectable Firearms Act, ato que proíbe que armas de plástico sejam impressas na casa de qualquer um, com novas proibições para componentes.


Toda essa oposição, no entanto, só deixou Wilson com mais vontade de provar que ele consegue imprimir uma arma de fogo. “Todos falam sobre a revolução da impressão 3D. Bem, o que você acharam que iria acontecer quando todos tivessem os meios de produção?”, questiona Wilson. “Estou interessado em ver qual é o potencial real desta ferramenta, será que imprime uma arma?” Parece que sim.

Os oponentes do DD não estão esperando que a arma seja finalizada e seus arquivos, disponibilizados, para agirem. Steve Israel divulgou um comunicado afirmando que a legislação atual será boa para os criminosos que quiserem imprimir armas em casa. “Quando eu comecei a falar de armas de fogo imprimíveis, me disseram que era ficção científica. Agora que essa tecnologia foi provada, nós precisamos agir rápido para estender e bani-las”, diz.

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