01/18/15

Osmairo Valverde 


O impacto que a acne causa nas pessoas é algo realmente sério, podendo destruir a auto-estima de um indivíduo.


Um caso chamou a atenção de autoridades britânicas. Melissa Martin-Hughes, de 18 anos, cometeu suicídio. A jovem era usuária do medicamento Roacutan. Segundo os médicos, o medicamento poderia ter levado Melissa a uma grave depressão.

O que exatamente é o Roacutan?

Trata-se de um medicamento usado em casos graves de acne. Seu princípio ativo, a isotretinoína, é um derivado da vitamina A. Sua ação é baseada principalmente na redução da oleosidade e produção de sebo, bem como controlar as bactérias que causam a acne.

Em alguns casos, o tratamento com o medicamento pode se estender por até 8 meses e deve ser obrigatoriamente prescrito por médicos dermatologistas. Trata-se de uma medicação extremamente eficaz, mas que pode provocar problemas sérios.

A acne severa pode levar seus portadores à depressão. Seria correto receitar um medicamento que pode piorar este problema psicológico?

A depressão no caso de pacientes que usam o medicamento é algo um pouco complicado, pois fica muito difícil separar o que seria depressão derivada de uma pele que destrói a auto-estima de uma que possivelmente seja provocada pelo medicamento.


Melissa Martin-Hughes, 18 anos, vítima de suicídio. Existem rumores que a depressão foi ocasionada ou exacerbada pelo medicamento Roacutan. Foto: Reprodução/Dailymail


Nenhum estudo até o momento provou a causalidade entre o Roacutan e depressão, mas os médicos estimam que exista uma ligação. O Roacutan é semelhante à molécula da vitamina A, por tanto, não está claro o motivo pelo qual esta substância levaria à depressão. Caso um paciente inicie o tratamento com o medicamento e perceber qualquer alteração de humor, deve informar imediatamente seu médico e parar o tratamento ou continuar e obter acompanhamento psiquiátrico.

Por que o medicamento é prescrito se pode ser tão prejudicial?




Isotretinoína, o princípio ativo do medicamento Roacutan


O Roacutan é um medicamento muito eficaz, mas a prescrição fica a cargo de um ato de equilíbrio entre o médico e paciente. Os benefícios e os riscos têm de ser cuidadosamente ponderados: em algumas pessoas os efeitos psicológicos são mínimos ou inexistentes, já a melhoria na pele é algo muito significativo.

Outros tratamentos podem ser eficazes?


Existem outros tratamentos seguros e eficazes, mas mesmo assim pode levar meses até obter resultados satisfatórios, e é necessário rigor no tratamento para que os sinais de melhora apareçam.

Existem antibióticos orais, já para as meninas são recomendados alguns tipos de pílulas anticoncepcionais, amplamente utilizados para este fim. Outras substâncias – peróxido de benzoíla é uma delas – são de ação tópica e também podem oferecer resultados consideráveis em casos de acne de grau leve ou moderada.

Osmairo Valverde

Uma adolescente que passou três anos de sua vida convencida de que estava morta, foi diagnosticada com síndrome considerada incrivelmente rara.


Haley Smith, 17, sofreu com a Síndrome de Cotard, também apelidada de Síndrome do Cadáver Ambulante.

Seus portadores acreditam genuinamente que estão mortos e seus corpos já não existem. Alguns chegam ao extremo de morrerem “de verdade” por não se alimentarem, porque pensam que mortos não devem ingerir alimentos.

O problema tem cura, porém é necessário um intenso trabalho terapêutico e controle psiquiátrico e psicológico. Haley só recuperou a compreensão do que estava acontecendo com auxílio profissional e assistindo filmes da Disney.

Os primeiros casos da Síndrome de Cotard surgiram em 1788 e foram identificados pela primeira vez através do trabalho do neurologista francês Jules Cotard em 1880.

Por ser extremamente rara, poucos casos foram descritos e acompanhados na literatura médica. Dentre eles, o caso de uma mulher de 53 anos, moradora de Nova York que, em 2008, afirmava que fedia como um peixe podre porque seu corpo estava em decomposição “após sua morte”.

Assim como o transtorno bipolar ou a esquizofrenia, Cotard é uma psicose delirante e é a única forma conhecida desse tipo.

Os que apresentam o problema, frequentemente, dizem não ter órgãos, não ter sangue no corpo e perda imaginária de partes do corpo.

Esta realidade distorcida é causada por um defeito em uma área do cérebro chamada giro fusiforme. Esta região é responsável pelo reconhecimento de rostos. Também apresentam problemas na região da amígdala - um conjunto em forma de amêndoa, formada por neurônios que processam as emoções.
Após voltar à consciência e controlar seus delírios, Haley pretende ajudar outros portadores da síndrome, não somente onde mora, no Alabama, estado americano, mas em qualquer parte do mundo.

“Um dia estava na aula de inglês e eu tive a sensação muito estranha de que estava morta e eu não conseguia tirar isso da minha cabeça. Fui na enfermaria da escola e fiquei perplexa porque não encontraram nada de errado comigo”, disse ela.

“Quando voltei para casa, senti vontade de ir ao cemitério, só para ficar próximo de pessoas como eu, que também estavam mortos. Mas, como não vi ninguém nas covas, voltei para casa e tentei dormir”, complementou.

Ela ainda disse que ao acordar, sentia-se normal, mas a sensação de morta voltou em poucas horas: “Eu estava fazendo compras e meu corpo ficou dormente e eu deixei tudo cair no chão. Eu senti como se estivesse ficando louca”.

A sensação de estar morta durou mais de 2 anos até que ela tivesse coragem de procurar ajuda em um psiquiatra. Ao total, foram 3 anos de angústia!

Hoje, ela está curada e finalizou, dizendo: “Ser um cadáver foi a experiência mais bizarra da minha vida, mas estou muito feliz porque eu consegui sair viva”.

 Osmairo Valverde

A ideia surgiu quando dois estudantes de Portugal, saíram nas ruas de Lisboa com uma câmera na mão.

Eles perguntaram a vários moradores de rua quais eram os seus sonhos, aquilo que sempre tiveram vontade que um dia se realizasse. O resultado do projeto foi emocionante, mostrando que todos nós, independentemente da situação que se encontra, nutri sonhos dentro de si.

O projeto, chamado “Sempre Quis Ser”, mostra 10 pessoas retratadas em preto e branco, segurando um quadro com aquilo que sempre sonharam e nunca se cumpriu. É realmente impressionante, visto que boa parte deles estão à margem da sociedade, e muitos evitam se quer olhar para suas direções ao caminhar pelas ruas.

Os jovens conversaram longamente com cada pessoa, para entender suas trajetórias de vida e como foram parar nas ruas. Uma das mais comoventes é a de uma senhora, professora, que foi abandonada pelas próprias filhas. Casos de pessoas que imigraram para Portugal em busca de uma vida melhor e não conseguiram, também era comum entre eles.

O resultado do trabalho, você confere abaixo:














Foto: Divulgação


Aparelhos nos voos
(Foto: Divulgação)

A questão é polêmica, mas falar ao celular durante voos ainda não é algo considerado seguro. Tanto que, embora órgãos de controle de aviação venham liberando o uso dos aparelhos pelo mundo, o envio de voz e dados ainda está vetado.

A Agência Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) já anunciou que as companhias aéreas estão autorizadas a dar permissão aos clientes. Então a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que seguiria os americanos, só não tem uma data para isso.

"Nem tudo foi liberado. Não são celulares, apenas equipamentos para ler e escrever. Transmitir dados e voz ainda não pode", comenta Ronaldo Jenkins, diretor de Segurança e Operações de Voo da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear).

Pesquisadores entendem que os gadgets autorizados não são capazes de causar interferências que comprometam a segurança do voo, o que não é o caso da transferência de dados ou voz.

O problema é algo chamado interferência eletromagnética, uma questão que varia muito e pode ocorrer o tempo todo ou nunca. "Não é algo matemático", explica Jenkins. Ele citou o caso em que uma criança causou, sem querer, alterações no marcador de combustível com um Gameboy em pleno voo. "Quando os meninos desligaram o jogo, o marcador voltou ao normal."

Em São Paulo, por exemplo, é difícil usar o celular no entorno do aeroporto de Congonhas, que fica no meio da cidade, por causa das interferências de sinal.

No caso da liberação da FAA, a agência deixou claro que em situações de baixa visibilidade, durante as aproximações de precisão para pouso, a tripulação deverá instruir que todos os passageiros desliguem qualquer aparelho eletrônico que esteja sendo usado. Porque quando se depende de sinais eletrônicos para guiar a aeronave, os dispositivos podem causar problema.

Se você também que saber tudo sobre tecnologia, precisa conhecer o Oi Como Faz. Lá você encontra respostas e pode postar suas dúvidas sobre tudo que move o mundo digital. Confira no vídeo abaixo:

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