09/25/15

Creatas Images/Thinkstock
Mulher lê algo em tela do computador no escritório

Rebecca Greenfield, daBloomberg

As mulheres têm pouca representação em cargos de liderança por diversas razões: são estereotipadas como sendo menos competentes que os homens, não são tão agressivas quanto eles e, além disso, existe uma percepção de que elas não conseguem liderar e manter uma família ao mesmo tempo.

Agora, uma pesquisa da Faculdade de Negócios de Harvard adiciona mais um motivo à lista: as mulheres não ocupam cargos de liderança simplesmente porque não querem esses postos tanto quanto os homens.

A pesquisa, publicada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), incorpora nove estudos realizados em vários grupos de alto desempenho. Combinadas, as pesquisas indicam que as mulheres dão menos valor ao poder que os homens e os estudos tentam explicar o fenômeno.

Em um dos estudos, realizado com 650 pessoas recentemente formadas em um MBA, os pesquisadores pediram que os participantes classificassem seu cargo atual no setor, seu cargo ideal e o cargo mais elevado ao qual poderiam chegar, de um ponto de vista realístico.

As mulheres não mostraram dúvidas de que podiam “realisticamente atingir” o mesmo nível de sucesso dos homens, mas listaram cargos ideais mais baixos.

Outro dos estudos ajuda a explicar essa descoberta, sugerindo que as mulheres fazem associações mais negativas ao poder do que os homens.

“As mulheres esperam que os cargos de alto nível sejam acompanhados por mais estresse, sobrecarga, conflitos e dilemas difíceis”, disse Alison Wood Brooks, coautora do trabalho e professora assistente de Administração de Empresas em Harvard.

Mais objetivos na vida

Uma explicação pela qual o poder estressa as mulheres é que elas têm menos tempo para atingir um número maior de objetivos.

Em outro dos nove estudos, os pesquisadores pediram que cerca de 800 adultos trabalhadores classificassem seus objetivos, definidos como “coisas que ocupam seus pensamentos rotineiramente, coisas com as quais você se importa profundamente ou coisas que motivam seu comportamento e suas decisões”.

As mulheres consultadas não apenas listaram mais objetivos, mas uma proporção menor desses objetivos foi relacionada a atingir o poder.

“No momento, é mais provável que as mulheres tenham mais objetivos na vida, porque perseguir objetivos de carreira e de família simultaneamente é um conceito relativamente novo para as mulheres”, acrescentou Brooks.

Em outras palavras, as mulheres se sentem mais inclinadas a ter tudo isso que os homens, que listaram menos objetivos pessoais, e isso significa ceder em algo.

“Espero que essas descobertas levem pessoas e gestores a perguntarem [aos trabalhadores sobre suas preferências]”, disse Francesca Gino, outra coautora do trabalho.

“Algumas mulheres podem se importar profundamente com o poder, outras não. Algumas podem enxergar muitos aspectos negativos. No caso dessa última categoria, conversar a respeito pode levar a identificar oportunidades que possam remover parte desses aspectos negativos”.

DaniloAndjus
Vício com o smartphone: 33% disseram usar o aparelho sempre ou com muita frequência enquanto comem

Do AdNews

Para alguns é apenas um aparelho, mas para muitos, trata-se de algo essencial e indispensável. Basta olhar em volta, nas ruas, bares e restaurantes e ver quantas pessoas estão com os olhos e dedos na tela dos seus smartphones para perceber que talvez esteja na hora de nos perguntarmos: será que não estamos exagerando?

Para entender o comportamento dos brasileiros quanto ao uso dos smartphones e o sentimento em relação ao gadget, a Expertise, empresa de pesquisa de mercado e de opinião, preparou o estudo "Hábitos relacionados ao Smartphone".

Foram entrevistados 1.574 internautas acima de 16 anos, de ambos os sexos, de todas as classes sociais e moradores de 512 cidades de todas as regiões do país, durante o mês de setembro.

A primeira pergunta da entrevista já mostra a importância que o aparelho tem na vida das pessoas: 42% dos internautas afirmam que preferem ficar 24h sem águaou energia elétrica em sua residência do que ficar 24h sem o smartphone.

Com relação ao tempo que passam conectados à internet, 45% mencionaram manter a internet conectada no wi-fi 3G ou 4G o tempo todo; 22% utilizam tanto wi-fi quanto 3G ou 4G, mas não ficam conectadas o tempo todo; 21% utilizam a internet apenas no wi-fi de casa ou do trabalho; 6% usam a internet apenas em lugares que possuem wi-fi, mas pedem a senha quando estão em bares ou restaurantes; apenas 5% mencionaram ficar desconectados a maior parte do tempo e só usar a internet quando precisam.

O término da bateria do celular é motivo de ansiedade e nervosismo para 51% dos brasileiros, assim como para 39% dos entrevistados a falta de sinal wi-fi, 3G ou 4G gera stress.

O mesmo acontece com 49% dos respondentes que se veem sem sinal de telefone para a realização de ligações.

Ainda, 41% das pessoas que participaram da pesquisa admitiram que não vivem sem o smartphone e 61% disseram que não voltariam a ter um telefone comum, que apenas efetuasse e recebesse ligações.

A pesquisa também quis entender a frequência com que as pessoas verificam a tela do celular durante o dia.

Curiosamente, 18% dos brasileiros só pegam o smartphone quando precisam utilizá-lo ou quando recebem chamadas e notificações; 17% mencionaram verificar o telefone, em média, a cada hora; 38% admitiram que checam a tela do smartphone diversas vezes por hora; 16% ficam praticamente o tempo todo mexendo no celular e 11% checam o smartphone poucas vezes por dia.

A cama parece ser o local preferido para uso do celular para muitos dos entrevistados.

65% disseram navegar no celular sempre ou com muita frequência quando já estão deitados para dormir e 51% usam o celular sempre ou com muita frequência assim que acordam, antes mesmo de levantar da cama.

Além disso, 37% disseram verificar sempre ou com frequência o celular quando acorda durante a madrugada. E 63% dos entrevistados afirmaram que o smartphone é muito importante na sua vida.

Outro aspecto interessante da pesquisa tem relação com o efeito crossmedia. 57% dos participantes do levantamento disseram que têm o costume de assistir televisão sempre ou com muita frequência ao mesmo tempo em que mexem no celular.

A pesquisa também revela que o risco de tropeções ou trombadas é eminente para 34% dos entrevistados, já que eles admitiram que sempre, ou com muita frequência, costumam usar o telefone enquanto andam a pé.

O perigo também ronda a vida dos brasileiros que infringem as leis de trânsitoenquanto dirigem: 4% dos entrevistados sempre fazem uso dos smartphones enquanto dirigem e 3% o fazem com muita frequência.

O hábito de usar o smartphone enquanto está conversando com outra pessoa é comum para 29% dos entrevistados, que disseram fazê-lo sempre ou com muita frequência.

O mesmo acontece durante as refeições: 33% disseram usar o aparelho sempre ou com muita frequência enquanto comem.

A ida ao banheiro também abre a possibilidade de uso do smartphone. Para 37% dos entrevistados esse é um hábito bastante frequente ou diário.

Os respondentes também foram convidados a contar sobre como lidam com as notificações dos apps. 64% dos entrevistados permitem envio de notificações apenas dos aplicativos mais usados ou considerados importantes por eles.

29% disseram que todos os aplicativos do smartphone emitem notificações e 4% desabilitam todas as notificações do aplicativo, pois causava alguma irritação.

Além disso, 26% disseram parar tudo o que estão fazendo para verificar o que chegou sempre que recebem uma nova notificação; 43% param para checar dependendo do que estão fazendo, mas admitem ficar ansiosos e curiosos enquanto não leem; 29% só veem as notificações do smartphone na hora que podem ou quando não há nada mais importante para fazer e 2% dos respondentes mencionaram não receber notificações ou ficar desconectados a maior parte do tempo.

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