05/31/14

Para quem não abre mão do Chrome e quer continuar baixando filmes "Torrent" por ele, aqui esta uma Boa Alternativa para contornar o problema, Assista o Video Abaixo:



Observação: para uma melhor resolução e entendimento Do Video Siga os Passos 1 e 2                     

 Passo 1: Vá No Desenho de configurações
Passo 2: Mude a resolução do video de "Automático" para 480p


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'Anos Incríveis', a série que mostrava o cotidiano a família Arnold no final dos anos 80 e começo dos 90, vai finalmente ser lançado em DVD, 21 anos após o seu fim.

Os fãs de 'Anos Incríveis' - assim como eu - ganharam o dia. O elenco principal se reuniu e divulgou várias fotos nas redes sociais. O encontro teve um motivo muito especial: a gravação dos extras para o box oficial e completíssimo com todas as seis temporadas do seriado, que finalmente vai sair até o fim de 2014.

Para quem não sabe, até o momento, 21 anos após o último episódio ter sido exibido na TV, o custo muito alto dos direitos autorais da trilha sonora foi um empecilho para que tal compilação fosse feita. 'Anos Incríveis' retratava a vida de um garoto, Kevin Arnold (interpretado por Fred Savage), no subúrbio de uma cidade dos Estados Unidos. Isso tudo nos anos 60, onde havia a guerra do Vietnã, os hippies de Woodstock e até um homem pisando na lua pela primeira vez.

E, com esses e outros acontecimentos históricos de pano de fundo, eram grandes clássicos da música que embalavam as situações em que Kevin se metia nas relações com sua família, amigos, garotas, professores, colegas de trabalho etc.

Pois Savage, Josh Saviano (Paul Pfeiffer), Danica McKellar (Winnie Cooper), Jason Hervey (Wayne Arnold), Dan Lauria (Jack Arnold), Alley Mills (Norma Arnold) e Olivia D’Abo (Karen Arnold) mataram as saudades de seus companheiros de elenco - a série ficou no ar entre os anos de 1988 e 1993 - e registraram esse encontro com divertidas imagens que você pode conferir no início deste post em uma galeria.

Agora é esperar ansiosamente o resultado da reunião e seus depoimentos sobre esse clássico da TV no box especial que está por vir.

Após questionar o valor da conta de celular e avaliar negativamente o serviço de atendimento, consumidora do Reino Unido recebeu mensagem ofensiva da empresa


Orange: companhia teria dito que leva a questão "muito seriamente"

No Reino Unido, depois de contestar a sua fatura de celular, uma cliente da Orange recebeu uma resposta nada formal — nem agradável — da empresa.

A mensagem dizia: "você é muito patética. Você não consegue pagar a sua conta e culpa outras pessoas por isso. Você é patética demais".

Segundo o The Daily Mail, Emma Towsend havia ligado para a companhia para questionar por que a conta da linha que ela tem junto com o namorado havia chegado com o preço de 110 libras (cerca de R$ 412), valor mais alto do que o normal, em abril.

Ela teria sido informada pelo atendente de que, em março, um problema no débito automático teria causado o não pagamento da fatura e, por isso, o valor teria sido acrescentado ao mês seguinte.

Ao fim da conversa, Emma recebeu uma mensagem solicitando que ela avaliasse o serviço de atendimento ao consumidor. Ela, então, teria dado a nota 1 (de 10) para cada uma das perguntas feitas.

No dia seguinte a tudo isso é que chegou para a consumidora a mensagem ofensiva, que a deixou "chocada", conforme relatou ao The Daily Mail.

Segundo o tabloide, a empresa diz que está enfrentando a questão "muito seriamente" e com prioridade. Um porta-voz teria pedido desculpas à cliente e garantido que a Orange está investigando o ocorrido e que tomará a atitude apropriada.

Outros casos

Aqui no Brasil, a Claro passou por uma situação parecida, no fim do ano passado.

A operadora precisou demitir dois funcionários quando um assinante de serviços de TV recebeu sua conta em nome de "otário chorão", depois de reclamar sobre uma promoção da companhia.

Tema foi abordado por Humberto Ribeiro da Rocha (IAG/USP), durante conferência do programa BIOTA-FAPESP


Gelo derretendo: como os recursos hídricos estão desigualmente distribuídos, há regiões com problemas de desabastecimento

São Paulo – Eventos climáticos extremos, como estiagens prolongadas, fortes tempestades e ondas de calor ou frio intenso, devem se tornar mais frequentes à medida que a temperatura do planeta se eleva – o que poderá impactar a disponibilidade dos recursos hídricos disponíveis nos grandes centros urbanos brasileiros.

A avaliação foi feita pelo pesquisador Humberto Ribeiro da Rocha, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG/USP), durante palestra apresentada no terceiro encontro do Ciclo de Conferências 2014 do programa BIOTA-FAPESP Educação, realizado no dia 24 de abril, em São Paulo.

De acordo com Rocha, a oferta de água no Brasil é – na média – muito maior do que a demanda. Com uma vazão de 5.660 quilômetros cúbicos de água por ano (km³/a), os rios brasileiros concentram cerca de 12% da disponibilidade hídrica mundial. A população consome em torno de 74 km³/a – menos de 2% da quantidade ofertada. Mas, como os recursos hídricos estão desigualmente distribuídos, há regiões com problemas de desabastecimento.

“Cerca de 80% dos recursos hídricos estão concentrados na Bacia Amazônica, enquanto há regiões com muito pouco, como o sertão nordestino, onde só é possível sobreviver graças aos grandes açudes”, afirmou.

Enquanto no Nordeste e no norte de Minas Gerais a falta de chuva é a principal causa da escassez hídrica, acrescentou o pesquisador, nos grandes centros urbanos como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Goiânia o problema é o adensamento populacional.

“Há uma grande dificuldade de consolidar sistemas de abastecimento que acompanhem o crescimento populacional e a demanda dos setores industrial e agrícola. Todos trabalham no limite e, quando há um evento climático extremo como a estiagem que afetou São Paulo no último verão, o abastecimento entra em crise”, avaliou.

Embora em escala global seja estimado um aumento de 10% no volume de chuvas com o aquecimento global, resultante principalmente da maior evaporação do oceano, determinadas regiões poderão sofrer com estiagem.

“A redistribuição de calor no oceano pode formar piscinas quentes e frias – o que distorce o regime de chuvas no continente. Pode passar a chover mais em certas regiões e menos em outras”, afirmou Rocha.

De acordo com o pesquisador, o veranico (altas temperaturas e escassez de chuvas) que afetou São Paulo no início de 2014 foi causado pela formação de uma piscina de água quente na região tropical do Atlântico. “Por algum motivo, as frentes frias que costumam esfriar a água do oceano não chegaram. A piscina foi se aquecendo cada vez mais e bloqueando a entrada de novas frentes frias. A temperatura do oceano é um fator de grande impacto no regime de chuvas do continente”, disse.




BIOTA Educação



O ciclo de conferências organizado pelo Programa de Pesquisas em Caracterização, Conservação, Restauração e Uso Sustentável da Biodiversidade do Estado de São Paulo em 2014 tem como foco os serviços ecossistêmicos. Mais um encontro está programado para este semestre, com o tema “Biodiversidade e ciclagem de nutrientes” (um exemplo é a influência da biodiversidade sobre a poluição e o equilíbrio de dióxido de carbono e oxigênio na atmosfera).

A iniciativa é voltada à melhoria do ensino da ciência da biodiversidade. Podem participar estudantes, alunos e professores do ensino médio, alunos de graduação e pesquisadores. Mais informações sobre os próximos encontros estão disponíveis em www.fapesp.br/8441.

Mais de 40 pesquisadores brasileiros e britânicos se unem em força-tarefa para estudar áreas alteradas pelo homem na Mata Atlântica e na Amazônia


Floresta tropical: equipe esteve reunida pela primeira vez entre os dias 26 e 29 de março na cidade de São Luiz do Paraitinga

São Paulo – Entender como a crescente ocupação da floresta tropical pelo homem poderá impactar a biodiversidade, os serviços ecossistêmicos e o clima local e global é o principal objetivo do Projeto Temático “ECOFOR: Biodiversidade e funcionamento de ecossistemas em áreas alteradas pelo homem nas Florestas Amazônica e Atlântica”, que reúne mais de 40 pesquisadores brasileiros e britânicos.

A pesquisa é realizada no âmbito do programa de pesquisa colaborativa “Human Modified Tropical Forests (Florestas Tropicais Modificadas pelo Homem)”, lançado em 2012 pela FAPESP e pelo Natural Environment Research Council (NERC), um dos Conselhos de Pesquisa do Reino Unido (RCUK, na sigla em inglês).

A equipe, formada por 16 pesquisadores sêniores, seis pós-doutorandos, 12 colaboradores e nove estudantes, esteve reunida pela primeira vez entre os dias 26 e 29 de março na cidade de São Luiz do Paraitinga, no Vale do Paraíba (SP).

“Nessa primeira reunião, definimos detalhadamente os protocolos de trabalho. A ideia é que todos os dados sejam gerados com a mesma metodologia, de forma que seja possível integrá-los em um modelo do impacto da fragmentação sobre a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos.

Foi o grande pontapé inicial do projeto”, contou Carlos Alfredo Joly, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador do Programa de Pesquisas em Caracterização, Conservação, Restauração e Uso Sustentável da Biodiversidade (BIOTA-FAPESP).

De acordo com Joly, toda a coleta de dados será realizada no Brasil. A equipe brasileira estará concentrada principalmente em regiões de Mata Atlântica situadas na Serra do Mar e na Serra da Mantiqueira, enquanto a equipe britânica centrará seu foco na Floresta Amazônica. Já a análise e a interpretação dos dados serão feitas de forma compartilhada tanto no Brasil como no Reino Unido.

“A ideia é ampliar significativamente a participação de estudantes brasileiros na pesquisa, que abre um leque de opções para trabalhos de mestrado e doutorado com alta possibilidade de realização de estágios no Reino Unido”, avaliou.

Segundo Jos Barlow, pesquisador da Lancaster University (Reino Unido) e coordenador do projeto ao lado de Joly, alguns estudantes britânicos também planejam fazer pós-doutorado em instituições paulistas.

“Os alunos e pós-doutorandos do Reino Unido vão precisar passar bastante tempo no Brasil, onde será feita toda a coleta de dados. Ou então focar seu trabalho na análise de dados de sensoriamento remoto e sistemas de informações geográficas (SIG). E, claro, os resultados serão publicados em conjunto, com a liderança vinda de ambos os países”, disse.

Malásia

O trabalho de investigação na Floresta Amazônica e na Mata Atlântica correrá em paralelo a outro projeto financiado pelo NERC desde 2009 em Bornéu, na Malásia. Nesse caso, o objetivo é estudar e comparar áreas de floresta primária (bem conservadas), áreas com exploração seletiva de madeira e regiões que sofreram profunda fragmentação.

“Dentro do possível, os dados gerados aqui no Brasil deverão ser comparáveis aos dados gerados na Malásia. Para assegurar essa integração foi estabelecido um comitê que reúne pesquisadores dos dois projetos”, contou Joly.

“Não seguiremos exatamente o mesmo desenho da pesquisa desenvolvida na Malásia, pois aqui temos situações diferentes. Mas os dois projetos visam estudar como as mudanças no uso da terra, que inclui extração de madeira, queimadas e fragmentação do habitat, alteram o funcionamento da floresta tropical, principalmente no que se refere à ciclagem de matéria orgânica e de nutrientes. Também queremos avaliar como essas alterações estão relacionadas com os processos biofísicos, a biodiversidade e o clima”, explicou Simone Aparecida Vieira, pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais (Nepam) da Unicamp.

De acordo com Vieira, a equipe brasileira adotou o Parque Estadual da Serra do Mar como uma espécie de “área controle” da pesquisa e os dados lá coletados pelo Projeto Temático Biota Gradiente Funcional serão comparados com as informações oriundas dos fragmentos e das florestas secundárias existentes na região que vai de São Luiz do Paraitinga até a cidade de Extrema, em Minas Gerais.

“Na Amazônia, temos um grande conjunto de áreas em estudo. Um dos focos é a região de Paragominas, que tem um histórico de extração madeireira. E inclui também Santarém, onde vem avançando a agricultura, principalmente a soja”, contou Vieira.

Os pesquisadores farão inventários florestais, coletando dados como quantidade de biomassa viva acima do solo, densidade da madeira, diâmetro e altura das árvores, quantidade de serapilheira (camada formada por matéria orgânica morta em diferentes estágios de decomposição) e diversidade de espécies vegetais e animais.

“Um dos objetivos é investigar o estoque de carbono nessas áreas e de que forma ele é alterado com os diferentes usos. Depois vamos relacionar esse dado com a mudança em relação à diversidade de espécies que ocorrem nessas áreas, trabalhando principalmente com um levantamento de espécies de árvores e de aves”, explicou Vieira.

A coleta de dados deve seguir pelos próximos quatro anos. Na avaliação de Vieira, está sendo criada uma estrutura que poderá ser mantida após o término do projeto, se houver novo financiamento. “O ideal é acompanhar os processos de mudança no longo prazo para entender de fato como essas áreas estão se comportando diante das pressões humanas e das mudanças climáticas”, disse.

Joly concorda. “O projeto vai estabelecer uma rede intensiva de monitoramento de áreas que vão desde florestas intactas até florestas altamente fragmentadas e alteradas pelo homem. Isso permitirá avaliar as correlações entre biodiversidade e funcionamento de ecossistemas, tanto na escala local como regional e global – quando estiverem integrados os dados da Mata Atlântica, da Floresta Amazônica e da Malásia”, disse.

Os resultados obtidos, acrescentou Joly, permitirão também o aperfeiçoamento de políticas públicas para promover o pagamento de serviços ambientais, como os de proteção a recursos hídricos e de estoques de carbono.

Entre as instituições envolvidas na pesquisa estão Lancaster University, University of Oxford, University of Leeds, Imperial College London, University of Edinburgh, Unicamp, Universidade de São Paulo (USP), Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Museu Paraense Emílio Goeldi, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Universidade de Taubaté e a Fundação Florestal da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

O cantor sul-coreano Psy está prestes a entrar no livro dos recordes nesse fim de semana com sua música Gangnam Style



PSY, do hit Gangnam Style: vídeo tornou-se um fenômeno ao ser lançado em 2012

San Francisco - O cantor sul-coreano Psy está prestes a entrar no livro dos recordes nesse fim de semana com sua música "Gangnam Style", que deve passar de 2 bilhões de visualizações no YouTube.

Será a primeira vez que essa marca será atingida. "Baby", do cantor canadense Justin Bieber, tornou-se em fevereiro o único outro vídeo a ser visto mais 1 bilhão de vezes.

"Duas bilhões visualizações, são números muito honoráveis e pesados", afirmou Psy, em um comunicado compartilhado pelo YouTube com a AFP.

"Com a apreciação, vou voltar em breve com novos conteúdos alegres!", acrescentou.

No canal oficial do cantor, o clipe já foi visto mais de 100 milhões de vezes neste ano.

Ao meio-dia de sexta-feira (horário local da Califórnia, onde fica o YouTube), faltavam menos de 500.000 visualizações para a marca ser batida.

O vídeo tornou-se um fenômeno mundial ao ser lançado em julho de 2012, chamando a atenção para o gênero sul-coreano conhecido como "K-Pop".

Somente 3% das visualizações, entretanto, vieram do país natal do cantor.

Além de torná-lo mundialmente conhecido, seu estilo de dança (semelhante a uma pessoa cavalgando) foi imitado e parodiado à exaustão.

O "Gangnam" no título da música se refere ao bairro mais rico de Seul, rodeado de estabelecimentos luxuosos e frequentado por celebridades. Muitos veem a canção como uma crítica ao estilo de vida dos moradores do local.

A música seguinte de Psy, "Gentleman", bateu o recorde de visualizações em um dia: 38 milhões, em 14 de abril de 2013.

Doador anônimo desencadeou uma caça ao tesouro em San Francisco ao esconder envelopes cheios de notas em lugares improváveis


Pessoas procuram por dinheiro escondido em um parque de Los Angeles

Los Angeles - Um doador anônimo de dinheiro que desencadeou uma caça ao tesouro em San Francisco ao esconder envelopes cheios de notas em lugares improváveis e fornecer pistas sobre a localização pelo Twitter mudou as suas operações para Los Angeles, causando um frenesi com a primeira leva de dinheiro.

O doador desconhecido colocou o envelope perto de uma fonte no Griffith Park na noite da quarta-feira. A televisão local veiculou imagens de uma multidão procurando freneticamente o dinheiro.

"O que era para ser uma caça ao tesouro em San Francisco ficou muito maior que San Francisco e mais do que uma caça ao tesouro", disse o misterioso benfeitor na sua conta no Twitter, @HiddenCash.

O doador, que tem mais de 330 mil seguidores no microblog até a manhã desta sexta-feira, revelou pouco sobre sua identidade, mas escreveu que teve a ideia enquanto jantava com um amigo na semana passada, como uma forma divertida de devolver à comunidade.

"Tem havido grandes multidões ultimamente. Por favor, andem e dirijam com cuidado", escreveu.

"Uma jovem mulher correu bem na frente do meu carro dias atrás. Vou fazer o meu melhor para escolher lugares que são seguros, mas por favor, usem o bom senso e tenham cuidado."

O filantropo secreto disse que também tem recebido muitos e-mails pedindo ajuda financeira desde o início do jogo, mas não pode responder e estava instituindo um "apagão da mídia" nas próximas semanas.

Ele começou a postar no Twitter suas pistas para os últimos envelopes na manhã desta sexta-feira.


Hidden Cash @HiddenCash Seguir
Me: "Did you hear about this guy handing out free cash? I heard it on the news" Bank teller: "Free cash? No man, ain't no such thing" Ha ha!
8:56 PM - 30 maio 2014
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Um artigo sobre a pesquisa foi publicado na revista Science. O estudo analisou as taxas de extinção passadas e presentes


Fóssil de dinossauro: "Estamos à beira da sexta extinção", disse um dos líderes do estudo

Espécies de plantas e animais são extintas mil vezes mais rápido do que acontecia antes dos seres humanos existirem. E o problema não acaba por aí. Segundo cientistas, o mundo está à beira de sua sexta extinção em massa.

Um artigo sobre a pesquisa foi publicado na revista Science. O estudo analisou as taxas de extinção passadas e presentes.

Então, descobriu que a taxa era mais baixa no passado do que o imaginado.

O ritmo de extinção era de uma espécie a cada 10 milhões por ano. Hoje, são de 100 a cada 1000 por ano.

"Estamos à beira da sexta extinção", disse o biólogo da Universidade de Duke Stuart Pimm, um dos líderes do estudo.

"Se nós vamos conseguir evitar o fenômeno ou não vai depender de nossas ações".

Segundo os pesquisadores, a combinação de vários fatores fazem as espécies desaparecerem muito mais rápido do que antes. A principal é a perda de habitat.

Isso significa que as espécies não encontram lugar onde viver por causa das alterações feitas pelos humanos no meio ambiente.

Há também outros fatores, como as mudanças climáticas, que interferem nos locais onde as espécies podem sobreviver.

O sagui é um bom exemplo. Seu habitat diminuiu por causa do desenvolvimento do Brasil. Agora, ele está na lista internacional das espécies vulneráveis.

O tubarão branco também costumava ser um dos predadores mais abundantes na Terra. Mas a espécie foi tão caçada que agora são raramente é encontrada.

Até agora, a grande maioria da vida do mundo acabou cinco vezes nas chamadas extinções em massa, muitas vezes associadas com ataques de meteoritos gigantes.

Cerca de 66 milhões de anos atrás, um dessas extinções matou os dinossauros e três em cada quatro espécies na Terra. Cerca de 252 milhões anos atrás, um evento apagou cerca de 90% das espécies do mundo.

Mas os cientistas envolvidos no estudo acreditam que há esperança. O uso de smartphones e aplicativos podem ajudar pessoas comuns e biólogos em busca de espécies em perigo.

Uma vez que os biólogos sabem onde espécies ameaçadas de extinção estão eles podem tentar salvar habitats e usar a reprodução em cativeiro e outras técnicas para salvá-las.

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