03/29/12

A vítima de um ataque com ácido no Paquistão, Fakhra Younus, que passou por dezenas de cirurgias para tentar corrigir os danos em seu rosto cometeu suicídio em Roma, onde fazia tratamento.

A ex-dançarina de 33 anos pulou da janela do sexto andar do prédio onde morava no dia 17 de março e o corpo chegou no Paquistão para o sepultamento no domingo (25) em Karachi, reiniciando a polêmica a respeito do caso.

Fakhra foi supostamente atacada pelo marido, Bilal Khar, um ex-parlamentar paquistanês e filho de um político importante do país.

Eles foram casados durante três anos até que Fakhra o deixou, alegando abuso físico e verbal. Ela contava que tinha ido para a casa da mãe e, enquanto dormia em uma noite do ano 2000, Khar entrou na casa e teria despejado ácido em seu rosto.

Khar foi julgado e absolvido das acusações, mas muitos no Paquistão acreditam que ele usou suas ligações com o poder para poder escapar de uma condenação, algo que seria comum no Paquistão.

A morte de Fakhra ocorreu menos de um mês depois de uma cineasta paquistanesa Sharmeen Obaid-Chinoy ter conquistado o primeiro Oscar concedido ao país, o prêmio de melhor documentário de curta-metragem, com o filme de 52 minutos Saving Face, que conta justamente o drama das mulheres atacadas com ácido no Paquistão.

TERCEIRO CASAMENTO

Fakhra Younus era uma adolescente e dançarina na área de prostituição da cidade de Karachi quando conheceu o marido Bilal Khar, filho de Ghulam Mustafa Khar, ex-governador da província do Punjab.

Bilal Khar, na época com mais 30 anos, iniciou então com Fakhra seu terceiro casamento.

Em uma entrevista concedida à televisão paquistanesa logo após o suicídio de Fakhra, Khar novamente negou ter atacado a ex-mulher e sugeriu que outro homem, com o mesmo nome, teria cometido o crime. Khar também afirmou que Fakhra cometeu o suicídio porque não tinha dinheiro, e não devido aos ferimentos no rosto.

Em uma de suas últimas entrevistas, concedidas em fevereiro, Fakhra afirmou que paquistaneses poderosos tratam cidadãos comuns com brutalidade e "não sabem o quanto eles tornam dolorosa a vida dos outros".

Fakhra vivia na Itália e o governo italiano pagava pelo tratamento dela, além de dar dinheiro para que vivesse no país e pudesse manter o filho de outro relacionamento na escola.

"A parte mais triste é que ela percebeu que o sistema no Paquistão nunca iria dar alívio (a ela). Ela estava totalmente decepcionada (com o fato) de que não havia justiça para ela", disse Nayyar Shabana Kiyani, ativista da organização paquistanesa de defesa das mulheres The Aurat Foundation.

DIREITOS HUMANOS

O departamento de direitos humanos do partido paquistanês PPP também se manifestou depois do suicídio de Fakhra.

A coordenadora central do departamento, Nafisa Shah, disse ao jornal "Pakistan Observer" na terça-feira (27) que a morte de Fakhra é o reflexo do estado do sistema de Justiça criminal do Paquistão, que não identificou e nem puniu os responsáveis pelo ataque.

"Como, 12 anos depois, o principal acusado, responsável por desfigurar Fakhra Younus, está usufruindo de liberdade absoluta, é uma questão que temos que fazer", disse.

O criador e diretor da empresa de vendas on-line Amazon, Jeff Bezos, disse ter encontrado os motores de propulsão que levaram ao espaço a missão Apollo 11 --a primeira incursão do homem à Lua.

Em seu blog, Bezos diz que uma equipe de cientistas patrocinados por ele achou os cinco motores de propulsão com ajuda de técnicas avançadas de sonar. Eles estavam 4,3 mil metros abaixo da superfície do oceano Atlântico.

Bezos, que é bilionário, dedica-se à pesquisa de assuntos relacionados a missões espaciais. Ele disse ter planos para retirar pelo menos um dos motores do fundo do mar, mas não revelou nenhum detalhe sobre como eles foram achados.

Ele também não divulgou como foi comprovado que os equipamentos de fato pertencem à missão Apollo 11.

Muitos equipamentos de missões espaciais do passado estão no fundo do mar, e são difíceis de serem localizados.

Nasa - 20.jul.1969/France Presse

Foto do astronauta Edwin "Buzz" Aldrin de 20 de julho de 1969, quando a Apollo 11 e seus tripulantes chegaram à Lua


Os motores F-1 achados pela equipe de Bezos foram usados no foguete gigante Saturn V, que conduziu o módulo da Apollo 11 da Terra até o espaço. Eles queimaram por algum tempo após o lançamento e depois se desacoplaram do módulo, caindo no Atlântico.

'MARAVILHA MODERNA'

Ao anunciar a descoberta em seu site dedicado ao assunto --o bezosexpeditions.com o empresário disse que os F-1, usados originalmente em 1969, ainda são uma "maravilha moderna". Eles tinham potência de 32 milhões de cavalos de potência e consumiam quase três toneladas de combustível por segundo.

"Eu tinha cinco anos de idade quando assisti à Apollo 11 na televisão e, sem nenhuma dúvida, foi uma grande motivação em minhas paixões por ciência, engenharia e exploração", escreveu Bezos.

"Nós ainda não sabemos em que condições estes motores podem estar --eles atingiram o oceano em alta velocidade e ficaram por mais de 40 anos na água salgada. Por outro lado, eles são feitos de material resistente, então teremos que esperar para ver."

NASA

Caso consiga recuperar um dos F-1, Bezos disse que vai pedir permissão da Nasa --que ainda é proprietária dos equipamentos-- para expor o material em um museu em Seattle, a sua cidade natal.

Um porta-voz da Nasa disse que a agência espacial americana está muito "animada" com a descoberta, mas que ainda não recebeu nenhuma informação oficial por parte de Jeff Bezos.

Alguns equipamentos das missões da Apollo 11 --como o módulo principal de comando tripulado pelos astronautas Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins-- estão em exibição permanente no Museu Nacional de Ar e Espaço Smithsonian, em Washington.

O bilionário americano --criador da Amazon, uma das mais bem-sucedidas empresas da internet-- é conhecido por sua paixão por assuntos relacionados à exploração espacial. Em 2000, ele fundou uma empresa de viagem espacial, a Blue Origin, que recebeu financiamento da Nasa para desenvolver voos comerciais à órbita do planeta.

LUIZA BANDEIRA
DE SÃO PAULO
A superbactéria KPC, resistente à maior parte dos antibióticos, avançou nos hospitais desde o surto de 2010.

No Distrito Federal, principal foco das infecções naquele ano, as notificações de casos aumentaram 68% de 2010 (426) para 2011 (715). Segundo a Secretaria de Saúde do DF, 56 pessoas morreram.

No Espírito Santo, eram sete os casos confirmados em 2010. Em 2011, o número subiu para 37, nos três primeiros meses deste ano, 15. Nove pessoas morreram.

Santa Catarina tinha registrado três casos até outubro de 2010, quando, por causa do surto, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pediu aos Estados que enviassem dados sobre KPC. Depois disso, houve 43 casos e três mortes.

Como a KPC normalmente atinge pessoas com doenças graves, não é possível dizer que todas as mortes foram causadas pela superbactéria.

Outros Estados que em 2010 não tinham relatado casos à Anvisa também já têm registros. No Ceará, foram 103 casos suspeitos no ano passado. Neste ano, já há 45. Duas pessoas morreram.

Segundo a Anvisa, o primeiro caso de infecção hospitalar causada por KPC no Brasil foi registrado em 2005.

A superbactéria existe em hospitais porque nesses ambientes há uso frequente de antibióticos, o que favorece o aumento da resistência. Entre as recomendações para evitá-la estão o isolamento de pacientes infectados e o controle da higiene hospitalar.

Minas Gerais, São Paulo e Goiás também registraram casos em 2010. Em Minas, houve uma ligeira queda no números da infecção (12 em 2010, 11 em 2011).

São Paulo, que registrou 70 pessoas infectadas em 2010, não forneceu dados do ano passado. Goiás também não informou dados de 2011.
Editoria de Arte/Folhapress



PREVENÇÃO

A Secretaria de Saúde do DF afirmou que dá cursos para profissionais de hospitais. Segundo a pasta, apesar do aumento no número de casos, houve queda em alguns locais, o que mostraria que não há uma endemia.

A coordenadora de controle de infecção de Santa Catarina, Ida Zoz, disse que o treinamento de funcionários para evitar a contaminação foi reforçado e que o aumento de registros pode ter ocorrido porque a notificação dos casos foi reforçada em 2010.

Espírito Santo e Ceará também dizem que pode ter havido subnotificação antes de 2010. Segundo a Anvisa, nenhum Estado registrou surtos neste ano ou em 2011.



Um "manual de sobrevivência" distribuído a calouros do curso de direito da UFPR (Universidade Federal do Paraná) causou indignação de alunos. O livreto de oito páginas afirma que mulher "tem a obrigação de dar" e que não pode ser parcelado.

A informação é da reportagem de Jean-Philip Struck publicada na edição desta quinta-feira da Folha. A reportagem completa está disponível a assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

O material afirma ainda que se uma garota disser "vamos com calma", o aluno deve dizer "não pode o devedor obrigar o credor a receber parte em uma prestação e parte em outra", segundo um trecho do artigo 252. E conclui: "Ela vai ter que dar tudo de uma vez".

O livro foi produzido pelo PDU (Partido Democrático Universitário), grupo que até 2011 comandava o centro acadêmico local, e começou a ser distribuído neste mês.

O estudante de direito André Arnt Ramos, presidente do PDU, disse à Folha, por e-mail, que o manual era uma "piada" e que não tinham a intenção de ofender ninguém". "Peço desculpas se isso aconteceu", disse Ramos.

Editoria de Arte/Folhapress



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