08/15/14


(Foto: reprodução)

Começou ontem uma brincadeira entre altos executivos de grandes empresas de tecnologia, em que cada um deles desafia mais três executivos a jogar um balde de água gelada sobre a própria cabeça ou doar US$ 100 para para pesquisas contra a ALS, esclerose lateral amiotrófica, uma doença cerebral degenerativa. Claro, também há a opção de fazer os dois ao mesmo tempo.

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg já aderiu à brincadeira, além de Satya Nadella, CEO da Microsft, Dick Costolo, CEO do Twitter e Phillip Schiller, vice-presidente da Apple. Tim Cook, da Apple; Bill Gates, da Microsoft, e Reed Hastings, da Netflix, foram outros a aderirem ao desafio. Larry Page e Sergey Brin, fundadores do Google, também aderiram juntos à brincadeira.

Ficam abaixo todos os vídeos (ou fotos) dos executivos que aceitaram o desafio:

Primeiramente, Mark Zuckerberg:




Logo depois veio Satya Nadella, da Microsoft:





E agora o CEO da Apple, Tim Cook, que desafiou o rapper Dr. Dre:



Em seguida, foi a vez de Bill Gates finalmente se molhar, respondendo ao desafio de Zuckerberg:



Larry Page e Sergey Brin, fundadores do Google, responderam a Satya Nadella, da Microsoft. Cada um levou um balde de gelo na cabeça:



Reed Hastings, da Netflix, também topou o desafio:



Caso mais algum gigante da tecnologia venha a se molhar pelo bem da caridade, publicaremos aqui.  

ice-bucket-mark
Lembra daqueles desafios que um tempo atrás estavam bombando no Facebook? Tinha um que consistia em tomar um copo de cerveja, outro tinha a ver com pó de canela…Sabe? Enfim, você acha coisa de gente desocupada?
Pois saiba que até Mark Zuckerberg entrou na brincadeira. Nos Estados Unidos, tá rolando um desafio que chama “Ice Bucket” challenge:  o desafiado tem que jogar um balde com gelo na cabeça. Ouch! Pois é, Mark não só fez a brincadeira como também desafiou três pessoas. E olha só quem são: Bill Gates, Sheryl Sandberg, do Facebook, e Reed Hastings, CEO e fundador do Netflix.
O motivo pelo qual ele fez o “ice bucket challenge” é bem digno: o desafio foi criado pela ALS Association (associação que arrecada fundos para tratar da Doença de Lou Gehrig) e quem não cumprir tem que doar para a associação.




E a campanha deu certo! Pouco mais de uma duas semanas depois de que o Ice Bucket Challenge começou, a ALS Association já arrecadou mais de US$ 5.5 milhões (12 milhões de reais), com mais de 150 mil pessoas doando. Pra se ter uma noção, o mesmo período no ano passado arrecadou 32,000 dólares.
E não foi só Mark Zuckerberg que topou o desafio: Chris Christe (político famoso nos EUA) também o fez. Já Barack Obama, preferiu doar. Tá aí uma ótima ideia por uma boa causa! Será que a moda pega aqui no Brasil?

Via TIME

Celeide estava internada no Memorial São José e sofreu uma parada cardíaca nesta sexta-feira (15)

 Celeide e o filho, Roberto, durante o velório do Rei, na Assembleia Legislativa, em 20 de dezembro. Foto: Teresa Maia/DP/D.A Press

Morreu, na manhã desta sexta-feira (15), aos 67 anos, a viúva de Reginaldo Rossi, Celeide Neves, oito meses após o falecimento do Rei do Brega. A notícia foi confirmada pelo amigo da família José Roberto e pelo empresário de Rossi Sandro Nóbrega.

Celeide estava internada no Memorial São José desde a última quarta-feira. Ela foi socorrida após passar mal, por volta das 11h, e internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) depois um princípio de infarto. Na tarde de quinta-feira (14) passou por uma angioplastia. E nesta sexta-feira (15), não resistiu após sofrer uma parada cardíaca.

A família aguarda o retorno do único filho do casal Roberto Rossi. Ele é ator e mora no Rio de Janeiro. O empresário de Rossi Sandro Nóbrega, já confirmou que o velório será realizado no sábado (16), a partir das 10h, e o sepultamento, no domingo (17), às 11h, ambos no Cemitério Morada da Paz. O corpo de Celeide será sepultado no mesmo jazigo onde está Reginaldo Rossi.
Em 2000, ao lado de um dos discos do marido. Foto: Roberto Pereira/Esp. DP/D.A Pres

Prefeitura de Paris anunciou que vai retirar os cadeados do amor colocados por turistas nas pontes da capital

Luis Torres de la Llosa, da

Getty Images

Pont des Arts, em Paris: em junho, parte da ponte desmoronou pelo peso dos cadeados


Paris - A Prefeitura de Paris anunciou nesta segunda-feira que vai retirar os "cadeados do amor" colocados pelos turistas nas pontes da capital, que se tornaram um problema devido ao peso excessivo, que ameaça as estruturas.
De início, apenas os cadeados dos locais mais problemáticos serão retirados, declarou à AFP Aurelien Perol, do serviço de imprensa da Prefeitura.

Em junho, 2,4 metros da grade da Pont des Arts, que atravessa o Sena entre o Louvre e a Academia Francesa, desmoronaram pelo peso dos cadeados.

As duas grades que caíram foram substituídas temporariamente por placas de madeira.

Os cadeados serão retirados "dos locais onde começam a causar problemas, quando as grades não podem mais suportar o peso", explicou o porta-voz municipal.

Na quarta-feira, a prefeitura também colocará adesivos nas pontes de Paris com pedidos para que os casais substituam os cadeados do amor por selfies e imortalizem seu carinho com fotografias.

Os adesivos estimulam as pessoas a publicar suas fotos em um site (lovewithoutlocks.paris.fr) ou no Twitter com a hashtag #lovewithoutlocks. A campanha será lançada em francês, inglês e espanhol.

"Nossas pontes não resistirão ao seu amor. Sem mais cadeados. Manifestem seu amor no site lovewithoutlocks.paris.fr", indicam os adesivos.

Um concurso também vai recompensar no dia 18 de agosto as melhores fotos publicadas noInstagram.

Plano de eliminação em etapas

"Esta é a primeira operação de um plano mais global para acabar com esta prática e substituí-la por outra", disse Perol.

Para a eliminação definitiva dos cadeados - em uma data ainda não revelada - os arquitetos municipais estão projetando novas grades "com superfícies mais lisas" ou nas quais não será mais possível prender suas lembranças com cadeados.

Os cadeados começaram a se proliferar a partir de 2012 em várias cidades do mundo.

Eles surgiram em Moscou, Sydney, Colônia (Alemanha), Nova York, Cingapura, Montevidéu e até na Grande Muralha da China.

Em Paris, duas americanas apaixonadas pela capital francesa lançaram em março uma campanha na internet contra esta moda que, segundo elas, prejudica a qualidade de vida.

O site nolovelocks.com, criado por Lisa Anselmo e Lisa Taylor Huff, declarou guerra aos polêmicos cadeados - e, ao que parece, venceu. Segundo elas, os cadeados são um símbolo da estupidez globalizada e amplificada pelas redes sociais.

Após ser eleita prefeita de Paris em março, a socialista Anne Hidalgo anunciou ter encarregado seu vice, Bruno Juilliard, de iniciar uma "reflexão e propor alternativas artísticas, solidárias e ecológicas".

Segundo a assessoria da Aeronáutica, as duas horas de áudio gravadas e já analisadas por peritos do Cenipa não correspondem ao voo de Campos

Alex Rodrigues, da

Divulgação/YouTube/Aeronáutica

Caixa-preta do avião que caiu matando sete pessoas em Santos, entre elas Eduardo Campos

      O gravador de voz do jato Cessna 560XL em que viajava a comitiva do candidato doPSB à Presidência da República, Eduardo Campos, e que caiu quarta-feira (13), em Santos(SP), não registrou as conversas ou sons ambientes durante o último voo da aeronave.

Segundo a assessoria da Aeronáutica, as duas horas de áudio gravadas e já analisadas por peritos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) não correspondem ao voo em que Campos e mais seis pessoas morreram.

A Aeronáutica explicou que, como o gravador de voz, o chamado Cockpit Voice Recorder, não registra a data em que as conversas ocorreram, ainda não é possível afirmar em que voo os dados já obtidos foram gravados. “As razões pelas quais o áudio obtido não corresponde ao voo serão apuradas durante o processo de investigação”, informa nota da Aeronáutica. “É importante ressaltar que os dados obtidos no gravador de voz representam apenas um dos elementos levados em consideração durante o processo de investigação, não sendo imprescindíveis para a identificação dos possíveis fatores contribuintes”.

Proveniente do Rio de Janeiro, o avião da comitiva do ex-governador de Pernambuco caiu por volta das 10h de quarta-feira (13) em uma área residencial da cidade de Santos. Quando se preparava para o pouso, a aeronave arremeteu devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com o avião. Os dois tripulantes e os cinco passageiros morreram.

Onze pessoas que moravam ou estavam próximos ao local do acidente sofreram ferimentos e tiveram que ser atendidas em unidades hospitalares. O único ferido que ficou internado, uma criança de 1 ano e meio, deixou a Santa Casa de Misericórdia de Santos nesta manhã.



Ice Bucket Challenge” (“Desafio do Balde de Gelo”, em tradução livre) tem o objetivo de consolidar-se como viral internet afora. A intenção da nova moda é arrecadar fundos para uma campanha de combate à esclerose lateral múltipla (ELA), doença degenerativa progressiva e fatal que afeta os neurônios motores e, por conseguinte, também as células do sistema nervoso central.

Ontem (14), Mark Zuckerberg, CEO e fundador do Facebook, jogou um balde de água gelada em si mesmo (assista ao vídeo aqui). E na tarde dessa quinta-feira, Tim Cook, CEO da Apple, aceitou o desafio de nobre causa – o executivo aparece "tomando banho" a partir dos 2 minutos no vídeo acima.
O desafio

Não apenas celebridades têm participado da iniciativa. Pessoas de todo o globo estão engajadas no suporte às pesquisas acerca da ELA. E o mecanismo do “jogo” é bastante simples: todo aquele que se submete ao banho gelado tem o direito de desafiar três pessoas. Doações são feitas por quem despeja sobre si mesmo um balde com gelo e água – quem não aceita o desafio doa cerca de US$ 100.

O montante arrecadado é enviado à ALS Association – órgão norte-americano dedicado ao estudo da doença que atende também pelos codinomes “doença de Lou Gehrig” e “doença de Charcot”. Entre 29 de julho e 12 de agosto, mais de US$ 4 milhões já tinham sido coletados pela instituição – como nomes famosos agora têm se destacado, espera-se que as pesquisas rumo à descoberta de tratamento eficaz e, quiçá, uma cura à ELA sejam alavancadas com ainda mais força.



Executivos como Mark Zuckerberg, Satya Nadella, Phill Schiller e Dick Costolo são alguns dos nomes que compões o quadro de participantes do “Desafio do Balde de Gelo”. Demais personalidades também engajaram-se à causa: Justin Timberlake, Jimmy Fallon, The Roots, Matt Lauer, Martha Stewart, e Chris Christie são algumas delas. Até mesmo Barack Obama, presidente dos EUA, foi desafiado; o político doou dinheiro e não participou do viral.

FONTE(S)
The Verge
YouTube/Apple
IMAGENS
NyDailyNews

Morte de Robin Williams e Fausto Fanti levantam a questão sobre a doença que atinge mais de 350 milhões de pessoas no mundo


Luciana Carvalho, de

Alessia Pierdomenico/Files/Reuters

Robin Williams: agente disse que ele lutava contra a depressão nos últimos tempos


No final de julho, o humorista Fausto Fanti, da dupla Hermes e Renato, também tirou sua própria vida, possivelmente devido a depressão

             A depressão fez mais uma vítima nesta semana. De acordo com a polícia da Califórnia, tudo indica que o ator Robin Williams tenha se suicidado por asfixia, na última segunda-feira, aos 63 anos. O vencedor do Oscar por “Gênio Indomável” e artista consagrado por filmes como “Sociedade dos Poetas Mortos” e “Patch Adams - O Amor é Contagioso” lutava contra a depressão e o vício em cocaína e álcool.

A notícia pegou o mundo inteiro de surpresa e levantou a importante questão que gira em torno dessa doença. Se não for tratada a tempo, ela pode ter um desfecho tão triste quanto o de Williams ou do humorista Fausto Fanti, que, no final de julho, também tirou a própria vida, possivelmente, em decorrência do sofrimento psíquico.

Na opinião do médico Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, políticas públicas voltadas para esse problema e um tratamento da mídia sem tabus poderiam ajudar a evitar consequências graves.

“Ao contrário do que se pensa, as pessoas não vão se matar se a mídia falar mais sobre o suicídio. O importante é a orientação sobre isso. Deve-se falar disso para prevenir”, afirma. Todos os anos, a ABP realiza uma caminhada no dia 10 de setembro para lembrar o “dia mundial da prevenção ao suicídio” e, nos locais em que acontece esse tipo de ação, segundo ele, a incidência tem parecido menor.

O psiquiatra diz que, em cada 100 pessoas com depressão grave, 15 cometem suicídio. O número é preocupante, mas pode ser revertido se preconceitos forem combatidos e informações forem divulgadas.

A seguir, você confere fatos que todo mundo deveria saber para lidar melhor com o problema.

Depressão é uma doença, não “frescura”

Uma das principais dificuldades enfrentadas por quem sofre de depressão é entender e fazer com que os outros entendam que ela não é “frescura”, mas uma doença, como hipertensão ou diabetes.

Isso significa que precisa ser tratada por um psiquiatra, capaz de orientar e, se necessário, medicar adequadamente o paciente. A psicoterapia em conjunto pode ser muito útil, mas o tratamento médico é essencial.

Preconceito só atrapalha a cura
“Psiquiatra é médico de louco e eu não estou doido”. Esta frase, lembrada por Silva, resume boa parte do preconceito que ainda existe em torno da depressão, dos transtornos mentais e até mesmo dessa especialidade da medicina. Por vergonha ou medo de que conhecidos fiquem sabendo, pacientes evitam procurar ajuda ou perdem um apoio importante dos entes queridos.

Com um amigo deprimido, não adianta só conversar

Outro efeito nocivo do tabu é a desconsideração da gravidade do quadro. Muita gente acredita, por exemplo, que basta conversar com a pessoa deprimida para resolver o problema. Nada mais ilusório.

É claro que o apoio, o consolo e a compreensão são estritamente necessários, mas frases como “Calma, vai passar” ou “Deixa isso para lá” não acrescentam e, dependendo da situação, podem ser prejudiciais. Se o paciente estiver com ideias suicidas, por exemplo, a melhor forma de ajudar é incentivá-lo a ir ao médico.

E falar coisas como “Poxa, mas você não está nem tentando ficar feliz” ou “Você poderia se esforçar mais para melhorar” é, na opinião do médico, maldade. “Isso é a mesma coisa que, se você usa óculos, alguém pedir para que tire as lentes e ordenar que enxergue tudo sem elas”, afirma o psiquiatra.

Os sintomas podem ser físicos e psíquicos


A tristeza e o desânimo podem ser sintomas da depressão, mas não são os únicos. De acordo com Antônio Geraldo da Silva, é possível haver sinais físicos, como perda ou ganho de peso, dores inexplicáveis no corpo e insônia ou sonolência em excesso.

Entre os sintomas psíquicos estão: desânimo intenso, cansaço, apatia, falta de vontade de fazer suas tarefas, falta de prazer, de alegria, choro fácil, temperamento explosivo, irritabilidade.

O diagnóstico, claro, precisa ser feito pelo médico, já que a chamada “síndrome depressiva” tem sintomas que podem ser confundidos com outras enfermidades, como o hipotireoidismo ou o hipertireoidismo.

Qualquer pessoa pode ter depressão

Assim como grande parte das outras doenças, a depressão não “escolhe” alvos específicos. Segundo o psiquiatra, homens e mulheres, crianças, adultos e idosos podem ser acometidos pelo mal.

Esse fato vai de encontro com outro preconceito muito comum: o que diz que “pessoas bem-sucedidas ou ricas não deveriam ficar deprimidas”. Por esse raciocínio, quem não tem motivos aparentes para sofrer deveria ser imune.

A realidade, no entanto, é mais complexa. Há pessoas que têm mais propensão à doença devido à genética. Há outras que podem sofrer com o problema devido a suas condições de vida e o ambiente em que convivem.

De acordo com o médico, fatores como o uso de álcool e drogas, uma rotina muito estressante e noites sem dormir podem aumentar a incidência da enfermidade.

Depressão é uma das principais causas de afastamento do trabalho

Apesar de todo estigma existente em torno da depressão, ela é uma das principais doenças que acometem a humanidade atualmente. Dados de 2013 divulgados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam que mais de 350 milhões de pessoas no planeta têm depressão – o que representa 5% da população mundial.

De acordo com estudo publicado na revista científica PLOS Medicine, no ano passado, ela é a segunda maior causa de invalidez, no mundo, ficando atrás apenas das dores nas costas.

Antônio Geraldo da Silva estima que 20% das pessoas já tiveram, têm ou ainda terão a doença ao longo da vida. Por isso, ele ressalta a importância de falar mais sobre o tema, dentro das empresas, na família, nos governos e na sociedade como um todo.

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