11/01/12

Por Gerry Shih

SAN FRANCISCO, 31 Out (Reuters) - Enquanto o furacão Sandy castigava a Costa Leste dos EUA, afetando a rede elétrica e as conexões de internet, milhões de moradores recorreram ao Twitter, em parte para se informar, em parte para pedir socorro.

Mas a rede social também se tornou terreno fértil para trotes que disseminavam boatos ou fotos manipuladas, como a que mostrava a bolsa de Nova York inundada.

A bolsa desmentiu o fato, mas só depois de o tuíte ser replicado incontáveis vezes, chegando até a ser noticiado pela CNN, num episódio que mostra como o serviço de microblogs se tornou um meio essencial nas grandes coberturas da mídia, ainda que altamente falível.

Desde a noite de domingo, autoridades dos EUA vêm usando o microblog para orientar moradores sobre a desocupação de áreas ameaçadas. Quando a tempestade chegou, as linhas do telefone 911 (emergências) ficaram congestionadas em Nova York, levando muitos moradores a enviarem mensagens para a conta do Corpo de Bombeiros no Twitter (@fdny) pedindo informações e socorro para pessoas ilhadas.

Emily Rahimi, que, segundo os bombeiros, gerencia sozinha a conta @fdny, encaminhou com tranquilidade dezenas de pedidos de ajuda, ao mesmo tempo em que orientava usuários com dúvidas sobre ligar para o serviço 311 (atendimento não-emergencial da prefeitura) ou para a empresa elétrica ConEd.

Na sede norte-americana da Cruz Vermelha, em Washington, uma pequena sala batizada de Centro de Operações Digitais contém um mosaico com seis monitores mostrando atualizações do Twitter e Facebook, e um "mapa de calor" mostrando a origem das postagens, balizando a mobilização de recursos da entidade.

"Percebemos que podemos realizar a missão da Cruz Vermelha a partir das redes sociais", disse Wendy Harman, diretora de estratégia social da agência, que na terça-feira recebeu uma rápida visita do presidente Barack Obama.

Por causa da tempestade, o Twitter criou a página de evento chamada #Sandy -- formato antes reservado apenas a grandes eventos patrocinados, como a Olimpíada ou as corridas da Nascar. A ideia é que a página congregue pessoas que procuram informações sobre o evento, exibindo tuítes selecionados (manualmente ou por um algoritmo) de contas oficiais, como a do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, e do governador de Nova Jersey, Chris Christie, que esteve particularmente ativo na rede durante a tempestade.

(Reportagem adicional de Jenifer Ablan e Felix Salmon em Nova York)

Por Ronald Grover e Lisa Richwine

LOS ANGELES, 31 Out (Reuters) - O acordo de 4 bilhões de dólares da Walt Disney para comprar a Lucasfilm, de George Lucas, --a terceira maior aquisição de entretenimento da Disney em sete anos-- começou a tomar forma em maio de 2011, quando o criador de "Star Wars" teve de mostrar ao presidente-executivo da Disney, Bob Iger, como usar um sabre de luz.

Lucas e Iger estavam no parque temático Hollywood Studios da Disney, em Orlando, Flórida, brandindo os brinquedos na inauguração de uma versão 3D do brinquedo Star Tours, recorda Iger, e "George teve de me mostrar como usá-lo".

As negociações esquentaram este ano, quando Lucas, de 68 anos, decidiu que queria se aposentar da gestão da empresa para se concentrar em projetos de filmes menores e mais pessoais.

Iger ficou animado com a perspectiva de adicionar marcas como Star Wars e Indiana Jones ao portfólio da empresa, com o qual ele já gastou 15 bilhões de dólares em aquisições desde que se tornou CEO, em 2005.

"Nós provamos com nossas aquisições da Pixar e da Marvel que sabemos como expandir o valor de uma marca", afirmou Iger em entrevista. "E marcas não ficam muito maiores do que Star Wars."

Lucas deve se tornar um consultor, enquanto a Disney espera lucrar com a companhia de entretenimento do produtor, que gerou 550 milhões de dólares em lucros operacionais em 2005, quando a Lucasfilm fez a última parte de sua franquia "Star Wars: A Vingança dos Sith".

Lucas, em uma entrevista em vídeo divulgada no StarWars.com, disse: "Eu realmente queria colocar a empresa em algum lugar em uma entidade maior, que poderia protegê-la. A Disney é uma corporação enorme. Eles têm todos os tipos de recursos e instalações, então ganhamos muita força com isso."

Kathleen Kennedy, co-presidente da Lucasfilm, deverá desempenhar um papel importante na franquia Star Wars, e a Lucasfilm disse que vai manter as operações no norte da Califórnia.

A Disney pretende fazer um novo filme do Star Wars a cada dois ou três anos, disse Iger. A empresa também vai usar a icônica marca para construir brinquedos em parques temáticos, produzir programas de TV e vender bonecos de Darth Vader.

(Reportagem adicional de Liana Baker, em Nova York)

O Twitter anunciou que está desenvolvendo um aplicativo nativo para o novo sistema operacional da Microsoft, o Windows 8, divulgou o site espanholABC. Na conta oficial @TwitterMobile, a empresa postou: "Windows 8 precisa de um bom app do Twitter. Então estamos desenvolvendo um. Esperamos compartilhar ele com vocês nos próximos meses".

Atualmente, a rede de microblog oferece aplicativos oficiais para o sistema operacional móvel Android e para iPhone e iPad. Ainda não foram comentados mais detalhes sobre o app para Windows 8, e não se sabe se a empresa apostará em um desenho especial para a nova interface da Microsoft ou se manterá a similaridade com os aplicativos para Android e iOS.





Esquema de duas colunas gera reclamações de usuários desde o lançamento da Timeline
Foto: Reprodução

O Facebook começou a testar um novo formato de Linha do Tempo da rede social, em que reduz de duas para uma o número de colunas com informações como atualização de status e mensagens no mural. Uma coluna menor à direita mostra atualizações de fotos, locais e amigos. O Facebook confirmou ao site The Next Web que a funcionalidade está sendo testada em pequeno número de usuários.

A mudança pretende resolver uma reclamação da maioria dos usuários desde o lançamento do perfil Timeline. Os membros do serviço não se adaptaram ao novo design, que traz duas colunas de informação e obriga o usuário a navegar em de um lado a outro da página para visualizar um perfil.

O Rio de Janeiro é o primeiro Estado a participar da medição da qualidade da banda larga móvel, que começa nesta quinta-feira no País. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), as conexões à internet prestadas por meio do Serviço Móvel Pessoal serão avaliadas por 137 medidores distribuídos em diversos pontos do Estado, escolhidos por amostragem. A medição de banda larga fixa também tem início hoje, através de equipamentos instalados em computadores de voluntários.

Até junho de 2013, outros Estados receberão os equipamentos para medição da banda larga móvel gradativamente. Em todo o País, serão instalados 3,8 mil medidores, número que poderá ser ampliado durante as avaliações do projeto. Até o final do mês, os usuários de banda larga móvel poderão medir a qualidade do serviço em seus computadores ou smartphones a partir de um programa disponível no endereço www.brasilbandalarga.com.br.

Já as medições da qualidade da banda larga fixa são feitas por meio de um equipamento medidor, o whitebox, instalado nas conexões de voluntários. Cada voluntário selecionado terá acesso a relatório com dados relativos à qualidade do serviço em sua residência ou empresa. Em todo o Brasil, serão selecionados até 12 mil voluntários.

Os primeiros resultados sobre a medição de qualidade serão divulgados pela Anatel até dezembro. A agência afirma que, com esses dados, reunirá informações para a adoção de medidas que permitam a progressiva melhoria do serviço.

A partir de novembro, as operadoras têm que entregar 20% da velocidade contratada imediatamente, durante a navegação, e em média, 60% da velocidade. Até novembro de 2014 essas taxas devem chegar a 40% e 80%, respectivamente.

O Google fechou uma parceria com o Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas dos Estados Unidos e vai colocar alertas sobre crianças desaparecidas nos seus resultados de busca e no Google Maps. Os alertas vão fornecer informações sobre crianças sequestradas com base no local de pesquisa do usuário.

Ao buscar por um restaurante ou por uma rota no Google Maps, por exemplo, o Google vai alertar o usuário se uma criança foi recentemente dada como desaparecida naquela área e mais informações sobre o caso que poderiam ajudar a identificar o menor ou seu sequestrador. "Estamos trabalhando em estreita colaboração com o Missing Children Europe e com o Canadian Centre for Child Protection tentando levar este serviço a mais países", afirmou em postagem no blog da companhia o engenheiro Phil Coakley.

Na Europa, Missing Children Europe fechou parceria com diversos sites para usar as mensagens de erro de página não encontrada (o erro 404) para ajudar a encontrar crianças desaparecidas.

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