06/05/14






Baseado no livro best-seller homônimo de John Green, o filme “A Culpa é das Estrelas” estreia hoje nos cinemas. O longa-metragem conta a comovente história de Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley), uma jovem que, desde os 13 anos de idade, luta contra um câncer.

Sem se enxergar como uma adolescente comum, ela é forçada pelos pais a participar de um grupo de ajuda. É nessas reuniões que ela conhece Augustus Waters (Ansel Elgort), que mudará a forma como ela encara a vida, o amor e a doença.

“A Culpa é das Estrelas” (“The Fault In Our Stars”)
Direção: Josh Boone
Duração: 125 minutos
Gênero: Drama
Elenco: Shailene Woodley, Ansel Elgort, Nat Wolff, Willem Dafoe
Links: Site oficial, IMDb e Rotten Tomatoes


Ela é a primeira rapper de seu país a cantar usando o véu. Mesmo ameaçada de morte, continua a lutar pelo direito das mulheres através de suas letras


A jovem Mayam Mahmoud, com seu véu, parece uma mulher egípcia comum.

Exceto por um detalhe: ela é uma rapper. A primeira do seu país.

Aos 19 anos, subiu no palco do Arabs Got Talent, em outubro do ano passado.

Sua performance de rap chamou a atenção do Egito e do mundo árabe. Para o bem e para o mal.

Muitos elogiaram seu talento. Mas religiosos extremistas consideraram um absurdo uma mulher cantar uma música de rap. Por isso, ela recebeu uma ameaça de morte.

Com suas letras, Mayam combate uma dura realidade de seu país: o assédio e o abuso sexual que as mulheres sofrem.

Com o hip hop e o rap, ela também quer deixar claro que ninguém deve dizer a uma mulher como agir ou se vestir.

“Eu quero que as pessoas saibam que as mulheres, principalmente as mulheres que usam o véu islâmico, podem fazer o que quiserem. Não há uma ação ou um trabalho proibido para elas”, disse Mayam ao Global Post.

Em uma de suas músicas, ela passa uma mensagem dura e direta aos homens (em tradução livre do inglês): "Eu não serei aquela a ficar envergonhada. Você flerta, você assedia e você não vê nada de errado nisso. Mas mesmo que pareçam apenas palavras, não são flertes, são pedras".

Apesar de não ter se qualificado para a final do show, muitas mulheres egípcias ficaram tocadas pela mensagem feminista de suas canções.





Mayam

Mayam Mahmoud cresceu em Embaba, um bairro pobre do Cairo. Estudou ciências políticas e tem uma carreira paralela como modelo.

Ela cresceu em um Egito cujos casos de violência sexual e assédio para com mulheres são corriqueiros.

De acordo com uma pesquisa da Thomson Reuters, o Egito é o pior país árabe para as mulheres. A escalada de grupos islâmicos extremistas na política torna a situação das mulheres ainda mais delicada.

A ONU, por exemplo, levantou dados que mostram que 99,3% das mulheres egípcias já sofreram assédio sexual.

Esses números foram suficientes para Mayam perceber que algo precisava ser dito.

“As garotas estão sempre paranoicas, ficam preocupadas quando têm que andar até a escola, por exemplo. As mulheres, assim, raramente saem de casa”, disse.

As grandes influências de Mayam? Nada de hip hop ocidental, Eminem ou Kanye West. Segundo ela, sua mãe é sua grande influência. Desde os 12, ela lhe incentivou a ler e escrever.

Quando a poesia virou letras de rap, seus pais ficaram preocupados no começo, considerando o rap uma atividade "pouco feminina".

Mas logo mudaram de ideia e a ajudaram a gravar uma música em um estúdio em Alexandria.




Rap contra rap

O rap de Mayam é uma resposta ao rap dos homens do Egito. Segundo ela, muitos rappers homens cantam músicas que falam que a culpa pelos assédios e abusos é das próprias mulheres, porque “usam certas roupas ou maquiagem”.

Suas músicas, agora, incomodam os ultraconservadores do país, que consideram totalmente inapropriado uma mulher, usando um véu, cantar e aparecer em programas de entretenimento.

"Quem disse que feminilidade é sobre vestidos? Feminilidade é sobre inteligência e intelecto", diz um de seus raps.

A repressão e até a ameaça de morte não pararam Mayam.

Em Londres, ela ganhou o prêmio Index Freedom of Expression, por defender o direito das mulheres.

No Facebook, ela se juntou a amigos para criar a página “Carnival of Freedom”, onde mulheres de todo o país podem postar fotos delas participando de atividades normais, mas que no país são proibidas ou “obscenas”. Jogando futebol, por exemplo.

A escolha do rap foi por causa de sua maneira particular de “se expressar de modo mais livre”. Além disso, a cena do hip hop e do rap é muito forte no país, ainda que os artistas mais ouvidos sejam os americanos, como Jay-Z.

“Minhas letras falam das experiências reais das mulheres. Elas me contam suas histórias e eu relato a dor delas através do rap”, disse.

“Ninguém mais, além de nós mesmas, pode relatar a dor da mulher egípcia”, conclui.

Instituto Médico-Legal da Holanda anunciou que já pode datar com precisão impressões digitais


Digitais são examinadas: descoberta permitirá determinar a idade das digitais

Haia - O Instituto Médico-Legal holandês anunciou nesta quarta-feira que já pode fazer a datação com precisão das impressões digitais, uma importante descoberta, que permitirá determinar a idade das digitais deixadas na cena de um crime.

"É uma descoberta muito importante", assegura Marcel de Puit, pesquisador do IML e especialista em impressões digitais, enfatizando que se trata de um achado mundial inédito.

"A polícia geralmente nos pede para datar as impressões achadas na cena de um crime. Poder datar as impressões permite determinar quando um potencial suspeito se encontrava no local do crime ou que impressões são pertinentes ou não para uma investigação", acrescenta.

Quando uma pessoa toca um objeto, deixa uma impressão, a marca de sua pele, que é constituída por suor e gordura, além de colesterol, aminoácidos e proteínas.

"Os componentes químicos destas impressões podem ser analisadas. Algumas desaparecem com o tempo e é a proporção desses elementos químicos em relação aos outros que permite datar a impressão", explica.

Se as condições de conservação da impressão forem conhecidas - o calor e o frio terão uma diferente influência nos componentes químicos -, será possível datá-la com certa exatidão, com uma margem de um ou dois dias, e isso até 15 dias depois de ter sido deixada. Além desse tempo, este método é ineficaz", concluiu.

Contratar os profissionais errados pode custar bilhões, diz pesquisa. IBM, Natura e Nextel usam o LinkedIn para acertar em cheio na seleção. Veja como


IBM: empresa reduziu gastos com contratação em 40% com parceria com mídias sociais

Contratar as pessoas erradas sai caro. Segundo um estudo feito pela PwC e o LinkedIn, os gastos com desligamentos e seleções de novos funcionários em empresas de 11 países, somadas, podem chegar a 19,8 bilhões de dólares.

Participaram do levantamento companhias da Holanda, Reino Unido, Canadá, Singapura, Estados Unidos, Austrália, França, Alemanha, Índia, China e Brasil.

A pesquisa cruzou os dados das interações de 277 milhões de usuários da rede social corporativa com informações de 2.600 organizações clientes da consultoria.

O cálculo tomou como base a quantidade de demissões de pessoas com menos de um ano no cargo em cada país, dentro da amostra da PwC, levando em conta que o turnover dentro desse prazo é considerado evitável e indica erros durante o processo de recrutamento.

A partir daí, estimou-se quantos empregados teriam sido desligados no primeiro ano de contrato caso o desempenho de cada país fosse igual ao daquele com o menor índice (a Holanda, com 4,8% funcionários demitidos nos primeiros 12 meses).

Da diferança entre os dois dados, foi possível calcular qual era o "excesso" de admissões em um ano. Então, multiplicando esse número pelo custo por contratação, chegou-se ao valor que cada país poderia economizar se suas companhias escolhessem as pessoas adequadas para as vagas abertas.

Como encontrar as pessoas certas

Se a dificuldade das empresas em encontrar profissionais qualificados antes estava diretamente atrelada ao aquecimento do mercado, a partir de 2008, mesmo com a economia fraca, esse desafio continua crescendo.

Foi o que descobriu a consultoria PwC ao ouvir cerca de 1.200 presidentes de empresa de todo o mundo, durante 17 anos.

Para João Lins, sócio da PwC, muito provavelmente, esse novo cenário está ligado às novas tecnologias e possibilidades hoje existentes.

E, sendo assim, para que as companhias sobrevivam a ele, "reposicionar as práticas de recursos humanos é essencial", disse o executivo em um evento realizado pelo LinkedIn nesta quarta-feira, em São Paulo.

Isso significa que o tempo em que receber e analisar montes de currículos era o principal instrumento para uma empresa conseguir bons funcionários deve ficar para trás.

Com a grande quantidade de informações acessíveis pela internet e os ínumeros recursos para estudá-las sob diferentes recortes, o big data está se tornando um grande aliado do RH na hora hora de formar equipes.

Prova disso é que, na IBM, depois que a análise de dados e as redes sociais começaram a ser usados nesses processos, o gasto com contratações caiu cerca de 40%, segundo Alessandro Bonorino, vice-presidente global de aquisição de talentos da companhia.

No evento, em São Paulo, ele contou que há três anos, quando assumiu o cargo, cerca de 4 em cada 10 processos de recrutamento feitos pela organização precisavam do auxílio de um headhunter.

Hoje, pós a parceria com mídias sociais, essa dependência caiu para 10%. Ele diz que o apoio de profissionais especializados em achar talentos é importante em algumas áreas específicas, mas pode ser evitado naquelas de muita rotatividade.

De acordo com ele, só no último ano a IBM contatou mais de 1 milhão de candidatos a emprego nos 170 países em que ela atua.

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