03/16/15

Decisão determina indenização de R$ 1 milhão a movimentos LGBT.
Em processo, PRTB negou incitação ao ódio; ainda cabe recurso. 

Do G1, em São Paulo 

O candidato Levy Fidelix (PRTB)
(Foto: Evelson de Freitas/Estadão Conteúdo) 

O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou na última sexta-feira (13) Levy Fidelix, ex-candidato do PRTB à Presidência, ao pagamento de R$ 1 milhão de indenização por danos morais a movimentos Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT) devido a declarações realizadas durante um debate nas eleições de 2014.

O valor, corrigido, será destinado a ações de promoção de igualdade da população LGBT.

A sentença é em primeira instância e cabe recurso. O G1 fez contato com o filho de Levy, que era seu assessor durante a campanha eleitoral, e ele disse desconhecer a decisão. A reportagem também tentou contato com o partido e o advogado do ex-candidato e aguarda retorno. 
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A ação civil pública foi ajuizada pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo e alegou que, durante um debate presidencial transmitido em 28 de setembro de 2014, o candidato usou expressões como “dois iguais não fazem filho" e que "aparelho excretor não reproduz" ao se referir a casais homossexuais.

Ele respondia a perguntas da então candidata Luciana Genro (PSOL) sobre “o motivo pelo qual muitos daqueles que defendem a família se recusam a reconhecer o direito de casais de pessoas do mesmo sexo ao casamento civil”. “O candidato teria afirmado ainda que o mais importante é que a população LGBT seja atendida no plano psicológico e afetivo, mas ‘bem longe da gente’”, defendeu a defensoria na ação. 

Na resposta, Levy teria comparado a homossexualidade à pedofilia, que é crime, afirmando que o Papa Francisco promove ações de combate ao abuso sexual infantil. 

Na decisão, a juíza Flavia Poyares Miranda entendeu que o candidato, ao responder aos questionamentos, “ultrapassou os limites da liberdade de expressão, incidindo sim em discurso de ódio, pregando a segregação do grupo LGBT”. “Não se nega o direito do candidato em expressar sua opinião, contudo, o mesmo empregou palavras extremamente hostis e infelizes a pessoas que também são seres humanos e merecem todo o respeito da sociedade, devendo ser observado o princípio da igualdade. No que tange aos danos morais, a situação causou inegável aborrecimento e constrangimento a toda população, não havendo justificativa para a postura adotada pelo requerido”, entendeu.

Defesa negou incitação ao ódio
No processo, segunda a sentença, o partido alegou que, “em nenhum momento o candidato incitou o ódio, mas sim manifestou o seu pensamento em debate televisivo. No final da resposta, pontuou que se está na lei, que fique como está, mas estimular jamais a união homoafetiva”. Segundo a defesa, “o candidato deixou clara sua postura ideológica, quanto ao casamento igualitário entre pessoas do mesmo sexo, no sentido de demonstrar sua posição” e “que a postura do candidato não é homofóbica”.

A decisão da juíza Flavia Miranda determina a tutela antecipada para que seja realizado um programa, “com a mesma duração dos discursos” de Levy, “que promova os direitos da população LGBT.

Um jovem de 17 anos se envolveu em uma situação, no mínimo, revoltante: sequestrou uma menina de 10 anos porque disse estar apaixonado por ela, mas o que a polícia descobriu foi muito pior que issoFoto: Montagem/R7/St Louis Post-Dispatch

As intenções dele não eram nada inocentes, segundo apuraram os policiais. Ele não queria viver uma história de amor, como tinha falado anteriormenteFoto: Reprodução/St Louis Post-Dispatch

Na verdade o adolescente, chamado John Thomas Classen, tinha uma espécie de amor obsessivo pela menina e queria matá-la e estuprá-la - nessa exata ordemFoto: Reprodução/St Louis Post-Dispatch

Coisa nojenta, e por isso a polícia iniciou uma caçada sem precedentes na cidade para localizá-loFoto: Reprodução/St Louis Post-Dispatch

Felizmente o plano não foi longe, uma vez que ele foi pego por uma blitz pouco tempo depoisFoto: Reprodução/St Louis Post-Dispatch

O chefe de polícia da cidade de O'Fallon Roy Joachimstaler não escondeu a satisfação da prisão feita tão rapidamenteFoto: Reprodução/St Louis Post-Dispatch

"Ficamos muito, muito feliz por capturá-lo imediatamente", afirmou RoyFoto: Reprodução/St Louis Post-Dispatch

Mas a história começou muito antes, quando John passou a se aproximar do irmão da garotaFoto: Reprodução/St Louis Post-Dispatch

Após ele se tornar amigo dele, John disse que amava a menina de 10 anos e que queria namorar com elaFoto: Reprodução/St Louis Post-Dispatch

O irmão não entendeu direito o que estava acontecendo, e afirmou que "apenas foi simpático com ele"Foto: Reprodução/St Louis Post-Dispatch

Os dois se conhecem há cinco anos e irmão da menina não imaginava que ele tomaria esse tipo de atitude drásticaFoto: Reprodução/St Louis Post-Dispatch

A polícia afirmou que está investigando se John tem algum problema mentalFoto: Reprodução/St Louis Post-Dispatch

Mas é inegável que John Classen tenha algum tipo de distúrbio, já que ele trocou duas palavras com a adolescente e decidiu colocar seu plano em prática e sequestrou a criança de 10 anosFoto: Reprodução/St Louis Post-Dispatch

A matéria chocou os moradores da cidade e virou matéria em todos os jornais locaisFoto: Reprodução/St Louis Post-Dispatch

Ao encontrar o celular de John, a polícia descobriu a lista de coisas que ele iria fazer assim que conseguisse chegar com a menina no lugar que pretendiaFoto: Reprodução/St Louis Post-Dispatch


"Leva-lá para um local seguro, explicar tudo para ela, sufocá-la, estuprar corpo morto, limpar e, em seguida, fotografá-la, se livrar do corpo, sair da cidade", descreveu ele em uma listaFoto: Reprodução/St Louis Post-Dispatch

Segundo a polícia, John entrou na casa dela com o irmão e deixou uma janela do porão aberta. A noite ele entrou e esperou por cinco horas, até que a criança de 10 anos estivesse sozinha e subiu para encontrá-la dormindo em um sofáFoto: Reprodução/St Louis Post-Dispatch

Depois disso, ele a sufocou e mandou que não gritasse, mas eles caíram da escada e alertaram os cães. Os latidos acordaram a mãe da menina, que berrou que a filha estava sendo sequestrada, mas não conseguiu evitar que ele fugisse de carro.

Felizmente deu tudo certo e John está preso
Foto: Reprodução/St Louis Post-Dispatchk

Após colidir seu Citroën 2CV em uma pedra, Emile Leray criou a maior invenção de sua vida
A história é digna de roteiro de filme. Em 1993, o francês Emile Leray já havia explorado a região ao norte do deserto do Saara, e estava em mais uma de suas aventuras quando algo inesperado aconteceuFoto: Reprodução/Daily Mail

Leray estava no meio do deserto marroquino, próximo à cidade de Tan-Tan, quando surgiu uma grande pedra no caminhoFoto: Reprodução/Daily Mail

A colisão destruiu seu Citroën 2CV e foi, então, que Emile teve sua ideia mais genial: construir uma motoFoto: Reprodução/Daily Mail


Mecânico de rara habilidade, Leray usou partes da carroceria do modelo francês para montar o chassi, e teve de fazer algumas adaptações também. Diversos componentes do Citroën 2CV foram aproveitadosFoto: Reprodução/Daily Mail


A aparência da moto ficou das mais esquisitas, mas Leray só queria escapar do deserto. Com poucos mantimentos, ele sabia que não resistiria por muitos dias num ambiente de clima tão hostilFoto: Reprodução/Daily Mail


Leray aproveitou até mesmo a placa do Citroën 2CV em sua motocicletaFoto: Reprodução/Daily Mail


Com o veículo, o mecânico francês conseguiu escapar do deserto e, após alguns quilômetros, encontrou um posto militar — o Marrocos, na época, enfrentava um conflito com os países do norte do deserto do SaaraFoto: Reprodução/Daily Mail

Ao se depararem com a moto bizarra de Leray, os militares o interrogaram em busca de explicaçõesFoto: Reprodução/Daily Mail


O homem, então, contou toda a história e os militares ficaram rapidamente convencidos. Assim, Leray foi enviado de volta à civilização, onde conseguiu assistência médica e retornou para sua casa — com sua moto, claroFoto: Reprodução/Daily Mail


Emile Leray guarda consigo sua moto salvadora até hojeFoto: Reprodução/Daily Mail


Em entrevista ao tabloide britânico Daily Mail, Leray foi chamado de "O verdadeiro Tony Stark", personagem do blockbuster hollywoodiano O Homem de FerroFoto: Reprodução/Daily Mail

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