05/10/15

Mãe no computador com filha: Levantamento do Instituto Data Popular aponta que as mães solteiras somam 31% do total de mães no país 


O Brasil tem 67 milhões de mães, segundo pesquisa do Instituto Data Popular. Dessas, 31% são solteiras e 46% trabalham. Com idade média de 47 anos, 55% das mães pertencem à classe média, 25% à classe alta e 20% são de classe baixa. Pouco mais de um terço dos filhos adultos (36%) ajudam financeiramente as progenitoras. 

De acordo com o estudo, as mães do século 21 são menos conservadoras e mais interessadas em tecnologia do que as do século 20. 

Entre as mães do século passado, 75% acreditavam que uma pessoa só pode ser feliz se constituir família. O percentual de verdade dessa premissa cai para 66% para as mães da nova geração. 

Para 58% das mães da geração anterior é um dever da mulher cuidar das refeições. Enquanto esse pensamento prevalece em apenas 45% das progenitoras do século 21.

A geração anterior também acha que é principalmente papel do homem trazer dinheiro para dentro de casa (55%) e que as tarefas domésticas são dever da mulher (60%). Entre as mais novas, 43% acreditam no papel do homem provedor e 48% veem a mulher como responsável pelo lar. 

Em relação a tecnologia, 35% das mães da geração atual disseram que não imaginam a vida sem internet, contra 14% das que experimentaram a maternidade antes dos anos 2000. Já 63% das mães do século 21 disseram que adoram produtos tecnológicos de última geração. Entre as mais velhas, o percentual é de 38%. 

Editor Fernando Fraga

Jatos fazem acrobacias neste domingo (10) em parada dos veteranos de guerra em Londres, no 70º aniversário da vitória do país sobre a Alemanha nazista 
Da AFP

A rainha Elizabeth II participou de uma cerimônia neste domingo na Abadia de Westminster, em Londres, no terceiro e último dia da comemoração do 70º aniversário da vitória sobre a Alemanha nazista. 

Ao lado dela estavam o marido, o príncipe Philip, seu filho e sua esposa, o príncipe Charles e Camilla, o primeiro-ministro David Cameron e quase mil veteranos militares e suas famílias. 

O Arcebispo de Canterbury, Justin Welby, líder espiritual da Igreja Anglicana, oficiou a cerimônia. Em seguida, uma parada militar passou sob as janelas do ministério das Finanças, onde o então primeiro-ministro britânico Winston Churchill fez seu discurso de vitória em 8 de maio de 1945. 

"No dia da vitória navegamos e deixamos aos alemães o controle do porto de Cuxhaven", no norte da Alemanha, lembrou Alistair Wicks, 91 anos, um veterano da Segunda Guerra Mundial, que estava em um caça-minas da marinha real.

"Logo soubemos que a guerra tinha acabado. As informações estavam apenas começando a vazar. Não houve batalhas. Foi emocionante porque estávamos com medo e estávamos desesperadamente em desvantagem numérica", contou. 

Houve também um sobrevoo da equipe de acrobacias aéreas Red Arrows da Royal Air Force, que lançaram fumaças azul, branco e vermelho no céu de Londres. Alguns aviões de época - os famosoa Spitfire, Hurricane e bombardeiros Lancaster - se juntaram à festa e sobrevoaram a capital britânica. 

As cerimônias começaram na sexta-feira 8 de maio com uma comemoração no Cenotáfio de Londres, perto da residência do primeiro-ministro, na presença dos principais líderes políticos do país, que acabavam de saber da vitória esmagadora dos conservadores nas eleições legislativas.

Aplicativo de encontros The League: Lançado nos EUA em janeiro, app já tem fila de espera de 80 mil pessoas 

 Um aplicativo restrito a pessoas influentes e bem-sucedidas. Soa um pouco elitista, não? Mas é mais ou menos esse o objetivo do The League, um app de encontros lançado nos Estados Unidos em janeiro deste ano, que poderia ser comparado ao Tinder, não fosse o fato de que ele não aceita qualquer usuário. 

O app tem uma lista de espera de nada menos que 80 mil pessoas, de acordo com o jornal americano Wall Street Journal. São candidatos que tentam ser selecionados para o clube exclusivo de solteiros. 

Antes de admitir um novo membro, o The League analisa, por meio de seus algoritmos, o perfil do usuário no Facebook e no LinkedIn para avaliar questões como sua formação, profissão atual, influência social, seu bairro e idade. 

Em entrevista ao Wall Street Journal, a fundadora do aplicativo, Amanda Bradford, diz que o app também leva em consideração a diversidade que o candidato pode adicionar à rede, o que justifica a forte presença de profissionais da área de tecnologia e alunos e da escola de negócios de Stanford.

A fundadora também afirma que os algoritmos levam em conta o quanto o usuário é exigente, para checar se ao incluí-lo no clube ele conseguirá encontrar o que está procurando. Uma vez aceito, o participante pode selecionar suas preferências, dizendo, por exemplo, a idade e a altura do seu pretendente. 

O aplicativo conta ainda com uma revisão feita por uma equipe de profissionais para selecionar os novos membros. Eles se certificam de que os usuários não usem no perfil fotos com óculos escuros, em grupo, ou do seu animal de estimação. 

A ideia, no entanto, é que mais para frente todas as etapas de seleção sejam feitas apenas pelos algoritmos. 

Desde seu lançamento, o aplicativo já levantou 2,1 milhões de dólares em recursos de investidores, segundo o jornal americano. 

Por enquanto o app está disponível para download apenas em aparelhos com o sistema iOS.


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