12/19/12

A tecnologia evolui a passos largos, mas quais serão os elementos dessa evolução que merecem mais destaque?

Por Renan Hamann em 19 de Dezembro de 2012


A quantidade de tecnologias que chegaram ao mundo nos últimos 25 anos é enorme. Mas quais delas são realmente as mais importantes? Nós fomos atrás dos eletrônicos mais interessantes do período mencionado para mostrar quais são os mais revolucionários. Quais são as suas apostas? Confira agora mesmo se você acertou nas escolhas.


iPhone

Antes da chegada dos iPhones, os smartphones eram destinados principalmente aos executivos, que os utilizavam para funções profissionais. Quando a Apple chegou ao mercado dos celulares, mostrou que eles também poderiam servir — e muito bem — para entretenimento. E assim o interesse dos consumidores começou a crescer.


(Fonte da imagem: Divulgação/Apple)

Isso aconteceu em 2007, um ano antes de os primeiros smartphones com o sistema operacional Android serem lançados. Hoje, cinco anos depois, o mercado dos celulares inteligentes movimenta uma quantidade gigantesca de dinheiro e também de informações em todo o planeta.


Televisores HD

A televisão por si só já foi um grande avanço para a tecnologia, mas a chegada dos aparelhos com capacidades para transmitir imagens em alta definição foi um grande passo para as próximas gerações. Além de oferecer (obviamente) muito mais realismo para os consumidores, ele ainda trouxe uma série de novas possibilidades para a criação de conteúdos.


(Fonte da imagem:Reprodução/LG)

Video games evoluíram muito com as possibilidades da alta definição, assim como os jogos de computador — graças ao avanço similar dos monitores — e até mesmo aplicativos. E também é preciso lembrar que todo o futuro dos televisores começou com as primeiras unidades das telas de alta definição.


Tablets

Os computadores foram ficando cada vez mais potentes e chegou um momento em que novas possibilidades começaram a ser imaginadas. A melhoria das telas sensíveis ao toque trouxe de volta uma ideia que já havia circulado há muitos anos pela indústria: produzir computadores que não necessitam de teclados ou mouses. E assim os tablets voltaram a ser o foco no mercado.


(Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)

Desde que o iPad chegou, nenhuma outra fabricante conseguiu chegar perto da Apple no volume de vendas. Mesmo assim, os aparelhos com Android continuam surgindo e causando boas impressões nos consumidores, que estão sempre movimentando as lojas em busca de novos tablets. E ao que tudo indica, o futuro reserva bons frutos para esse segmento.


Pendrives

Houve um tempo em que os usuários de computadores precisavam pensar muito antes de criar um disco removível para armazenar seus dados. Quando ainda estávamos na era dos disquetes, a limitação de espaço era muito grande e, por isso, dificilmente alguém conseguia guardar muitos arquivos. Com os CDs, o problema ficava no tempo gasto para a queima do disco.


(Fonte da imagem: iStock)


Por isso, quando os pendrives chegaram ao mercado, boa parte dos consumidores encontrou neles a luz no fim do túnel. Desde que as unidades de armazenamento em Flash foram lançadas, tornou-se muito mais simples qualquer situação em que arquivos precisam ser levados de um lugar para outro. Isso sem falar que a relação entre custo e benefício é muito mais vantajosa.


GPS automotivo

Apesar de os sistemas de posicionamento global (GPS) existirem há muito tempo, sendo aplicados militarmente pelos norte-americanos desde a década de 1970, somente no final da década de 90 que ele começou a ser pensado para os consumidores. E foi no início dos anos 2000 que ele finalmente chegou aos carros, garantindo muito mais facilidade para que os motoristas encontrem seus caminhos.


(Fonte da imagem: iStock)

Com isso, boa parte da necessidade de carregar mapas em longas viagens e também dos pedidos de ajuda em locais desconhecidos. É claro que em algumas vezes os sistemas de GPS automotivos acabam se enganando, mas os benefícios da utilização deles realmente merecem destaque.


Câmeras digitais

É festa junina na escola e alguns alunos querem fazer com que os momentos sejam eternizados. Cerca de dez anos atrás, era necessário que todos aguardassem algumas semanas até que todo o filme da câmera fosse utilizado para somente depois disso as fotos serem reveladas pelo dono da máquina. Hoje, as câmeras digitais tornaram esse processo muito mais dinâmico.


(Fonte da imagem: Divulgação/Canon)

E é claro que esse foi apenas um exemplo muito simples das possibilidades de utilização das câmeras digitais. Elas também garantem mais chances de boas fotografias, uma vez que os donos das máquinas não precisam ficar preocupados com o iminente final dos filmes. E nos últimos anos, a queda nos preços ainda permitiu uma popularização bem evidente da tecnologia.


Nintendo Game Boy

Foi em 1989 que a Nintendo colocou no mercado o primeiro modelo do que seria uma das maiores famílias de consoles portáteis da história. O Game Boy chegou ao mercado com Super Mario Land e Tetris (além de outros títulos), tirando os video games de dentro das casas e inaugurando uma nova era. Foi com este aparelho também que o mundo conheceu Pokémon, que viraria uma febre pouco tempo depois.


(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

Após o Game Boy original, ainda vieram as edições Light e Pocket, que eram apenas remodelagens no aparelho. Ele foi sucedido pelo Game Boy Color e depois pelo Game Boy Advance — o último grande lançamento antes da saga do Nintendo DS. Certamente, o Game Boy original pode ser considerado um dos grandes responsáveis pelo sucesso dos games portáteis.


PlayStation 2

Analisando com os olhos de hoje, é claro que os gráficos presentes nos jogos de PlayStation 2 não eram nada revolucionários. Mas se voltarmos para o ano de 2000, logo entenderemos por que é que o console da Sony entrou para a história. Ele foi um dos primeiros eletrônicos híbridos do mercado, funcionando como video game e também como reprodutor de DVD. Tudo isso por preços que não podem ser considerados muito altos.

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

Ainda hoje — 12 anos após o lançamento —, é possível encontrar novos títulos sendo lançados, o que ajuda a aumentar o catálogo que já ultrapassa os 1.200 jogos. Quando isso se soma à tecnologia “Emotion Engine”, fica fácil entender como o PlayStation 2 superou todos os seus concorrentes no mercado internacional. É difícil não aliar o console à repopularização dos video games.


MP3 Players

Assim como os pendrives, os MP3 players também permitiram mais portabilidade e liberdade para que os consumidores pudessem alterar as suas playlists sem precisar queimar um novo disco. Diversas foram as empresas que investiram nas tecnologias disponíveis — para criar formas de reproduzir áudio e armazenar arquivos em memória Flash — desde o final da década de 1990.



(Fonte da imagem: Divulgação/Philips)

Mas somente nos anos 2000 é que a popularização aconteceu e permitiu que o mundo conhecesse os aparelhos. Em 2001, a Apple lançou no mercado o primeiro iPod, que contribuiu bastante para firmar o segmento no mercado. Não demorou muito até que começassem a surgir também os reprodutores de vídeo. Hoje, quase não encontramos outras tecnologias para a reprodução portátil de músicas.

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São somente eletrônicos incríveis, não é mesmo? Como nos baseamos apenas nos últimos 25 anos, não foi possível colocar os primeiros CD players na lista, mas não podemos deixar de citá-lo como algo revolucionário. Agora, só nos resta esperar para saber o que virá nos próximos 25 anos.

As origens para tal comportamento são diversas. Pode ser que a pessoa seja assim por uma questão ambiental: cresceu em um meio inseguro, criada por pessoas desconfiadas, e acabou absorvendo isso


  • As origens para tal comportamento são diversas. Pode ser que a pessoa seja assim por uma questão ambiental: cresceu em um meio inseguro, criada por pessoas desconfiadas, e acabou absorvendo isso
Como já defendia o dramaturgo William Shakespeare, "ame a todos, confie em poucos, não faça mal a ninguém". Há quem leve a segunda parte do conselho ao pé da letra, e alguns até extrapolam, simplesmente não dando crédito a mortal algum. Isso mesmo: nem pai e mãe escapam da retaguarda do desconfiado extremado. Literalmente, ele está sempre com o pé atrás.

As origens para tal postura são diversas. Pode ser que o sujeito seja assim por uma questão ambiental: cresceu em um meio inseguro, criado por pessoas desconfiadas, e acabou absorvendo isso.
"Ninguém aprende algo que não tenha sido ensinado. Se você vive em uma casa cercado por familiares que acreditam em tudo, é provável que se torne um ingênuo. O contrário também vale: seus cuidadores sempre encararam o mundo com suspeição? Possivelmente, você fará o mesmo", salienta Cecília Zylberstajn, psicóloga, psicodramatista e psicoterapeuta de adolescentes e adultos.

As experiências de vida, igualmente, contam muito. Alguém que foi repetidas vezes enganado, e sofreu seguidas decepções, tenderá a ser mais cauteloso e prevenido. "Há que se considerar, ainda, que a desconfiança pode ser um fator inerente à personalidade de algumas pessoas, como outros aspectos do caráter", observa Cynthia Schincaglia, psicóloga e psicoterapeuta cognitivo-comportamental, membro da Associação Brasileira de Psicoterapia Cognitiva (ABPC).

E o que dizer dos desconfiados que julgam os outros por suas próprias atitudes? "Eles não conseguem acreditar que existem seres humanos honestos, sinceros e bons, justamente porque não encontram algumas dessas características dentro de si. Já quem está no outro extremo, da ingenuidade, não identifica a maldade alheia porque considera como parâmetro suas qualidades. Isso prova que o homem enxerga o mundo através de seus olhos, suas atitudes e seus pensamentos e sentimentos", diz Schincaglia.

Insegurança vem a reboque

De qualquer forma, seja qual for o motivo que levou alguém a ser assim, há atributos específicos que acompanham o desconfiado. Como, por exemplo, a insegurança. "Em geral, a pessoa acaba se tornando calada e reservada, já que o medo de confiar a leva a não se abrir", analisa Cynthia Schincaglia.
Cecília Zylberstajn concorda. "Todos nós, em algum momento, seremos enganados, traídos, e sofreremos decepções. Faz parte da vida. Quem encara essa realidade de maneira saudável, aceita o fato e se reergue, sem generalizar ou perder a esperança. Mas o inseguro, não: se uma mulher o traiu, vai pensar ‘nenhuma mulher presta, nenhuma é digna de confiança’, e assim por diante."

O principal prejuízo de tal postura, sem dúvida, se dá no terreno sócio-afetivo: a pessoa tem problemas em manter vínculos por desconfiar demais dos outros e, não raro, age friamente e evita relacionamentos. "Há bloqueios na hora de fazer amigos, interagir com colegas de trabalho, encontrar um companheiro", considera Schincaglia.
Se o quadro for grave, convém procurar ajuda terapêutica. "Um pouco de desconfiança todos nós temos, é inerente à natureza humana. Mas, caso seja algo exagerado e sem controle, é provável que beire a paranoia", adverte Zylberstajn.

Estado de alerta
Nesse caso, até a saúde pode ser abalada. Afinal, o desconfiado vive em constante alerta e vigilância para não ser ‘enganado’ e passado para trás. "Isso gera estresse e tensão, afetando o organismo", diz a psicodramatista.
Cynthia Schincaglia observa que, às vezes, ele acerta em sua suspeita – e aí mora mais um perigo. "Tudo é, então, reforçado e agravado. Ele diz para si mesmo que a única saída é adotar essa perspectiva porque o mundo está cheio de sujeitos não confiáveis – e embarca mais fundo ainda na questão."
Na opinião da psicóloga, embora a desconfiança constante deixe a pessoa menos vulnerável em algumas situações, acaba não compensando porque o dano geral é muito grande. Veja, agora, dicas das duas terapeutas para diminuir o grau de suspeição – e, assim, viver com mais tranquilidade.

DICAS PARA APRENDER A CONFIAR MAIS

Procure contar pequenas passagens ou fazer confidências para pessoas chegadas – familiares, amigos. Comece devagar, de forma gradativa. "E, com bom senso, vá percebendo que há quem seja confiável e leal, sim", assegura Cynthia Schincaglia
Cuide da sua autoestima. "Indivíduos com baixa autoestima tendem a ser mais desconfiados", revela a psicóloga
Antes de fazer um julgamento negativo e generalizado, busque evidências palpáveis de que pode ou não acreditar. "Dê um voto de confiança. E queira correr riscos, pois faz parte da vivência humana", aconselha Cecília Zylberstajn, acrescentando que esta é outra característica dos desconfiados: não aceitar o risco
Avalie as desvantagens de não confiar nos seus semelhantes. E no desconforto que é viver assim
Volte o olhar para si mesmo, tirando o foco dos outros – e repetindo que "todos são desonestos, desleais, indignos de crença". Pense no que o fez ser desse jeito e chegar a conclusões tão pessimistas
Acredite que você tem capacidade de desenvolver discernimento para saber quem é quem. "A princípio, o eterno desconfiado parece não ter crivo, não consegue identificar o bem do mal. Mostra uma inabilidade para conhecer o ser humano", diz Cecília Zylberstajn
Por fim, se chegar à conclusão de que sofre de um problema crônico, de difícil solução, procure um profissional de saúde, psicólogo ou psiquiatra. "É bom se certificar de que não sofre de algum transtorno – como o paranoide, por exemplo", conclui Cynthia Schincaglia

A acrobata brasileira Noara Mello prepara figurino para subir ao palco em "O"

A acrobata brasileira Noara Mello prepara figurino para subir ao palco em "O"


Filha de uma dupla de palhaços paulistanos, a acrobata Noara Mello, 30, teve como sonho de infância ser veterinária. Mas a influência dos pais e a atração pelos trapézios fizeram com que ela seguisse a carreira circense, o que décadas mais tarde a inspirou a cruzar o continente para se tornar uma das artistas do Cirque du Soleil na cidade de Las Vegas.
"Já tinha passado por uma avaliação deles em São Paulo, era um sonho pra mim. Mas como a cidade é grande e tinha muita gente, não passei. Foi quando decidi vir para Las Vegas tentar a sorte em alguns testes", comentou Noara, que não só passou como atualmente é uma das artistas do longa "Worlds Away", produção 3D de James Cameron que estreia no Brasil em fevereiro. A trama do filme reúne temas dos sete espetáculos residentes na cidade de Nevada: "O", "Mystére", "Beatles - Love", "Ká", "Believe", "Zumanity" e "Viva Elvis".

O grande desafio de trabalhar no Cirque é a adaptação. Existe uma grande demanda de shows e treinos. São 470 shows por ano. Por isso, manter a forma física e mental é prioridade
Noara Mello
Sobre o trabalho com o diretor hollywoodiano, Noara diz que foi tudo "incrível". "A equipe de filmagem e todos nós do Cirque estávamos muito entusiasmados com a mistura de linguagens entre Cirque du Soleil e o cinema 3D", comentou. "O James Cameron é muito perfeccionista e sempre vai atrás do resultado que procura, ele tem um conhecimento muito amplo do assunto e sabe que é possível estar um passo além. Ao mesmo tempo, manteve uma relação próxima e agradável com a equipe por mais ocupado que estivesse."
As gravações do filme, realizadas há dois anos, se dividiram em sete teatros de hotéis famosos na cidade. Noara faz parte da equipe de 85 pessoas de 25 diferentes nacionalidades em "O", espetáculo aquático exibido no teatro do hotel Bellagio e que há 14 anos tem seus ingressos de segunda a segunda esgotados. "O grande desafio de trabalhar no Cirque é a adaptação. Existe uma grande demanda de shows e treinos. Só de residentes são 470 shows por ano. Por isso, manter a forma física e mental é prioridade", explica a artista.
Noara diz que a diferença entre ser acrobata no Brasil e nos Estados Unidos é o improviso. "No Brasil, eu estava sempre me moldando e adaptando ao que era necessário, existia um companheirismo incrível. Na criação de um show todos fazem tudo, desde ensaiar os números, planejar o roteiro do show, montar a estrutura até costurar os figurinos."
Já no Cirque, Noara só precisa descer ao subsolo do hotel, protegido com chaves, e passar pelas salas de figurinos e maquiagem para conseguir tudo o que precisa para subir ao palco. "Tudo funciona como uma grande engrenagem, o Cirque providencia uma estrutura para artistas de todo o mundo se adaptarem ao padrão da companhia".
A única coisa que Noara não revela sobre a companhia é o salário. "Isso é muito relativo, recebemos por temporada", desvia a acrobata, que atualmente investe em um curso de nutrição. "A carreira de acrobata acaba muito cedo, não sei se daqui a dez anos conseguirei fazer o que faço agora. Acrobacia envolve muito a resistência do corpo. Meu objetivo é estudar e me especializar em áreas fora dos palcos, mas ainda relacionadas ao circo e teatro".

Carlos Alberto de Nóbrega fala no programa "A Máquina", da TV Gazeta

Carlos Alberto de Nóbrega fala no programa "A Máquina", da TV Gazeta


O humorista Carlos Alberto de Nóbrega falou no programa "A Máquina", que foi ao ar na noite desta terça-feira (18) na TV Gazeta, que tem pena de Silvio Santos, sente dores com o banco do "A Praça é Nossa" e que o primeiro programa que fez sem o comediante Golias foi o mais triste de sua vida.
"Eu tenho 58 anos de carreira, de carteira assinada. Minha cabeça está jovem, mas meu corpo não", disse Carlos Alberto ao apresentador Fabrício Carpinejar. "Tenho hérnia de disco e saio sempre com dor do banco da praça. Se você perceber, eu sento sempre na ponta por conta disso".
O humorista também contou que sua estreia no SBT foi o dia mais feliz de sua vida. "Eu fiquei 11 anos sem falar com o Silvio [Santos] por uma burrice, uma infantilidade minha, e na estreia do programa ele apareceu", contou.

SOBRE SILVIO SANTOS

Um cara que precisa viajar pra Miami pra comer um sanduíche de rua não é feliz. Ele é uma pessoa muito sozinha
Carlos Alberto de Nóbrega
"Eu tinha perdido os meus pais aos 40 anos. Nessa época as pessoas puseram na minha cabeça que o Silvio tinha tirado as ações do meu pai [Manoel de Nóbrega] e eu acreditei. Eu estava odiando o mundo, minha cabeça estava louca. E eu tive uma discussão tola com o Silvio por causa disso", disse Carlos Alberto. "Onze anos depois eu fui saber que isso não era verdade. O Sílvio jamais fez isso, pelo contrário. O meu pai foi o culpado de esconder de mim essa verdade".
"Eu não culpo o Silvio por nada, eu o entendo. Eu tenho pena dele porque sou mais feliz que ele", continuou. "Um cara que precisa viajar pra Miami pra comer um sanduíche de rua não é feliz. Eu como um sanduíche a hora que eu quero. Ele é uma pessoa muito sozinha. Quanto mais você sobe na pirâmide do poder, mais sozinho você fica".
Golias, Didi e "Casseta & Planeta"
Carlos Alberto lamentou a morte do humorista Ronald Golias, amigo e companheiro de trabalho que o acompanhou por mais de 40 anos. "O primeiro programa sem ele foi o dia mais triste da minha vida. Éramos muito amigos, nunca brigamos nesse tempo todo e tínhamos uma afinidade muito grande".
"O Didi sair da TV, isso é um crime, uma maldade. É algo que me dói", disse Carlos Alberto. "O que gostei de ter acabado foi o ‘Casseta & Planeta’, que só o pessoal da Globo achava engraçado".
"Nós que trabalhamos na televisão somos como uma laranja. A televisão te espreme, espreme, e no final você vira um bagaço e te jogam fora. Um dia eu também vou ser bagaço", lamentou

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