04/07/12

Ricardo Zeef Berezin, do IDG Now!

Extensão prometia créditos gratuitos para o celular e já foi apagada, mas precisou de apenas cinco dias para espalhar-se pela rede social.

Durou apenas cinco dias, mas um golpe feito por brasileiros para brasileiros atingiu milhares de usuários no Facebook. Atraídos por uma promessa pouco crível – créditos gratuitos no celular – mais de 60 mil curtiram a página criada para disseminar o malware.

O problema não estava na página em si, mas no aplicativo contido nela. Ao selecioná-lo, o internauta era direcionado a um endereço onde podia instalá-lo. Abaixo, visualizava um cadastro com espaços para inserir o número do celular e sua operadora.

Quando contaminado, o perfil do usuário passava a compartilhar o mesmo comentário – cheio de erros ortográficos – em todas as publicações visualizadas, convidando outras pessoas a também visitarem a página e executarem o programa. Para convencê-las, a isca já utilizada: créditos no celular.



Usuário instala malware e ainda entrega seu número do celular.

A principal novidade, destacada pelo portal Linha Defensiva, é que o golpe funcionava apenas nos navegadores Chrome e Firefox – tanto é que, para se livrar da praga, bastava apagá-la no menu de extensões. Isso mostra que, graças à popularidade dos dois softwares no Brasil, os cibercriminosos passaram a tê-los como alvo.

É de se pensar que vantagem financeira os responsáveis ganham com esse tipo de artimanha. É possível que vendam os números de telefone obtidos, já que essa é uma informação que muitos spammers buscam, ou que recebam a cada “curtir” entregue a determinada página (pay-per-like), pois pelo complemento podem controlar também essa interação.

Recentemente, dois portais brasileiros que ofereciam milhares de “curtir” em troca de compensação monetária foram fechados. Aparentemente, ambos, o PublicidadesOnline.com e o PublicidadesOnline.net, pertenciam ao mesmo dono. Talvez não seja coincidência, portanto, que, das poucas mensagens compartilhadas pela página do malware, três propagandeavam a Humor Garantido, que em seis meses conseguiu mais de um milhão de fãs.

Fica a dica, então. Embora o Facebook tenha removido muitos dos golpes - “Mude a cor do seu perfil”, “Descubra quem te visitou”, “Coloque créditos grátis” – alguns continuam no ar e outros podem voltar. Não confie em aplicativos que sejam elogiados em inúmeras publicações e sempre com o mesmo texto. Essa publicidade não é gratuita, tampouco espontânea.

Por João Coscelli



A Eletronic Arts – também conhecida como EA – foi escolhida pelos consumidores como a pior empresa dos Estados Unidos. Não, não só no ramo dos games. A pior mesmo. Venceu até o Bank of America na final do “Cocô de Ouro”, que, digamos, é o “prêmio” para a companhia mais odiada pelos americanos. A votação ocorre no blog The Consumerist.

Mas a EA? Sim, a EA. Aquela que tem os direitos de produção dos jogos da maioria das ligas esportivos americanas e internacionais, como Fifa, NHL, NFL – aqueles em que você ouve “EA Sports. It’s in the game!” quando inicia o game – e também a responsável porThe Sims, Mass Effect, Need For Speed. Uma baita companhia, que venceu outros gigantes como AT&T, Sony e Best Buy para chegar ao topo (ou fundo).

Os motivos que levaram os consumidores a eleger a EA não foram revelados, já que apenas os votos, e não possíveis queixas, foram registrados. Mas o The Consumerist destacou algumas possíveis razões.
A primeira: a empresa tem engolido concorrentes menores para se apropriar de seus trabalhos ou para removê-las do mercado.
A segunda: os contratos de exclusividade com, por exemplo, as ligas americanas faz com que não haja outras produtoras para oferecer jogos da Fifa, da NFL, etc, a preços mais baixos – há o monopólio.
A terceira: a companhia tem forçado o uso de “microtransações”, ou seja, libera uma versão básica do jogo e depois cobra por conteúdo exclusivo a parte, lançado a conta-gotas – os polêmicos DLC (downloadable content).

A notícia, porém, não parece ter abalado a EA. Eis a resposta de John Reseburg, diretor de comunicações da empresa, ao GameSpotsobre o prêmio. “Temos certeza de que presidentes de bancos e companhias de petróleo, tabaco e armas estão aliviados de não estar na lista neste ano. Vamos continuar a produzir jogos e serviços merecedores de prêmios e jogados por mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo”.

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