02/10/15

Kenny Veach, 47, desapareceu enquanto desbravava uma área deserta de Nevada, nos Estados Unidos, e até hoje não deu as caras. O sumiço do andarilho aconteceu em Novembro de 2014 e permanece um verdadeiro mistério 
Foto: Reprodução

Antes de sumir em algum lugar da montanha, Kenny tinha descoberto uma misteriosa caverna em Sheep Mountain, lugar conhecido por tirar a vida até dos caminhantes e exploradores mais experientes 
Foto: Reprodução/Youtube

Gravou um vídeo para contar sobre a quase descoberta. Ele queria voltar no local para mostrar ao mundo uma coisa que, segundo ele, era muito peculiar
 Foto: Reprodução/Youtube

Ele afirmou ter sentido algo estranho na caverna que julgou ser "assustadora e anormal" 
Foto: Reprodução/Youtube

Veach prometeu retornar ao local com uma câmera para tentar provar que não estava doido. Queria registrar o caminho e documentar a viagem
 Foto: Reprodução/Youtube

Apesar do espírito aventureiro, caminhar sozinho pelo deserto pode ser extremamente perigoso, ou até mesmo acabar em tragédia 
Foto: Reprodução/ Facebook

Meses depois, ele cumpriu a palavra e voltou ao lugar onde jurou ter visto a tal caverna 
Foto: Reprodução/Youtube

Colocou o pé na estrada durante a noite de 10 de novembro e nunca mais foi visto 
Foto: Reprodução/ Facebook

Seu paradeiro virou um mistério e deixou todo mundo perplexo. Muitos voluntários se mobilizaram em intensa tentativa de resgate 
Foto: Reprodução/Youtube

Uma semana depois, equipe de buscas encontraram o celular de Veach jogado em uma remota mina abandonada.
Foto: Reprodução/Viral Nova

A busca foi ficando cada vez mais misteriosa. Nenhum sinal do sujeito... 
Foto: Reprodução/ Facebook

Ou da caverna sinistra que ele desesperadamente queria mostrar ao mundo 
Foto: Reprodução/Viral Nova

A equipe de resgate enviou uma câmera para alcançar as áreas mais remotas da mina onde foi encontrada o celular, e mais uma vez não tiveram sorte 
Foto: Reprodução/ Facebook

A família está desconcertada. Aos quatro meses de sumiço, ninguém perdeu a esperança 
Foto: Reprodução/ Facebook

Nenhum rastro ou pistas foram descobertos até então 
Foto: Reprodução/ Facebook

Melodie Peil comprou uma Chevy Van 1990 recheada de maconha para transportar filhos e netos



Era início dos anos 2000 quando a norte-americana Melodie Peil comprou uma Chevy Van 1990 usada, para transportar seus quatro filhos e dois netos. O furgão parecia a escolha perfeita na época, e assim a moça selou o negócio, permanecendo por dez anos com o veículo. O que Peil não imaginava é que o utilitário estava recheado com quase 6 kg de maconha, em pacotes escondidos pela carroceria. Confira os detalhes da história a seguir Foto: Reprodução/Fox



Já com uma década de uso, a Chevy Van de 1990 era a solução de transporte ideal para a numerosa família de Melodie. O furgão custava barato e, por fora, não parecia nenhum pouco suspeito Foto: Reprodução/Fox




Por muitos anos, Melodie e sua família jamais suspeitaram que a van poderia ter surpresinhas escondidas Foto: Reprodução/Fox



Até que, após passar por uma dezena de postos policiais, Melodie encontrou maconha no veículo Foto: Reprodução



A droga avistada por ela estava escondida perto das portas, por debaixo do revestimento da cabine Foto: Reprodução/Fox



Imediatamente, a mulher contactou a polícia, para que fosse feita uma perícia Foto: Reprodução/Fox



O departamento de polícia de Los Alamos, no Novo México, foi então investigar o veículo Foto: Reprodução/Fox



E para a surpresa de Melodie e sua família, foram encontrados quase 6 kg de maconha em pacotes Foto: Reprodução/Fox



Os envelopes e recipientes com a droga estava alocados em pequenos compartimentos da carroceria Foto: Reprodução/Fox



Evidentemente, Melodie teve que provar para a polícia que não era a dona das drogas, mas apenas do veículo Foto: Reprodução/Fox



Foi então que o departamento policial concluiu que a moça de fato falava a verdade Foto: Reprodução/Fox



Apesar da grande quantidade de entorpecente, Melodie foi caracterizada como vítima de um mal-entendido Foto: Reprodução/Fox



Antes de ser comprado pela mulher, o veículo havia pertencido a traficantes Foto: Reprodução/Fox


Melodie, então, entregou sua van para o departamento de polícia e, este, deu fim aos pacotes de maconha Foto: Reprodução/Fox



Melodie Piel se safou de uma grande enrascada, mas foi por muito pouco que a moça não acabou por engano atrás das grades, como acontece com certa frequência nas rodovias norte-americanas e do resto do mundo.

Município fluminense de Itatiaia (RJ) nunca teve empresa responsável por saneamento


Localizada entre as divisas de São Paulo e Minas Gerais, Itatiaia (RJ) está no que pode ser considerado o “coração da crise hídrica” no Sudeste brasileiro. Mas o pequeno município, de 28 mil habitantes, vive uma situação diferente das cidades vizinhas. Primeiro, porque tem fontes próprias de água. Segundo, porque nenhum morador recebe a conta no fim do mês. Será que está sobrando água por lá? O R7 foi tirar a dúvida. Confira nas próximas fotos 

Reportagem: Fernando Mellis, do R7 Foto: Eduardo Enomoto/R7

Itatiaia está às margens do rio Paraíba do Sul, onde fica a represa do Funil, que atingiu recentemente o menor nível da história. Se não chover o suficiente na região, as turbinas da usina hidrelétrica poderão parar ao longo do ano



Se a cidade não depende do rio Paraíba do Sul, de onde vem a água? Para entender um pouco melhor como é feito o abastecimento do município, é preciso subir a Serra da Mantiqueira, dentro do Parque Nacional do Itatiaia. A mais de 1.000 m de altitude está uma das fontes de água: o rio Campo Belo, que garante hoje o banho de aproximadamente 20 mil moradores da região central 



A água sai do alto da montanha, desce, passa por um tratamento simples, com cloro, e chega às casas da população simplesmente com a força da gravidade. Não há em Itatiaia reservatórios e muito menos bombeamento. A tubulação também não é como deveria ser: pressurizada 


O aspecto da água que chega às torneiras nem sempre estimula os moradores de Itatiaia a bebê-la. Juliana Mendonça explica a razão.

— Quando chove forte, a água sai puro barro, marrom. Tem que esperar uns dois dias até voltar ao normal. Fora isso, sai sempre esbranquiçada, por causa do cloro


O marido dela tem uma loja que vende água mineral. Juliana garante que muita gente vai até lá porque não confia na água gratuita distribuída pela prefeitura.

— Já houve casos de contaminação. Então, nunca se sabe. Tem muitas construções ao longo do rio que podem estar poluindo a água



Até tarefas domésticas simples são afetadas quando chove forte, conta a aposentada Regina Valdetaro. 

— Se dá uma tromba d’água lá na montanha, na nascente, logo depois a água vem marrom, não dá para lavar roupa. Aí a gente tem que esperar uns dois dias até normalizar


O receio de beber a água do rio Campo Belo é praticamente um consenso na cidade. Quem não tem condições de recorrer á água mineral, usa filtros em casa


O secretário municipal de Meio Ambiente, Domingos Baumgratz, explica o problema. 

— Quando chove, tem um arraste de terra. Quando o tratamento não é aquele mais adequado, ele não consegue eliminar aquilo tudo de uma maneira eficiente. Isso se agrava porque não tem um reservatório de água. Se houvesse, essa terra sedimentaria no fundo antes de ir para as casas das pessoas. 

Mesmo assim, ele diz que não há problemas em beber a água da torneira. 

— Não é algo com o que as pessoas precisam se preocupar. Mas já houve algumas vezes um surto de diarreia na cidade. Aí não tem como escapar. O surto de diarreia é oriundo de doenças vinculadas ao curso d’água



Mas esse não é o único problema enfrentado por Itatiaia. Não dá mais para continuar tendo água de graça. Pelo menos é o que pensa a atual administração municipal. O Estado do Rio de Janeiro elaborou um Plano de Saneamento Básico que começou a ser colocado em prática. O objetivo é que o fornecimento de água deixe de ser feito de forma antiquada e se equipare ao que é recomendado por autoridades sanitárias


Mesmo tendo uma fonte "exclusiva" de água, isso não significa que Itatiaia esteja livre do desabastecimento. Mas o motivo nem sempre é a falta, mas a distribuição. Muitos moradores "disputam" com hotéis e pousadas Foto: Eduardo Enomoto/R7


A reportagem flagrou casos como esse, em que um imóvel de médio porte armazena de graça 75 mil litros de água, na região turística de Penedo


Penedo, onde moram cerca de 5.000 pessoas, é um dos locais mais afetados quando há desabastecimento. Por três anos seguidos, durante o período de seca, já houve rodízio por lá



Funcionário de uma pousada, Reinaldo de Oliveira diz que o local tem caixas d'água, mas que um poço construído lá também ajuda no abastecimento dos 20 quartos. 

— Já vi casos de pousadas que tiveram que comprar água de caminhão-pipa. Aqui, se falta, o poço é uma solução


O secretário municipal de Meio Ambiente, Domingos Baumgratz (foto), falou sobre as consequências negativas de não haver uma conta no fim do mês. 

— Há um número enorme de hotéis e pousadas que armazenam mais do que precisam. Como a água não é cobrada, isso incentiva as pessoas a práticas desse tipo


O secretário é claro ao dizer: "Não está sobrando água em Itatiaia". Por isso, a prefeitura corre para começar as obras que, deverão beneficiar primeiro a região de Penedo. Baumgratz espera que até o fim de 2016, o distrito pague pela água que consumir


Será instalada toda uma tubulação nova, estações de tratamento, reservatórios e os moradores terão que ter hidrômetros


O turismo é hoje a principal atividade econômica de Itatiaia. Todos os meses a cidade recebe uma média de 7.000 visitantes, um quarto do total de habitantes. Os turistas são atraídos pelas pousadas, trilhas e cachoeiras da região


Nos próximos anos, com a instalação de diversas fábricas na cidade, a indústria vai ser o principal contribuinte da economia de Itatiaia. Isso também significa que precisa haver mais controle ainda sobre a água. Todas as grandes empresas que forem captar água das nascentes do Parque Nacional precisam pedir autorização do Inea (Instituto Estadual do Ambiente). Atualmente, o município é sede de grandes multinacionais, como Hyundai, Procter & Gamble e Michelin


O fato de não depender do rio Paraíba do Sul dá a Itatiaia uma situação confortável. Mas sem que o uso da água seja minimamente organizado, é impossível que todos os habitantes tenham o fornecimento garantido, principalmente, em época de mudanças climáticas, diz o secretário.

— A natureza foi muito elegante com Itatiaia. Tem a serra, a mata exuberante e tem os mananciais, que não precisamos depender da água do rio Paraíba do Sul. Apesar desse privilégio todo, a natureza não escolhe lugar, nem hora. Nós também, em período de estiagem, tivemos problemas de abastecimentos por três anos consecutivos. Além das obras necessárias, as pessoas precisam economizar

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