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© Fornecido por Deutsche Welle

Autoridades japonesas, diplomatas internacionais e sobreviventes participaram nesta quinta-feira (06/08), em Hiroshima, de uma cerimônia que marcou os 70 anos do lançamento da primeira bomba nuclear, nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial.

O sino da paz soou às 8h15 (hora local), no momento exato em que a bomba atômica lançada pelo bombardeiro B-29 Enola Gay, da Força Aérea americana, detonou sobre o centro da cidade, matando 40 mil pessoas instantaneamente. Até o fim daquele ano, o número de mortos chegou a 140 mil, em consequência da radiação.

Cerca de 50 mil pessoas compareceram à cerimônia no Parque do Memorial da Paz, em Hiroshima, incluindo a embaixadora americana no Japão, Caroline Kennedy e representantes de cerca de cem países.

Após o memorial, líderes de grupos de sobreviventes se reuniram com o primeiro-ministro, Shinzo Abe, e pediram a remoção de uma nova legislação que permite aos militares japoneses, pela primeira vez desde o fim da 2ª Guerra, se envolverem em conflitos no exterior.

Abe, que em seu discurso durante a cerimônia defendeu a abolição das armas nucleares, sustentou que a nova legislação é essencial para a segurança do país. Pesquisas indicam que a maioria dos japoneses é contra a medida, que envolve uma reinterpretação da Constituição japonesa, que renuncia à guerra, estabelecida no período pós-guerra quando o país estava sob ocupação americana.

A detonação da bomba atômica ainda é um dos temas mais debatidos da Segunda Guerra Mundial. Muitos defendem que ela foi necessária para pôr fim à guerra no Pacífico e salvar milhares de outras vidas vidas, enquanto outros sustentam que o Japão teria se rendido de qualquer forma, sem que houvesse a necessidade de destruir Hiroshima e, três dias mais tarde, Nagasaki. 

Ainda hoje, sobreviventes estão sob tratamento nos hospitais da Cruz Vermelha japonesa em razão dos efeitos de longa duração da radiação, principalmente casos de câncer.

70 anos após Hiroshima, asiáticos aumentam investimento em armas nucleares

Os sinos tocaram nesta quinta-feira (6) em Hiroshima às 8h15 locais, exatamente 70 anos após o lançamento da bomba atômica por um caça americano, no primeiro ataque nuclear da história, que levou o Japão à capitulação e encerrou a Segunda Guerra Mundial. Sete décadas depois, a proliferação de armas nucleares está em queda no Ocidente e em alta no próprio continente asiático.

A Ásia é hoje o continente com maior crescimento do investimento em armas nucleares, embora ainda detenha uma minoria delas (400 das 15.850 que existem no mundo). Rússia e Estados Unidos são os líderes em quantidade de armas deste tipo, mas os dois países vêm reduzindo seus arsenais há pelo menos 20 anos. Já China, Coreia do Norte, Índia e Paquistão estão desenvolvendo novos sistemas de armas nucleares, segundo o instituto de pesquisa sueco Sipril.

A China possui hoje um dos programas nucleares mais secretos entre as potências. Não se sabe ao certo o número de armas de que o país dispõe, mas estima-se que seja ao redor de 260 ogivas, o que faz o país se aproximar da França que, com 300 dispositivos, é o terceiro país com a maior quantidade de armas nucleares depois de Rússia e Estados Unidos.

Em uma entrevista ao jornal Libération, o diretor da Agência Internacional de Energia Atômica, Yukiya Amano, disse que “para o Ocidente, o programa nuclear do Irã constitui a principal ameaça”, mas “do ponto de vista do Oriente, o problema é a Ásia”.

Cerimônia em Hiroshima
© Fornecido por…

Na cerimônia desta quinta-feira (6), uma jovem e um estudante golpearam o grande sino com uma viga de madeira na hora exata do bombardeio, em meio ao silêncio da multidão no Parque Monumento da Paz de Hiroshima, cidade de 1 milhão e 200 mil habitantes convertida em símbolo do pacifismo.

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, e representantes de 100 países estavam entre as 55 mil pessoas que compareceram à cerimônia. Abe disse que o Japão tem a missão de criar um mundo sem armas nucleares.

Em 6 de agosto de 1945, um caça B-29 lançou sobre a cidade uma bomba de urânio, dotada de uma força destrutiva equivalente a 16 quilotoneladas de TNT. O número de mortos é estimado em 140 mil. Três dias depois foi a vez de Nagazaki ser bombardeada.

Das cinzas à reconstrução – o renascimento de Hiroshima, Relembre a história.
© UIG via Getty Images/Getty Images; Photodisc/Getty Images
No dia 6 de agosto de 1945, a cidade de Hiroshima sofreu o primeiro ataque com armas nucleares da História. A seguir, vemos como Hiroshima se reergueu das ruínas.

A bomba, jogada pelo avião militar B-29 americano Enola Gay, destruiu quase 80% da cidade. Confira estas imagens que marcam a reconstrução e renascimento da cidade

© Universal History Archive/UIG via Getty images

1945
Foto aérea mostra o momento da detonação da bomba, apelidada de 'Little Boy', na manhã do dia 6 de agosto

© United Nations/AP Photo
1945
Um relógio encontrado nas ruínas indica o momento preciso da explosão: 8h15

© UIG via Getty Images/Getty Images

1945
Uma fotografia aérea mostra a destruição na cidade de Hiroshima após a bomba atômica. Tudo em um raio de 13 km do local da queda da bomba foi aniquilado

© Universal History Archive/Getty Images

1945
Após a queda da bomba em Hiroshima as estatísticas sugerem que aproximadamente 80 mil pessoas foram instantaneamente mortas. Este número subiu para 140 mil com os efeitos da exposição à radiação

© Photo12/UIG via Getty Images

1945
Uma imagem da Força Aérea americana mostra a área devastada pela bomba, indicada pela superfície negra dentro do círculo

© AP Photo

1945
Um militar americano vasculha os escombros causados pela explosão na prefeitura de Hiroshima

© UIG via Getty Images/Getty Images

1945
O clarão da detonação foi tão intenso que imprimiu o contorno dos objetos nas superfícies em torno deles

© Charles P. Gorry/AP Photo

1946
Novas casas começam a ser construídas nas ruínas da cidade de Hiroshima no dia 11 de março de 1946. Estas casas, com apenas um andar térreo, eram parte do programa de reconstrução do governo japonês. No fundo, árvores e prédios que resistiram à explosão

© Picture Post/IPC Magazines/Hulton Archive/Getty Images

1946
Uma reportagem de agosto de 1946 na revista Picture Post, intitulada 'Depois da Bomba Atômica: um impressionante renascimento', mostrando a reconstrução da cidade depois do bombardeio. A reportagem destaca a construção de casas (acima) e a plantação de lavouras (abaixo)

© Charles P. Gorry/AP Photo

1946
Uma foto aérea da cidade, em 20 de julho de 1946, mostra algumas casas e muita terra arrasada 

© Charles Gorry/AP Photo

1947
O presidente de Hiroshima, Tetsu Terada, participa de uma cerimônia de plantação de árvores em agosto de 1947 no local da detonação da bomba

© Charles Gorry/AP Photo

1947
Uma ponte reconstruída no norte da cidade de Hiroshima, em 16 de julho de 1947, vira um marco do renascimento da cidade

© Universal History Archive/UIG via Getty Images

1947
O imperador Hirohito acena para a multidão em visita a Hiroshima em 1947

© AP Photo

1948
Um sobrevivente da bomba atômica reza no monumento aos trabalhadores de correio em Hiroshima, próximo ao epicentro da explosão, em 7 de agosto de 1948

© AFP/Getty Images

1948
A foto ainda mostra uma impressionante destruição três anos após o bombardeio de Hiroshima

© AP Photo

1949
Um morador da 'Nova Hiroshima' cuida da sua plantação de milho próxima do local da explosão em 5 de agosto de 1949. Pode ser visto ao fundo o Memorial da Paz de Hiroshima

© George Sweers/AP Photo

1951
Integrantes da Força Aérea americana, que foram honrados pelos moradores de Hiroshima no sexto aniversário do bombardeio, brincam com crianças em 6 de agosto de 1951

© Asahi Shimbun/AP Photo

1952
A principal rua comercial de Hiroshima no dia 2 de agosto de 1952 indica os sinais de pujança da cidade outrora devastada

© John Chillingworth/Picture Post/Hulton Archive/Getty Images

1955
Uma cena urbana de Hiroshima em julho de 1955, dez anos depois do bombardeio atômico 

© AP Photo

1955
Uma cerimônia foi realizada no local exato da detonação no décimo aniversário do bombardeio de Hiroshima

© Three Lions/Getty Images

1955
Imagem do Museu da Paz em Hiroshima

© ullstein bild/ullstein bild via Getty Images

1958
Imagem mostra como a cidade se recuperou com velocidade da devastação

© J. Russell Gilman/Archive Photos/Getty Images

1965
O Memorial da Paz de Hiroshima

© AP Photo

1968
Vista aérea de Hiroshima

© Max Desfor/AP Photo

1970
Foto do dia 4 de agosto de 1970 – 25 anos depois da bomba

© AP Photo

1970
Uma multidão compareceu à cerimônia em memória das vítimas 25 anos depois

© AP Photo

1975
Casal em uma colina de Hiroshima, em 1975 

© Sadayuki Mikami/AP PHoto

1980
Visitantes aparecem no Memorial da Paz de Hiroshima em dezembro de 1980

© Koji Sasahara/AP Photo

1990
Pombas são soltas no Memorial da Paz no 45º aniversário da explosão da bomba atômica

© Junji Kurokawa/AP Photo

2005
Uma vista aérea da região do rio Motoyasu em 26 de julho de 2005

© Tomohiro Ohsumi/Bloomberg News

2008
A planta industrial da Mazda em 17 de setembro de 2008

© KYODO/Newscom/Reuters

2013
Pombas são soltas no Memorial da Paz no dia 6 de agosto

© Shizuo Kambayashi/AP PHoto

2013
Crianças caminham diante do Memorial da Paz

© ISSEI KATO/Newscom/Reuters

2015
Fumiaki Kajiya, 76 anos, sobrevivente da bomba e professor aposentado observa o centro da cidade no dia 27 de março de 2015

© Photodisc/Getty Images

2015
Uma vista do anoitecer na moderna Hiroshima

E se a sua cidade fosse alvo da bomba atômica de Hiroshima?
© Foto: Reprodução 
Uma ferramenta interativa desenvolvida pela ONG Public Radio Internationak mostra a extensão dos danos da bomba atômica em diferentes cidades do mundo. 

O mundo lembra nesta semana aniversário de 70 anos dos trágicos bombardeios qu atingiram as cidades de Hiroshima e Nagasaki, no Japão, em 6 e 9 de agosto de 1945, momentos finais da 2ª Guerra Mundial.

De acordo com informações prestadas pelo Atomic Archive, um site dedicado ao estudo da chamada Era Nuclear, na qual a fabricação de armas nucleares foi extensivamente difundida, os bombardeios foram responsáveis por 66 mil mortes em Hiroshima e 39 mil em Nagasaki.

O total de pessoas afetadas pelas bombas bateu a marca de 135 mil na primeira explosão e 64 mil na segunda. 60% das mortes imediatas em Hiroshima aconteceram em decorrência de queimaduras causadas pela explosão, enquanto que esta foi também a causa de morte de 95% daqueles afetados em Nagasaki.

A intensidade dos bombardeios pode ser medida com estes números históricos. Contudo, para ilustrar melhor a gravidade do episódio, o site da ONG Public Radio International (PRI) desenvolveu uma interessante ferramenta capaz de mostrar como seria o cenário de uma cidade no mundo que fosse hoje alvo da mesma bomba usada pelos Estados Unidos em Hiroshima.

Testamos a ferramenta, cujo uso é fácil e intuitivo, mas as informações estão disponíveis apenas em inglês, e os resultados foram assustadores. Na cidade de São Paulo, os efeitos da explosão seriam sentidos também em locais como Guarulhos, Osasco, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul.

90% das pessoas localizadas num raio de cerca de 800 metros da explosão morreriam imediatamente, enquanto que 80% daqueles que estivessem a pouco mais de um quilômetro do local também morreriam pela explosão. Tudo ao redor estaria destruído por conta de incêndios de alta intensidade.

© Wikimedia Commons 

Hiroshima: em 2015, o mundo lembrará o aniversário de 70 anos dos bombardeios nucleares em Hiroshima e Nagasaki, no Japão 

Segundo a PRI, os dados usados na composição da ferramenta foram compilados a partir de registros históricos mantidos pelo Atomic Archive e que incluíram relatórios produzidos por cientistas do Manhattan Project, o projeto de pesquisa dos EUA que produziu as bombas atômicas usadas no Japão.

Deutsche Welle

O Grupo Especial de Atividades Subaquáticas da Guarda Civil espanhola suspendeu nesta quarta-feira (05/08) a busca submarina pela campeã de mergulho em apneia Natalia Molchanova, que desapareceu no último domingo próximo às Ilhas Baleares, no Mar Mediterrâneo. A Guarda Civil, porém, continuará monitorando a região à procura da atleta russa de 53 anos.

Os mergulhadores acreditam que correntes oceânicas possam ter levado o corpo da atleta para outra área. O trabalho de busca na superfície continua até o próximo domingo. A Guarda Civil espera que o corpo de Molchanova possa vir à tona nos próximos dias.

Molchanova desapareceu no último domingo durante um mergulho sem pé de pato em uma profundidade de 30 a 40 metros na costa do município de Formentera. Ela se separou do grupo e, provavelmente, foi levada por uma forte corrente marítima.

"A causa do desaparecimento de Natalia é desconhecida, mas ela estava fazendo o que amava. A paixão de Natalia pelo mergulho em apneia ardia profundamente dentro dela, fazendo-a dedicar a vida a isso", afirmou o comunicado divulgado pela família de Molchanova e pela Associação Internacional para o Desenvolvimento da Apneia (Aida).

A atleta russa é a mergulhadora em apneia com o maior número de medalhas do mundo. Ela acumulou mais de 40 recordes e 23 títulos mundiais na modalidade, que consiste no mergulho sem equipamentos de respiração, utilizando apenas o ar presente nos pulmões.

A atleta é recordista mundial em sete disciplinas de mergulho livre reconhecidas pela Aida, entre elas apneia constante, apneia estática e imersão livre.

© Fornecido por Info

A nova partícula, que possui uma casca sólida de dióxido de titânio e uma espécie de "gema de ovo" interna feita de alumínio, pode ser usada como eletrodo em baterias. A “gema” se expande e contrai em cada carga, sem afetar o tamanho da casca. Dessa forma, a estrutura física do eletrodo não passa pelo mesmo desgaste físico de uma bateria convencional.

Mas essa não é a única vantagem das nanopartículas. As baterias geralmente usam grafite no eletrodo. Apesar desse material se degradar com a expansão e contração, o desgaste não é tão grande como em outros materiais. Porém, ele tem capacidade de carga de 0,35 ampère-hora por grama, um número baixo.

Já se tentou usar outros materiais em eletrodos, mas poucos deles poderiam ser usados comercialmente. O alumínio sempre foi visto como uma alternativa de baixo custo para isso. Ele é barato e tem capacidade de 2 ampère-hora por grama. Mas se desgasta demais. Portanto, a nova nanopartícula, com sua gema de alumínio dentro de uma casca de titânio, poderia resolver os problemas de desgaste. 

Nos testes, os pesquisadores descobriram que após 500 ciclos de carga e descarga, a vida útil de uma bateria de celular, o eletrodo teve apenas um pequeno desgaste na casca de dióxido de titânio. Além disso, a equipe registrou uma capacidade de condução três vezes melhor do que o grafite, quase 1,2 ampère-hora por grama.

Os pesquisadores ressaltam que os materiais usados no eletrodo são relativamente baratos, e que a escala de produção poderia diminuir ainda mais esse preço. Mas, por enquanto, os resultados do estudo ainda precisam ser aperfeiçoados antes de serem colocados nas baterias que usamos no dia-a-dia.

Fonte: MIT

© Foto: Reprodução/Twitter Noiva disse que foi uma experiência maravilhosa e que estava feliz de compartilhar a festa com pessoas necessitadas.

Um casal de noivos turco decidiu compartilhar a alegria do dia do casamento com milhares de refugiados sírios, que foram convidados para celebrar junto com eles na cidade de Kilis, no Sul da Turquia. Na semana passada, Fethullah Üzümcüoğlu e Esra Polat juntaram economias de suas família e organizaram um banquete para festejar a união. Mas eles quiseram que fosse um momento feliz também para 4.000 sírios que fugiram da guerra civil que já dura quatro anos no país.

— Nós pensamos que, em um dia tão feliz, gostaríamos de compartilhar a festa de casamento com nossos irmãos e irmãs sírio — disse o pai do noivo, Ali Üzümcüoğlu, que teve a ideia. — Se Deus quiser, isso vai levar outros a fazerem o mesmo e darem comida aos nossos irmãos e irmãs.

A comida foi doada para os refugiados pelos convidados próximos do casal, e inclusive pelos noivos, a partir de caminhões. Depois do casamento, a noiva disse que foi uma experiência maravilhosa e que estava feliz de poder compartilhar o banquete com pessoas necessitadas.

— Fiquei chocada quando Fethullah me falou pela primeira vez sobre a idéia, mas depois fui conquistada por ela. Foi uma experiência maravilhosa. Estou feliz que tivemos a oportunidade de compartilhar a refeição do nosso casamento com pessoas que realmente precisam — disse Esra.

O sentimento foi o mesmo do noivo:

— Ver a felicidade nos olhos dos filhos de refugiados sírios não tem preço. Nós começamos nossa jornada para a felicidade, fazendo outros felizes.

© Fornecido por Notícias ao Minuto

Uma pesquisa Datafolha, realizada entre terça e quarta-feira (05) mostrou que o índice de reprovação da presidente Dilma Rousseff (PT) cresceu e, segundo a Folha de S. Paulo, está maior que as piores taxas registradas por Fernando Collor, quando estava às vésperas de sofrer o processo de impeachment.

Na pesquisa anterior, que foi feita na terceira semana de junho, 65% dos entrevistados disseram considerar o governo Dilma como ruim ou péssimo. Agora, Dilma conta com 71% de pessoas que não aprovam seu governo.

O índice dos que aprovam a gestão da petista, classificando-a como ótima ou boa caiu, mas se mantém dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Em junho, 10% dos consultados mantinham essa opinião. No último levantamento, são 8%.

E não é apenas a rejeição que é maior. O cenário também está pior para Dilma na questão de um pedido de impeachment. De acordo com o jornal, o Datafolha revelou que 66% dos entrevistados disseram que são a favor do afastamento. Em abril, eram 63%.

A reportagem da Folha ressalta que esses números registrados são os piores desde que o instituto iniciou a série de pesquisas, em 1990, no governo Fernando Collor. 

O ex-presidente e atual senador teve 9% de aprovação e 68% de reprovação na véspera de seu impeachment, em setembro de 1992. Dessa maneira, Dilma passa a ser a recordista em reprovação nas pesquisas Datafolha.

Acontece nesta quinta-feira (6) o 2º sorteio da semana da Mega-Sena, que pode pagar R$ 27 milhões ao sortudo que acertar as seis dezenas sorteadas. 

O concurso 1730 acontece em Bom Jesus da Lapa, Bahia, na Praça Marechal Deodoro da Fonseca às 20h. 
© Fornecido por SorteOnline Marcos Santos/USP Imagens 

Essa semana a Mega-Sena sorteia um concurso a mais por conta do Dia dos Pais. Hoje acontece o 2º sorteio, concurso 1730, com o prêmio de R$ 27 milhões e no sábado (8) será realizado o 3º e último concurso da semana.

O primeiro, concurso 1729, foi realizado na terça-feira (4). Ninguém levou o prêmio principal com os números 07 - 14 - 23 - 43 - 44 - 53. Neste mesmo concurso, 39 apostas fizeram a Quina e levaram R$ 33.293,47, enquanto 2553 jogos acertaram a Quadra e receberam R$ 726,56.

As apostas para a Mega-Sena de hoje podem ser realizadas em todas as casas lotéricas e também em alguns sites de serviços lotéricos até 1h antes do sorteio.

Confira os concursos que correm hoje:

Mega-Sena concurso 1730 - R$ 27 Milhões

Quina concurso 3851 - R$ 8,5 Milhões

Timemania concurso 760 - R$ 3,6 Milhões

Serviço foi vendido a um consórcio de empresas de automóveis, que é dono da Audi, BMW e Mercedes-Benz

por Nathália Guimarães

A finlandesa Nokia anunciou nesta segunda-feira (3) um acordo para vender seu negócio de serviços de mapeamento e localização digital Here a um consórcio de empresas de automóveis, conglomerado que é dono da Audi, BMW e Mercedes-Benz. O valor da transação foi de 2,8 bilhões de euros. A operação deve ser concluída no primeiro trimestre de 2016.

O serviço Here, herdeiro da empresa americana Navteq, comprada pela Nokia em 2008 por 8,1 bilhões de dólares, é um concorrente direto do Google Maps e, ao contrário deste, não registra os dados pessoais dos usuários. Após o fechamento da transação do sistema Here, a Nokia será composta por duas empresas, a Nokia Networks e Nokia Technologies.

A primeira delas continuará a fornecer software e serviços de infraestrutura de banda larga. Já a Nokia Technologies vai proporcionar o desenvolvimento de tecnologia avançada e de licenciamento. A gigante finlandesa, que já liderou o setor de telefonia móvel em todo o mundo, está preparando sua volta ao mercado de telefones celulares, que abandonou em 2013.


Anuar Patjane Floriuk / National Geographic Traveler Photo Contest


National Geographic Traveler Photo Contest
A consagrada revista National Geographic divulgou nesta semana os vencedores do prêmio National Geographic Traveler Photo Contest. A edição 2015 da honraria recebeu mais de 17 mil fotos de pessoas de todas as partes do mundo entre os dias 7 de abril e 30 de junho. Deste montante, apenas dez foram escolhidas pelo corpo de jurados da publicação. 

A imagem usada para abrir esta matéria, por exemplo, ficou na primeira colocação geral. Capturada por Anuar Patjane, e chamada de “Sussurrador de Baleias” mostra uma cena registrada debaixo d’água na região das Ilhas Revillagigedo, no México, e é da categoria "Cenas Externas".

Veja nas imagens quais são as outras vencedoras.

Faisal Azim / National Geographic Traveler Photo Contest
2º lugar
Título da imagem: “Trabalhadores de cascalho”
Autor (a): Faisal Azim
Categoria: Retratos de Viagem

De acordo com Azim, esta imagem foi capturada na região de Chittatong, em Bangladesh, e mostra um trio de trabalhadores de um local produtor de cascalho.

Ahmed Al Toqi / National Geographic Traveler Photo Contest
3º lugar
Título da imagem: “Camelo Ada”
Autor (a): Ahmed Al Toqi
Categoria: Cenas Externas

A imagem mostra uma tradicional corrida de camelos em Badiyah, Omã. Curiosamente, explica o autor da imagem à National Geographic, neste caso, o camelo mais rápido é o perdedor. Ou seja, é necessário controlar os animais para que se movimentem mais ou menos no mesmo ritmo. O esporte é considerado perigoso, já que as reações dos camelos são imprevisíveis. 

Stefano Zardini / National Geographic Traveler Photo Contest
Mérito
Título da imagem: “Sauna no céu”
Autor (a): Stefano Zardini
Categoria: Cenas Externas

Nesta imagem, o fotógrafo registrou uma sauna que está localizada a uma altura de 2.800 metros, bem no coração das Dolomitas, cadeia de montanhas no norte da Itália. 

Eduard Gutescu / National Geographic Traveler Photo Contest
Mérito
Título da imagem: “Romênia, terra dos contos de fadas”
Autor (a): Eduard Gutescu
Categoria: Cenas Externas

Imagem registrada em Bran, província de Brasov, e que mostra uma belíssima paisagem no interior da Romênia.

Beth McCarley / National Geographic Traveler Photo Contest
Mérito
Título da imagem: “Uma Noite em Deadvlei”
Autor (a): Beth McCarley
Categoria: Senso de Lugar

Capturada na Namíbia, esta linda imagem mostra uma cena noturna em uma localidade do Parque Namib-Naukluft, na qual a lua iluminava as dunas e árvores, cujas idades são estimadas em 900 anos. 

Stefane Berube / National Geographic Traveler Photo Contest
Mérito
Título da imagem: “Rinocerontes Brancos”
Autor (a): Stefane Berube
Categoria: Momentos Espontâneos

Foto mostra os quase extintos rinocerontes brancos em um santuário de Uganda. Segundo o fotógrafo, a imagem foi capturada logo depois de ele ter acordado e se deparado com o grupo de animais em frente a sua barraca.

Alain Schroeder / National Geographic Traveler Photo Contest
Mérito
Título da imagem: “Kushti, luta livre indiana”
Autor (a): Alain Schroder
Categoria: Momentos Espontâneos

A imagem foi capturada em Kolhapur, na Índia, e mostra o momento de descanso de dois homens que participavam de uma luta tradicional local, a Kushti, e na qual o ringue é composto de argila e uma mistura de sal, limão e ghee (manteiga clarificada). 

Sarah Wouters / National Geographic Traveler Photo Contest
Mérito
Título da imagem: “Pegando um pato”
Autor (a): Sarah Wouters
Categoria: Momentos Espontâneos

Duas crianças tentam capturar um pato perto de uma cachoeira na província de Nong Khai, na Tailândia. 

Bartłomiej Jurecki / National Geographic Traveler Photo Contest
Mérito
Título da imagem: “Montanheses”
Autor (a): Bartlomiej Jurecki
Categoria: Retratos de viagem

Nesta imagem, capturada na Polônia, o fotógrafo registrou momentos da produção de feno em Rzepiska, Condado de Tatra.

Drone da Nasa: os quadricópteros seriam usados para encontrar água e outros elementos

São Paulo - Estabelecer uma base permanente em um planeta será uma tarefa bastante complicada para a humanidade, mas a Nasa quer facilitar uma parte da missão com a construção de drones capazes de procurar por recursos e abrigo em outros mundos.

Os protótipos estão sendo construídos em um laboratório experimental da Nasa chamado Swamp Works e são desenvolvidos para funcionar em atmosferas muito rarefeitas ou até mesmo sem ar.

Por isso, alguns dos drones usam jatos de gás, em vez de rotores, para voar e fazer manobras.

A Nasa diz que essas aeronaves de teste não poderiam ser construídas há cinco anos. Mas avanços na impressão 3D, controladores de voo e software de mapeamento ajudaram a acelerar a produção.

“Esse é um robô de prospecção” afirma Rob Muller, diretor do Swamp Works, em um comunicado à imprensa.

“O primeiro passo para explorarmos recursos naturais em Marte ou um asteroide é descobrir onde eles estão. Provavelmente, são regiões de difícil acesso, onde o sol nunca bate.”

A agência espacial americana acredita que os drones possam ser usados para encontrar água e outros elementos que possam ser transformados em combustível para espaçonaves ou oxigênio para humanos.

Os veículos também poderiam ser usados para buscar tubos de lava, os túneis naturais formados por vulcões que existiram na Lua e em Marte.

“É possível colocar um habitat inteiro dentro de um tubo de lava para proteger astronautas da radiação, intempéries climáticas e micrometeoritos”, afirma Muller.

Os quadricópteros autônomos também poderiam ser usados na Terra, onde suas ferramentas de análise de solo poderiam ser usadas para testar o nível de radiação em acidentes nucleares.

A ilha onde fica o presídio de segurança mínima de Bastoy, na Noruega

Oslo - Um criminoso sexual condenado escapou de uma prisão em uma ilha da Noruega em uma prancha de surfe, usando uma pá de plástico para remar até o continente, declararam autoridades nesta quarta-feira.

O presídio de segurança mínima de Bastoy, famoso por seu cultivo de alimentos orgânicos e por permitir que os detentos assistam filmes, andem de bicicleta e usem as praias locais, não tem cercas e é exibido com frequência como o grande símbolo da ênfase norueguesa nas políticas humanitárias de encarceramento.

O preso, um homem na casa dos 20 anos, desapareceu durante a noite, e uma prancha de surfe e uma pá pertencentes à prisão foram encontradas em uma praia do continente a cerca de três quilômetros de distância.

“Soa espetacular quando acontece assim. Mas se não tivesse sido uma prancha de surfe, poderia ter sido outra coisa. Não é muito difícil encontrar um artefato de flutuação de um tipo ou outro na ilha”, disse o chefe do presídio, Tom Eberhardt, à Reuters.

Assassinos seriais, estupradores e traficantes de drogas representam a população típica da prisão e prestam serviços na ilha, como cuidar de hortas, cozinhar e outras tarefas, e a ênfase é prepará-los para um eventual retorno a uma vida normal.

Fonte: REUTERS

Minion gigante: boneco inflável causou confusão na estrada em Dublin

Um minion gigante fugiu do controle e causou uma ligeira confusão - além de trânsito - em Dublin, no último domingo (2).

Um boneco inflável do personagem amarelo com cerca de 15 metros se desprendeu das cordas que o mantinham firme no chão.

O vento acabou levando o gigante para o meio da estrada. 

A polícia precisou ser acionada para capturar o minion fugitivo e tirar todo o seu ar.

Segundo o noticiário local The Journal, ninguém se feriu no incidente.

Confira algumas imagens:



Um portão enorme descoberto em Israel pode ter marcado a entrada de uma cidade bíblica que, no seu auge, era a maior metrópole da região.

A cidade, chamada Gate, foi ocupada até o século IX aC. Em relatos bíblicos, os filisteus – os inimigos mortais dos israelitas – governavam a cidade. O Antigo Testamento também descreve Gate como a casa de Golias, o guerreiro gigante a quem o rei israelita David derrubou com um estilingue.

As novas descobertas revelam o quão impressionante a antiga cidade filistéia era, disse o principal arqueólogo da escavação atual, Aren Maeir, da Universidade Bar-Ilan, em Israel.

“Sabíamos que Gate, do século X para o IX [BC] era uma grande cidade, talvez a maior naquela época”, disse Maeir ao LiveScience em um email. “Estas fortificações monumentais salientam o quão grande e poderosa esta cidade era.”

Local antigo

Os portões foram descobertos em Tell es-Safi, que foi ocupada quase continuamente por cerca de 5.000 anos até uma aldeia árabe no local deixá-la em 1948, disse Maeir. Embora os arqueólogos venham escavando o local desde 1899, não foi até as últimas décadas que eles perceberam o quão grande os remanescentes da Idade do Ferro realmente eram.

Tanto o tamanho impressionante do local quanto os relatos bíblicos sugerem aos estudiosos que o sítio é a histórica cidade de Gate, que foi governada pelos filisteus, que viviam ao lado dos reinos judeus de Judá e Israel.

A equipe estava cavando trincheiras para procurar fortificações da antiga cidade quando encontraram a superfície superior de um portão monumental e fortificações. Como as paredes restantes eram muito maciças, pode demorar vários anos para descobri-las totalmente, disse Maeir. Até agora, apenas a superfície superior das estruturas são visíveis, mas com base no tamanho e forma das pedras utilizadas para formá-las, as paredes da cidade devem ter sido bastante grandes. As poderosas fortificações teriam formado uma fronteira bastante imponente que impediu o Reino de Judá de se expandir para o oeste, acrescentou.

A equipe também descobriu ferragens e um templo filisteu perto do portão monumental, com algumas cerâmicas e outros achados tipicamente associados com a cultura filistéia. Embora a cerâmica representa um estilo distintivo filisteu, ela também mostra elementos da técnica israelita, sugerindo que as culturas influenciavam umas outras as outras.

“Isso reflete as intensas ligações que existiam entre os filisteus e os seus vizinhos”, disse Maeir. Embora os filisteus eram muitas vezes vistos como os inimigos absolutos dos israelitas, na realidade, a relação era muito mais complexa.” 

Fonte: LiveScience

Dois anos e meio depois de uma expedição liderada pelo CEO da Amazon ao fundo do oceano, partes do motor do foguete histórico que lançou os astronautas da NASA em três missões para a Lua agora estão preservadis para exibição em Museu.

A equipe de conservação no SciEd Center e Space Museum Cosmosphere International em Hutchinson, Kansas, concluiu a pesquisa e estabilização das peças do Saturn V, que têm um total de 11.340 kg.

Os artefatos Apollo mutilados e retorcidos foram recuperados por um esforço confidencial – financiado e organizado por Jeff Bezos, da Amazon, mais de quatro décadas depois que os motores foram utilizados nos lançamentos dos primeiro, segundo e quinto pousos tripulados na Lua.

“Há algumas pequenas partes não designadas que vamos terminar a conservação, mas [todos] os principais artefatos da coleção estão completos”, Bezos disse. “O processo final no tratamento foi aplicar um revestimento protetor.”

A Bezos Expeditions surpreendeu o mundo em março 2012 ao anunciar o sucesso em sua busca para encontrar os motores, onde eles afundaram cerca de 4.300 metros abaixo da superfície do Oceano Atlântico.

Os componentes do motor de 5,8 m foram entregues a instalação de conservação SpaceWorks do Cosmosphere, onde o museu já havia restaurado o módulo de comando “Odyssey Apollo 13″ e recuperado do mar a cápsula Mercury “Liberty Bell 7.”

Mas em vez de trabalhar para restaurar e montar os motores de F-1 à sua condição original de lançamento, os conservadores propositadamente se esforçaram para conservar as partes, a fim de preservar a sua história completa.

“Com a conservação, o objetivo final é preservar os artefatos como eles estão”, afirmou Remar. “Os artefatos têm uma história e vida. Nós não queremos fazer nada que mude sua aparência porque nós sentimos que iria tirar um pouco da história.”

Depois de acelerar a Saturn V para mais de 9.600 kmh e empurrar o foguete para mais de 64 km de altura, os motores, em seguida, caíram de volta à Terra. O seu impacto com o mar amassou os motorescomo latas. [Space]

(Foto: reprodução)

A Imagine Cup 2015, competição promovida pela Microsoft, também conhecida como “Copa do Mundo da Computação” chegou ao fim com um resultado bastante honroso para o Brasil. A equipe brasileira eFitFashion levou o 1º lugar na categoria Inovação e o prêmio máximo da competição com o projeto “Clothes For Me”, uma plataforma online para venda de roupas personalizadas e feitas sob medida.

A equipe era formada por alunos de Moda e de Computação da Universidade de São Paulo, que receberam alguns benefícios como recompensa pelo título. Entre eles estão uma premiação de US$ 50 mil e uma viagem a um país de escolha para participar de um programa de aceleração de startups.

O projeto da equipe brasileira tentava repensar o comércio eletrônico de roupas. A ideia era que as peças fossem produzidas sob medida para o cliente por alfaiates e costureiras profissionais.

Os estudantes se inspiraram em uma pesquisa que diz que em boa parte das pessoas compra roupas que não servem corretamente. A pesquisa da Universidade de Minnesota diz que, nos casos de mulheres, 85% delas guardam peças que não servem.

A equipe brasileira superou o time da Rússia, vencedor na categoria Jogos, e da Austrália, que levou o título em Cidadania. Eles receberam o troféu diretamente das mãos do CEO da Microsoft Satya Nadella e também receberão um coaching com ele que servirá de apoio para suas futuras carreiras.

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